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quinta-feira, 23 de maio de 2019

Tem tanta coisa errada neste mundo, que é muito difícil ser um idealista como eu, que adoraria viver num mundo em que todas as pessoas fossem esclarecidas sobre como não serem ludibriadas por narrativas, como respeitar as opiniões dos próximos sem tentar "desconstruir" as reputações das pessoas quando faltam-lhes argumentos, que a humildade e a educação especialmente no sentido de respeito ao próximo já tivesse superado a agressividade em todas as suas instâncias, que os interesses fossem pelo bem comum independente das diferenças ao invés de pelo Poder, pelo bando, ou pela superioridade ao próximo seja ela qual for.
Quando é que a espécie humana vai entender que ninguém é superior a ninguém e que precisamos unir nossos talentos individuais se quisermos que nossa espécie sobreviva no futuro, já que em breve, este planeta estará saturado e faltarão recursos para que sobrevivamos.
Francamente, não tenho tido mais paciência com discussões fúteis, ou com gente ideologicamente agressivas e ultimamente deixo lá... "falando com a mão".
Que falta faz uma mente realmente inteligente para conversar, gente cuja mente não tenha sido afetada pelas histerias coletivas induzidas dos tempos modernos, nem que esteja perdida no oceano de desinformação massiva por todos os lados 24h/dia.
Gente de princípios, de integridade, de reputação, de honra, de honestidade...
Solidão dói, mas parece ser o único jeito atual de preservar esses valores.


Tentáculos da Subversão Cultural Globalista/Marxista - Parte 3:
"Fake News", "Discurso de Ódio" e Censura de Opinião

"Muito da História Social nas últimas décadas, envolveu trocar o que funcionava pelo que soava bem."
(Thomas Sowell)


Todos os temores sobre a Terceira Guerra Mundial, são mais do que justificados.
Porém, o mundo todo hoje, já se encontra em guerra. Guerra de opiniões, de ideologias, de crenças, de grupos extremistas e grupos que fingem ser "bonzinhos" quando na verdade não passam de "lobos em pele de cordeiro", tão nocivos quanto os piores grupos extremistas.
Muito cuidado com aqueles que usam narrativas humanitárias para cercear liberdades.
Quem leu "1984" de George Orwell, certamente deve se lembrar de que o governo totalitário do "Grande Irmão", tinha uma instituição chamada "Ministério da Verdade", que filtrava todo tipo de notícias antes de elas serem publicadas e as re-escrevia conforme a "verdade" que interessava ao "partido" ser divulgada e da forma que lhe interessava. Assim, a população só tinha uma fonte de "informação", toda ela controlada e distorcida para que as mentes das pessoas pudessem ser controladas.
Estamos falando de um livro escrito em 1948. Antes disso, os nazistas queimavam livros para re-escrever a História à seu modo. E engana-se quem pensa que enviesamento das notícias é coisa originária do século 20 em que Goebbels falava em "controle do pensamento" entre outras técnicas de subversão de idéias.
Sun Tzu já falava que "A guerra se baseia no engano, se faz pelo ganho e se adapta pela divisão e combinação", deixando bem claro que enganar os povos para que a percepção dos mesmos em relação aos fatos possa ser usado como arma de guerra.
A percepção dos fatos, uma vez distorcida na mente das pessoas, podem transforma-las num exército capaz de matar e morrer por qualquer "causa" lhes apresentada como "verdade" de modo que estas acreditem nisso.
E o primeiro passo para esse objetivo é calar todas as opiniões que questionam as "verdades" que são apresentadas.
É o que chamamos de censura de opinião.
Se você tem o monopólio dos meios de comunicação de massa, fica muito fácil escolher o que é "verdade" e o que não é conforme bem lhe convier, de modo que quaisquer questionamentos se tornam bastante inconvenientes. Então você precisa de uma "verdade" para calar as opiniões que podem estar apresentando verdades (que de fato, sejamos honestos, nem sempre o são graças aos fanáticos de plantão) e assim, garantir a hegemonia do seu monopólio da "verdade".
Então o que você faz?
Simples!
Se aproveita das "falsas verdades" originárias dos fanáticos de plantão, põe nelas o rótulo de "fake news"* e procura incluir todo mundo que tem linha ideológica oposta à sua no mesmo rolo.
É o que faz hoje a imprensa mundial (98% dela operando com capital vindo de globalistas) tenta fazer com as tais "agências de fact checking", para dar um "ar de autoridade" à mesma, uma vez que sua credibilidade está em praticamente zero. (Se 98% da mídia mundial é controlada pelos globalistas, era de se esperar que a credibilidade esteja em algo em torno de 2%.)
Mas se até o começo dos anos 1990 a credibilidade da imprensa era muito maior, por quê hoje ela é tão baixa?
A resposta: Internet, o vetor não planejado pelos intelectuais da subversão cultural dos tempos modernos como Herbert Marcuse, György Lukács, Antonio Gramsci, porque era inimaginável que as notícias se tornassem interativas, que as pessoas passassem TODAS a se tornarem potenciais questionadoras E AFERIDORAS do que é ou não divulgado como "verdade" bem como os interesses por trás disso.
Assim sendo, os globalistas encontraram um novo inimigo para calar: as redes sociais.
Primeiro, cogitaram de limitar sua atuação tentando fazer com que as operadoras reduzissem a velocidade de acesso dos serviços ligados às redes sociais. (Felizmente isso falhou.)
Depois, o aplicativo do Facebook passou a se tornar cada dia mais "estranhamente" lento em todas as plataformas.
Aí, sob o pretexto de evitar que se espalhem as chamadas "fake news", o WhatsApp por exemplo, passou a limitar o compartilhamento de mensagens para apenas 5 destinatários de cada vez.
E agora, inventaram o pretexto para lá de subjetivo do tal "discurso de ódio" para simplesmente proibir no Facebook, o compartilhamento de quaisquer links externos que "não interessam" aos globalistas MESMO QUE NÃO OFENDAM NENHUMA DAS CLÁUSULAS DE USO DO SERVIÇO (que eles chamam de "comunidade"). (Inclusive, este blog aqui que você está lendo, é um dos que você não consegue compartilhar link dentro do Facebook.)
Agora... Imaginem os efeitos disso nas próximas eleições, em que só os militantes de esquerda poderão divulgar links enquanto todos os articulistas conservadores ou de direita estarão sendo censurados.
Que raios de democracia é essa em que só um lado pode ter voz ativa? (Já posso "profetizar" uma migração em massa do Facebook para o Mewe nas próximas eleições presidenciais.)
A desculpa esfarrapada de classificar os links para esses sites como "extremistas" não cola, uma vez que sites ligados à extrema esquerda estão todos liberados, assim como de grupos terroristas como Hezbollah e Hamas.
Ora, seria muito mais democrático (e menos prejudicial à imagem do Facebook à ponto de chamar atenção do Presidente dos EUA) dar apenas um aviso de que o link em questão pode levar à "conteúdo assim ou assado" e perguntar ao usuário se ele deseja mesmo prosseguir.
Livre arbítrio ao invés de censura descarada. Simples assim.
Aliás, é uma boa hora para lembrar que as três "redes sociais" mais populares da atualidade (Facebook, Instagram e o WhatsApp) pertencem à mesma empresa e fatalmente seguirão as mesmas políticas.
E o mais grave disso, é que uma delas, o instant messenger WhatsApp, que acabou se tornando um substituto do telefone como ferramenta de comunicação "padrão comercial de mercado" (mesmo com as quedas, hoje menos frequentes e as graves falhas de segurança recentemente descobertas como essa ou essa - e podem escrever, existem outras ainda por serem descobertas), de modo que é praticamente impossível você não ter uma conta no WhatsApp hoje sem ficar meio que "numa bolha".
É fundamental que as pessoas se toquem de que existem outros instant messengers similares (alguns MUITO mais seguros e eficientes em alguns aspectos técnicos) como o Telegram, Viber, Kik, Imo, ICQ (ele mesmo, que todo mundo via o maldito "efeito manada" que eu já criticava na época, abandonou para abraçarem o barco furado do MSN - E olha que eu avisei muita gente disso na época... claro que pra variar, não adiantou p* nenhuma.), uma vez que opções existem e o "efeito manada" é sempre muito nocivo para a noção de individualidade e respeito à mesma.
Em tempos, não pensem que viés ideológico é exclusividade do Facebook.
O Twitter também costuma divulgar os trend topics conforme a ordem que lhes interessa ao invés de por número de tweets, e há usuários já acusando-o de estarem modificando os números dos mesmos artificialmente.
E o Google, filtra os resultados das pesquisas conforme a região de onde você se conecta no mundo, mesmo que você esteja logado(a) com sua conta.
Aos fãs deste blog, sugiro que comecem a copiar todos os textos do mesmo, façam backup, porque um dia, podem apostar, tirarão este blog do ar sem aviso prévio.
E guardem essa definição em suas mentes: Democracia de verdade só existe com liberdade plena. O resto é só narrativa ideológica hipócrita.


* Ironicamente a expressão "Fake News" se popularizou quando o Presidente dos EUA Donald Trump, ainda em campanha, irritado ao tentar inutilmente fazer com um repórter agressivo fosse menos rude, acusou o canal de TV para o qual ele trabalhava, a CNN, de serem "fake news". Ele só falou a verdade e eu teria feito a mesma coisa.