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quinta-feira, 25 de abril de 2019

O último texto deste blog foi suficiente para que qualquer link no que aponte meu blog, seja censurado pelo Facebook, o que me faz entrar para o seleto grupo dos "inimigos do globalismo mundial", que incluem (obviamente em níveis de influência muito maiores), Donald Trump, Jair Bolsonaro, Olavo de Carvalho, Alex Jones, Danilo Gentili, etc.
Como eu já dizia no final dos anos 90, qualquer coisa neste mundo que ESTIMULE O QUESTIONAMENTO, que faça PENSAR sobre a PERCEPÇÃO que temos do mundo, ganha instantaneamente todo tipo de censura, de desestímulo, ridicularização, ou ameaça.
E este blog certamente está nesta lista.
Ou seja... Nunca questione nada ou você será censurado(a) ou calado(a) à força. (E agora nem te avisam ou falam por quê.)



Tentáculos da Subversão Cultural Globalista/Marxista - Parte 2:
Vegetarianismo, Vegetarismo, Veganismo e o Codex Alimentarius
"Um pedaço de pão comido em paz é melhor do que um banquete comido com ansiedade."


Antes de qualquer coisa, não tenho nada contra o que você come ou deixa de comer.
Só você tem o direito de escolher os alimentos que você come, seja por quais motivos forem e agradeça às forças do Universo por ter essa escolha num mundo em que tanta gente não a tem.
Essa escolha que você tem, é responsabilidade única e exclusivamente sua.
Eu não sou nutricionista, portanto não estou aqui para ensinar ninguém sobre como se alimentar. Aliás, se você tiver qualquer dúvida sobre isso, antes ou depois de ler este texto, sugiro consultar um(a) profissional especializado(a) em nutrição.
O objetivo aqui é outro.
Antes de continuar, pode ser bastante interessante ver dois vídeos.

O primeiro, é o já amplamente sugerido aqui neste blog, à respeito de uma palestra de 1983, de um ex-agente da KGB, Yuri Bezmenov, que considero a mais elucidativa de todas as palestras sobre subversão cultural que já ví.
E aqui, a parte que nos interessa desde vídeo para o tema do texto de hoje começa em 15:19, quando ele fala sobre Educação e menciona "comida natural" e algumas pessoas na platéia riem achando que se trata de uma piada, enquanto ele permanece sério.

O segundo, é um famoso curta-metragem de Carey Burtt "Controle da Mente Fácil: Como Se Tornar Líder De Um Culto", que pode ser qualquer tipo de culto, desde obviamente, religião, até partidos políticos, grupos de trabalhos sociais, times de futebol, fã-clubes e grupos com quaisquer coisas em comum (e aposto que se você ver este vídeo cuidadosamente algumas vezes, poderá apontar esses grupos e reconhecer cada ítem sugerido no vídeo para não cair nas armadilhas que esses grupos podem representar.
Neste vídeo a parte que se destaca para o tema de hoje é sobre as "regras" para manter sua "seita fictícia" exemplificada no filme (à partir de 3:34) à respeito de restringir os hábitos alimentares de seus membros a alimentos com pouca proteína.

OK... Agora que o(a) leitor(a) já viu os vídeos e refletiu sobre eles, vamos levantar as premissas...

1 - As orígens do vegetarianismo/vegetarismo (ao menos pelo que se diz) vêm de certos movimentos religiosos indianos cujas crenças incluem o respeito à vida dos animais. Atitude louvável, embora os próprios animais não respeitem a vida de outros animais quando a fome aperta. (E o ser humano, bom... também é um animal.)
Essa idéia de respeito à vida dos animais, naturalmente já deve ser polêmica na História da humanidade, desde seu surgimento, imagino. Porém, os movimentos em favor dos "direitos dos animais" ganharam sua maior força coincidentemente após o término da Segunda Guerra Mundial, especialmente após a publicação da Teoria Crítica da chamada "Escola de Frankfurt".
Francamente, não sei se existe algum estudo científico sério (além de alguns artigos como esse pela Internet) à respeito dos efeitos no cérebro à respeito de dietas sem proteínas animais (E se existe, podem apostar que certos interesses, farão com que este certamente fique o mais longe possível do alcance do grande público).
No entanto, o que se sabe é que os vegetarianos, vegetaristas e veganos podem precisar de reposição das vitaminas A, B12, D, K2, ácido docosa-hexaenóico (DHA) e ácido eicosapentaenoico (EPA). Esse último, sabe-se que sua deficiência pode causar depressão.
Talvez, estudar individualmente o que a deficiência de cada um desses componentes pode causar no cérebro, pode ser um caminho interessante que deixo aqui como sugestão aos interessados.

2 - O ser humano é por natureza, onívoro.
Não temos um "segundo estômago" (ou rúmen) como os ruminantes e nossos ancestrais similares "menos carnívoros" foram extintos durante a Era Glacial.
A Natureza nos fez assim. Paciência!

3 - E por falar em Natureza, os animais ruminantes têm uma coisa em comum conosco: são mamíferos, logo, quando recém-nascidos, não sobrevivem sem os nutrientes do leite materno por muito tempo.
Mas tem gente que insiste em desafiar a Mãe-Natureza, com consequências infelizmente bastante trágicas.
E isso é mais comum do que se imagina além de acontecer no mundo todo como podemos conferir neste exemplo, neste e neste.

O fato é que ao contrário das narrativas dos vegetarianos, vegetaristas e veganistas, essa opção de dieta, se muito radical, oferece sim, riscos à saúde e para piorar o cenário, toda aquela narrativa de preservar a vida dos animais comendo só vegetais... bom... na prática, não funciona.

Mas não pensem que só os vegetarianos, vegetaristas e veganistas são vítimas das narrativas de "comida saudável".
Há o tal movimento dos "alimentos orgânicos" (cuja orígem nem sempre é garantida, mas o preço é sempre mais alto), ganhando força.
E o motivo são os alimentos transgênicos, cujos efeitos na Natureza (e mesmo na saúde humana) talvez só venham a ser conhecidos daqui dezenas de anos.
O problema é que não há como produzir alimentos "orgânicos" nos volumes necessários para alimentar todo o mercado consumidor já existente e os transgênicos além de permitirem uma capacidade de produção muito maior, podem significar uma redução no uso de agrotóxicos.
Porém, sementes desenvolvidas em laboratório que dão frutos e grãos estéreis (pois os laboratórios que as criaram querem com isso, proteger seu produto), nos fazem pensar que se comemos isso, também não teremos no futuro, alguma geração de humanos estéreis, já que segundo a sebedoria de nossos avós, "nós somos o que comemos".
É para se pensar.
Especialmente se considerarmos que PRATICAMENTE TODA a produção e distribuição de comida do mundo está na mão de uns poucos grandes conglomerados, que são donas de praticamente todas as maiores marcas de alimentos do planeta, que seguem padrões estabelecidos pela ONU* através de um conjunto de padrões conhecido como Codex Alimentarius.
O perigo aí é muito simples e parece que ninguém está percebendo: Quem controla a alimentação no mundo, controla o mundo.
Boa hora para lembrar de um "experimento social" bastante conhecido. Ele chamou-se "Holodomor".
É, meus amigos... O futuro do que pôr ou não em nossos pratos, pode ser muito mais assustador do que conseguimos imaginar.

* Quem de fato, está por trás da ONU?
Vou deixar essa para você investigar por conta própria.