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terça-feira, 23 de outubro de 2018

Todos os textos deste blog são manifestações de opiniões PESSOAIS e sem compromisso nenhum com nenhum grupo social, político, religioso, filosófico, ideológico, esportivo, científico, econômico, industrial, empresarial, enfim, sem compromisso com p* nenhuma exceto com a sinceridade.
Se você se sentir ofendido(a) com o texto de hoje, pode me excluir de seus amigos do Facebook, deixar de me seguir no Twitter, me excluir de seus contatos no LinkedIn que não tô nem aí.
Vá em paz! Nem precisa falar nada!

Aliás, é um favor que você faz a nós dois e me sentirei até grato por isso.
Embora eu tenha nutrido uma política de diversidade de pensamento a vida toda, algumas linhas de pensamento merecem ser ignoradas pelo bem de nosso futuro e pela defesa de nossa saúde mental.
À tempo... minha máxima: "Politicamente correto fede. E fede muito." Por isso este blog tradicionalmente vai na contramão do mimimi vitimista e quer saber de mais uma coisa?
Vai chorar pra outro lado, porque o texto de hoje pra vocês mimimimistas, com certeza vai doer.
Depois não digam que eu não avisei!


Política não é futebol
"Nada mais cretino e mais cretinizante do que a paixão política. É a única paixão sem grandeza, a única que é capaz de imbecilizar o homem."
(Nelson Rodrigues)


Nos últimos 4 anos, posso dizer com muita satisfação que o brasileiro médio finalmente deixou de falar de futebol para falar de Política, o que é sem sombra de dúvida, um grande avanço ainda que com uns 30 ou 40 anos de atraso (para dizer o mínimo), porém infelizmente ainda precisa deixar de pensar em Política como se fosse futebol, ou seja, deixar de escolher um ou outro lado da política pela emoção, pelas narrativas, pela propaganda (o que em Tecnologia de Informação chamamos de "front end") e passar a entender as entranhas do sistema, os reais interesses por trás de cada narrativa (ainda numa analogia com a Tecnologia de Informação, o que chamamos de "back end").
Os argumentos que se vê na quase totalidade dos discursos, memes, narrativas, campanhas, artigos de jornais, revistas, reportagens... enfim... praticamente todos os meios ainda são ridiculamente superficiais, para não dizer infantís. "Fulano disse isso"... "Ciclano disse aquilo"... "Ooooooh!!! Que ofensivo!" Como se palavras e ações físicas palpáveis, fossem a mesma coisa!
Através das palavras, enaltece-se um monte de desinformação como argumento, distorce-se o significado das coisas, foca-se sensacionalisticamente uma ou outra cena omitindo-se o contexto todo dos fatos, tenta-se re-escrever a História (quando além disso não destroem-se as provas), apela-se para palavras de ordem ao invés do raciocínio crítico e ainda querem validar esse tipo de argumentação "na carteirada", no autoritarismo muitas vezes enaltecido por certificados de "nível superior" emitidos por universidades que são muito mais centros de doutrinação do que centros de excelência científica pragmática.
Porém, intelectuais de verdade não precisam (e teriam vergonha de) apelar para títulos para defender suas teses.
Contra fatos verdadeiros, não existe antítese.
E enquanto os charlatões se desesperam com a ruína das aparências sem conseguirem entender que acabou o monopólio da "verdade" (ideológica) em que a mente doentia deles acredita que uma narrativa para ser "verdade" tem de "aparecer mais" ao invés de ser comprovada pela lógica e pela experiência prática.
Verdade não é propaganda. Aliás, costuma ser exatamente o oposto dela.
O fim deste monopólio, se deve ao fenômeno da Inteligência Coletiva teorizado por Émile Durkheim em 1912, mas observado e relatado como realidade por Henry Jenkins em "A Cultura da Convergência".
É o que enterrou de vez há anos o "monopólio da verdade" imposto por esses "semideuses" de vitrine e é por isso que os bandidos por trás deles querem censurar os meios de trocas de informações virtuais (redes sociais).
E agora que vivemos um período claramente importantíssimo para a História do Brasil, na "reta final" da mais conturbada eleição que já tivemos, não há mais desculpa para não se tomar partido de um dos dois lados da "brincadeira de polícia de bandido" mais séria de todos os tempos, esse tipo de argumentação superficial forma uma perigosa polarização que certamente desencadeará em conflitos sociais bastante graves num futuro próximo.
Primeiro, vejamos os dois "times", o "juiz" e o "estádio":

De um lado, temos um Capitão do Exército hospitalizado após um atentado e que tem a nítida aclamação da esmagadora maioria da população que sente na pele há décadas os efeitos de subversão cultural promovida por um monte de teorias acadêmicas que sempre saem pela culatra e narrativas cheias de promessas populistas para enganar trouxa.
Verdadeiras "obras-de-arte" dos tais "intelectuais" que não passam de embusteiros, atores, charlatões que dominam sim a Dialética Erística*... mas nada além disso.
E qualquer coisa, apela-se para a "carteirada", como se títulos de validade questionável fossem "coringas" num jogo de cartas.
O Capitão obviamente não é perfeito. Longe disso, não passa de apenas um ser humano e como tal, naturalmente tem defeitos, mas como não há nada que se consiga provar contra a idoneidade dele, tenta-se atribuir à ele de todas as formas possíveis, valores completamente fora da realidade!
(Ou você acredita mesmo que alguém "racista", "machista" ou mesmo "homofóbico" conseguiria se tornar Capitão do Exército Brasileiro?
Ora... Se voc6e acredita, me desculpe, mas para isso é preciso estar muito, mas muito desinformado mesmo sobre como funcionam as coisas na caserna.)

Do outro lado, temos um "fantoche" de um presidiário líder da maior organização criminosa que se pode imaginar, cuja cúpula do partido (curiosamente quase todos terroristas anistiados) se não foi presa, está sob investigação ou sob processo criminal. (Só o "fantoche" tem mais de 100 processos em andamento, embora a imprensa "arredonde" para 32 processos) com caminhões de provas obtidas pela Polícia, mas que obviamente só não são aceitas pelos simpatizantes, doutrinados e doutrinadores, todos cúmplices, que temem perder alguma "boquinha" como uma captaçãozinha da Lei Rouanet aqui, um emprestimozinho do BNDES (na prática, sem compromisso de pagamento) ali, uma propinazinha acolá... e ainda tem aqueles que têm medo de perder o fornecedor de maconha, que certamente será procurado pela Polícia se "o time da Polícia" ganhar o jogo.

Como "juiz", temos um sistema eleitoral nitidamente fraudulento que julga a si mesmo (e assim, obviamente nunca vai achar nenhum problema em si próprio) cuja Presidência atual foi indicada por um fantoche anterior do tal presidiário e que só agora, que o brasileiro médio deixou de falar de futebol, começou a perceber que está sendo engrupido desde 1996 com isso, exceto, claro, os "idiotas úteis" que repetem palavras de ordem sem terem a menor noção do que estão repetindo, com o intuito único de "desconstruir" inutilmente o "outro lado"...
Inutilmente, porque como eu já disse no texto anterior, o mundo mudou e as regras também, mas essa gente continua presa em 1917 imaginando o mundo dividido entre burgueses e proletariados e bla-bla-bla...
Haja paciência!

O "estádio" onde esse jogo se trava, por enquanto está nas redes sociais, nos bate-papos de bares, cafés, lanchonetes, entre amigos (que muitas vezes infelizmente deixam de ser amigos porque eles não conseguem enxergar "o outro lado da moeda")...
Ora... Ninguém convence ninguém!
As pessoas só se convencem a si próprias, através de experiências próprias que obtém dos meios em que frequentam.
Até os macacos sabem aprender por experiência prática enquanto o ser humano ainda tem muito para evoluir nesse sentido.

Agora vamos fazer uma curta análise do que vem por aí...

Se as eleições não forem fraudadas, esperem o colapso do sistema midiático à partir do ano que vem, pois esse está devendo até as calças e esses dois meses até lá será puro "jus esperniandi" nesse meio, que obviamente arrastará junto todos os contatos internacionais ligados ao mesmo, produzindo narrativas de fake news como nunca (que é o que esse meio mais produz e ainda tem a cara de pau de dizer "combater") e posteriormente, começará um lento processo de reversão dos meios que causam subversão cultural, econômica e infra-estrutural pelos quais o Brasil já está passando sistematicamente desde 1974 e naturalmente quem ganhava com isso, vai tentar criar conflitos. Inclusive armados, como já aconteceu no passado e portanto, não é novidade.

Se as eleições forem fraudadas (o que é bem mais provável, embora as tradicionais agências de propaganda travestidas de institutos de pesquisas estejam sugerindo o óbvio: não dá para esconder a imensa diferença de número de intenções de voto), haverá revolta popular (já que o TSE obviamente jamais admitirá que houve qualquer fraude, uma vez que ele julga a si próprio), mas ainda é uma incógnita sobre como o Povo reagirá na prática.
A reação mais correta nesse caso, seria cercar os 3 poderes (e suas instâncias) não deixando ninguém trabalhar enquanto não se instituir um Governo Provisório para começar tudo do zero, de acordo com o Princípio de Autodeterminação dos Povos, como já foi explicado aqui neste blog.
Porém, se o Povo não reagir, a primeira providência do candidato da esquerda será tentar impôr controle sobre todos os meios de comunicação. Medida que pode encontrar alguma resistência do Congresso, que apesar da renovação significativa, a maioria ainda é de partidos de esquerda. E na sequência, tentar a eliminação sistemática dos inimigos políticos e aí, quem poderá oferecer resistência são as Forças Armadas. ("Ordens absurdas, não serão cumpridas." Especialmente se vierem por tabela de um presidiário.)

Como saber se as eleições foram fraudadas?
Simples. Basta observar o seguinte comportamento:
O candidato da "direita" começará ganhando e quando chegar lá por volta dos 75% da apuração, começará um estranho processo de inversão, terminando a eleição com o candidato da "esquerda" ganhando por até uns 3% de diferença**.
É exatamente assim que aconteceu nas últimas eleições eletrônicas quando o candidato que se apresenta como "direita" está ganhando nas pesquisas sérias (e enquetes "piratas" proibidas autoritariamente pelo TSE desde 20 de julho, como em toda ditadura que se preze).

De qualquer forma, sabe aquele papo que eu falei em 2014 (e repetida no meu blog em 2015) para não esperarem mais paz no Brasil por pelo menos uns 10 anos?
Pois bem... A primeira vítima de toda guerra, é a razão. E apesar de até agora só termos pequenos conflitos, parece que infelizmente teremos mesmo de encarar uma guerra mais dia, menos dia. Repito: infelizmente.
Si vis pacem, para bellum.



* Schoppenhauer só esqueceu de avisar que quando os argumentos são confrontados com a experiência prática, se estraçalham como ovos atirados contra um muro de concreto.

** Alguns dias após a publicação deste texto, encontrei um vídeo em que um matemático prova cientificamente uma teoria parecida (e mais válida) do que essa que eu expliquei.