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domingo, 27 de novembro de 2016

Os últimos 5 meses para mim se resumiram basicamente em uma inacreditável sequência de imprevistos, prejuízos e irritantes atrasos de projeto em função (na imensa maioria das vezes), de pura incompetência ou picaretagem de "assistências técnicas especializadas" ou à baixa qualidade (proposital) de certos produtos, mas parece-me que agora, as coisas começam finalmente (e devagar) a entrar novamente nos eixos, exceto talvez pela minha mãe, recentemente diagnosticada com esclerose múltipla, o que está tirando meu sono (que já era ruim).
Apesar do diagnóstico, ela até que está bem, fazendo tratamentos e exames constantes... aparentemente estão fazendo resultados.
Quanto aos meus projetos, o jeito parece ser deixar para o ano que vem.
Final de ano é péssimo para iniciar qualquer coisa, a menos que seja algo absolutamente independente para entrar em operação só depois do carnaval.
Como no momento isso não é o meu caso, o jeito é esperar a virada do ano para recomeçar meus planos, ou dependendo das mudanças de cenário até lá (que serão muito radicais com  certeza), provavelmente eu terei de preparar planos novos.
Até lá, vou tentar curtir meus hobbies como se estivesse em férias.


Agentes de subversão
"Ensina a criança a seguir um Caminho e quando for idoso não se desviará dele."
Provérbios, 22:6


Em primeiro lugar, não é vergonha nenhuma assumir-se como vítima de subversão cultural.
Somos bombardeados por múltiplas formas de subversão cultural 24h por dia, na TV, no trabalho, nas conversas de bar, nas rodas de amizades, nas redes sociais, nos jornais, no cinema... em toda parte onde existe algum tipo de linguagem.
A questão é... como interpretamos os dados e transformamos em informação dentro de nossas mentes?
Em 2008 eu escreví uma série de textos aqui no meu blog, sobre "Elementos Alienantes"*. Mas faltava associa-los aos projetos alienadores corretos (sociedades secretas, banqueiros ou famílias poderosas, etc.)
De lá para cá, novas luzes começaram a tomar forma sobre esses projetos e um deles se tornou bastante claro, especialmente após eu ver uma palestra dos anos 80, de um ex-espião da KGB que desertou para contar ao mundo sobre como usa-se a subversão cultural como arma de guerra silenciosa numa sociedade. Arma conhecida há milênios, mas que nunca esteve tão em alta mundialmente como nos últimos 100 anos em que se sofisticou dramaticamente com técnicas de psicologia, hipnose, neuromarketing e o consumo em massa de drogas psico-ativas (conscientemente ou não).
Motivo pelo qual apresentar os "Elementos Alienantes" como eles são a pessoas afetadas por esse tipo de subversão cultural, além de não fazer a menor diferença, ainda fará com que essas pessoas tenham inclusive repulsa às idéias de que essas coisas são assim.
A chave das diferentes reações à mesma linguagem, está no fato de que ela obviamente não é interpretada da mesma forma pelas pessoas e há um motivo para isso: as definições e idéias por trás das palavras obviamente não são as mesmas.
Está cientificamente provado que o ser humano não fala porque pensa. Ao invés disso, pensa porque fala.
A Linguagem é o primeiro elemento essencial ao raciocínio.
Mas não bastam palavras para que uma Linguagem se forme.
Cada uma delas precisa estar associada a uma idéia e uma definição muito bem definida.
Talvez exatamente por isso, os povos que têm suas linguagens baseadas em ideogramas ao invés de representações fonéticas parecem menos sujeitos à certos tipos de subversão cultural.
No entanto, se as definições ou idéias associadas às palavras forem distorcidas quando o vocabulário começa a ser formado, dificilmente a criança ao crescer e tornar-se adulto(a), mudará essas definições em sua mente, o que fatalmente tornará seu raciocínio mais confuso ou difícil pelo duplipensamento, tendendo ao raciocínio mais simples baseado em suas primeiras definições, corretas ou não (ou mesmo, "enxertadas" como valores distorcidos desde a infância.
Embora hoje, tenhamos tendência a relacionar esse tipo de distorção de valores, definições e interpretações ideológicas aos movimentos marxistas (ou "progressistas" ou "sociais-democratas" ou quaisquer títulos que se auto-atribuem), esse tipo de técnica de subversão já é bastante conhecida, com referências em livros milenares como "A Arte da Guerra" ou em alguns livros da Bíblia. No entanto, o que é relativamente novo (tem cerca de 1 século) é a ocupação sistemática dos sistemas de ensino de metade do planeta (uns países mais, outros menos) e a aplicação de currículos escolares questionáveis e metodologias de ensino claramente desenvolvidas para dificultar o raciocínio ao invés de torna-lo eficiente, como o Construtivismo Social, ou Sócio-Construtivismo, ou simplesmente Construtivismo (é curioso como essas coisas costumam sempre ter múltiplos nomes e não é à toa).
Múltiplos nomes para a mesma coisa é um método bastante eficiente para confundir idéias ou atacar um único alvo através de múltiplas frentes aparentemente conflitantes como o crime organizado usa múltiplos partidos no Brasil, todos eles se apresentando como vertentes diferentes de marxismo e todos eles orquestrando seu próprio exército de "idiotas úteis" há décadas.
Não se enganem. Alguém financia esse tipo de esquema. Alguém com muito poder. Um grupo, uma organização ou uma organização de organizações.
Chame como quiser... Illuminati, Bohemian Club, Bilderberg, Skull & Bones, Establishment... ou todos eles entrando em acordos ou conflitando entre si.
Não importa.
Os donos do mundo, não ligam para dinheiro, capital, consumismo... e duvido que liguem para vidas humanas ou a qualidade das relações entre as pessoas.
Deve ser uma vida muito, muito tediosa.
E tédio, é uma coisa muito perigosa... e triste.
Não tenho objetivo de chegar a lugar algum com esse texto de hoje além do de sempre: estimular a reflexão.


* A série "Elementos Alienantes" (2008):

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