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sábado, 28 de novembro de 2015

A verdade é a chave de tudo.
Mas em todo lugar, sempre haverão os mentirosos (intencionais ou não) que poderão lhe informar um monte de mentiras baseadas nas suas próprias interpretações dos fatos, que na esmagadora maioria das vezes baseadas numa visão limitadíssima sobre os mesmos, ou sobre as pessoas que julgam como se as conhecessem intimamente até o último neurônio de seus cérebros, mas são absolutamente incapazes de se porem no lugar delas para terem uma visão minimamente mais ampla.
Esse tipo de julgamento se torna particularmente (muito) equivocado quando as expressões artísticas (emocionais) são interpretadas como expressões exatas (racionais).
Eu me considero um cara muitíssimo difícil de ser compreendido (inclusive por mim mesmo), de modo que às vezes, sinto muita necessidade de expressar meu descontentamento com certas coisas de modo nem sempre racional (como qualquer ser humano o faria), como uma espécie de "válvula de escape" da minha frieza racional, que é algo que às vezes até me assusta, mas que, quando usada em combinação com suposições (ou amostragem), pode me fazer cometer alguns erros de interpretação.
Por eu ser um cara difícil de compreender e por eu definitivamente não pensar "na mesma caixa" da imensa maioria, tive de me acostumar desde criança a ter de me defender de brincadeiras de gosto questionável contra as quais infelizmente, uma dessas "armas" de defesa é a justamente a suposição e assim, lamentavelmente posso cometer meus erros, como qualquer ser humano. (E engana-se quem acha que sou "perfeito" ou "infalível"... quem dera eu fosse!)
Por favor, deixem-me pôr meus descontentamentos para fora em paz (meus textos) e espalha-los para o mundo, porque pelo menos é a verdade. Pois só a verdade, atrai a justiça.

A mentira, ou a omissão da verdade, por outro lado, o quê atrai?


Como salvar o Brasil? (Parte 4 - Acordando para a realidade)
"Nós temos um sistema de pesos e contrapesos que dispensa a sociedade de ser tutelada."


Agora que já falamos (nos outros textos, parte 1, parte 2 e parte 3 desta série, que são altamente recomendados aos leitores antes de seguirem com a leitura deste texto aqui) sobre os aspectos mais comuns de subversão cultural que já estão degradando o Brasil sistematicamente já há bem uns 40, 50 anos ou mais, causando no brasileiro a chamada "complexo de vira-lata", na qual o brasileiro acredita piamente que é incapaz de fazer as coisas tão bem quanto, senão melhor que muitos estrangeiros, bem como a mania de acreditar que tudo o que vem de fora é "melhor", independente de onde seja e até de lamentar mais as tragédias de fora que as locais, está na hora de abordar o motivo disso.
Creio que o(a) atento(a) leitor(a) já deve ter ouvido inúmeras vezes o bordão "o mal do Brasil é o brasileiro", afirmação essa que não é exatamente uma verdade. O correto seria mudar essa frase por "a culpa do Brasil estar assim é do brasileiro" e o motivo é simples: O brasileiro, graças aos incontáveis processos de subversão cultural a que é constantemente e sistematicamente submetido o tempo todo, inclusive inconscientemente por outros brasileiros que até são bem intencionados (porém igualmente condicionados a tal), num ciclo que assim, se realimenta exponencialmente.
Quem faz propaganda negativa contra o Brasil está sendo preconceituoso para com sua própria pátria e deveria estar mais atento a esse desserviço que está inconscientemente prestando à mesma.
Porém, não podemos culpar essas pessoas porque esse tipo de declaração além de puramente irracional é fruto de uma auto-estima baixa causada exatamente pelo conjunto de processos de subversão que já mencionamos nos outros textos desta série.
Esse tipo de declaração irracional repetida frequentemente, faz com que à medida que essa auto-estima decai, a necessidade psicológica de dependência aumenta. Ou seja, quanto pior a auto-estima, maior a aceitação de se submeter a quem ou o quê supostamente lhe promete conforto, segurança, prosperidade, etc.
Não é à toa que quanto maiores as crises se tornam, mais os governantes fazem propaganda (sempre enganosa, claro) prometendo exatamente o oposto das crises que eles mesmos causam (às vezes propositalmente), mas negarão eternamente e invariavelmente atribuirão à algum inimigo imaginário, geralmente externo ("crise internacional", "imperialismo", guerras que na imensa maioria das vezes, não influenciam em praticamente nada o país como um todo, grupos opositores... e por aí vai).
Vamos deixar uma coisa bem clara: dependência é escravidão. E isso vale para todo tipo de dependência, inclusive um termo muito usado pelos populistas em seus discursos: esperança.
Pare de esperar! Se você quer uma coisa bem feita, faça você mesmo(a)!
Quem vive na esperança, só espera e morre esperando!
E não aceite depender de governo ou de candidato à qualquer cargo público achando que ele salvará a sua causa, sendo que A SUA CAUSA É SÓ SUA, pessoal e intransferível!
Lamento ter de repetir isso, mas não existem "heróis da pátria". Mas você, pode ser um(a) verdadeiro(a) patriota se souber fazer A SUA PARTE, INDEPENDENTE de Governo, Deputado, Senador, Prefeito, o que for.
Assim, fazendo a sua parte, você custa menos à sociedade pois ela não precisa se unir para faze-la por você.
O Brasil é o território que tem a mais variada e abundante riqueza natural do planeta, com um solo fértil o ano todo, rico em minérios de todo tipo (inclusive alguns que só existem aqui) e com tudo isso, toda essa riqueza natural é muito invejada por países do mundo todo (e de organizações de países sedentos por tomar essa riqueza para si) é que o Brasil não é o país mais rico do mundo, como quase todo brasileiro tem mania de dizer que "se isso" ou "se aquilo" o Brasil o seria...
Ora... Toda essa riqueza, bem ou mal é defendida de ser roubada diretamente, graças às Forças Armadas, cuja função é garantir a soberania do povo brasileiro sobre seu território, ou seja, protegem as riquezas do povo brasileiro, de te-las roubadas diretamente por forças externas, dissuadindo-as, dentro ou fora do país, conforme necessário.
Porém, as Forças Armadas, não impedem que essas riquezas possam ser vendidas por valores irrisórios, ou mesmo sabotadas por quem poderia tirar vantagem disso e tivesse o poder de autorizar esse tipo de coisa (como quem está no Governo e age na base da propina), ou seja, roubada indiretamente.
Especialmente quando quem está no governo, é integrante dessas organizações internacionais e assim, o roubo indireto dessas riquezas figura como algo "legítimo", mesmo que essas pessoas no governo não tenham sido eleitas de forma legítima.
Entenderam agora, por quê o Governo é a instituição mais sujeita a ser corrupta?
Dá para depositar sua confiança no Governo e depender dele?
Pois é!
E é por isso que nós, brasileiros, não podemos ser tolerantes com nossos governantes quando se prova que ao invés de defenderem nossas riquezas (não só territoriais, mas também nossa força de trabalho), nos roubam, nos sabotam, mentem para nós... em outras palavras, nos traem.
Pela Constituição, as Forças Armadas podem até serem comandadas pelo Governo, mas (pelo menos em tese) elas servem ao povo brasileiro.
À partir do ponto em que o Governo não tem legitimidade, ele perde seu poder de comando e aí cabe ao Congresso decidir e em última instância, a vontade popular (que em tese, é prioritária sobre a Presidência ou mesmo o Congresso, uma vez que é o povo o responsável supremo por sua legitimação nesses cargos constitucionais aos quais os militares estão submetidos, conforme o Artigo 142).
Agora... o quê acontece se o Governo não tem legitimidade nenhuma e o alto-comando das Forças Armadas fica relutante em seguir o Artigo 142?
Hummm... para nós, civis, é um mistério, uma vez que por mais coesa que as Forças Armadas sejam, não sabemos o quanto elas o são, de modo que insubordinações e motins são possibilidades que sempre podem ser negadas, mas não numa situação de instabilidade institucional, ou seja, num estado de exceção. Algo como uma guerra, atentado terrorista, acidente natural de grandes proporções ou revolta popular generalizada.
Se conseguirmos limpar nosso Governo dos ladrões, não precisaremos de um novo regime militar.
Mas para isso, precisamos aprender a sermos independentes, coesos e firmes como os militares, ao invés de eternos "bebês chorões" dependentes que põem a culpa de tudo nos outros ao invés de se envergonhar das próprias fraquezas ou fingindo ser o que não somos.
Para isso, precisamos estar atentos não apenas às forças de subversão que nos cerca, mas também a nós mesmos, se não somos sem perceber, agentes dessas forças.
PENSEM antes de repetirem frases prontas!
Procurem entender o quê pode estar por trás delas!
Corrija-as sempre com calma, verdade e a firmeza do conhecimento de causa.