Translate

sexta-feira, 13 de março de 2015

Me sinto extremamente deprimido nos últimos tempos.
Os leitores já devem ter notado que em fevereiro eu não postei nada neste blog.
Procurei ocupar minha mente restaurando mais um microcomputador da década de 80 que ganhei recentemente por fazer parte de um grupo de colecionadores dessas coisas, mas não é foi o suficiente.
Apesar do sucesso profissional, considero minha vida pessoal um fracasso, se bem que dadas as circunstâncias isso talvez nem seja tão ruim e me isolar da sociedade, da TV, dos jornais e dos principais portais da Internet brasileira é uma das terapias que mais tem ajudado a manter meu raciocínio limpo e claro para conseguir entender os caminhos que estamos seguindo sem enlouquecer. Caminhos que infelizmente não tendem a ser dos melhores, e os próximos dias podem ser bastante perigosos, mas apenas o começo do que vem por aí.
Como eu já disse antes, "não esperem mais paz no Brasil, pelo menos pelos próximos 10 anos".
Que este blog, sirva de registro de uma época.



Guerra no Brasil?
"A Lei da Guerra se baseia no engano."


Em 2010 eu disse, num café, para um grupo de amigos que em 2015, o Brasil entraria em colapso, a Economia estaria falida, os investidores estrangeiros deixariam o país e estaríamos à beira de guerra civil, senão em guerra contra outros países da América Latina porque estávamos sob o controle de uma quadrilha e prestes a eleger mais uma terrorista para o cargo de Presidente da República.
Fui taxado de "idiota" pela esposa de um grande amigo meu (e certamente por mais gente, mas não os culpo por terem sido todos doutrinados desde a infância). Eu realmente torcia muito para que ela estivesse certa. Mas coleto minhas evidências pessoalmente desde 1985, jamais confiando inteiramente na mídia (até porque produzí mídia por 21 anos da minha vida e sei como ela funciona) e jamais me deixando influenciar por "orientadores" com suas incontáveis camadas para analisar e validar em que basta uma apontando para onde se deseja e todo o raciocínio poderia seguir por outro caminho, como acontece aos montes em certas universidades famosas e cheias de si, mas que jamais ganharam sequer um Prêmio Nobel.
Bom, o resultado está aí...
A Economia está praticamente falida, uma imensidão de investidores estrangeiros deixando de investir no país desde 2013, fábricas de multinacionais estão fechando aos montes (isso eu estou vendo pessoalmente num dos dois maiores condomínios empresariais da cidade com o maior PIB do interior do Estado com o maior PIB do país, mas que "não serve de amostra estatística") e estamos mesmo à beira de uma guerra civil armada, alimentada por uma organização internacional que visa implementar através de ideologia marxista-leninista, o roubo supremo: "todo o poder e nenhuma responsabilidade" a seus líderes, em detrimento de todo o povo do continente, cada dia mais incapaz de se desenvolver graças a políticas de nomeações (ou compras) de cargos por "agentes infiltrados" ao invés de escolhidos por competência, corrupção cultural na mídia (cujas concessões hereditárias foram feitas a pessoas na época, de confiança do governo), doutrinação nas escolas (do primário às universidades) e na propaganda através de discursos cheios de chavões e adjetivos-chave repetidos à exaustão como se faz em todas as técnicas de lavagem cerebral.
O verdadeiro objetivo desses líderes é quebrar moral e economicamente os países infiltrados, desviando seu dinheiro para manter através do medo, suas ditaduras absolutistas em países tomados anteriormente. E quando esses países infiltrados estiverem enfraquecidos, transforma-los também em ditaduras absolutistas. Aí, repete-se o ciclo infiltrando outros países.
Mas o pesadelo, está apenas começando e já se fala em conflito armado, já se agita a invasão do Brasil pelas Forças Armadas dos países já tomados por essa organização internacional, como Venezuela e Cuba (enquanto o cidadão brasileiro foi desarmado contra a vontade da maioria graças ao tal "Estatuto do Desarmamento"), onde o que menos existe, é a democracia da qual seus líderes (que insistem em vender sua imagem como "santos sagrados revolucionários salvadores da pátria" enquanto assassinam seus inimigos em paredões ou com tiros na nuca após aprisiona-los nos países tomados, ou por meios discretos, nos países infiltrados) repetem tanto em seus discursos cujas idéias são repetidas à exaustão através da mídia financiada, "jornalistas" doutrinados desde a faculdade e líderes de "manifestantes" de organizações financiadas.
Mas discurso serve para isso mesmo! É assim que se criam religiões com soldados dispostos a lutar até a morte pela paixão cega por milagres que não existem, jamais existiram, nem jamais existirão.
Na Natureza, não existe assistencialismo. Bicho que não se mexe em busca do próprio alimento, ou morre de fome, ou vira o alimento.
Depois de causar o estrago de décadas posicionando as peças para se movimentarem, é tarde demais para mudar o discurso.
As pessoas tendem a comparar hoje com 1964 temendo uma repetição da história, mas o cenário hoje, apesar do abafamento na mídia, é muito, muito pior e ninguém sabe como poderá ser a reação da oitava potência militar do planeta (apesar de toda a propaganda negativa contra ela desde 1974, naturalmente feita pelo tipo de "jornalista" supra-citado e que ganham prêmios enquanto outros que tentam mostrar o outro lado dos artigos, nos bastidores, são forçados a saírem da mídia), que permanece em um silêncio ainda mais assustador.
Infelizmente esse é um texto extremamente superficial, que não expõe nem uma fração da atual situação do Brasil ou da América Latina, nem como tudo isso está espalhado pelo resto do mundo.
Mas existe um antídoto contra tudo isso, muito difícil de se obter nesse cenário: União e respeito racional contra os verdadeiros inimigos, ao invés de divisão e conflito por ódio emotivo.
Esqueçam o "faz-de-conta" das teorias cheias de relativismos obscuros e assépticos! Bem-vindos à realidade prática! Bem-vindos ao inferno!

Nenhum comentário: