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domingo, 27 de dezembro de 2015

Mais um ano se foi e a sensação de estagnação é grande, deprimente, triste...
Eu continuo desejando muito voltar a escrever sobre minhas reflexões sobre valores humanos aqui no meu velho blog e tentar dar aos(as) leitores(as), uma visão filosófica pessoal construtiva (ao invés da subversiva que se têm em abundância nas universidades brasileiras).
Quero muito falar sobre o valor de momentos simples da vida, como o estranho e ilógico prazer de sair para caminhar na chuva de madrugada, entre árvores e bambuzais, ou das lembranças (boas, tristes ou ambas) que certas músicas podem nos trazer... (Mas é difícil, com tanto aviso importante para dizer, sobre coisas que ameaçam tudo isso!)
Se fantasmas têm desejos, o maior desejo de um fantasma, é viver.
Mas o que é a vida, afinal?
Para quê ela serve se não se pode vive-la em paz, se nossa realidade é uma guerra diária por sobrevivência, em que não se pode confiar em ninguém em lugar algum, sob nenhum aspecto?
Nem se pode expôr uma idéia qualquer sem que você sofra alguma tentativa desesperada de ter essa opinião "destruída" de todas as formas possíveis, incluindo tentando te desacreditar publicamente, ou te atacando psicologicamente... só porque é uma idéia PESSOAL, talvez construtiva, mas que contraria as "doutrinas" vigentes?
Ora... destruir uma idéia possivelmente construtiva é tão necessário assim?
Talvez fosse melhor lembrar que os maiores avanços que a humanidade já teve, começaram com idéias que parecíam blasfêmias e é exatamente por esse motivo que ao invés de destruir (ou "desconstruir" que dá na mesma), é muito mais inteligente, respeitar, ponderar e observar ANTES de meramente criticar, cometendo assim, um vergonhoso assassinato intelectual.
Se tem uma coisa da qual eu tenho medo, é do futuro.
É por isso que eu tento tanto melhora-lo... mas é uma luta onde me sinto cada dia mais solitário.


O último texto de 2015
"Nós não podemos resolver os problemas usando o mesmo tipo de pensamento que usamos quando os criamos."


Bom, chegamos ao término de mais um ano.
Um ano catastrófico para o Brasil sob todos os aspectos, diga-se de passagem, com dezenas de multinacionais indo embora, fábricas fechando aos montes gerando taxas de desemprego como já não se via há anos, o comércio indo de mal a pior, o Poder Judiciário sabidamente aparelhado (já falei disso ano passado aqui mesmo neste blog) rasgando a Constituição na maior cara de pau (enquanto o alto-comando das FFAA faz de conta que as instituições democráticas estão funcionando "normalmente" quando claramente não estão), o Legislativo comprável com cargos, propina ou comissões extra-oficiais (também já falei disso ano passado); Caos induzido no sistema de Saúde para ressuscitar à todo custo (do trabalhador), o extinto CPMF, imposto que será usado para campanhas político-partidárias nas eleições futuras enquanto se proíbe o investimento privado nessas campanhas; orçamento que corta verba da polícia Federal (que revelou vários criminosos de colarinho branco) e aumenta substancialmente o salário dos juízes que compõem o Judiciário (que julga os mesmos criminosos de colarinho branco).
Tivemos ainda o maior desastre ambiental da história do país, mas ninguém será punido por isso.
Fala-se em cortes de gastos do governo, mas esbanjam em viagens internacionais com comitivas de umas 900 pessoas hospedadas em hotéis de luxo.

Enquanto isso... o povão continua perdido, longe de se unir contra o governo que o rouba descaradamente, preferindo discutir as cores do perfil no Facebook para mostrar que a pessoa se sente "indignada" por essa ou aquela catástrofe, como se houvesse catástrofe mais ou menos significativa ao invés de trabalharem para que essas catástrofes não se repitam.
O que mais me assusta é o fato de tudo isso estar acontecendo e as pessoas preferirem lutar por suas "crenças em bandeiras ideológicas" artificiais como preconceitos, "mimimis" diversos ou "direitos" que já existem ao invés de focarem no único inimigo comum que ganha (e muito) com esse tipo de desunião.
É preciso definir prioridades logo, ou os bandidos que estão no poder é que as definirão e quem discordar, vai conversar com chumbo no paredão de fuzilamento.
E olha que quando eu digo que esses caras são bandidos, não estou dizendo que são bandidinhos não! É gente da pesada! Gente capaz de matar e não acontecer absolutamente nada com eles mesmo que toda a mídia mainstream (controlada por eles mesmos, mas que boa parte da população parece finalmente começar a perceber) publiquem claramente o crime e (naturalmente, tentando transforma-los em "vítimas").
E sabe o que é pior?
Eu já avisei desde 2010 que teríamos um futuro extremamente decadente por causa desses bandidos, que já falei N vezes, mas repito mais N vezes se for necessário: Para esses TERRORISTAS no Poder, destruir a Economia, o sistema educacional, a infra-estrutura, a Indústria e a Cultura do Brasil, NÃO É INCOMPETÊNCIA! É um PROJETO!!! Porque um país completamente falido, se torna dependente, submisso, escravo de quem estiver no governo, porque assim, tudo o que o governo fizer, terá justificativa emergencial. Inclusive desapropriações de propriedades e bens materiais, assim como assassinar por isso!
Em outras palavras, uma DITADURA TOTALITÁRIA disfarçada de "Estado de Exceção" (em que se cassam os direitos e liberdades dos cidadãos)!
Só um milagre agora, para tirar o Brasil desse caminho, enquanto você talvez esteja aí, mais preocupado com o final do "brasileirão", ou se vai ter cerveja na geladeira para ver o próximo jogo?
Se liga!
Protesto? Pressão popular em cima de políticos?
Ajuda sim, claro!
À conta-gotas, doses homeopáticas.
Intervenção? Ha! Esquece!
Só se houvesse uma ruptura muito grande dentro das FFAA (coisa que duvido que aconteça, porque elas são bastante coesas até onde eu saiba) a menos que o alto-comando esteja só fingindo estrategicamente que estão cegos em relação ao funcionamento aparelhado das instituições democráticas, o que sinceramente, eu duvido, porque esses caras são humanos, têm suas famílias e estão bastante bem em suas atuais zonas de conforto, das quais seus netos sentirão vergonha no futuro.
Minhas dicas de sobrevivência para 2016 são:
1 - Não esperem nada do Governo. Jamais! Esperem dele apenas UMA coisa: Eles são bandidos mentindo para você porque querem te roubar ainda mais do que já roubam.
2 - Mantenha sempre um estoque de comida e água para um mês. (Levando-se em consideração o naipe as manifestações que aconteceram em 2015 que naturalmente ou não foram divulgadas pela mídia mainstream, ou foram grosseiramente distorcidas por ela, eu diria que vivemos um período bastante imprevisível.)
3 - Tente arrumar uma forma de se defender em caso de guerra civil ou algo que o valha.
4 - Pare com o "mimimi" e priorize sua atenção com o que fazem COM O SEU DINHEIRO, esses bandidos arrecadam com os impostos, taxas, tarifas e "contribuições" que você paga e se questione se você concorda. Se não concorda, RECLAME! Afinal de contas, não existe "dinheiro público"!!! ESSE DINHEIRO É SEU!!!


Desculpem decepciona-los com esse "choque de realidade" através deste texto.
Eu realmente desejo a todos vocês, queridos(as) leitores(as), que 2016 seja um ano marcado por mudanças substanciais que signifiquem o melhor para todos, mas aprendí das piores maneiras que vocês puderem imaginar, que a esperança, é a mais traiçoeira e destrutiva das mentiras.
Se querem um futuro melhor, façam-no vocês mesmos(as)!


Boa sorte a todos nesse futuro!

sábado, 28 de novembro de 2015

A verdade é a chave de tudo.
Mas em todo lugar, sempre haverão os mentirosos (intencionais ou não) que poderão lhe informar um monte de mentiras baseadas nas suas próprias interpretações dos fatos, que na esmagadora maioria das vezes baseadas numa visão limitadíssima sobre os mesmos, ou sobre as pessoas que julgam como se as conhecessem intimamente até o último neurônio de seus cérebros, mas são absolutamente incapazes de se porem no lugar delas para terem uma visão minimamente mais ampla.
Esse tipo de julgamento se torna particularmente (muito) equivocado quando as expressões artísticas (emocionais) são interpretadas como expressões exatas (racionais).
Eu me considero um cara muitíssimo difícil de ser compreendido (inclusive por mim mesmo), de modo que às vezes, sinto muita necessidade de expressar meu descontentamento com certas coisas de modo nem sempre racional (como qualquer ser humano o faria), como uma espécie de "válvula de escape" da minha frieza racional, que é algo que às vezes até me assusta, mas que, quando usada em combinação com suposições (ou amostragem), pode me fazer cometer alguns erros de interpretação.
Por eu ser um cara difícil de compreender e por eu definitivamente não pensar "na mesma caixa" da imensa maioria, tive de me acostumar desde criança a ter de me defender de brincadeiras de gosto questionável contra as quais infelizmente, uma dessas "armas" de defesa é a justamente a suposição e assim, lamentavelmente posso cometer meus erros, como qualquer ser humano. (E engana-se quem acha que sou "perfeito" ou "infalível"... quem dera eu fosse!)
Por favor, deixem-me pôr meus descontentamentos para fora em paz (meus textos) e espalha-los para o mundo, porque pelo menos é a verdade. Pois só a verdade, atrai a justiça.

A mentira, ou a omissão da verdade, por outro lado, o quê atrai?


Como salvar o Brasil? (Parte 4 - Acordando para a realidade)
"Nós temos um sistema de pesos e contrapesos que dispensa a sociedade de ser tutelada."


Agora que já falamos (nos outros textos, parte 1, parte 2 e parte 3 desta série, que são altamente recomendados aos leitores antes de seguirem com a leitura deste texto aqui) sobre os aspectos mais comuns de subversão cultural que já estão degradando o Brasil sistematicamente já há bem uns 40, 50 anos ou mais, causando no brasileiro a chamada "complexo de vira-lata", na qual o brasileiro acredita piamente que é incapaz de fazer as coisas tão bem quanto, senão melhor que muitos estrangeiros, bem como a mania de acreditar que tudo o que vem de fora é "melhor", independente de onde seja e até de lamentar mais as tragédias de fora que as locais, está na hora de abordar o motivo disso.
Creio que o(a) atento(a) leitor(a) já deve ter ouvido inúmeras vezes o bordão "o mal do Brasil é o brasileiro", afirmação essa que não é exatamente uma verdade. O correto seria mudar essa frase por "a culpa do Brasil estar assim é do brasileiro" e o motivo é simples: O brasileiro, graças aos incontáveis processos de subversão cultural a que é constantemente e sistematicamente submetido o tempo todo, inclusive inconscientemente por outros brasileiros que até são bem intencionados (porém igualmente condicionados a tal), num ciclo que assim, se realimenta exponencialmente.
Quem faz propaganda negativa contra o Brasil está sendo preconceituoso para com sua própria pátria e deveria estar mais atento a esse desserviço que está inconscientemente prestando à mesma.
Porém, não podemos culpar essas pessoas porque esse tipo de declaração além de puramente irracional é fruto de uma auto-estima baixa causada exatamente pelo conjunto de processos de subversão que já mencionamos nos outros textos desta série.
Esse tipo de declaração irracional repetida frequentemente, faz com que à medida que essa auto-estima decai, a necessidade psicológica de dependência aumenta. Ou seja, quanto pior a auto-estima, maior a aceitação de se submeter a quem ou o quê supostamente lhe promete conforto, segurança, prosperidade, etc.
Não é à toa que quanto maiores as crises se tornam, mais os governantes fazem propaganda (sempre enganosa, claro) prometendo exatamente o oposto das crises que eles mesmos causam (às vezes propositalmente), mas negarão eternamente e invariavelmente atribuirão à algum inimigo imaginário, geralmente externo ("crise internacional", "imperialismo", guerras que na imensa maioria das vezes, não influenciam em praticamente nada o país como um todo, grupos opositores... e por aí vai).
Vamos deixar uma coisa bem clara: dependência é escravidão. E isso vale para todo tipo de dependência, inclusive um termo muito usado pelos populistas em seus discursos: esperança.
Pare de esperar! Se você quer uma coisa bem feita, faça você mesmo(a)!
Quem vive na esperança, só espera e morre esperando!
E não aceite depender de governo ou de candidato à qualquer cargo público achando que ele salvará a sua causa, sendo que A SUA CAUSA É SÓ SUA, pessoal e intransferível!
Lamento ter de repetir isso, mas não existem "heróis da pátria". Mas você, pode ser um(a) verdadeiro(a) patriota se souber fazer A SUA PARTE, INDEPENDENTE de Governo, Deputado, Senador, Prefeito, o que for.
Assim, fazendo a sua parte, você custa menos à sociedade pois ela não precisa se unir para faze-la por você.
O Brasil é o território que tem a mais variada e abundante riqueza natural do planeta, com um solo fértil o ano todo, rico em minérios de todo tipo (inclusive alguns que só existem aqui) e com tudo isso, toda essa riqueza natural é muito invejada por países do mundo todo (e de organizações de países sedentos por tomar essa riqueza para si) é que o Brasil não é o país mais rico do mundo, como quase todo brasileiro tem mania de dizer que "se isso" ou "se aquilo" o Brasil o seria...
Ora... Toda essa riqueza, bem ou mal é defendida de ser roubada diretamente, graças às Forças Armadas, cuja função é garantir a soberania do povo brasileiro sobre seu território, ou seja, protegem as riquezas do povo brasileiro, de te-las roubadas diretamente por forças externas, dissuadindo-as, dentro ou fora do país, conforme necessário.
Porém, as Forças Armadas, não impedem que essas riquezas possam ser vendidas por valores irrisórios, ou mesmo sabotadas por quem poderia tirar vantagem disso e tivesse o poder de autorizar esse tipo de coisa (como quem está no Governo e age na base da propina), ou seja, roubada indiretamente.
Especialmente quando quem está no governo, é integrante dessas organizações internacionais e assim, o roubo indireto dessas riquezas figura como algo "legítimo", mesmo que essas pessoas no governo não tenham sido eleitas de forma legítima.
Entenderam agora, por quê o Governo é a instituição mais sujeita a ser corrupta?
Dá para depositar sua confiança no Governo e depender dele?
Pois é!
E é por isso que nós, brasileiros, não podemos ser tolerantes com nossos governantes quando se prova que ao invés de defenderem nossas riquezas (não só territoriais, mas também nossa força de trabalho), nos roubam, nos sabotam, mentem para nós... em outras palavras, nos traem.
Pela Constituição, as Forças Armadas podem até serem comandadas pelo Governo, mas (pelo menos em tese) elas servem ao povo brasileiro.
À partir do ponto em que o Governo não tem legitimidade, ele perde seu poder de comando e aí cabe ao Congresso decidir e em última instância, a vontade popular (que em tese, é prioritária sobre a Presidência ou mesmo o Congresso, uma vez que é o povo o responsável supremo por sua legitimação nesses cargos constitucionais aos quais os militares estão submetidos, conforme o Artigo 142).
Agora... o quê acontece se o Governo não tem legitimidade nenhuma e o alto-comando das Forças Armadas fica relutante em seguir o Artigo 142?
Hummm... para nós, civis, é um mistério, uma vez que por mais coesa que as Forças Armadas sejam, não sabemos o quanto elas o são, de modo que insubordinações e motins são possibilidades que sempre podem ser negadas, mas não numa situação de instabilidade institucional, ou seja, num estado de exceção. Algo como uma guerra, atentado terrorista, acidente natural de grandes proporções ou revolta popular generalizada.
Se conseguirmos limpar nosso Governo dos ladrões, não precisaremos de um novo regime militar.
Mas para isso, precisamos aprender a sermos independentes, coesos e firmes como os militares, ao invés de eternos "bebês chorões" dependentes que põem a culpa de tudo nos outros ao invés de se envergonhar das próprias fraquezas ou fingindo ser o que não somos.
Para isso, precisamos estar atentos não apenas às forças de subversão que nos cerca, mas também a nós mesmos, se não somos sem perceber, agentes dessas forças.
PENSEM antes de repetirem frases prontas!
Procurem entender o quê pode estar por trás delas!
Corrija-as sempre com calma, verdade e a firmeza do conhecimento de causa.

sábado, 17 de outubro de 2015

Finalmente férias... para colocar ordem na casa e tentar pôr em dia tudo o que adiei o ano todo por falta de tempo, ânimo, inspiração... enfim.
Mas com esse calor, tá difícil...
É por isso que quase nunca viajo nas férias... e sempre tem um imprevisto que atrapalham meus planos nesse sentido.
Desta vez, é o meu carro que começou a apresentar problemas na primeira partida do dia...
Ao menos isso tem me feito caminhar bastante (o que eu sentía muita falta de fazer) e com isso, tenho conversado bastante com pessoas do comércio local...
O tema, é praticamente sempre o mesmo: crise, crise, crise... crise na Economia, crise na Saúde, crise no Emprego...
Resultado de décadas de omissão dos fatores dissertados no texto de hoje, mas continuo recomendando para que os(as) leitores(as) leiam os outros textos dessa série ou correrão sérios riscos de compreenderem mal certos termos já distorcidos pela mídia e pelas escolas.
(Aqui os outros textos: parte 1 e parte 2.)



Como salvar o Brasil? (Parte 3 - O decálogo)
"O preço da Liberdade é a vigilância eterna."


No último texto, me atreví a elaboar um ousado decálogo com os pontos-chave para salvar o Brasil culturalmente (mais ou menos inspirado no mesmo tipo de metodologia analítica que já usei com sucesso no desenvolvimento de processos de suporte para algumas das maiores corporações do planeta - o que faço profissionalmente desde 2006) na esperança de ajudar a consertar o meu país, que tem um povo já muito sofrido e que não merece ser explorado da forma como está sendo, nem ter o futuro para o qual está caminhando a passos largos.
Note que sublinhei "salvar o Brasil culturalmente", porque de nada adiantaria se nos fosse possível chutar todos os bandidos dos cargos que eles ocupam atualmente, se não pudermos corrigir nosso modo cultural de agir. E eis aí o grande mal do Brasil: é um mal cultural, que enche o ego do errado e ridiculariza o certo... e nem sabe por quê!!!
Por isso, é fundamental que os vetores apresentados aqui, sejam bem entendidos (e não meramente "interpretados" conforme a conveniência de gente interessada em deturpa-lo). Por isso a quase exigência de que os(as) leitores(as) estudem os últimos dois textos deste blog, bem como os conteúdos dos hyperlinks deles.
Mas voltando ao decálogo...
Fiz questão de não pautar os ítens por grau de importância (uma vez que cada cidadão pode ter maior ou menor dificuldade em mover suas forças nesse ou naquele ítem), exceto o último ítem, que exige que quem esteja disposto a encarar a difícil missão de ajudar a salvar o Brasil, não fique só na teoria.
Vamos nos aprofundar um pouco mais sobre esses ítens...

1 - Ficar em cima dos que dizem nos representar e cobrar deles o serviço pelo qual são (muitíssimo) bem pagos para fazer.
Lembre-se sempre de que se essa gente se diz "eleita pelo povo" automaticamente se assume como "empregado do povo" e portanto, o povo não só tem o direito, como a OBRIGAÇÃO de cobrar esses empregados para que se reportem e trabalhem corretamente.
Na maior parte das vezes, é a única forma de fazer certos empregados trabalharem.
Quem não tem dignidade, merece ouvir indignação.

2 - Deixar de tolerar promessas não cumpridas e aprender a desconfiar de cada palavra de propaganda e de discurso - "Propaganda enganosa é pleonasmo!".
Não confie em NENHUMA palavra do que esses caras dizem! Jamais! Não importa o partido!
Observe cada ação deles e note que cada sutil movimento deles é uma jogada pequena que juntando com várias, forma todo um cenário que pode significar um cheque-mate contra a liberdade, a democracia, a ordem, a justiça.
Para essa gente, NÃO EXISTE VERDADE. Para essa gente, existem apenas MENTIRAS ÚTEIS aos interesses deles e eles praticamente só falam delas, negando completamente a verdade (os fatos), ou culpando terceiros quando algo dá errado.
Eles JAMAIS assumem a culpa por suas mentiras.
Pior: Negociam entre si, formas de se manterem na quadrilha e desenvolvem elaboradíssimos esquemas estratégicos de longo prazo para alcançarem e se garantirem no poder.
Importante: ensine os mais pobres ou menos favorecidos a compreenderem esse ítem. Enfatize que não existe herói ou salvador da pátria e que se quer algo bem feito, é preciso fazer você mesmo(a).
Isso é particularmente importante, porque eles são o "elo mais fraco" da sociedade sujeitos à estratégia Cloward-Piven que visa aumentar a dependência dos "programas sociais" do Governo de modo a sobrecarregar o Estado, destruindo-o.

3 - Tirar do poder quem não representa nossos interesses como cidadãos.
É preciso lutar MUITO para que o sistema judiciário seja funcional e eficiente nesse ponto.
É aqui que será a tarefa mais árdua e mais necessária no momento, para que a manutenção da representatividade da população se torne efetiva.
Elementos do Judiciário precisam ser facilmente substituídos, se estes, ao invés de atuarem tecnicamente, agem politicamente em favor do Executivo ao invés da população e jamais devem ser indicados unicamente pelo Poder Executivo.
É preciso ficar claro que o poder do povo, da população, SE SOBREPÕE ao Poder Executivo e PODE SER EXERCIDO DIRETAMENTE conforme está claro no Artigo 1º, Parágrafo Único da nossa Constituição. Já o Governo, o poder Executivo não passa de um mero representante desse Poder. (Viu, Senhores militares? Não é só o Artigo 142 que vocês devem ler não!)

4 - Impedir que criminosos e incompetentes cheguem ao poder.
É absolutamente inaceitável que gente sem competência técnica comprovada, assuma as funções mais importantes do país.
Pior ainda se essa gente tem um histórico de crimes, de violência, ou de problemas psicológicos.
Esses, por lei, jamais deveríam ter direito à um cargo Executivo, Legislativo, ou Judiciário.
É preciso exigir isso através de uma lei que garanta isso. (E é um absurdo que algo tão óbvio não esteja na legislação.)

5 - Condenar friamente e exemplarmente (de acordo com a lei) os corruptos em todos os níveis da sociedade e se a lei for falha nesse sentido, trabalhar para que seja corrigida.
Uma vez identificado qualquer tipo de corrupção, roubo, propina, procedimento irregular é fundamental que isso seja identificado e punido IMEDIATAMENTE.
E isso vale não apenas para representantes governamentais, mas para qualquer elemento da população e para corrupções e irregularidades de qualquer tamanho, em qualquer nível.
É FUNDAMENTAL que se combata rigorosamente certas doenças éticas culturais como o "jeitinho", ou a "Lei de Gerson", bem como a aceitação desse e de outros tipos de subversão como se fosse "normal".
Esse ítem mexe diretamente no vetor da REPUTAÇÃO cultural e é o que faz uma enorme diferença na hora de fechar negócios, principalmente no mercado internacional.
Ninguém faz negócios com quem não se pode confiar.

6 - Reverter décadas de subversão cultural e de valores sociais.
Esse ítem é provavelmente o ítem mais difícil, por que por definição, coisas como "cultura" e "valores sociais" são termos muito vagos, muito subjetivos.
Porém, é fácil identificar que todo tipo de cultura, constrói idéias e princípios, faz pensar, meditar, filosofar, enquanto a subversão cultural (ou anti-cultura), quando não destrói idéias claras, distrai sem construir absolutamente nada, nem permite que idéias e princípios se desenvolvam.
Em outras palavras, a cultura estimula o questionamento e a curiosidade enquanto a anti-cultura estimula a perda de tempo com distrações mentalmente improdutivas.
Essa dualidade entre cultura e anti-cultura, afeta diretamente os valores da sociedade, que tende ou a valorizar as artes, as ciências e o desenvolvimento tecnológico quando o domínio é da cultura, ou a pornografia e a violência, quando o domínio é o da anti-cultura.
É preciso aprender a separar bem o quê é cultura e o quê é anti-cultura.

7 - Desconfiar de movimentos que se apresentam como "humanitários" e fiscalizar o tipo de valores que eles pregam. Denuncia-los se necessário.
É notório que as pessoas se lembrem fácil dos movimentos que se auto-intitulam de "direitos humanos" quando o que eles defendem mesmo, é só o lado do crime.
É também notório que nenhum desses movimentos defende o lado dos policiais que arriscam suas vidas (e morrem) para que os cidadãos tenham um mínimo de segurança.
É graças a esse tipo de inversão de valores que o Brasil tem hoje, índices de perdas humanas maiores que de qualquer conflito no mundo (segundo dados do Comandante do Exército, o General Villas Boas - Aliás, esse vídeo merece ser visto na íntegra. Cita alguns dos vetores apontados aqui nesse decálogo).
Mas citamos aqui apenas UM exemplo de inversão de valores, mas existem muitos outros.
Os mais conhecidos são os ligados a questões étnicas, sexuais ou religiosas, como os que exigem cotas para essa ou aquela etnia (criando assim, discriminação e segregação social ao invés das propostas que dizem buscar "igualdades"), os que apelam para a emotividade para transformar homens e mulheres em inimigos ao invés de seres complementares (novamente criando discriminações e separações em nome de "igualdade de direitos" ao invés de respeito mútuo) ou os grupos que exigem direitos especiais para essa ou aquela religião.
Esse ítem desse decálogo, necessitaria uma série inteira de textos só para ele, mas já existe polêmica demais já escrita sobre o óbvio: Todos esses grupos se apresentam como "defensores de uma causa", mas visam exatamente outra, discretamente, "invisivelmente" na sociedade e acusam todos os seus opositores de "criminosos contra a causa", quando o verdadeiro crime, é o da hipocrisia que muitos desses grupos representam ao invés de seus opositores que apenas os denunciam como o que eles são.

8 - Fiscalizar o material curricular que é ensinado nas escolas quanto a tentativas de doutrinação ideológica. Denunciar se necessário.
As escolas deveríam ser tratadas como os templos mais sagrados de uma Nação e os professores, respeitados como os mestres que são, nos assuntos em que dedicaram suas vidas se especializando para poderem passar seu conhecimento às próximas gerações. É nas escolas que o futuro de um país é construído.
Infelizmente, os governos populistas (bandidos, tanto de esquerda quanto direita) sabem disso e é por isso que querem transforma-las em centros de doutrinação de seus discursos e treinamento de propagação das "mentiras úteis" ao invés do ensino do conhecimento humano e o estímulo à curiosidade, do pensamento, da busca das verdades.
Por isso, quando as escolas não são simplesmente abandonadas, são frequentemente corrompidas com material didático e orientações que tendem fortemente a corresponder à doutrina do governo no Poder.
Isso infelizmente é uma prática constante que acontece desde a idade do "Jardim da Infância" até as Universidades.
É bom que os pais fiquem atentos a isso e que denunciem.
Porém, não pensem que os órgãos competentes não tenham pleno conhecimento disso, embora neguem.
Muitos de seus funcionários (senão todos), estão lá exatamente com esse propósito.
Até imagino se o real objetivo desses órgãos não é exatamente esse.

9 - Desmascarar militantes e partidos promotores de doutrinas populistas ou marxistas e aprender a identificar seus métodos e sofismas que eles usam para tentar persuadir as pessoas a acreditarem no que são doutrinados e então simplesmente ignora-los, já que seus objetivos são de pura "desconstrução", ou seja... não apresentam nada de construtivo.
Embora os marxistas ou esquerdistas sejam os grupos partidários que mais usam dos métodos populistas, não significa que eles sejam os únicos a usar esses métodos. porém, são os que os usam de forma mais notória e não é à toa.
Durante a Guerra-Fria, esses grupos foram os que mais receberam incentivos para o desenvolvimento desses métodos sob a forma de livros de estratégias para se alcançar o "socialismo" ou "comunismo" através da destruição do que chamavam de "valores ocidentais", que são basicamente o senso de justiça romano, o senso de lógica grego e os tradicionais valores de relações humanas judaico-cristãos (que embora eu seja agnóstico, é preciso reconhecer que esses valores de relações humanas fortalecem o senso de família, que é o principal motivo da existência dos conceitos de sociedade e nação).
Porém, todos os dias eles continuam desenvolvendo métodos novos para tentar destruir esses três pilares do que eles chamam de "valores ocidentais" (como espalhar "mentiras úteis" através da mídia mainstream, sites de "notícias", revistas e certos blogs financiados direta ou indiretamente pelo governo).
É preciso atenção com relação a todo e qualquer movimento que afete qualquer um desses três pilares, ou que os deixe indefesos (desarmamento da população, sendo que os criminosos sempre estarão armados, ou excesso de burocracia para se ter direitos reconhecidos, limitando assim as liberdades dos cidadãos).

10 - (O mais importante) deixar o vício de tentar fazer tudo isso só no mundo virtual.
Aqui, certamente o ítem mais importante desse decálogo: copie-o, espalhe-o, ensine-o às futuras gerações, trate a guerra ideológica como ela é: uma guerra constante e eterna contra estratégias que visam roubar as vidas dos cidadãos e tudo o que essas vidas representam: liberdade, dignidade, respeito, força de trabalho, desenvolvimento pessoal, cultural e psicológico, saúde, família, futuro... e sabe-se lá o que mais.
A única causa pela qual vale a pena lutar chama-se verdade.
E aqueles que lutam contra a verdade, só merecem ser tratados estrategicamente de uma forma: como inimigos. Porque é assim que eles tratam quem luta pela verdade: como inimgos, mas vão negar... mentir como sempre fazem.
Se não puder ou não estiver disposto a lutar pela verdade, apóie quem pode, dê suporte, divulgue, mas não atrapalhe: Jogue conforme as regras do jogo, mas saiba que os "inimigos" não seguirão essas regras.
Porém, lembrem-se de que se existe uma regra que pode ser quebrada (e deve ser quebrada se for pelo que é certo ainda que em última instância), é a regra da obediência e o motivo é bem simples: Nenhuma ditadura na história da humanidade, jamais se formou sem uma cadeia de obediência.
Liberdade, só se garante com rebeldia contra quem a rouba apenas para sí.
É por isso que eles hoje, têm mais liberdade do que você.

sábado, 26 de setembro de 2015

Tudo tem um fim.
E todo fim é sempre doloroso e triste.
E eu ainda estou lutando muito para me livrar dos lastros que me impediram até hoje de construir a última coisa que falta para que eu sinta que minha passagem por este mundo serviu para alguma coisa, embora que, tarde demais.

E justamente por ser muito tarde, é que a cada dia que passa me sinto mais solitário, só que desta vez, eu até prefiro ser solitário.
Estou tão cansado de ser passado para trás, de ser enganado, usado, zombado, julgado, traído... que minha paciência com a raça humana já se esgotou em relação a coisas como gente pedindo dinheiro, tentando apelar para a emotividade feito bebês chorões, "mimimi politicamente correto", sermões de crenças religiosas (como se eu fosse idiota de me converter à qualquer crença ilusória desse tipo depois de voltar do inferno) entre outras coisas... que eu realmente procuro me isolar e o pior de tudo: praticamente nada parece me dar algum prazer, porque praticamente tudo é ilusório, inconstrutivo, fútil, ilógico, bobo.
Ultimamente, até a música (
talvez o último reduto onde as emoções ainda me fazem algum sentido) parece ter perdido a graça.
Quem dera eu pudesse ver algum sentido nesse pouco de vida que ainda me resta nesse mundo! (Ou seria ver algum sentido nesse mundo para que a vida valesse a pena?)
Quem sabe no futuro, quando eu já não estiver mais vivo, eu seja lembrado como "alguém que conseguiu" fazer alguma coisa?
Não sei... mas quero ser lembrado
pelo menos como alguém digno, que tentou.
Este texto é uma continuação. Recomendo ler a parte 1 antes de ler este texto.



Como salvar o Brasil? (Parte 2 - Pré-requisitos)
"Nunca um governo populista revela tão bem sua essência do que quando a própria população se revolta contra ele."
(Felipe Venturini Arcêncio, Cientista Político e Social)


OK... todo mundo já está "careca" de ler nas redes sociais, blogs, etc., que os golpistas seguiram rigorosamente as "cartilhas" da Escola de Frankfurt e do Antonio Gramsci desde 1974 quando As universidades foram entregues aos marxistas de plantão exatamente conforme eles desejavam.
Ou seja... foram sistematicamente em doses homeopáticas (para que isso ficasse "invisível" para a população) subvertendo a Educação, a Cultura, instituindo movimentos "humanitários" de viés político-cultural, ocupando espaços-chave nos três poderes e o mais importante: atribuindo a culpa a todo mundo menos a sí mesmos, numa jogada de propaganda e marketing de imagem diário por todas as mídias que chegam a público.
Fizeram isso em outros países também, que sucumbiram a esse plano de dominação, mas aqui tivemos alguns diferenciais:
1 - Uma Constituição republicana tripartite com mecanismo de pesos e contra-pesos à Montesquieu (ao invés daquele modelo da Escola de Madrid), o que dificultou alguns passos do plano;
2 - O povo mais diverso do mundo, que atrapalhou a divisão do mesmo em "classes" para brigarem entre sí;
3 - (Aqui está a incógnita...) Um Estado-Maior (FFAA) consciente de suas obrigações sobre manter as instituições democráticas (mesmo que para isso precisem passar por cima de certas decisões jurídicas que se saibam serem corruptas - o que não é difícil de acontecer com o aparelhamento dos três poderes) e já experiente em relação à guerrilhas armadas, talvez só esperando um primeiro tiro para agir. (?)
Talvez isso aconteça após o impeachment, mas o STF está claramente aparelhado. No entanto, este AINDA pode sofrer pressão popular de 200 milhões de brasileiros irados (o que certamente vai acontecer antes das FFAA se mexerem... se eles se mexerem).
De qualquer maneira, pouco adiantaria uma intervenção militar capaz de literalmente "limpar" as instâncias do governo contaminadas por essa quadrilha (muito menos um impeachment que certamente jamais atingiria quem controla a "marionete") se - e somente se - não houver uma REFORMA CULTURAL COMPLETA no Brasil e que é o cerne desta série de textos que estou me dando o trabalho de redigir (e que infelizmente tenho certeza, será ignorado como todos os avisos que já estou falando desde o começo deste blog e sendo tratado como "louco" e "idiota" por isso... mas tudo o que eu falei aconteceu).
Uma certeza: não teremos paz no Brasil, pelo menos pelos próximos 10 anos e com alguma sorte, levaremos DÉCADAS para retomarmos o desenvolvimento do país.
É o preço a se pagar por décadas de omissão desde a morte de Tancredo Neves sobre O VERDADEIRO CONFLITO que existe no Brasil, que não é esquerda versus direita, mas de populismo versus república, uma vez que o plano marxista (repito, marxista, porque segundo os socialistas, "nem Karl Marx era marxista") já está sendo desmascarado e é mais fácil identificar os principais pontos onde eles trabalharam durante essas décadas todas se você estuda esse material (imenso e "sacal") da Escola de Frankfurt e do Antonio Gramsci, mas não se preocupem... nos próximos textos dessa série, vou pontuar alguns dos principais e como neutraliza-los.
Aí... a tarefa fica para o(a) leitor(a) decidir como proceder.
Por hora, só expús aqui como as coisas estão acontecendo para que os(as) inteligentes leitores(as) deste blog, possam se situar neste cenário de caos no qual vivemos hoje.
Para detalhes, aconselho clicar nos links discretamente posicionados no meio do texto, para verem vídeos, textos e documentários, como já é tradição neste blog.
Para prosseguir com esta série é EXTREMAMENTE FUNDAMENTAL que os(as) leitores(as) estejam bastante familiarizados com o que já foi exposto até agora e entender claramente as diferenças de definição entre Governo (instituição que representa o Estado), Estado (a sociedade formada pelos cidadãos de um país) e Estado-Maior (as Forças Armadas) e suas relações, bem como conceitos de estratégia geopolítica e militar como as diferenças entre Estado de Exceção, Estado de Sítio, Lei Marcial e Ditadura (quando o sistema governamental tem mais poder do que o Estado), mas seria também bastante desejável entender o quê de fato são Ideologias de Esquerda, Ideologias de Direita (e principalmente no quê elas implicam), assim como a diferença entre Anarquismo Revolucionário e Anarquismo Filosófico (um defende o fim do Estado e o outro o fim do Governo).
É... eu sei que é difícil, especialmente num país onde as pessoas não têm o costume nem de ler o que compartilham, mas estamos falando de CIÊNCIA aqui, não de doutrinação ideológica, como se faz nas escolas e universidades.
E é justamente isso, a CIÊNCIA, a chave para salvar o país de se tornar uma ditadura de bandidos.
É o que faz a população se amadurecer politicamente, o que a faz ser REALMENTE politizada ao invés de doutrinada ideologicamente usando as mesmas técnicas que se usam nas seitas e religiões há milênios.
Não existem políticos "salvadores da pátria" além da própria população dessa pátria, engajados em defende-la em nome da sociedade.
ISSO é que é cidadania! Isso é que é patriotismo!
Sabe quem pode salvar o país? VOCÊ!
Sugiro estudar os tópicos e os links deste texto e do texto da parte 1.
No próximo texto, começamos a explorar como reconstruir o que "desconstruíram". Já adianto que o truque será aprender a identificar rapidamente cada vetor de subversão deles e como mitiga-los sistematicamente. Por isso, conhecer BEM esses conceitos todos é extremamente necessário.
O plano para "salvar o Brasil" pode ser definido com um símples decálogo conforme segue:

1 - Ficar em cima dos que dizem nos representar e cobrar deles o serviço pelo qual são (muitíssimo) bem pagos para fazer.

2 - Deixar de tolerar promessas não cumpridas e aprender a desconfiar de cada palavra de propaganda e de discurso - "Propaganda enganosa é pleonasmo!".

3 - Tirar do poder quem não representa nossos interesses como cidadãos.

4 - Impedir que criminosos e incompetentes cheguem ao poder.

5 - Condenar friamente e exemplarmente (de acordo com a lei) os corruptos em todos os níveis da sociedade e se a lei fôr falha nesse sentido, trabalhar para que seja corrigida.

6 - Reverter décadas de subversão cultural e de valores sociais.

7 - Desconfiar de movimentos que se apresentam como "humanitários" e fiscalizar o tipo de valores que eles pregam. Denuncia-los se necessário.

8 - Fiscalizar o material curricular que é ensinado nas escolas quanto a tentativas de doutrinação ideológica. Denunciar se necessário.

9 - Desmascarar militantes e partidos promotores de doutrinas populistas ou marxistas e aprender a identificar seus métodos e sofismas que eles usam para tentar persuadir as pessoas a acreditarem no que são doutrinados e então simplesmente ignora-los, já que seus objetivos são de pura "desconstrução", ou seja... não apresentam nada de construtivo. (Países que já sofreram com esse tipo de doutrina e conseguiram a duras penas se livrar delas, proibíram em sua legislação, símbolos marxistas, socialistas, nazistas, ou "comunistas".)

10 - (O mais importante) deixar o vício de tentar fazer tudo isso só no mundo virtual. (Lembre-se de que se hoje nosso país está ruim - repito - isso é o preço que estamos pagando por nos omitir como sociedade, de seguir esses ítens há pelo menos 30 anos e termos sido condicionados a isso durante todo esse tempo.)

Que fique claro, que é impossível reverter décadas de omissão da noite para o dia e muito provavelmente a nossa geração não verá um país melhor.
Mas se todo brasileiro começar AGORA a seguir esse decálogo, certamente veremos resultados enquanto vivos para podermos incentivar as futuras gerações a segui-lo.

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Francamente, eu não sei por quê meus colegas de trabalho insistem tanto que eu deveria "sair para conhecer gente e dar uma chance para alguma fenequinha*" se eu já não tenho mais paciência nem ânimo para essas coisas e me sinto traído por tudo o que eu acreditei de forma emotiva ao longo da minha vida, como amor ou Deus.
Não sou feliz, é verdade. Mas não preciso mais disso, porque de todos os grandes projetos que eu tive na vida, só um eu não conseguí realizar, de modo que as ambições ligadas a esse projeto não fazem mais sentido algum.
O foco das minhas preocupações agora estão em combater as mentiras e a hipocrisia no mundo, através do esclarecimento e conscientização do máximo de pessoas que eu puder enquanto eu viver, já que a minha vida não tem mais graça nenhuma, embora eu me esforce todos os dias para tentar parecer uma pessoa sempre de bom humor, ou as pessoas ficariam tão chocadas que teriam medo de mim.
Não quero que as pessoas à minha volta, sintam o tipo de coisa que eu sinto.
Ninguém merece isso.



Como salvar o Brasil? (Parte 1 - Prefácio)
"Há três espécies de mentiras: mentiras, mentiras deslavadas e estatísticas."


Creio que todo brasileiro sério hoje se pergunta como salvar o Brasil, dadas as circunstâncias do cenário atual (e que este texto um dia sirva de registro histórico desse momento) em que praticamente toda a população brasileira percebe na própria pele os efeitos do desemprego, das empresas fechando, dos investidores estrangeiros deixando de investir no país, dos aumentos constantes das taxas, tributos e tarifas, do abandono de ítens essenciais de infraestrutura como água e energia, etc., etc., etc. enquanto as preocupações da "máquina governamental" (governos federal, estadual, municipal, etc.) estão focadas em investir cada vez mais pesado em propaganda (nem precisa dizer que propaganda enganosa é pleonasmo, né?), em obras "estéticas" como re-sinalização desnecessária das cidades, redução de velocidade para estimular a Indústria do Radar e a implantação de ciclovias que nada mais são do que uma pintura vermelha superfaturada (como na Cidade de São Paulo, a R$200,00 por metro quadrado), "regularização" de serviços de Internet (leia-se, proibição de certos tipos de comunicação instantânea) ou pseudo-humanitárias como "causas" que mais servem para discriminar do que integrar a sociedade (leia meu texto anterior aqui neste blog).
A população já começa a mostrar a sua cara nas ruas e nem adianta tapar o sol com a peneira como a mídia mainstream, assim como os MAVs, blogueiros e certos sites ditos "de conteúdo" tentam fazer (de forma muitas vezes tão descaradamente patética que a população felizmente começa a deixar de cair nos truques midiáticos), porque o grosso do financiamento dos mesmos vem adivinha de onde?
Não bastasse tudo isso, o brasileiro ainda testemunha um agonizante processo de impeachment que não sai, enquanto a "presidente" (que já não tem mais legitimidade NENHUMA, nem mesmo constitucional, se a Constituição for levada ao pé-da-letra) se recusa vergonhosamente a renunciar enquanto a organização internacional à qual ela é submissa (mais um motivo pelo qual ela nem deveria ter sido candidata à Presidência para começo de conversa), junta seus associados para fazer aquelas típicas campanhas de marketing populistas em que o "anti-povo" (como diria a politóloga guatemalteca Gloria Alvarez) é "golpista e o "culpado de tudo", quando na verdade, destruir tudo o que puderem do Brasil e dos países dob a tutela dessa organização, é um PROJETO para se manterem no poder, no melhor estilo de seu fundador, Fidel Castro.
Campanhas de marketing essas, que podem (num fácil momento de loucura de algum dirigente mais fanático), culminar num conflito armado à qualquer momento, fazendo com que o Brasil possa entrar em Lei Marcial, como aconteceu em 1964.
Legitimidade para isso, já existe.
Mas convém lembrar, que os militares não sabem travar guerras ideológicas.
A "praia" deles são as guerras armadas do tipo matar ou morrer. E nisso eles não são de brincadeira não.
Toda guerra, poderia ser evitada, simplesmente se a mentira, a hipocrisia e o populismo (seja de esquerda, seja de direita), não existissem.
Penso que para se filiar a um partido político, todo candidato deveria antes de qualquer coisa, passar no teste do polígrafo. E todos os que já se encontram no poder, também.
Esses últimos, se não passarem, deveriam ser decomissionados de seus cargos imediatamente e todos os seus direitos políticos cassados pelo resto de suas vidas.
Porque esses, os mentirosos, hipócritas, traidores, populistas, causam mais danos que qualquer arma já inventada.
E os que os idolatram, são doentes mentais inconscientes, que tendem a se tornar como eles.
Quem defende ou ajuda criminoso é cúmplice. E o pior tipo de criminoso, é o bem-sucedido.


*Fenequinha é como minha última "ex" se auto-apelidava. É como eu a chamava carinhosamente e que aqui em Campinas, virou sinônimo de "namoro", ou de "paquera", graças aos meus colegas de trabalho que espalham seus bordões mais do que todos os programas humorísticos de qualidade questionável das grandes emissoras de TV... todas elas juntas.

sábado, 25 de julho de 2015

Se você não consegue tirar um assunto de sua mente, há algo errado. Algo que não se encaixa, não combina.
Ao menos a minha mente funciona dessa forma e posso passar muitos anos tentando resolver o problema.
Os piores problemas desse tipo na minha mente, são os que não dependem de mim para resolver.
Esse certamente é o meu maior mal: não consigo tocar o "foda-se" e esquecer, passar para trás, como se não houvesse nada, fingir que está tudo bem.
No máximo, busco fugir desse tipo de pensamento, com atividades mentais complexas como a restauração de microcomputadores dos anos 80.
E agora o que me preocupa, é que nem esse tipo de atividade está mais fazendo efeito.
Até a música deixa de me distrair como distraía.
Se tem gente que pensa que eu sou "um gênio" e vê isso como uma dádiva, para mim é minha maldição. É a doença mental que me torna um tanto anancástico, um tanto esquizóide.
Se por um lado esse blog é como uma "válvula de escape" de uma minúscula parcela de tudo o que observo, por outro, é insuficiente porque sei que não resolve nada, não muda nada.
É muito difícil ser "louco", "diferente" e plenamente consciente de ser incompatível com o resto do mundo, que pelo que observo, é muito mais doente do que a minha mente.
Será que não existe uma mínima chance disso tudo mudar?
É muita tristeza, muita decepção para uma mente só.


A Causa
"A ignorância do bem, é a causa do mal."


O pior tipo de bandido é o bem-sucedido: é o que inspira os outros potenciais bandidos a desejarem ser como ele e assim, passam a segui-lo, se tornando seus cúmplices, como escravos cegos, apaixonados pela ilusão do sucesso, travestida de uma "causa".
Praticamente tudo o que eu já escreví neste blog sobre os problemas sociais que o Brasil e o mundo vivem hoje, são facilmente explicados pela Teoria da Subversão e são decorrentes não de incompetência como praticamente todo mundo aponta, mas de um projeto comum, inspirado justamente por esse tipo de bandido, que invariavelmente vende sua imagem pública como "herói de uma causa", disfarçando ou inventando relativismos para justificar suas atrocidades no melhor estilo "tudo pela causa".
É o tipo da inspiração que se espalha como uma doença, porque traz a ilusão do sucesso pelo caminho mais fácil e isso, claro é muito tentador.
Ora... na Natureza, não existe nenhuma espécie animal que vive de assistencialismo. No máximo, de uma troca de favores, do contrário, esse animal é um parasita, que adoece e debilita seu hospedeiro até que ambos morram. E é exatamente assim que acontece na sociedade.
Não existe caminho mais fácil para nada. Nem mesmo para a sobrevivência, conforme a própria Natureza nos mostra com seus 4,54 bilhões de anos de experiência nisso, em incontáveis espécies diferentes, inclusive a espécie humana.
Mas nós humanos, como espécie, somos mesmo muito burros e teimosos para aprender com a Natureza, né?
E ainda temos um orgulho de nos auto-rotular de "animais racionais", quando na verdade, temos muito mais tendência a pensar através de emoções do que a razão lógica... de novo, porque é muito mais fácil, não exige nenhum esforço mental, nenhuma observação ou comparação... basta a "fé", a "crença"... é muito fácil, tentador, viciante como uma droga... e causa dependência.
Repito: causa dependência.
Diferente do raciocínio lógico, da razão, a emoção causa dependência. E como qualquer droga, transforma os dependentes em escravos obedientes e, cegos de sua doença, tornam-se traficantes da mesma... pela "causa" ilusória em que acreditam (e que naturalmente foram condicionados a acreditar... muitas vezes desde crianças, se seus pais já eram seguidores da tal "causa").
Talvez da aplicação da Teoria da Subversão, a única coisa que pode vir a ter um efeito positivo no futuro (a muito longo prazo) é a questão da religião, se as pessoas começarem (como já estão fazendo) a questionar se elas têm de fato algum valor, ou se não seria outra "causa" ilusória e portanto, sem razão de ser... pelo menos da forma como se faz hoje.
Por outro lado, os poucos indivíduos que têm independência de pensamento para raciocinar sobre esse tipo de questão, são uma parcela minúscula diante da grande massa cada dia mais condicionada a não pensar.
Não por incompetência das instituições, mas por um projeto: quem não pensa, não questiona. Se não questiona, não é ameaça à cadeia de obediência.
Aliás, em qualquer "causa"... quem questiona, é imediatamente ridicularizado(a) ou tratado(a) como inimigo(a) da "causa", seja ela política ou religiosa.
E portanto, os seguidores da "causa" os eliminam ou expulsam de seu grupo e quem do grupo questionar, recebe o mesmo tratamento e portanto, segue pelo "caminho mais fácil" ao invés de enfrentar seu medo de ser independente, mesmo sabendo que o que faz, é errado, ou injusto... então mente pela "causa" e segue feito gado para o matadouro, nutrindo o eterno vício humano de se sentir frágil e tentando ignorar o consequente medo não ter o apoio do grupo, ou pior, o de ser expulso(a) do grupo, como um "inimigo(a)" do mesmo.
Há vários nomes para esse tipo de hipocrisia: fascismo, "maria-vai-com-as-outras"... mas dependendo do grupo, se auto-denominam "militantes", "cordeiros", "crentes"... e por aí vai.
Em suma, toda dependência é ruim para todos, inclusive para os recém nascidos, que (assim como na Natureza), precisam ser ensinados desde cedo a sobreviverem por sí mesmos e assim, se tornarem independentes.
Agora os(as) leitores(as) devem estar se perguntando: E os casais?
Bom... se forem formados por pessoas independentes conscientes de suas responsabilidades um em relação ao próximo, é uma parceria.
E toda parceria surge com um propósito. No caso, o de suprir as necessidades um do outro (seja psicológico, sexual, emotivo...) e disso pode surgir uma interdependência, que se não for muito equilibrada, um se torna parasita do outro.
É uma linha de equilíbrio muito fina que definitivamente não pode ser determinada pelo grupo social, por amigos, ou por parentes por mais próximos que sejam, ou essa linha fatalmente se rompe, com consequências invariavelmente desastrosas para os envolvidos.
E quanto mais tempo essa linha for tensionada, pior: as tensões tendem a aumentar e a linha se torna mais frágil.
Por isso, todo o cuidado é pouco na hora de assumir um compromisso com alguém.
"Se houver a menor probabilidade de alguma coisa dar errado, dará." (Famosa frase atribuída ao Major Edward Alvar Murphy Jr. que, nem preciso dizer por quê, né?)
São muito raros os casos em que essa linha de equilíbrio se mantém estável e equilibrada ao longo do tempo e infelizmente hoje, as pessoas não são mais preparadas para mante-la e acham fácil formar uma parceria dessa importância simplesmente na "fé" de que tudo dará certo.
Dessa forma, nunca dá. E as estatísticas estão aí para comprovar isso ano após ano.
Em suma, a tal "causa" seja ela qual for, sempre será uma armadilha.
Como dizía Miguel de Cervantes, "Elimine a causa e o efeito cessa".

quinta-feira, 25 de junho de 2015

A melhor forma de fazer uma análise crítica neutra de um assunto é não se incluir no assunto.
E por opção (ou simplesmente não conseguir confiar em ninguém), estou bem longe de estar incluso no assunto do texto de hoje.
Tenho todos os motivos do mundo para não confiar em ninguém, especialmente Testemunhas de Jeová, que embora eu os respeite, os classifico hoje, pelas minhas experiências de vida, entre as criaturas mais falsas e hipócritas da face da Terra.
Bom... como a minha experiência de vida não interessa aqui, espero que este texto possa ajudar os(as) leitores(as) a compreender melhor os estereótipos típicos que mais atraem homens e mulheres e talvez facilitar o entendimento das relações entre eles como sempre, no melhor estilo "doa a quem doer, porque se doeu, a carapuça serviu" como já é o estilo deste blog desde a sua orígem.
Quem se sentir incomodado(a), que procure outro blog para ler! Aqui não existe objetivo nenhum de agradar ninguém. Só de desmascarar o que costumamos ignorar porque temos tendência de ter medo olhar para nós mesmos como realmente somos.



O quê atrai as mulheres e o quê atrai os homens?
 "O amor mais quente, tem o final mais frio."
(Socrates)


Em algum lugar aqui neste blog, já foi dito que as mulheres são atraídas por dois tipos de homens.
Publicamente, a imensa maioria das mulheres sempre diz que é atraída por aquele tipo trabalhador, responsável, carinhoso, inteligente, "certinho", provedor, sincero, bla-bla-bla...
Esse primeiro tipo de homem está sempre muito ocupado com seus afazeres, seu trabalho, as preocupações inerentes às suas responsabilidades e ainda tem de arrumar um tempinho para descansar, já que ninguém é de ferro.
No entanto, nos bastidores, o que faz o sangue delas ferver mesmo são os "animalescos", não necessariamente em relação ao porte físico, mas em comportamento sexual.
Nem precisam ser muito inteligentes desde que saibam pega-las de jeito e faze-las se sentirem totalmente entregues (sem querer ser mais explícito).
Esse tipo de homem geralmente tem bastante tempo disponível, já que normalmente trabalha menos, costuma ser irresponsável, não dá a mínima para a reputação nem dele nem da mulher...
Bom... O primeiro tipo de homem que citamos aqui, atribui a elas um status social, uma reputação pública da qual elas sentem necessidade conforme o ambiente em que foram criadas.
Já o segundo tipo só lhes serve para satisfação sexual (e em alguns casos é só isso mesmo o que elas querem num homem).
Essa é a razão pela qual muitas mulheres mantém um relacionamento público e outro secreto, numa sociedade típica ocidental (como a nossa) que não aceita que a mulher tenha esses dois homens conforme suas vontades e por motivos óbvios: o primeiro tipo de homem faria as vezes de um otário corno manso (geralmente faz) e o segundo, um mero objeto descartável (que geralmente como sabe disso, sofre de sérios problemas de insegurança e por isso costumam manifestar ciúmes doentios).
No entanto, com as influências globais do Marxismo Cultural tanto no sistema educacional quanto na mídia como um todo em sua jornada para a destruição dos valores que constroem a família tradicional, ao longo das décadas, tem feito com que o primeiro tipo de homem que citamos aqui, na prática se torne digamos... "fora de moda" uma vez que as mulheres a cada dia, tornam-se menos preocupadas com sua reputação pública (para a alegria dos "funkeiros" de plantão).
Assim, as piriguetes ganham espaço e as "mulheres de família" se tornam cada dia mais raras e as poucas que ainda restam, têm fortes tendências a "pularem a cerca" depois de assumirem "relacionamentos sérios"... que na boa? Para a imensa maioria delas, é só da boca pra fora.

Agora que "descascamos" um dos pontos mais podres do universo feminino, hora de fazer o mesmo com o universo masculino.
É da natureza do homem ter sua atenção atraída pelo corpo feminino, que quanto mais valorizado visualmente, mais chama a sua atenção.
Não há como fugir disso! É testosterona e ponto!
É tão impossível para uma mulher entender isso quanto para um homem entender as tempestades emocionais da tensão pré-menstrual!
Não dá pra brigar com a natureza!
E aqui é está o problema dos homens: as piriguetes mexem com seu apetite sexual, seu desejo... e é exatamente por isso que o visual mais usado para a venda de produtos para homens sempre inclui uma mulher sensual... bem o tipo da piriguete mesmo. A modelo "padrão comercial", que quanto mais seminua e provocante no comercial, mais vende produto... e se o anunciante não fizer seus anúncios assim, esteja certo(a) de que o concorrente o fará, se não fizer ainda mais provocante.
No entanto, se por um lado as piriguetes despertam o desejo sexual dos homens (e nenhum homem esconde isso), as que os atraem de verdade são as "mulheres de família" e elas não são chamadas assim à toa, uma vez que é com essas que eles desejam construir suas famílias.
No entanto, as "mulheres de família" dificilmente conseguem ser tão atraentes quanto as piriguetes, uma vez que (como os homens "certinhos" que citamos) elas têm seus afazeres, suas responsabilidades e suas preocupações, sobrando muito pouco tempo para se prepararem para "vencer a concorrência" de modo que seu homem não pule a cerca.

Convém ainda lembrar que não foram citados aqui neste texto, variações desses principais estereótipos como por exemplo, o homem "animalesco" casado que se faz de "homem de família" e "pula a cerca" com uma piriguete disfarçada de "mulher de família" que o usa para conseguir certos "privilégios", nem o vendedor viajante que se faz de "homem exemplar", mas que tem uma amante "descartável" em cada cidade por onde passa (todas elas se achando "exclusivas").

Moral da história:
Se você é homem, esforce-se para ser os dois tipos de homem para sua mulher.
A minha dica aqui é: dê a ela toda a atenção que puder, mas não deixe ela perceber isso, ou ela vai te achar um babaca desesperado ao invés de um homem de valor e vai te trair na primeira oportunidade que tiver com o primeiro cara que lhe pareça um "macho alfa".
Se você é mulher, procure ser uma "mulher de família", quanto mais fiel e confiável, melhor (porque isso, dificilmente uma piriguete tem para oferecer). Mas jamais se esqueça de exercitar sua sensualidade para conquista-lo todos os dias.
E agora a minha dica mais importante para ambos: Sejam verdadeiros um com o outro e principalmente com sigo mesmos.
Sem confiança nem fidelidade mútua, não existe companheirismo, nem parceria que permita um relacionamento saudável para ambos.
Em outras palavras, sem confiança, é impossível a construção de qualquer tipo de relacionamento que não seja de aparências, que é o tipo do relacionamento que invariavelmente tem o pior tipo de consequências possível: danos irreversíveis. E quanto maior o tempo desse tipo de relacionamento, piores e em maior quantidade serão esses danos.

quinta-feira, 21 de maio de 2015


E já faz muito tempo que já não acredito mais em Deus ou Diabo da forma como os religiosos pensam que esses seres são, se é que existem, embora eu não descarte a possibilidade de existir sim algum tipo de Consciência Superior (chamemos assim) principalmente depois da minha experiência que me fez ter uma clareza de visão muito forte de certas coisas, de modo que me sinto na obrigação de desmistificar certas crendices.
O texto de hoje estranhamente soa como um desabafo do meu antigo lado cristão, ou do que sobrou dele.
Umas poucas e boas verdades que vão doer a quem a carapuça servir, mas é um aviso necessário.
Não quero que certas pessoas vão para o lugar de onde eu voltei após ter sido enviado para lá injustamente.



Para quem você acha que trabalha com essas suas atitudes?
"O diabo pode citar as Escrituras quando isso lhe convém."


Para um ex-cristão, não existe experiência mais esclarecedora sobre o cristianismo do que se assumir como agnóstico.
Só para citar um exemplo, invés de ser ESCRAVO de 4 Evangelhos canônicos interpretados ao bel-prazer dessa ou daquela denominação que se auto-denomina "cristã", o agnóstico está completamente livre para estudar como bem entender os 32 Evangelhos (e fragmentos reconhecidos pela Arqueologia moderna como tal), livre de interpretações tendenciosas.
Apesar de agnóstico, há alguns anos eu não me conformo com um dos ensinamentos mais importantes do neo-cristianismo, conhecido como a "Lei da Colheita"... Aquela que diz "genericamente" conforme todas as interpretações neo-cristãs que "cada um colhe exatamente aquilo que plantou".
Bom... Por experiência própria, posso garantir que isso é uma grande mentira, pelo menos da forma como está interpretada nessa afirmação "popular" aí e que pouco tem a ver com a famosa passagem de Gálatas 6:7-9.
Ora... Se no meu último relacionamento eu plantei amor, carinho, compreenção, paciência, lealdade, dedicação, sinceridade e atenção, por quê eu só colhí injustiça, preconceito, difamação, ódio, traição, intolerância entre outras coisas que nem de longe lembram o que se prega no cristianismo?
A resposta pode ser muito mais simples do que parece: Plantei as minhas últimas sementes em solo maldito. Solo que de "santo", só tem a aparência, como tudo o que Diabo (se é que ele existe) faz e faz muito bem.
Aliás, talvez o golpe mais sujo do Mestre da Enganação é fazer com que aquelas pessoas que pensem ser cristãs durante toda a sua vida, trabalhem mesmo é para ele e ainda terem orgulho disso sem saber.
Isso explica por exemplo, por quê essa gente é tão ligada à aparência das coisas a ponto de a cada novo Congresso ou Seminário, comprarem roupas novas e sapatos e acessórios e cuidar do cabelo, etc., etc... por pura disputa de aparências, já que as atitudes tipo "amai-vos uns aos outros desde que sejam da mesma Congregação" é a grande e verdadeira lei que vigora na prática do meio em que vive essa gente que até encena pecinhas teatrais para treinar sua hipocrisia entre sí, além de ainda terem de emitir periodicamente um relatório do tempo que "trabalharam" pela denominação.
Ora... se eles são tão "escravos" de um Deus dito de "verdade e amor" então por quê nutrem ÓDIO por exemplo, pelos seus semelhantes que perceberam que havia alguma coisa errada e caíram fora desssa, os chamados "apóstatas"? (Gente aliás, muito mais sensata pelo simples fato de terem abandonado seu orgulho para assumirem que estavam erradas, embora entre eles hajam mesmo aqueles que "não prestam".)
Mais do que isso, estimulam uma ignorância fascista contra qualquer ponto de vista que contrarie o pregado por essa "raça ariana" que se acha tão "pura" e "santa" que precisa  se isolar do mundo, inventar sua própria interpretação das descobertas da Ciência como se só pudessem ser válidas se forem publicadas através de suas próprias publicações oficiais e relacionar-se apenas entre membros da própria religião mesmo que os "anciões" digam que "não precisa ser, embora fosse desejável".
Aliás, são especialistas em falarem mal uns dos outros pelas costas, especialmente após as reuniões mais importantes.
Para sentir um pouco de liberdade na vida (até porque eles se espionam entre sí 24h por dia, 7 dias por semana, 365 dias por ano), não raramente namoram às escondidas, praticam o oposto a praticamente tudo o que pregam e insistem em fazer propaganda para "o mundo" dizendo que é tudo "lindo" e "feliz" em suas vidas miseráveis como se o mundo para eles fosse uma "Disneylândia". Só que ninguém no "mundo" aqui de fora, acredita nessa propaganda deles, naturalmente ignorando seus papéis e publicações. Aí eles se fazem de "vítima", se dizendo "perseguidos". Ha!
Verdade seja dita! Essa gente trabalha mesmo é para a mentira, para o ódio, para a injustiça, para o preconceito... Em outras palavras, falam que são de Jeová, mas trabalham para Satanás.
E se aceitam uma sugestão de um ex-cristão que já voltou do inferno é: Saiam dessa enquanto ainda podem!
A Verdade não perdoa quem profana seu nome com atitudes que não a correspondam.
Caráter não se faz com palavras que não se cumprem.
Caráter se faz com atitudes honestas, com lealdade, com sinceridade, com humildade, com respeito.
Se a carapuça serviu e você discorda, desafio você a PROVAR que estou enganado através de ATITUDES, porque não acredito em palavras.
Não mais.

quinta-feira, 23 de abril de 2015

É muito triste como as mulheres hoje, estão perdendo sua femininidade graças a (Pasmem!) os ditos "movimentos feministas", que se de um lado defendem (e com toda a razão) os direitos das mulheres, do outro separam os homens e as mulheres como se fossem "inimigos naturais" ao invés de seres complementares que merecem respeito entre si justamente por serem diferentes.
Respeito esse que deveria ser construído pela admiração mútua ao invés dos discursos de ódio contra o chamado "machismo" ou (do outro lado da moeda), contra o chamado "feminismo".
Admiração essa, que só se consegue justamente pelas diferenças ao invés da redução de ambos a um limitadíssimo denominador comum em que homens estão cada vez mais "femininos" e mulheres cada vez mais "machos" em seu comportamento que já há muito tempo, deixou de ser delicado.

Já passou da hora da espécie humana perceber que seu maior poder encontra-se justamente na união da diversidade ao invés da divisão por "minorias" inventadas. Inventadas sim, porque na prática, um único ser já é uma minoria em si.
Mas o texto de hoje, fala de outra coisa e raramente um texto aqui deste blog sai com tanta fluência quanto este de hoje.


Tecnologias antigas: Saudosismo ou refinamento cultural?
"Pensar contra foi sempre a maneira menos difícil de pensar."


Não é novidade alguma que vivemos numa época em que a cultura do consumismo é uma constante permanente em nossas vidas, com anúncios, comerciais e propaganda de produtos de todo tipo 24 horas por dia tentando sempre nos despertar o desejo de posse de produtos novos em detrimento dos antigos, que caem na obsolescência percebida muitas vezes quase que imediatamente, como acontece com os telefones celulares por exemplo, que em menos de um ano já não têm mais atualizações ou na obsolescência programada em que a lâmpada que o fabricante dizia na embalagem que foi feita para durar 8 anos (sob condições que o consumidor jamais terá como aferir) no final das contas dura apenas 1 ano.
Mas novidade é não nos atentarmos que existem tecnologias que apesar de consideradas por muitos como "obsoletas", ainda despertam o desejo e nem nos tocamos disso.
Algumas ainda se justificam por certas qualidades únicas como é o caso dos LPs, que desde que nasceram, já viram nascer e morrer uma infinidade de outras mídias para música como o CD, o MD, o SACD, o DVD-A, o DAT, o DCC, entre outras enquanto os audiófilos mais exigentes do mundo insistem em jamais abandonar seus toca-discos do topo de seus racks, tolerando a hoje considerada pequena relação sinal/ruído pelo prazer de "minerar" sons gravados na mídia que só podem ser ouvidos através de sofisticados e precisos sistemas de áudio 100% analógico na contramão do chamado "áudio digital" pregado como sendo "vanguarda" há pelo menos 30 anos.
Outras como as canetas-tinteiro, que embora elegantes e muitas vezes caríssimas (seja por marketing ou não), são tudo menos práticas, pois assim como os LPs e toca-discos, requerem cuidados de manutenção que certamente consomem algum tempo, cada vez mais precioso numa época em que falta tempo para gerenciar a infinidade de "necessidades" do mundo moderno como simplesmente se manter atualizado(a) com sua vida cada vez mais virtualizada nas redes sociais.
E por falar em tempo, quem poderia imaginar nos anos 70, que com os relógios digitais, os mecânicos ainda seriam os mais procurados apesar da pouca precisão e ala fragilidade de seus mecanismos?
A pergunta aqui é... até que ponto coisas assim são saudosismo ou refinamento cultural? Ou seria uma coisa diretamente ligada à outra?
Ora... durante décadas, os aficcionados por LPs por exemplo, foram tidos como "loucos", especialmente em países em franca decadência educacional (nitidamente provocada propositalmente) como o Brasil.
O mesmo acontece com os colecionadores de microcomputadores antigos, tidos meramente como "sucateiros", quando na verdade, eles se esforçam em conhecer cada pormenor de seu funcionamento e assim mante-los funcionando, limpos e com aspecto o mais impecável possível, caracterizando aqui, um meio de estudo sério e portanto, ao invés de ridicularizados, esses caras merecem respeito por preservarem a história para as próximas gerações.
Sob esse ponto de vista, essa gente, ao contrário do que pode parecer, não estão presas ao passado por saudosismo, mas ao futuro através das histórias e técnicas que têm para contar para as próximas gerações. Histórias cada dia mais raras até termos de redescobrir muitos e muitos anos depois o que já se sabía no passado.
Se a humanidade fosse condicionada a entender isso (ao invés de ridicularizar tudo o que aparece pela frente como se todo mundo fosse "dono da verdade"), talvez fôssemos hoje, imunes a coisas como o consumismo, ou ao controle das massas, pois junto das técnicas e histórias, vem a inestimável lição das experiências.
Quem não entende isso, não sabe o que está perdendo e o que é pior: cultiva preconceito e intolerância.

(Em tempos... este blog, com erros e tudo, não é escrito de acordo com as novas regras da tal "Reforma Ortográfica". Clique aqui para saber por quê, como aliás, acontece com todos os hyperlinks deste blog.)

terça-feira, 31 de março de 2015


Hoje eu resolví compartilhar com vocês mais um pouco das reflexões mais íntimas da minha mente (que insiste em não me deixar dormir direito e me deixar deprimido) à respeito de um dos milhares de assuntos que ocupam o meu cérebro a ponto de ele consumir calorias extras. (Agora meus amigos sabem por quê eu não engordo apesar de comer mais do que eles, o que os deixa muito perplexos.)
Sou um homem amaldiçoado por ser diferente dos outros homens em praticamente tudo à respeito de comportamento social... o que de certa forma, não é tão ruim se levarmos em consideração os caminhos que a espécie humana andam seguindo e que é uma das coisas que me causa depressão: não consigo mais ver futuro na humanidade enquanto a mentira continuar dominando todos os aspectos da sociedade... exceto alguns outros raros homens amaldiçoados assim como eu, que também voltaram do inferno. Estranhamente, não é difícil reconhecer quem já passou por esse tipo de experiência.


Eu já fui feliz. Agora eu tenho paz.
"Você precisa ser feliz para viver. Eu não."
(Keanu Reeves)


Todas as minhas experiências de vida me ensinaram a duras penas que toda felicidade é ilusão passageira. Nem existe mais como questionar isso.
Sempre foi assim, apesar de toda a propaganda que se faz da tal felicidade, desde antes de nascermos e todo mundo à nossa volta insistir em nos pregar a idéia de que temos de correr atrás dela como se dependêssemos disso para respirar.
Já cansei de dizer aqui neste blog que a tal felicidade nunca é permanente e que o que existe mesmo são "momentos felizes" e a "ilusão de felicidade constante".
O que talvez eu deva ter esquecido de dizer é que essa "ilusão de felicidade constante" geralmente ocorre quando temos alguém a quem atribuir esse sentimento e compartilhar dos "momentos felizes".
E quando não temos esse alguém? Vivemos infelizes?
Bom... primeiro, vamos aos fatos: Ninguém precisa de felicidade para viver, especialmente se fôr para fingir felicidade para o mundo não te cobrar isso a toda hora e mais ainda se você tem plena convicção de que a tal felicidade tem um preço.
Aí surgem algumas perguntas:
Se a felicidade tem um preço, até que ponto ela é viável?
O esforço compensa?
Quanto tempo de vida você ainda tem para alcança-la?
Você já passou da idade de ser feliz de acordo com seus projetos de vida?
Se você sabe exatamente o que faria você ter a "ilusão de felicidade constante", quais as probabilidades de você conseguir alcançar isso?
"Ilusão de felicidade constante" para mim hoje, é absolutamente inviável. Só me contento com o que é real.
Fantasias e ilusões não são pra mim.
Já viví minhas experiências de fantasia no passado e aventuras que me ensinaram a buscar apenas o que é real. Assim, eu jurei que não me arrependeria, como não me arrependí e sim, já viví essa experiência de "ilusão de felicidade constante", acreditando que poderia mesmo durar pelo menos até o fim da minha vida, já que a vida em sí, é passageira, apesar das constantes promessas "eternas"... Ha! Palavras que se mostraram bastante vazias por parte de quem as proferia.
Talvez eu já esteja mesmo velho demais para acreditar em felicidade como algo "eterno". Aliás, eu me sinto traído por tudo o que me dizíam que era "eterno" como Deus ou o amor da minha última "ex" que eu aposto que promete as mesmas coisas "eternas" para o outro otário... Coisas que ela se mostrou incapaz de cumprir, como a experiência já mostrou.
Palavras tão hipócritas quanto a realidade de tudo o que ela e a mãe pregam nos domingos de manhã de porta em porta (como muitos, aliás).
Mas confesso - sinto muita falta daquela "ilusão de felicidade constante" que eu tinha naquela época, o que me faz entender as razões desse povo que toma alucinógenos, ou outras drogas como bebida ou tabaco ou contratam "serviços sexuais" em busca dessas ilusões temporárias de felicidade... mas como eu disse, só me contento com o que é real. Fantasias e ilusões definitivamente não são pra mim é por isso que eu não perco meu tempo com essas bobagens.
Quem dera existisse mesmo a tão prometida "felicidade eterna"... Que ela fosse real! Que existisse de verdade!
Se ela existisse, talvez eu ainda tivesse alguma chance de ser feliz.

Mas já fui ludibriado por essa promessa muitas vezes. Vezes demais para esperar uma prova de que pelo menos essa promessa tem alguma razão de ser.
Esperança é uma palavra que eu excluí do meu vocabulário pessoal já faz mais de uma década enquanto o universo continuará rumando para o caos e as mentiras continuarem a ser apresentadas como "caminho justo".

Você precisa de mentira para viver? Eu não.
(Pausa)
Mas se a felicidade não é a razão da vida como pregam tanto, então o quê é afinal?

sexta-feira, 13 de março de 2015

Me sinto extremamente deprimido nos últimos tempos.
Os leitores já devem ter notado que em fevereiro eu não postei nada neste blog.
Procurei ocupar minha mente restaurando mais um microcomputador da década de 80 que ganhei recentemente por fazer parte de um grupo de colecionadores dessas coisas, mas não é foi o suficiente.
Apesar do sucesso profissional, considero minha vida pessoal um fracasso, se bem que dadas as circunstâncias isso talvez nem seja tão ruim e me isolar da sociedade, da TV, dos jornais e dos principais portais da Internet brasileira é uma das terapias que mais tem ajudado a manter meu raciocínio limpo e claro para conseguir entender os caminhos que estamos seguindo sem enlouquecer. Caminhos que infelizmente não tendem a ser dos melhores, e os próximos dias podem ser bastante perigosos, mas apenas o começo do que vem por aí.
Como eu já disse antes, "não esperem mais paz no Brasil, pelo menos pelos próximos 10 anos".
Que este blog, sirva de registro de uma época.



Guerra no Brasil?
"A Lei da Guerra se baseia no engano."


Em 2010 eu disse, num café, para um grupo de amigos que em 2015, o Brasil entraria em colapso, a Economia estaria falida, os investidores estrangeiros deixariam o país e estaríamos à beira de guerra civil, senão em guerra contra outros países da América Latina porque estávamos sob o controle de uma quadrilha e prestes a eleger mais uma terrorista para o cargo de Presidente da República.
Fui taxado de "idiota" pela esposa de um grande amigo meu (e certamente por mais gente, mas não os culpo por terem sido todos doutrinados desde a infância). Eu realmente torcia muito para que ela estivesse certa. Mas coleto minhas evidências pessoalmente desde 1985, jamais confiando inteiramente na mídia (até porque produzí mídia por 21 anos da minha vida e sei como ela funciona) e jamais me deixando influenciar por "orientadores" com suas incontáveis camadas para analisar e validar em que basta uma apontando para onde se deseja e todo o raciocínio poderia seguir por outro caminho, como acontece aos montes em certas universidades famosas e cheias de si, mas que jamais ganharam sequer um Prêmio Nobel.
Bom, o resultado está aí...
A Economia está praticamente falida, uma imensidão de investidores estrangeiros deixando de investir no país desde 2013, fábricas de multinacionais estão fechando aos montes (isso eu estou vendo pessoalmente num dos dois maiores condomínios empresariais da cidade com o maior PIB do interior do Estado com o maior PIB do país, mas que "não serve de amostra estatística") e estamos mesmo à beira de uma guerra civil armada, alimentada por uma organização internacional que visa implementar através de ideologia marxista-leninista, o roubo supremo: "todo o poder e nenhuma responsabilidade" a seus líderes, em detrimento de todo o povo do continente, cada dia mais incapaz de se desenvolver graças a políticas de nomeações (ou compras) de cargos por "agentes infiltrados" ao invés de escolhidos por competência, corrupção cultural na mídia (cujas concessões hereditárias foram feitas a pessoas na época, de confiança do governo), doutrinação nas escolas (do primário às universidades) e na propaganda através de discursos cheios de chavões e adjetivos-chave repetidos à exaustão como se faz em todas as técnicas de lavagem cerebral.
O verdadeiro objetivo desses líderes é quebrar moral e economicamente os países infiltrados, desviando seu dinheiro para manter através do medo, suas ditaduras absolutistas em países tomados anteriormente. E quando esses países infiltrados estiverem enfraquecidos, transforma-los também em ditaduras absolutistas. Aí, repete-se o ciclo infiltrando outros países.
Mas o pesadelo, está apenas começando e já se fala em conflito armado, já se agita a invasão do Brasil pelas Forças Armadas dos países já tomados por essa organização internacional, como Venezuela e Cuba (enquanto o cidadão brasileiro foi desarmado contra a vontade da maioria graças ao tal "Estatuto do Desarmamento"), onde o que menos existe, é a democracia da qual seus líderes (que insistem em vender sua imagem como "santos sagrados revolucionários salvadores da pátria" enquanto assassinam seus inimigos em paredões ou com tiros na nuca após aprisiona-los nos países tomados, ou por meios discretos, nos países infiltrados) repetem tanto em seus discursos cujas idéias são repetidas à exaustão através da mídia financiada, "jornalistas" doutrinados desde a faculdade e líderes de "manifestantes" de organizações financiadas.
Mas discurso serve para isso mesmo! É assim que se criam religiões com soldados dispostos a lutar até a morte pela paixão cega por milagres que não existem, jamais existiram, nem jamais existirão.
Na Natureza, não existe assistencialismo. Bicho que não se mexe em busca do próprio alimento, ou morre de fome, ou vira o alimento.
Depois de causar o estrago de décadas posicionando as peças para se movimentarem, é tarde demais para mudar o discurso.
As pessoas tendem a comparar hoje com 1964 temendo uma repetição da história, mas o cenário hoje, apesar do abafamento na mídia, é muito, muito pior e ninguém sabe como poderá ser a reação da oitava potência militar do planeta (apesar de toda a propaganda negativa contra ela desde 1974, naturalmente feita pelo tipo de "jornalista" supra-citado e que ganham prêmios enquanto outros que tentam mostrar o outro lado dos artigos, nos bastidores, são forçados a saírem da mídia), que permanece em um silêncio ainda mais assustador.
Infelizmente esse é um texto extremamente superficial, que não expõe nem uma fração da atual situação do Brasil ou da América Latina, nem como tudo isso está espalhado pelo resto do mundo.
Mas existe um antídoto contra tudo isso, muito difícil de se obter nesse cenário: União e respeito racional contra os verdadeiros inimigos, ao invés de divisão e conflito por ódio emotivo.
Esqueçam o "faz-de-conta" das teorias cheias de relativismos obscuros e assépticos! Bem-vindos à realidade prática! Bem-vindos ao inferno!

domingo, 25 de janeiro de 2015

Sabe aquela cena clássica do escritor que arranca folhas e folhas de papel de uma máquina de escrever, as amassa de raiva e joga fora do cesto de lixo?
Pois é... se ainda usássemos máquinas de escrever, eu estaria assim hoje.
Eu até cheguei a escrever um texto inteiro para este blog, mas ficou tão ruim que optei por joga-lo fora do cesto de lixo, numa pasta de refugo que guardo dos meus textos para este blog, que eu optei por não publicar por estarem péssimos ou por revelarem coisas demais da minha vida pessoal.
A pergunta é... por quê eu mantenho uma pasta assim?
Bom... talvez na esperança de ter alguma idéia útil à partir dos textos que eu refuguei e que no final das contas nem os leio de novo.
É quase como aqueles relacionamentos que você resolve terminar... refuga, mas acaba guardando um monte de lembranças em sua mente, porque sabe que alguma coisa boa você obteve daquilo, mesmo sabendo que não tem mais como seguir pelo mesmo caminho.
Então hoje, eu resolvi me isolar de todos os textos velhos e todas as idéias que já tive para o o texto deste mês e optei até por usar um velho Power Macintosh G4 Quicksilver que tenho aqui na minha coleção de microcomputadores (hoje, todos obsoletos) que marcaram minha vida profissional.
Restaurar e fuçar recursos de computadores antigos, que eu não tinha explorado delas em suas épocas de glória, é um excelente hobby para quem quer ocupar a mente de modo a evitar pensar em bobagens, especialmente se você for do tipo que não consegue se adaptar à sociedade cada dia mais doente enquanto você tenta desde criança, ser uma espécie de "exemplo de virtuosidade", consciente de que as pessoas podem achar isso ridículo até o momento em que precisam de você e você ajuda essas pessoas com facilidade... seja através de algum favor, ou de ouvir e orientar ou aconselhar... Às vezes as pessoas só precisam de alguém que as ouça e só. Ou talvez um simples abraço sincero... (?)


As piores doenças da humanidade
"O ódio é instrumento de luta."


Vivemos num dos períodos mais tristes da história da humanidade, em que temos domínio tecnológico sem precedentes, mas nenhuma sabedoria.
Tempos em que a humanidade padece de duas doenças graves e altamente contagiosas: ignorância, fanatismo e uma terceira, resultante dessas quando a pessoa entra em estado crônico. Doenças essas que precisam ser tratadas mundialmente, urgentemente, ou extinguirão a espécie humana!
A ignorância é causada pela emoção em detrimento da razão, em que as "verdades" em que o indivíduo passa a acreditar, por sugestionamento emotivo o torna limitado a ponto de buscar todo tipo de idéia para fugir do raciocínio lógico puro e simples, na maioria das vezes buscando relativismos e fugas argumentais completamente fora de contexto para tentar confundir quem raciocina e talvez, contamina-lo também com sua paixão.
Já o fanatismo se forma quando um grupo de pessoas ignorantes passam a adorar e repetir indefinidamente essas "verdades" de modo que elas figurem emotivamente como absolutas em suas mentes e assim, a ignorância se realimenta até se tornar ódio à qualquer idéia que não corresponda às "verdades" dessa "panelinha" dos ignorantes e o que é pior: às pessoas que têm essas idéias ou mesmo modo de vida que as sugerem.
E o ódio... bem, o ódio é a pior de todas as doenças mentais, por que mata. Mata... e mata muito.
Estatisticamente, nenhuma doença na Terra mata mais do que o ódio, se pusermos nessa estatística, todas as "guerras santas" e outras guerras causadas por ideologias que, na prática, nunca passaram de ferramentas usadas com maestria por gente extremamente inescrupulosa para alcançar o poder absoluto ao longo da história da humanidade.
Sempre foi assim e é por isso que a sabedoria na humanidade hoje, praticamente não existe. E e o pouco que existe, é ridicularizado pela maioria das pessoas que não percebem que estão doentes.
Bom... como em qualquer doença, o primeiro passo para combate-la é saber ser você é doente.
Se você luta por uma causa incondicionalmente, se você faz parte de um grupo que repete as mesmas idéias e repele quaisquer idéias que venham de fora, sem sequer ouvi-las, ou ridicularizando-as ou ainda odiando-as, lamento dizer, mas você é doente.
O tratamento é difícil:

- Sair desse grupo, raciocinar por sua própria mente (algo que você certamente foi condicionado(a) em toda a sua vida a jamais fazer).
- Respeite as pessoas e as idéias delas, especialmente as que têm uma vida e formas de pensar diferentes das suas.
- Seja honesto(a) com você mesmo(a) para ser honesto para com as pessoas com quem você se relaciona (em todos os sentidos, inclusive referentes a amor e sexo).
- Seja humilde e pare de julgar as pessoas.
- Procure concentrar suas emoções em coisas inofensivas, como ouvir uma boa música ou observar um sorriso de alguém que você gosta.
- Procure ser um exemplo de respeito, de dignidade, de honestidade, de excelência em tudo o que se propuser a fazer.

Acredite, eu sei do que estou falando por experiência própria de quem já se apaixonou muitas vezes, já foi religioso mais de uma vez e em mais de uma denominação, já se relacionou com gente de tudo quanto é tipo, de tudo quanto é cultura ou nacionalidade, ou credo, ou classe econômica ou social, que a vida toda sempre viu o mundo de modo diferente das outras pessoas, que já sentiu na pele as goteiras de morar num barraco de fundo de quintal até a luxúria de uma banheira de hotel (e com uma companheira lindíssima), de alguém que já teve sonhos, projetos, esperança, fé... e que hoje já não tem nada disso. Apenas as surpresas da vida, sem grandes pretensões.
Acho que (sem motivo nenhum para me arrepender de nada) já fiz tudo o que eu podia ter feito, que fazia algum sentido em relação a todas as paixões que já tive na vida.
Por isso, hoje, já não me apaixono mais.
Não vejo mais motivos para isso.
E estranhamente, nunca experimentei tanta paz de espírito.
Para quê procurar um fim nessa paz buscando ilusões tolas e passageiras como "felicidade eterna", se a vida em sí é passageira, feita de momentos felizes e outros nem tanto?
Que graça teria uma vida construída sobre alicerces ilusórios se nenhuma ilusão resiste ao peso da verdade?