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sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Já é tradição aqui neste blog, chamar o último texto do ano de "O Último Texto" desde 2008, apesar de desde os textos aqui, só começarem a ter título em 2007, ano de uma safra histórica de vinhos reserva no Valle Central, no Chile, de onde saiu um vinho que eu planejava abrir apenas quando a minha última "ex" viesse para Campinas, pois começamos a conversar no mesmo ano em que esse vinho foi engarrafado. Mas como não eu não via mais motivos para guardar a tal garrafa e eu não estava a fim de me lembrar dela ao degustar esse vinho, eu o abrí este ano, numa festa de aniversário de uma amiga a quem presenteei com essa garrafa de vinho (que até esse ano, não passava de uma relacionamento estritamente profissional).
Embora ela tenha gostado muito do vinho, eu não degustei, já que estava prestes a voltar para casa dirigindo.
Optei por abrir aqui em casa, poucos dias depois, uma outra garrafa que seria idêntica se não fosse pela safra de 2012 (ano em que ví minha "ex" pela última vez) que deve ter me deixado meio biruta para enviar à ela, uma foto de um oragotango que eu ví no Facebook (e que poucos dias depois, fiquei sabendo que estava concorrendo a prêmio). Coincidência ou não, 3 dias depois, um Testemunha de Jeová me enviou um tweet, pedindo desculpas pela imagem que os pais dela me fizeram ter deles, num exemplo de humildade e caráter, que a meu ver, ainda falta aos pais dela a quem eu até gostaria muito de perdoar, mas não há como perdoar quem não se arrepende.
É realmente estranho como só agora, nessa época do ano é que coisas assim parecem acontecer. Até falei desse mesmo assunto no "Último texto de 2013"!
Parece até roteiro de filme isso!
Enfim... Boa leitura e que 2015 seja um excelente ano para todos!



O último texto de 2014
"Apenas quando somos instruídos pela realidade é que podemos mudá-la."


(O texto deste ano, eu dedicado a algumas pessoas a quem avisei em 2010 que este ano terminaria assim e não acreditaram em mim, cegas pela própria arrogância.)

2014... Ah, 2014... Já vai tarde!
Ano marcado por incontáveis (e às vezes extremamente irritantes) movimentações políticas no Brasil e América Latina, como nunca se viu antes!
Uma Copa Do Mundo em que a seleção brasileira fez o maior fiasco de sua história nos estádios mais caros da história (e que agora ninguém comenta como mante-los ou sobre o que fazer deles)...
Uma eleição com número altíssimo de evidências de ser sido fraudulenta (mas que só será provado daqui há vários anos, pra variar), por um festival de mentiras na mídia tanto mainstream quanto alternativa como nunca se viu na história, pelo aparelhamento do Judiciário, pela compra do Legislativo, pela difamação de inimigos políticos pela mídia assim como a nítida pregação de ódio à eles, um ano marcado por denúncias e escândalos diários com cifras absurdamente milionárias como também jamais se viu na história, pela eminente possível quebra da empresa-símbolo de independência econômica brasileira e perspectiva de mais denúncias e revelações ainda maiores em 2015 e pela total e absolutamente vergonhosa impunidade por tudo isso...
Se o(a) leitor(a) for inteligente, a essa altura do texto já deve estar se perguntando o por quê de termos alcançado todo esse caos e a resposta é muito simples apesar da complexidade das consequências: o povo brasileiro é condicionado desde a infância, a ser ingênuo, omisso e presunçoso.
Mas isso (antes tarde do que nunca) começa a dar sinais de mudança e o brasileiro "típico" que antes só falava em futebol, finalmente começou a falar de política!
E o mais incrível, é que "de repente" (de uns 3 anos pra cá), todo mundo virou "especialista" em Geopolítica, Geoestratégia, Ciências Sociais, Economia, Relações Internacionais, Estratégias Militares e discutem os mais diversos assuntos relacionados, com convicção de quem defendeu tese de doutorado no assunto, porém, gerando a maior onda de desconfiança da história, assim como a divisão do país em duas "ordens" ideológicas, mas que que felizmente, ambos os grupos estão aos poucos notando que seus "heróis" não passam de ladrões, bandidos e oportunistas que os manipularam durante gerações, motivo pelo qual tivemos as primeiras manifestações populares nas ruas não promovidas por um partido, sindicato ou organização financiada, nem agitada pela mídia (ou seja, finalmente manifestações 100% legítimas).
Uma pena que tarde demais e agora, os ladrões, bandidos e oportunistas são os donos do poder que conferimos à eles de modo que a única coisa que podemos fazer é lamentar e dizer "amém", certo? Errado.
Existe sim, uma única coisa que pode ser feita quando o processo democrático é furtado de seu povo: Nenhum governo ditatorial se sustenta sem uma cadeia de obediência, geralmente formada pelo medo, pela chantagem emocional e pela propaganda. Ou seja... Se a população deixar de se iludir com a propaganda, deixar de se deixar levar pelas emoções e se revoltar de verdade, se unindo ao dizer "não", não existe poder no mundo que a segure, exceto o extermínio total da população, o que não é interessante nem mesmo para os ladrões, bandidos e oportunistas no poder.
Mas fica um alerta: Uma vez restaurado o processo democrático, é preciso cuidar para que ele nunca mais saia das mãos da população, que os representantes possam ser mudados ao menor sinal de incompetência (e sem impunidade nenhuma) e não haja a menor chance de que os ladrões, bandidos e oportunistas sequer sonhem em se articular novamente.
Representar os interesses da sociedade, é uma tarefa séria demais para ficar nas mãos de gente desonesta.
E engana-se quem pensa que quem está no poder, está por ideologia! A verdade, é que estão lá por um jogo de interesses, em que negociam-se cargos, favores e comissão da pilhagem resultante disso, com dois únicos objetivos: todo o poder e nenhuma responsabilidade. E é por esses dois objetivos que o poder corrompe tanto.
2015 vem aí... Mas não vejo as pessoas animadas, aguardando um ano novo promissor. Ao invés disso, vejo um clima tenso, gente preocupada, poucas esperanças.
Ninguém mais acredita na propaganda, nos discursos, nem nos personagens da TV... e com razão, embora tarde demais.
Os grandes investidores, estão fugindo do Brasil. Os financiadores do caos, de repente começam a perceber que o retorno pode ser o oposto do que imaginavam.
Eu... bom, continuo com minha consciência tranquila de ter ao menos tentado alertar as pessoas à minha maneira, sempre discreta e cordial. Só lamento não ter sido suficiente e agora, compartilho do mesmo sentimento de insatisfação que toma conta de toda a nossa sociedade.
O que sei, é que estamos vivendo um momento histórico único, que fará do Brasil um exemplo para o mundo.
Mas se esse exemplo será de sucesso ou de fracasso, só o tempo dirá.

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Finalmente as eleições acabaram e o clima na mídia e nas redes sociais volta à uma aparente normalidade... se é que podemos chamar assim um período em que tenta-se reverter um golpe já instituído aos poucos ao longo de muitos anos.
Uma brecha de trégua no meio da guerra, em que consigo (espero) encaixar um texto sobre algo um pouco mais humano do que política e estratégia e fazer esse blog voltar ao menos um pouco à sua "programação normal".



Caráter
"Honestidade é um presente caro. Não espere isso de pessoas baratas."


Sabe aqueles dias em que você se sente triste por se lembrar de decepções do passado? De projetos, planos, sonhos frustrados por conta de ser vítima de coisas como estupidez, ignorância, preconceito, intolerância seguido de uma enxurrada de mentiras para manter as aparências de modo que ao invés de vítima, você figure como o vilão da história?
Pois é... Dia 29 de dezembro de 2012 foi o dia em que os rumos da minha foram tomados de mim, num restaurante lotado, num vexame absolutamente sem precedentes na história da minha vida*.
Hoje, quase 2 anos depois, a sensação de injustiça ainda é a mesma, assim como a de ter sido apunhalado pelas costas 6 meses depois.
Mas as aparências... bom... faz-se de tudo para parecer um conto da Disney (e tão descaradamente que um monte de gente percebeu isso por mais que se tente disfarçar).
Já eu aqui, do outro lado, permaneço firme em nome da verdade, ainda que desde então, eu tenha optado pela solidão quase que reclusa.
Concluí que no meu mundo pessoal, não há espaço para mentiras, oportunismos ou jogos de aparência do qual ao menos aparentemente, todo o resto do mundo é feito (exceto pelos amigos, que me deram total apoio e jamais me deram as costas) e como essas desonestidades mundanas me irritam profundamente, me recuso a perder meu tempo "procurando água em pedra".
Aliás, com o tempo eu deixei de acreditar em quase tudo o que me fizeram acreditar desde criança. Também com os contratempos do tempo, perdí o tempo de realizar meus projetos de vida, meus planos para o futuro e acabei me tornando um cara chato, deprimente... mas pelo menos continuo verdadeiro, sem dever absolutamente nada para ninguém e sem arrependimento nenhum de nada do que eu fiz na vida, incluindo os erros que eu cometí e que se reverteram em aprendizado, em experiência.
Quando eu me for deste mundo, tenho a absoluta certeza de que não terminarei como um homem feliz. Já desistí de acreditar nesse "conto de fadas". Mas terminarei minha vida com muita honra, de ter conhecido pessoas incríveis, de ter trabalhado com coisas de fazer inveja a muita gente, de ter participado do desenvolvimento de um monte de coisa coisa, de ter ajudado pessoas, de expôr coisas como o valor da liberdade... tanta coisa que ninguém poderá dizer que morrí como um fracassado.
Porque fracassado, é quem desiste da verdade, da liberdade, de ser ao invés de ter.
E ter... seja menos peso, seja uma graduação, ou um carro mais caro, ou roupa mais chique... não faz o caráter de ninguém.
Aliás, caráter, é o que mais valorizo nas pessoas, o que mais me esforço para mostrar o valor que isso tem, especialmente àquelas pessoas que tendem a deixar de acreditar que ainda existem pessoas que o valorizam, que honram coisas como amizade, honra, honestidade e justiça.
Caráter, é aquela coisa que você só encontra naquelas pessoas que estão lá do seu lado quando você precisa e não esperam nada em troca.
Embora isso possa ser facilmente confundido com "fraqueza" pelos menos observadores, na verdade é uma força inestimável, raríssima e que por isso mesmo, merece respeito.
Não espere esse tipo de força de pessoas fáceis, baratas, invejosas, ou falsas.
Caráter, é antes de qualquer coisa, pura honestidade, o elemento-chave que faz homens e mulheres de verdade, ao invés de oportunistas e gente medíocre.
Obviamente, não é saudável cultivar coisas como o oportunismo ou mediocridade de modo que a melhor forma de evita-los é desprezando-os, ignorando-os.
Já o caráter, a honestidade... merecem a adoração que se dá aos deuses das incontáveis religiões existentes na Terra (e que cada uma delas prega que só ela é que está certa), mas não perca seu tempo tentando encontrar caráter ou honestidade nelas.
Elas são naturalmente incompatíveis com esse tipo de coisa.

* Uma longa história, que merece ser contada de tempos em tempos, pelo menos até o dia em que a justiça fôr feita, ou houver algum arrependimento honesto.

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Eu não vejo a hora deste ano eleitoral acabar.
É de longe o mais tenso de todos os que eu já vivi em toda a minha vida, inclusive aqueles durante o período militar.
Sinto um constante clima de guerra no ar e a infeliz certeza de que não teremos paz por pelo menos uns 10 anos.
Nossa Nação se dividiu em classes e agora elas brigam entre si, não por democracia ou liberdade, mas para atacar o adversário meramente por ser o adversário.
E essas classes hoje, se dividem basicamente em dois grupos.
Não estou aqui para julgar qual dos dois é mais desonesto, mas para mim, é nítido que o objetivo de um deles é o total e absoluto controle de tudo, não para construir, mas para ser inatingível, semi-deuses erguidos pelo medo, pelo sangue e pelo suor dos que sobreviverem à sua sede de poder enquanto o outro, o de negociar tudo isso para transformar em lucro.
Tenham medo dos falsos filósofos, dos falsos professores: Os maiores Mestres da Filosofia da história da humanidade, não se fizeram de títulos de papel.


Paixão: o mais perigoso veneno do diabo
"Se você está deprimido, está vivendo no passado. Se está ansioso, está vivendo no futuro. Se está em paz, está vivendo no presente."


O escorpião, é uma criatura que sofre com uma particularidade: ele pode morrer picando a si próprio com o próprio com o próprio ferrão e morrendo com o próprio veneno.
Qualquer exotérico conhece essa chamada "sina dos escorpioninos" e os astrólogos se valeram desse mito durante séculos para explicar as supostas características do signo de escorpião, assim como simbolicamente o fazem com todos os outros signos. A sina do capricórnio, por exemplo, é "carregar o mundo nas costas" e sagitário, é "o centauro que conhece as curas, mas é incapaz de curar a si mesmo"... E por aí vai.
Os mitos são em suma, justificativas pseudo-lógicas para propagandas enganosas. No entanto, pessoas acreditam neles porque trazem conforto emocional para sua ansiedade natural causada pelo medo.
Esse conforto emocional, pode ter outro nome: esperança.
Assim, sendo, para não perder a esperança, as pessoas optam pela fé, pela crença nos mitos, sejam eles quais forem.
Sejam os mitos criados pela própria pessoa num momento de carência emocional, sejam os apresentados por outros, como acontecem nas religiões e seitas, assim como nas propagandas de partidos políticos ou de produtos ou serviços.
É assim que surgem os extremistas, fundamentalistas religiosos, militantes ideológicos, ou os fanboys de marcas famosas, assim como a idolatria à símbolos ou pseudo-heróis que figuram como símbolos (normalmente pessoas extremamente desprezíveis).
Esse tipo de extremismo absolutamente incondicional, é um imenso perigo. É o que chamamos de paixão.
E em nome da paixão, se ignora, se mente, se trai, se mata e o que é pior: se doutrina, fazendo com que ela se espalhe como um vírus, corroendo o raciocínio lógico e substituindo-o por elementos de auto-doutrinação e assim, a paixão se realimenta.
Mas como ela surge?
Bom... o ser humano já nasce com medo à partir do momento em que deixa o conforto uterino e já toma um tapa para acordar para a realidade de que por mais que seus pais e sua família o amparem até a idade adulta, esse pobre ser, sempre será frágil diante do mundo à sua volta, assim, sempre terá medo e ilude-se quem pensa que não terá medo até o último dia de sua vida.
Assim, o ser humano procura conforto para "enganar" o medo, buscando qualquer coisa que lhe dê esperanças de esquece-lo e assim, inevitavelmente, cai nas armadinhas da ilusão seja ela qual for, inclusive a do amor, à qual a palavra paixão é quase sempre associada porque de todas as ilusões, essa pelo menos é a mais natural delas e exatamente por isso, a mais prazerosa, a mais promissora e a responsável pela própria reprodução da espécie.
Aparentemente, de todas as ilusões, o amor, parece ser a única capaz de construir alguma coisa. Mas infelizmente não é bem assim.
Quase todas as outras ilusões usam indiscriminadamente e exaustivamente a palavra "amor", ou o desejo do mesmo.
Slogans como "Deus é amor" ou "o amor vai vencer o medo", ou dizer que um produto "é o amor", não passam de pura mentira, assim como toda propaganda.
A pergunta que fica é se existe amor de verdade, ou o tão desejado "amor verdadeiro".
Temo que não.
Mas é preciso admitir, que de todas as crenças, crer que se está amando é de longe, a mais agradável e satisfatória. (Cara... e como é bom!)
Imagino como deve ser quando um casal tem plena consciência de que ambos estão vivendo essa ilusão e aceitam viver essa ilusão mutuamente.
Já a felicidade... apesar da infinidade de artigos tentando ensinar "como ser feliz", a verdade é que não passa de um privilégio de quem se deixa iludir.
Pena que nenhuma ilusão é para sempre.
Nenhuma, infelizmente.

domingo, 28 de setembro de 2014

Em ano eleitoral, não dá para acreditar em absolutamente nada publicado em lugar algum.
A Natureza do ser humano é exatamente a mesma da de qualquer animal selvagem e portanto, o ser humano é bom enquanto lhe interessa e extremamente cruel e egoísta quando tem oportunidade, especialmente perante o bando ou como o ser humano gosta de chamar, da "classe".
Como humanos, no desespero de defender os valores e idéias nas quais acreditam, caçam constantemente justificativas, nem sempre honestas nem para si mesmos e com isso, passam a viver mentira e intolerância desenfreada para todo lado que se olha e simplesmente esquecem de olhar para si mesmos e avaliarem as consequências de seus atos para com sua própria espécie.
Pior do que a mentira e a intolerância, é agir em nome disso pelo puro orgulho de defender a causa em que se acredita.
Não somos um monte de classes, ou bandos, ou grupos ou panelinhas. Somos uma única espécie tentando sobreviver.
Quando o ser humano vai entender isso?



Que tipo de idiota você é?
"O ignorante afirma, o sábio duvida, o sensato reflete."
(Aristóteles)


Apesar de sermos uma única espécie, todos os conflitos da espécie humana que seguramente podem levar a espécie à própria extinção, acontecem por causa dos extremismos cegos que dividem a espécie humana em múltiplas "classes", múltiplos "grupos", mas ideologicamente, apenas em duas categorias básicas que se polarizaram nos últimos dois séculos e uma nova, mais moderna, que surge como se fosse uma tentativa de fazer a espécie acordar para a realidade do que está fazendo.
No entanto, infelizmente no final das contas, somos todos idiotas de algum tipo, conforme segue:

Categoria 1
Se você se diz conservador, capitalista ou consumista, você é o principal alimentador de um sistema de produção que não raramente produz muito mais do que pode ser consumido, desperdiçando recursos importantes do nosso meio-ambiente com produtos na imensa maioria das vezes absolutamente inúteis apenas para satisfazer o seu ego numa tentativa desesperada de se sentir menos medíocre diante da sociedade cada vez mais exigente em te ver comprando, comprando, comprando cada vez mais e pagando cada vez mais caro para ter a última versão da inutilidade da moda que vai virar sucata desprezada, que irá poluir o mundo em que você vive até você morrer afogado no próprio lixo e escravo dos bancos que te concederam "crédito" (na verdade, dívidas, pagas à juros, com dinheiro que eles mesmos produzem).

Categoria 2
Se você se diz socialista, comunista, marxista, leninista, social-democrático, trabalhista, anarquista revolucionário, esquerdista, revolucionário, ou qualquer outro rótulo que lhe convier, mas quer comprar o carro do ano, quer andar na moda, ser alguém de valor na sociedade feito os idiotas da Categoria 1... Parabéns! Você é massa de manobra de uma quadrilha que visa antes de qualquer coisa, tomar tudo o que você tem na primeira oportunidade que tiver. inclusive o seu carro (do ano ou não), sua casa, seus eletrônicos, suas calças e transformar sua dignidade e senso de cidadania em uma medonha religião que o tornará uma peça insignificante de uma enorme máquina estatal de produção para alimentar a ganância desenfreada de uma elite que vende a imagem de "heróis revolucionários" (e que venderá sua produção para os idiotas da Categoria 1) e o que é pior: você não terá liberdade nenhuma e qualquer tentativa de sair disso terminará invariavelmente em tortura, morte, massacre e genocídio, como invariavelmente aconteceu em todos os lugares (e olha que não foram poucos) onde os "revolucionários" acreditavam que a "revolução" iria ser boa para eles.
Ah! Mas aposto que depois de toda essa experiência histórica você AINDA acredita que aqui pode ser diferente, né? Tá bom... então experimente ir para um desses lugares onde essa sua ideologia é aplicada e rasgue seu visto para experimenta-la na prática. É sem dúvida alguma, a melhor forma de testar a sua ideologia: na prática, como fez o corajoso revolucionário Matthew Miller.

Categoria 3
Se você se diz "neutro", melhor se dizer "passivo" logo de vez e passar a vida escrevendo livros de auto-ajuda ou um blog deprimente (ops!), a menos que você decida se classificar como anarquista filosófico por se sentir com tanta vergonha das outras categorias que quer se excluir delas, naturalmente com a bagagem de já ter sofrido na pele alguns dos efeitos de ambas as categorias ao invés de aceitar a doutrinação do monte de besteiras que já escreveram sobre elas em toneladas e mais toneladas de papel (fora as cópias publicadas) e que as pessoas das outras duas categorias tendem invariavelmente a interpretar conforme a ideologia que defendem atacando qualquer outra ideologia diferente feito as religiões.
Anarquistas filosóficos são filósofos e intelectuais práticos em busca de uma terceira linha de pensamento ideológico, que busca a máxima liberdade dos membros da sociedade através da organização, compreensão e conscientização entre outras coisas, de que é possível haver um equilíbrio do que essas outras duas categorias têm a oferecer de realmente útil à sociedade, sem aquela ladainha teórica que jamais corresponde à realidade prática, bastando ser simplesmente honesto e lógico, deixando a emotividade para coisas mais importantes como desfrutar dos (cada vez mais raros) momentos da vida pelos quais os humanos lutam tanto que se esqueceram de viver.
Mas engana-se o anarquista filosófico que pela sua constante aplicação da lógica em suas linhas de pensamento, está isento de involuntariamente tomar decisões equivocadas, agindo como massa de manobra, se os dados que alimentam essas linhas de pensamento estiverem equivocados, o que é muito comum nessa época em que os próprios dados já estão nascendo corrompidos na fonte.
E olha que não me refiro apenas à notícias de jornais, revistas, rádio e TV, mas também, Internet, redes sociais e institutos universitários.

Como vêm, nenhum de nós está isento de ser um idiota, útil ou não.
Por isso, desafio o(a) leitor(a) a todos os dias a todo momento, dedicar alguns segundos tentando responder a si mesmo(a) à pergunta: Que tipo de idiota eu sou?

Ah... eu ía me esquecendo...
Se algum trecho deste texto fere o seu orgulho, ou o orgulho que você tem do que você acredita, é sinal de que você precisa no mínimo, parar para pensar até que ponto você está mesmo sendo honesto(a) para com sigo mesmo(a).
Sugiro clicar nos hyperlinks aí para ver os vídeos, os documentários, as páginas... refletir, pensar à respeito...
Acredite (por experiência própria), você só tem a ganhar, se questionar a validade de suas próprias idéias ao invés de tentar sempre impô-las aos outros.


domingo, 24 de agosto de 2014

Os(as) leitores(as) já devem ter notado que mudei discretamente algumas cores e alguns elementos de design deste blog.
Periga ser a última mudança.
Na verdade, este pode até ser o último texto deste blog, embora eu tenha muito material ainda por revelar ao mundo e eu já disse no Twitter que este blog à partir desta postagem, nunca mais seria o mesmo.
Se haverão outros textos depois deste, isso para mim ainda é um mistério.
Mas se estaremos vivos no dia seguinte já não é um mistério?

Este texto é dedicado à humanidade, à liberdade e à honestidade, coisas cada dia infelizmente mais escassas no mundo atual.


Uma última postagem? Quem sabe?
"Nascemos pelados e com fome. Logo levamos um tapa para aprender o que a vida nos reserva."


Já faz uns 15 anos que penso que por algum motivo, minha vida está para acabar muito em breve.
De certa forma, é um pensamento que a cada ano que passa, torna-se mais verdade, especialmente para um bisbilhoteiro curioso do tipo que publica pontos de vista digamos... incomuns num blog perdido qualquer na Internet.
Pior ainda se esses pontos de vista coincidem com a realidade e pior ainda, se revelam planos secretos de gente muito, muito influente e perigosa (especialmente em ano eleitoral).
Nos últimos anos, eu tenho compilado revelações aqui neste blog e investigado muito à fundo, fazendo experiências em redes sociais, observando comportamentos... Às vezes sendo censurado, às vezes ameaçado.
Já citei várias vezes aqui neste blog, que existe uma guerra silenciosa que está muito além da visão do grande público. Assuntos que a mídia (mesmo a mídia alternativa) nem toca.
Recentemente, resolví fazer uma exposição de um ponto de vista numa rede social e devo ter revelado publicamente, agentes secretos dessa guerra, que inclui espionagem, sabotagem, guerrilheiros, assassinatos políticos (alguns até já citados neste blog há muito tempo), aparelhamento estratégico, terrorismo, ligações com crime organizado e a disputa pelo controle de um montante de arrecadação que passa fácil de 1,5 trilhão de Reais por ano não por um governo, ou por alguns representantes políticos que o compõem, mas por grupos organizados de governantes. E claro, como não poderia deixar de ser, essa minha exposição (do "plano B" de uma certa organização) foi removida pelo dono do tópico (provavelmente um desses agentes) e eu fui "discretamente" ameaçado de modo que pode até ser que este seja o último texto do meu blog.
Ou se não fôr (até porque sou "peixe muito pequeno", já que um blogueiro solitário não tem condição de ser ameaça para a tal organização que detém o poder às vezes totalitário, às vezes absolutista, às vezes meramente ditatorial em vários países da América Latina), eu tenho absoluta certeza de que o meu nome está numa lista de marcados para o extermínio (como já aconteceu no passado em outros países membros dessa organização), seja através de algum "acidente" sem explicação, seja através da contração misteriosa de alguma doença, ou talvez daqui alguns anos, através de fuzilamento mesmo, por "crime de opinião", como eu já citei aqui neste blog.
Se a tal organização não conseguir o que querem desta vez, pode até ser que eu ganhe um pouco mais de tempo de vida, mas acho muito pouco provável (a menos que os Illuminati gostem de mim por algum motivo e resolvam intervir, uma vez que eu trabalho diretamente para eles, embora eles nem saibam... na verdade, nem meus gerentes sabem que trabalham diretamente para eles... acho).
O quê eu tenho a ganhar revelando esse tipo de coisa?
Bom... a resposta é... nada.
Na verdade, revelar ou não, não vai fazer diferença alguma para eles nessa altura do campeonato em que as consequências já se tornaram mera questão de tempo e esses textos aqui, sejam vistos apenas como alguma maluquice, ou mais um desses blogs de "teorias da conspiração" metidos à besta.
Aliás, existem muitos blogs por aí que falam de política, mas a maioria parece a Disneylândia, mostrando um mundo "asséptico" de uma "democracia limpa", mas o fato é que todos têm algum interesse e todos tentam "jogar" um joguinho de intrigas imbecil em que acham que vão convencer por exemplo, um ex-membro da "Comunidade Científica" do Colégio Culto à Ciência de que o tabuleiro é só daquele tamanhinho.
Bom, já que dizem que todo mundo tem algum interesse ao publicar algo, o meu é simplesmente registrar para quem quiser ver, o mundo da forma que eu vejo. Mais nada, já que não tenho o que ganhar com isso além de talvez com alguma sorte, mais alguns anos de vida.
E como sempre digo, não precisam acreditar. Basta questionar e observar que o tempo fará o resto.
Intervir? Ha! Sinceramente, acho impossível.
Por isso creio que este blog não tem influência significativa nenhuma no montante de gente que tem suas vidas focadas apenas no trabalho, na família, em alguma atividade lúdica e na televisão, sua principal fonte de "informação", ou fontes de doutrinação como igreja ou faculdade.
O quê eu tenho a perder?
Ora... meu breve sopro de vida, que pelo menos pra mim, já nem é mais tão interessante.
Apenas mais uma vida perdida entre bilhões de mais ou menos da mesma geração, perdida num planetinha azul, perdido no incalculavelmente imenso oceano cósmico.
Resumindo, está todo mundo perdido.
De todos os mais ambiciosos projetos que eu tive na vida, só um eu não conseguí realizar, de modo que creio eu, posso me dar por satisfeito, já que muito pouca gente no mundo pode dizer isso.
Mas se eu ainda tenho um grande desejo, é o de um mundo livre.
Livre dos governos, das instituições financeiras, das corrupções do ser humano.
Já notaram que os animais não precisam de nada disso?
Quanto à postagem lá na rede social, eu até pensei em postar aqui, no final do texto, mas...
Como estamos em ano eleitoral, melhor não.
Não vai fazer diferença mesmo.
Por via das dúvidas, existem cópias da tal postagem (entre outras coisinhas), muito bem guardadas e espalhadas na "núvem".

"Sempre há um peixe maior."
(Obi Wan Kenobi)

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Talvez possa parecer estranho o tema que escolhí para tentar dissertar aqui hoje, neste blog já famoso pela exposição um tanto depressiva das coisas, embora realista e honesta (coisa que você não verá numa TV, rádio, escola, universidade, igreja ou congregação, ou outras fontes de idéias feitas para expôr as coisas como as pesssoas gostariam de ler ou ouvir.
A verdade na maioria das imensa maioria das vezes é tão ácida, amarga, deprimente, sofrível e injusta, que as pessoas tendem a fugir dela.
O texto de hoje é um mero desabafo pessoal, após um recado enviado à uma conta de alguém que já não existe mais e que por isso mesmo, talvez nunca seja lido.
Perda de tempo irracional, eu sei. Afinal de contas, ninguém chuta urso morto, ou raposa morta.


A ilusão da felicidade eterna e outras verdades trazidas do inferno
"O mar entregou os mortos que nele havia, e a morte e o inferno entregaram os mortos que neles havia; e cada um foi julgado de acordo com suas obras."


Se o céu é o lugar para se desfrutar das verdades agradáveis, o inferno é o lugar para se aprender sobre as desagradáveis e acreditem em mim, a imensa maioria delas é sobre você mesmo(a) e todos os seus atos aqui, na Terra, o lugar onde as mentiras, injustiças e hipocrisias imperam com suas ilusões e por isso o inferno é tão temido pelos mentirosos, injustos e hipócritas enquanto que os honestos e verdadeiros, nada têm a temer por lá.
Eu me lembro bem de ter citado num texto recente, que nós, os seres humanos, somos talvez uma das espécies mais carentes do universo. Carentes de segurança, de atenção, de carinho... coisas que temos em abundância enquanto recém-nascidos, mas que nos são tomadas gradativamente de nossas vidas enquanto amadurecemos, então buscamos compensações ou coisas que nos tragam sensações semelhantes à essa, que inconscientemente é a melhor fase de nossas vidas.
Essas coisas que nos trazem essas sensações, são alegrias temporárias que interpretamos como "momentos felizes" ou "momentos de felicidade".
Como esses momentos podem se sobrepôr numa mesma linha de tempo, pode-se ter essa sensação de forma mais ampla, então é um momento que se interpreta como "estar feliz".
Se isso acontece enquanto você tem alguém que se acostume a compartilhar dessas mesmas coisas e consequentemente, das mesmas sensações ou de sensações semelhantes com você, então você passa a interpretar essa sensação resultante como "ser feliz" ao invés de "estar feliz", pois têm-se a sensação de ser uma sensação permanente, ou seja, a tão sonhada "felicidade eterna".
Só que tem um problema nisso: nada é para sempre.
Embora fosse desejável manter essa sensação o máximo de tempo possível, a vida é feita de fases em que as circunstâncias mudam, mudando também, as regras do jogo.
Aliás, a própria vida é uma fase. Assim sendo, mesmo que essa sensação dure a vida toda, o que é tão desejável quanto improvável, na prática, só existe uma certeza: nada é para sempre. Nem mesmo o Universo.
Assim sendo, toda sensação de felicidade é ilusória e temporária, assim como todas as promessas de amor ou fidelidade "eternos".
Compartilhando um pouco da minha experiência de vida aqui com meus(minhas) leitores(as)... É por isso, não acredito mais nessa ilusão de "felicidade eterna" e todas as vezes que me alguém me prometeu algo desse tipo "para sempre", a promessa acabou em pouco tempo e sempre das piores maneiras possíveis, incluindo a traição de alguém que depois, ainda teve a cara de pau de dizer que eu preciso "ser feliz também", sem perceber que se ilude da mesma forma que me iludiu com o mesmo tipo de promessa que dei crédito pela última vez na vida e que por isso mesmo, posso dizer que já fui feliz naquela ilusão.
Quanto às promessas de amor que acabei fazendo naquela época, considero cumpridas, pois não conheço amor maior (fora o amor de mãe, que é outro "departamento") do que abrir mão da própria ilusão de felicidade para que a pessoa amada possa vive-la, ainda que de forma injusta entre mentiras e blasfêmias.
Se me perguntarem hoje se sou feliz, vou dizer que não. Mas pelo menos, vou dizer a verdade, sem medo de iludir ninguém.
Meu coração, com certeza, não voltou do inferno para ser injusto, mentiroso ou hipócrita, mas não sei por quê ele voltou se fôr para continuar testemunhando injustiças, mentiras ou hipocrisias.
Quem diria que no fim das contas, a testemunha da Verdade mesmo, sou eu.

segunda-feira, 30 de junho de 2014

O sonho de um garoto que cresceu sob um teto cheio de goteiras em que eram contínuas as brigas domésticas, era meramente construir uma família livre do tipo de conflitos que eu testemunhei da minha infância até a adolescência, em que os computadores acabaram se tornando os meus melhores amigos, o que me fez ser o homem que sou hoje.
Embora as pessoas frequentemente me vejam, contando piadas, elogiando-as ou tentando faze-las ter uma vida melhor, rindo ou sorrindo, postando um clip musical por dia para que as pessoas tenham alguma experiência emocional boa referente a uma boa música... se me perguntarem se eu sou feliz, a resposta é um simples não. E já desistí de acreditar que algum dia eu possa se-lo.
Não é esse o mundo que eu quero para os meus filhos e é exatamente por isso que já há muitos anos, desistí de te-los.
E construir uma família, o grande sonho... se foi no ano passado, com o último resto de crença que eu tive num futuro feliz com uma companheira incrível que tinha tudo para ser "a" excessão à regra. mas o destino acabou mostrando que a excessão à regra mesmo, sou eu. Só eu. E por isso mesmo, cada dia tenho mais certeza de que eu não vou viver mais muito tempo.
Repetindo: Este não é um blog sobre política.
Não sou extremista nem de esquerda, nem de direita e não acredito em nenhum desses dois modelos que a meu ver, estão completamente falidos e agora ameaçam a própria existência futura da humanidade.



Corrupção cultural

"Eu quero uma cultura de pessimismo. Um mundo abandonado por Deus."
(Georg Lukacs)


Este mês, eu quase desistí de vez, de escrever aqui neste blog, encerrando mais de 10 anos de exercício de reflexão que compartilho com meus(minhas) queridos(as) leitores(as).
Para todo lado que vejo, só propaganda, mentira (mesma coisa), hipocrisia, valores humanos sendo trocados por crenças dogmáticas tanto na política quanto na religião, cidadãos absolutamente inconscientes de que eles, os cidadãos é que são o Estado ao invés do Governo, que aliás, deveria ser apenas uma instituição para representa-los, ao invés de uma "mãezona" da qual as pessoas se condicionam a dependerem e a morrerem de medo dela.
Como sociedade, hoje somos todos alienados de alguma forma e (embora uns mais, outros menos), não passamos de zumbís movidos à emoção ao invés da lógica e as emoções podem ser facilmente controladas discretamente, sem que percebamos e assim, ditam-se nossos comportamentos, nossas idéias, nossa visão de mundo, nossas "verdades", nossos valores, nossas crenças.
Estamos todos condenados a um escravismo por uma elite que simplesmente aceitamos que tenham todo o poder e nenhuma responsabilidade. (Embora que apenas aparentemente, trocando uma elite por outra.)
Demos nossas armas a eles, nosso poder a eles e daremos nossas propriedades, o fruto dos esforços de nossas vidas e de nossos antepassados, nossa privacidade e enfim, nossas vidas, quer queiramos, quer não queiramos, porque a cadeia de obediência formada pelo medo, faz com que nós, indivíduos nos tornemos impotentes diante das vontades dessa elite.
Em junho do ano passado, podemos ter visto aqui no Brasil, o último suspiro de uma sociedade, o último suspiro de uma organização dos cidadãos que se uniram, mostrando lindamente seu poder como Estado de Direito diante de seu Governo que desde então tem movido seus pauzinhos em todos os sentidos para evitar futuras manifestações organizadas como aquelas.
Famílias inteiras foram às ruas, mas hoje não vão mais, com medo das tropas de choque e dos black blocs* (que até então não existíam... no máximo, agentes infiltrados na tentativa de invalidar a legitimidade dos protestos) bem como investimentos pesados em equipamento policial para conter manifestações.
Investiram em leis que exigissem líderes responsáveis para cada manifestação, de modo que naturalmente serão responsabilizados criminalmente caso infiltrados e black blocs resolvam aparecer para causar estragos, bagunças e depredações (de patrimônios que nada têm absolutamente nada a ver com os protestos, diga-se de passagem), além de burocratizar possíveis reações imediatas da população, dificultando manifestações de protesto.
Já os infiltrados e black blocs (formado na maioria das vezes por criminosos e "idiotas úteis"), naturalmente permanecerão impunes (e com uma boa reflexão sobre sua função nessa história, é fácil saber quem está por trás deles).
Não bastasse a situação nítida de guerra declarada entre o Estado de Direito e as forças do Governo, este imediatamente ainda força em regime de urgência, a aprovação de leis para "regularizar" (leia-se "controlar") as redes sociais, o moderno e democrático e dinâmico meio de comunicação através dos quais os cidadãos poderiam se organizar, além do já conhecido controle dos tradicionais meios de comunicação (TVs, jornais e revistas) através de concessões feitas apenas a parceiros de confiança ou rabo preso com o Governo.
Já começam a listar "inimigos do governo" em seus sites, meramente por esses indivíduos exercerem seu direito democrático constitucional de livre expressão de opinião, como se só tivesse validade a "democracia" imposta autoritariamente e como se todo o resto tivesse de ser criminalizado ao invés de respeitado e ouvido como numa democracia de verdade.
A pergunta que fica agora é... Como nós, cidadãos deixamos tudo isso acontecer e chegar nesse ponto?
A resposta está num fator que eu chamo de corrupção cultural, embora muitos chamem de marxismo cultural, por ter tido orígem em 1917 (e cada grupo tem uma visão relativamente diferente sobre isso, mas nada além do já esperado), com a explosão dos movimentos socialistas e suas múltiplas correntes e nomes diversos como "social-democracia", "nacional-socialismo" e múltiplas tentativas de associar o movimento a "causas dos trabalhadores", ou "causas operárias" e com essas coisas, o surgimento de duplicidade de significado de certos termos-chave como "democracia", "regulamentação", "revolução" e mais recentemente, "progressismo" e que alavancariam toda a sua propaganda e assim, através da confusão das idéias, implantarem aos poucos sua ideologia através dos tempos.
Enganam-se os que pensam que isso não foi minuciosamente planejado.
Na verdade, o truque é muito simples e já está em prática desde o começo do século 20 e com poucas variações, dependendo da "vertente", no geral, todas elas seguem esses mandamentos:
1 - Confunda os significados das coisas fazendo com que elas se pareçam com complexos planos de soluções politicamente corretas, mas que sempre escondem um objetivo escondido em um parágrafo, uma linha, uma palavra. Se possível, cause fatos para justificar a apresentação desses planos.
2 - Procure sempre diferenciar os grupos de pessoas por coisas que elas possam ter em comum, chame-as de "classes sociais" ou "categorias" e convença cada grupo desses de que eles são uma "minoria oprimida" de modo a joga-los uns contra os outros, enfraquecendo assim, o poder de união da sociedade.
3 - Invista pesado em propaganda de coisas que causem reações emocionais para prender e desviar a atenção do raciocínio lógico, como por exemplo, futebol, novelas com apelos dramáticos ou programas de televisão com apelos sexuais. Promova o uso de drogas e o consumo excessivo de bebidas. Controle toda a mídia para tornar isso possível.
4 - Faça com que a mente das crianças sejam corrompidas desde a infância, preferencialmente pelos próprios pais com valores que as impeçam de no futuro, poderem constituir famílias unidas.
5 - Controle as escolas e as universidades para que corrompam os alunos. Inclua resenhas direcionadas e faça-os ler tantas dessas idéias a ponto de serem incapazes de desenvolver idéias próprias.
6 - Façam leis para culpar a vítima e enaltecer o criminoso e faça com que a sociedade ache isso normal.
7 - Desarme o cidadão, arme o criminoso e faça com que a vítima jamais tenha esperanças de confiar na justiça ou mesmo na polícia.
8 - Jamais assuma seus reais objetivos. Apóie-se em sua propaganda, por mais mentirosa que ela seja.
9 - Estimule o consumismo e a ostentação para fortalecer sua propaganda sobre as diferenças de classes e instigue o ódio e o nojo entre elas.
É preciso estar atento a essas diretrizes para poder combate-las antes em si mesmo(a), para só depois, com inteligência ao invés da força bruta, desmascarando-as bem como quem está por trás de cada uma delas, mas fazendo com que as pessoas percebam por elas mesmas, pois se você apontar diretamente, será ignorado(a), hostilizado(a), ou mesmo criminalizado(a) por você não ter apoio unânime de uma sociedade condicionada a combater idéias racionais, muitas vezes usando de um "racionalismo" formado por dados corrompidos emocionalmente.
Se não existe poder maior que o poder armado, em ideologia não existe arma mais poderosa que a verdade. E como "verdade" cada um tem a sua, a minha dica aqui é: cautela, cuidado, respeito, paciência, serenidade e firmeza de caráter.
Ódio, estupidez e agressividade, são respostas desesperadas de quem não tem argumento.
Lembrem-se sempre disso.

* Nota: Os black blocs, apesar de empunharem a bandeira negra, um dos símbolos do anarquismo, eles NÃO SÃO ANARQUISTAS! Já existe desinformação demais no mundo sobre o que vem a ser o anarquismo. É bom deixar as coisas bem claras: anarquista (pelo menos o anarquista filosófico) não quer bagunça, nem desordem, nem caos. Anarquista de verdade, quer liberdade, ordem, inteligência e respeito ao próximo.

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Por confiarmos num futuro, construímos um belo castelo.
O mais lindo castelo de de sonhos que já se viu.
Então veio um cão raivoso e com sua fúria, destruiu nosso castelo e entregou nossos preciosos sonhos ao vento, que os levou para si.
Agora, não restaram nem confiança num futuro, nem castelo, nem a areia do qual ele era feito.


Virtualização
"Apenas quando somos instruídos pela realidade é que podemos mudá-la."
(Bertolt Brecht)


Segundo as evidências científicas atuais, acredita-se que os primeiros organismos vivos na Terra, teriam surgido há cerca de 3,5 bilhão de anos atrás.
É impossível saber o grau de conciência que esses seres unicelulares que mal faziam fotossíntese poderiam ter. (Embora seja mais ou menos o mesmo de alguns arrogantes macacos modernos que se julgam conscientes... pobres mentes insanas!)
OK, é mesmo muito difícil imaginar 3,5 bilhão de anos de evolução da consciência até a moderna consciência humana, mas a ciência moderna consegue estimar com a precisão do mapeamento molecular do genoma (pelo menos desde 2003), cada mínimo passo de sua evolução biológica, consagrando o trabalho de Charles Darwin, (antes tido como revolucionário e "perigoso" demais para o seu tempo) como um dos mais exatos e completos da história humana.
E com cada um desses passos, veio uma nova experiência, uma nova adaptação e assim, sucessivamente até que uma, das três espécies de chimpanzés atualmente conhecidas pela Ciência, começou a fazer relações entre as coisas e a pensar, fazendo nascer aí, o pensamento. E com ele, o raciocínio, a arte, a cultura e os interesses. E com os interesses, a corrupção do raciocínio, da arte e da cultura para que os interesses prevaleçam à todo custo... (E que custo!)
Com o raciocínio, com a arte e com a cultura, se desenvolveram os valores humanos.
Valores esses, inestimáveis, resultado de 3,5 bilhão de anos de evolução da vida neste planeta, até então, o único que conhecemos contendo vida inteligente, o que faz da nossa espécie, talvez uma das mais carentes do universo (assumindo que certamente existem outras formas de vida inteligentes no universo conhecido, mas que ainda desconhecemos e que certamente também têm seus valores culturais assim como nós).
E por sermos uma espécie carente, decidimos preservar a consciência desses valores sob a forma de escrita, de música, de escultura... enfim, de arte, de cultura para assim, podermos compartilhar um pouco do que somos uns com os outros, numa tentativa desesperada de quebrarmos a barreira do tempo, imortalizando nossas experiências de vida para que as futuras gerações possam aprender com elas, e assim, crescerem, se desenvolverem, sem precisarem por exemplo, enfrentar os tipos de conflitos e dificuldades que nossos antepassados tiveram de enfrentar, como guerra, fome, ditaduras, governos tiranos, fuzilamentos de inimigos políticos, registros mentirosos na história em função de propaganda política, etc.
Só que como todo esse material ocupa muito espaço físico, nós, com nossa brilhante engenhosidade, inventamos um jeito de armazenar tudo isso, virtualizando através da digitalização, transformando praticamente tudo o que podemos em dados simbólicos, assépticos, facilmente replicáveis, compartilháveis e armazenáveis, de modo a ocupar muito menos espaço físico.
Podemos ser a última geração que leu livros de papel, que ouviu discos de vinil, que viu projeção cinematográfica de película, que usou dinheiro de papel.
E agora, na correria desenfreada pela sobrevivência altamente competitiva do mundo moderno, estamos virtualizando nossas economias, nossas conversas, nossos amigos, nossas paixões, nossos amores... e no desespero cada vez maior pelo armazenamento seguro disso tudo, virtualizamos nossas vidas e as estamos confiando à tal "núvem", que à princípio representa enormes datacenters com seus dados replicados de forma altamente segura e redundante espalhados pelo mundo.
Só que esses datacenters têm dono e custa caríssimo guardar e gerenciar tudo isso.
Hoje, os donos do mundo, são os donos do dinheiro, que aliás, foi uma das primeiras coisas a serem virtualizadas e guardadas na tal "núvem".
E muito em breve, os donos da "núvem", serão os donos de tudo o que a vida neste planeta fez, nos últimos 3,5 bilhões de anos e poderão inclusive, contar toda essa história como eles bem entenderem, bastando mudar os dados da núvem ao seu bel-prazer.
Não haverá mais privacidade, não haverá mais liberdade, não haverão mais sonhos, nem amores, nem vida.

terça-feira, 29 de abril de 2014

Relacionamentos vêm e vão... e com eles, sempre as mesmas promessas de "amor eterno".
Só este mês, fiquei sabendo de três dos meus amigos que terminaram seus relacionamentos e um quarto que... digamos... está com problemas já conhecidos de longas datas.
Esses dias, uma amiga minha postou um belo texto de autor desconhecido no Facebook que eu fiz questão de procurar na Internet algum link que tivesse o tal texto para poder divulgar aqui, nesse link.
É uma lição de vida e tanto aos que estejam começando algum relacionamento, ou aos que têm ainda esperanças de conseguir construir um relacionamento de verdade ao invés de mera pegação sem valor.
Aqui, uma dica por experiência própria: procure extender seu relacionamento à família do(a) seu(sua) parceiro(a), porque mesmo que seu relacionamento seja absolutamente perfeito, a família do(a) outro(a) pode destruir tudo com absoluta facilidade. E se houver a menor chance da tal família "encrespar", desista o quanto antes, especialmente se fôr uma família que frequente algum ambiente religioso.
Não se enganem! Nesse meio, nada é mais poderoso que a mentira e a hipocrisia! E a verdadeira palavra de ordem para eles é "amai-vos uns aos outros e odeie todos que não fizerem parte da mesma religião".

Já o texto de hoje aqui neste blog, é em nome dos poucos que ainda têm valores familiares de verdade em suas mentes. Valores esses, confundidos com "valores ocidentais" ou mesmo "valores capitalistas" por aqueles estúpidos seguidores da Escola de Frankfurt, que sim, reconheço a genialidade em desenvolver toda uma poderosa metodologia de corrupção desses valores através de uma espécie de homeopatia psicológica coletiva à (muito) longo prazo, porém, a cegueira ideológica os fez atacarem valores que eles atribuem ao capitalismo/imperialismo, mas que já existíam muito antes das primeiras transações comerciais sequer terem início.


Como se destrói uma ideologia?
"Somos todos visitantes deste tempo, deste lugar. Estamos só de passagem.
Nosso objetivo é observar, crescer, amar... e depois, voltamos para casa."

(Provérbio aborígene)


Em primeiro lugar, vamos definir o que trataremos por "ideologia" aqui: um conjunto de idéias organizadas com um determinado propósito.
Ora... Idéias não podem ser destruídas por armas, por exércitos ou por sentimentos como o ódio ou a raiva. Aliás, qualquer um(a) que use ódio ou raiva como justificativa ideológica precisa urgentemente de tratamento psiquiátrico! Ódio nunca fez bem algum a ninguém e só serve para destruir o bom-senso crítico, tornando as pessoas estúpidas e ignorantes, incapazes de raciocínio neutro.
Idéias, enfim, são indestrutíveis. Já está mais do que provado historicamente que as idéias conseguem facilmente sobreviver a ditaduras, governos autoritários, guerras, assassinatos em massa, mudanças de regime político, bombas, genocídios, queimas de livros, censuras e doutrinação midiática. Logo, tentar destruí-las através da ilusão de que idéias opostas têm esse poder, é pura perda de tempo.
Porém, as idéias podem ser mudadas, aprimoradas lentamente ao longo do tempo, especialmente se valores psicológicos forem atribuídos a elas de forma inconsciente (no bom estilo "programação neuro-linguística), até porque se você tentar aplicar esses valores de forma consciente, haverá um bloqueio psicológico e a mudança não ocorre.
Mas existe um problema ao se tentar induzir uma mudança de idéias de modo inconsciente: é um processo lento. Extremamente lento.
Pode levar gerações, mesmo com altíssimos investimentos em múltiplas frentes diferentes ao mesmo tempo para se induzir as linhas de pensamento que se pretendem.
Se por um lado a Natureza desenvolveu esse processo de formação de ideologias nos moldes da Evolução Natural das Espécies e o Homem aprendeu a dribla-la gerando espécies diferentes de seres através do Cruzamento Seletivo, o mesmo pode ser feito com as idéias.
Assim sendo, muito mais eficiente do que a censura tradicional que se baseia na omissão ou manipulação da exibição dos fatos, os fatos criados artificialmente (geralmente criados por grupos sociais pré-convencidos de que são de alguma forma marginalizados), o financiamento de instituições e movimentos "politicamente corretos", que na verdade criam ou doutrinam valores distorcidos (e que geram os tais "grupos sociais marginalizados"). E a constante repetição desses valores ao longo de toda a existência de vida de uma pessoa, moldará nela, exatamente as idéias que se pretendem moldar.
É por isso que os governos totalitários modernos são os recordistas de investimentos em programas de aspecto assistencial que até têm finalidades eficazes em relação ao dizem propôr, mas cada um deles, visa corromper ou direcionar uma idéia ao longo dos anos (gerando idéias de "grupos sociais marginalizados") e esse processo terá mais força se essa idéia tiver algum valor psicológico inconsciente atribuído. (Que se grife bem essa palavra "inconsciente" aqui.)
Esse método é mais lento e discreto que o utilizado pelas religiões a milênios e tão eficiente quanto. E portanto, se proteger disso não é nada fácil.
Porém, existe um jeito: através da lógica pura e simples, isenta de carga emocional. É o que chamamos de análise crítica, parte importante do chamado "método científico".
Como o raciocínio lógico é desestimulado de todas as formas possíveis (como já foi amplamente explorado nos mais de 10 anos de existência deste blog) e uma característica comum dos métodos de doutrinação ideológica é a enorme "complexidade justificável" que tornam as questões quase impossíveis de serem claramente entendidas, elas geralmente acabam sendo aceitas como "verdades", sem questionamento efetivo.
 Para evitar isso, uma boa prática consiste na simplificação das questões, numa espécie de versão abstrata de um truque bastante conhecido dos matemáticos, a "fatoração".
Isso consiste em pegar uma divulgação de algo que a princípio pode parecer altamente complexo e ir rastreando os fatos confirmados ao invés dos discursos e versões oficiais dos mesmos, assim, simplificando ao máximo cada estágio da questão, até que se alcance uma visão extremamente ampla e nítida do todo, independente dos discursos e versões oficiais.
Assim, com bastante prática de observação, esse método pode ser usado para se descobrir por exemplo, a idéia oculta por trás de um programa assistencial, ou da criação de uma comissão, ou de uma propaganda.
Esse método tem a vantagem de lidar apenas com fatos, com consequências, excluindo todas as múltiplas interpretações (especialmente as mais carregadas de chavões ou palavras de ordem emocionais) que se têm sobre a questão, garantindo-se assim, a neutralidade da solução e uma aproximação muito maior da realidade.
Agora, deixo aos leitores um alerta: se você fôr incapaz de fazer esse tipo de fatoração, lamento, você é o que talvez você mesmo(a) chame de "idiota útil", independente do seu ponto de vista ideológico.

Exercícios:
1 - Ao escolher qual shampoo comprar, já notou que os fabricantes disponibilizam uma enorme variedade de embalagens diferentes, para diversos tipos de supostos problemas que seus cabelos podem ter, mas todos eles têm praticamente os mesmos ingredientes ativos e que na prática, só servem para limpar seu cabelo?

2 - Tente descobrir "a quais grupos sociais marginalizados" você pertence, quais rótulos você se atribui e se esse rótulo tem mesmo razão de ser, ou se não são idéias que puseram em sua mente. observe que na prática, todos nós somos diferentes e únicos, mesmo que tenhamos algumas coisas em comum. Logo, se somos diferentes, é inútil achar que temos de ser todos iguais em alguma coisa, exceto em relação ao respeito uns aos outros - é o que nos faz realmente viver em paz na sociedade.
3 - Se você tiver seu ponto de vista e quiser expô-lo, faça-o respeitando as opiniões opostas. Ao invés de tentar rebate-las, procure ouvi-las cuidadosamente e com calma. Questione depois, item a item sem pressa.
Não importa quem está certo numa discussão desse tipo e sim, quem consegue compreender melhor o ponto de vista do outro. O tempo se encarrega de mostrar quem estava certo ou errado, embora que infelizmente, sempre tarde demais para que alguma ação possa corrigir as consequências.
Se você é jovem, lembre-se que para que se tome ações preventivas certeiras, é extremamente necessário um conhecimento que só se adquire com a experiência, uma vez que o conhecimento histórico (apesar de importantíssimo) pode ser altamente influenciado por múltiplas interpretações.
4 - Aprenda a prever ações futuras à partir de observação de consequências e você aprenderá a identificar fácil os mentirosos.
Dica de ouro: seja prático(a) e simples. Quanto maior a complexidade de uma linha de raciocínio, mais fácil é se perder nela.


Conclusão: ideologias não se destróem, não se combatem. Se aprimoram.
O conhecimento coletivo não é feito de unanimidade, mas da compreenção das diferenças.
Uma ideologia única, funcional, só será possível no dia em que todos tivermos essa consciência.
E essa ideologia, não será estática, fixa. Será permanentemente dinâmica e mutável, formada justamente pelas diferenças.
Unanimidade não é, nem nunca foi sinal de pensamento. Ao contrário, sempre foi certificação de ignorância.

quarta-feira, 26 de março de 2014

Ando extremamente frustrado com os caminhos que este mundo está seguindo.
Ao mesmo tempo em que a Escola de Frankfurt foi incrivelmente engenhosa em desenvolver todo um sofisticado projeto de destruição do que chamaram de "valores ocidentais", foram incrivelmente imbecís em incluir valores humanos que entre outras coisas, garantiram a própria sobrevivência da espécie humana desde a pré-história (e que são comuns em praticamente todas as espécies animais conhecidas), sempre usando apelos psicologicamente emotivos e "politicamente corretos" invertendo valores básicos como justiça, verdade e reputação ao longo do tempo, lentamente e disfarçadamente, minando valores culturais e... bom, para não dizer que isso é de todo ruim, pelo menos isso está tirando o poder absolutista da religião romana. Talvez a única coisa boa nessa história toda.

Além disso, estou cada dia mais de saco cheio deste blog e cada dia mais triste de ter transformado meu blog pessoal numa espécie de guia de observações históricas e políticas contemporâneas, mas a bem da verdade, publicar coisas que a mídia mainstream não publica, é mais que uma necessidade, uma obrigação de qualquer blogueiro que queira expôr sua opinião pessoal de uma maneira mais didática e permanente do que numa porcaria de rede social qualquer. Então, sob esse ponto de vista, é um mal necessário justificável.
Os pontos expostos na postagem de hoje, você muito provavelmente não verá em nenhum outro lugar na Internet e são fruto de puro acúmulo de observações e experiências próprias efetuadas muito cautelosamente repetidas vezes ao longo dos anos.


Uma Guerra Silenciosa
"O fascismo é um filho do marxismo"
(Pe. Paulo Ricardo de Azevedo Júnior)


Alguém percebeu que apesar de vivermos uma época em que a população se divide basicamente em dois grupos radicalmente opostos, não temos NENHUM grupo radical terrorista como um IRA ou Hizbolah explodindo bombas nos grandes centros urbanos? (Felizmente!)
Isso acontece porque estamos vivendo uma época em que as tradicionais guerrilhas urbanas começam a sair das ruas e invadir os ambientes virtuais, num fenômeno sem precedentes na história humana. Uma faceta das guerras cibernéticas, antes confinadas às mídias tradicionais, agora ganham interatividade e com isso, os leitores antes passivos, hoje deixam de ser meros expectadores inocentes e passam a ser soldados inconscientes de guerras ideológicas em tópicos de redes sociais e num futuro não muito distante, será impossível negar sua opinião e o governo poderá usar suas exposições contra você.
Aliás, pelo andar da carruagem, é apenas uma questão de tempo para que isso aconteça, já que permitimos a cada novo dia, que o governo (que deveria ser no máximo, nosso mero representante) tenha mais e mais poder sobre nossas vidas pessoais ao invés de nós, como cidadãos, SERMOS o Estado efetivamente.
Podem xingar, me chamar de paranóico, ou o que inventarem de dizer sobre mim... Mas não esqueçam que muito do que eu disse neste blog de fato aconteceu. Especialmente quando eu dizia que estávamos todos sendo espionados, como aliás, ainda estamos e mais: estamos cada dia mais expostos. (Nós, que nascemos até meados dos anos 1990, fazemos parte das últimas gerações que conheceram o real significado da palavra "privacidade".)
Mas voltando às guerras ideológicas nas redes sociais, a grande maioria das pessoas não conseguiu ainda perceber o tamanho do terror psicológico a que estão submetidas diariamente, num ambiente onde grupos altamente especializados andam treinando pessoas para combate virtual, adaptando inclusive técnicas clássicas de estratégia de combate israelense (algumas antes confinadas apenas ao serviço secreto de Israel) para o mundo virtual, trocando a munição por bases de dados contendo respostas prontas à qualquer reação ideológica - e o pior: chamam isso de "democracia".
Podem reparar: se de repente numa rede social, aparecer alguém tentando invalidar a sua opinião apresentando um monte de argumentos extremos (cuidadosamente pré-selecionados para essa finalidade) e logo na sequência aparecer alguém comentando de você dizendo "fulano(a) falou um monte de merda..." (para provocar uma reação emocional imediata), ao invés de responder (ingenuamente pensando que tratam-se apenas de opiniões pessoais de dois participantes comuns das redes sociais) abandone o tópico e deixe-os falando sozinhos imediatamente!
O objetivo desses caras é tentar prolongar o diálogo o máximo possível, desmoralizando a opinião da pessoa publicamente em todas as suas colocações possíveis, fazendo-a de exemplo público e assim, num jogo de terror psicológico, cala através do medo de se manifestarem, os outros participantes do tópico que teriam quaisquer opiniões contrárias às apresentadas por esses assassinos ideológicos, conhecidos como "militantes virtuais".
Para efeito comparativo de como esse esquema funciona, o Serviço Secreto Israelense (para cercar e "neutralizar" um agente inimigo) costumava utilizar dois agentes armados com sub-metralhadoras Uzi (o equivalente virtual seria o tal banco de dados com respostas prontas, nem sempre válidas, mas consistentes com uma linha de pensamento que se deseja pregar publicamente como sendo "a única verdade") e um terceiro agente, um "motorista", que além de prover transporte aos agentes ao local da operação, se a operação falhasse, ele tinha instruções de bater em retirada para avisar e buscar reforços (no mundo virtual, esse cara direciona estrategicamente os "agentes" para tópicos que possam render resultados e se esses "agentes" começarem a falhar, ele chama mais desses assassinos ideológicos treinados para cumprir a missão).
E engana-se quem pensa que tratam-se apenas de fanáticos online. Esses caras muitas vezes são inclusive PAGOS para isso. E quem os paga? Grupos de partidos políticos com interesses em comum, oras! (Não pense que é só partido um não!)
Tudo o que eles querem é que você não se reúna com mais gente que observa as mesmas coisas e que juntos, possam juntar suas idéias e ORGANIZA-LAS numa força conjunta capaz de desmascara-los e neutraliza-los.
O pior é que isso, essa guerra ideológica é só UMA das muitas facetas desonestas do que chamamos de "democracia". (Inclua aí, os discursos de vários grupos ativistas que se apresentam como humanitários, culturais e até ambientais... mas isso eu deixo para o(a) leitor(a) bisbilhotar... por enquanto.)
Espero que este texto possa ter ajudado você, cidadã(o) consciente, a perceber o quanto suas idéias, observações e principalmente ações práticas individuais, podem ser importantes ou perigosas aos interesses de gente inescrupulosa, sedenta de poder.
Se querem uma dica, é... Pare de ser ingênuo(a)! A verdade e a honestidade são e sempre serão o melhor e mais poderoso escudo da reputação e da integridade. E sua mais poderosa arma é o poder dos fatos.
Lembre-se sempre: Toda propaganda é e sempre será enganosa.

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Este não é, nem nunca foi um blog sobre política.
Mas é lamentável que este blog tenha de guardar em suas linhas, tantas lamentações quanto à atual situação política, econômica e social do Brasil, terra de um povo prostrado, desarmado e oprimido por um governo formado por bandidos, em que a comunicação está cada dia mais falha e proibitiva (e se não tomarmos cuidado, nossa Internet virará Intranet nacional), em que o sistema energético está cada dia mais capenga e que já começa a ter racionamentos de água.
Ora... qualquer um que tenha um mínimo de conhecimento sobre estratégias militares, sabe que as três primeiras coisas que você corta de um território antes de invadi-lo são a comunicação, a energia e a água.
E agora, a Rússia pretende instalar bases militares em Cuba e Venezuela, além de Nicarágua e Vietnã, num lamentável recomeço do pesadelo da Guerra Fria. (Resta saber como os Estados Unidos reagirão à isso.)
Para piorar a sensação de déjà vu, já se fala numa manifestação dia 22 de março, entitulada "Marcha da Família com Deus pela Liberdade", exatamente nos mesmos moldes da que ocorreu 50 anos atrás (embora no dia 19), antes do "golpe" (ou "contra-golpe"?) de 1964, não bastasse o cenário todo muito parecido, exceto pelos valores culturais, hoje bastante diferentes das daquela época, muitos deles invertidos ou destruídos pelo fenômeno conhecido como "Marxismo Cultural" e pelo fato de que não há nem um embaixador fazendo recomendações ao governo dos EUA (que está praticamente quebrado pela prática de seu "esporte nacional" de ser a "polícia do mundo"), nem militares se preparando para atender aos apelos da população que os tirou do poder e que está longe de amadurecer politicamente para saber praticar democracia sem perder suas liberdades.
Se existe um Deus... que nos ajude.



As idéias dos outros que se danem! Eu quero saber é das SUAS idéias!
"Pensar contra foi sempre a maneira menos difícil de pensar."


Uma particularidade curiosa dos universitários no Brasil, especialmente nas áreas de Ciências Humanas, é que eles lêm muito. mas muito mesmo, o que é ótimo, mas quando vão escrever, eles apontam excessivamente para os pensamentos dos outros, estudos dos outros, citam textos de um monte de gente e disputam ferrenhamente quando surge algum ponto de vista que questiona o ponto de vista deles, sempre apontando as idéias que leram como defesa.
Aliás, é tanta defesa usando as idéias dos outros que não sobra espaço para a exposição de suas próprias idéias e pior (muito pior) não sobra espaço para o questionamento de suas próprias idéias, até porque no final das contas, elas são idéias dos outros!
Existem cobranças excessivas em quantidade de literatura das idéias dos outros, mas o incentivo ao desenvolvimento das próprias idéias é irrisório.
E essa quantidade de literatura cobrada, se fôr direcionada para apenas uma linha de pensamento, acaba tendo o mesmíssimo efeito das lavagens cerebrais, o que pode causar uma unanimidade altamente perigosa e improdutiva ao desenvolvimento filosófico e cultural.
Exercício: experimente questionar uma linha de pensamento de qualquer recém-formado de qualquer área de Ciências Humanas e praticamente em todas as vezes que você fizer isso, esbarrará com citações a diversos autores e a mesma expressão pronta de sempre: "existem vários estudos..."
Por favor, usem o próprio cérebro e parem de depender dos cérebros dos outros!
Aliás, questionem sempre todas as idéias que lhes aparecerem à sua frente, jamais de imediato, especialmente rebatendo com alguma citação em tentativas desesperadas de fazer com que você pareça mais "intelectual" do que realmente é (mas que tem potencial para ser muito mais intelectual do que se tivesse lido todos os livros da Terra se souber observar e relacionar o que já lê ao invés de apenas memorizar - e existe um limite para a memorização).
Lembrem-se também de que "existem vários estudos" sobre incontáveis assuntos que no final das contas, mais confundem do que esclarecem e muitos deles, lá no fundo só servem para garantir bolsa de estudos dos tais autores que vão tocando os tais "estudos" até o fim de suas vidas ou até que o dinheiro da bolsa acabe, bem ao estilo Dr. Peter Venkman, ou, (para citar um personagem da vida real), Trofim Denisovich Lysenko e sua teoria furada de que comportamentos poderiam moldar a Evolução Natural das espécies.
Embora encher seus textos e exposições das citações, publicações e estudos dos outros, das defesas das idéias que você agregou e adotou como se fossem suas, pode servir muito bem para você conseguir certificados, se formar, ganhar discussões, mas jamais fará de você um intelectual de verdade, capaz de meditar por dias sobre suas próprias observações e assim, ter sua própria visão dos fatos, ainda que, na maioria das vezes, seja forçado a guardar suas observações e idéias para você, como Charles Darwin fez durante todos os anos de suas pesquisas, ou Galileu Galilei que por muito pouco não virou churrasco da Igreja.
Gente que pensa, é gente potencialmente muito perigosa à hegemonia do Poder, que depende da hegemonia cultural para que se mantenha a obediência coletiva.
E o Poder, nesses casos têm duas opções: agregar essas pessoas como aliados (a maioria dessas pessoas trabalha para as maiores corporações da Terra) ou neutralizando-os de alguma forma, seja chamando-os de loucos, desqualificar suas idéias atribuindo-as a influências politicas ou religiosas de orígem obcura ou duvidosa, ou ainda destrata-los publicamente, atribuindo-lhes crimes que não cometeram, ou coisa pior.
Mas por quê gente que pensa é perigosa à hegemonia do Poder?
Porque essas pessoas conhecem o prazer da liberdade de pensamento. E tendem a lutar por em liberdade do Poder. Liberdade do "governo-babá". Lutar por torarem-se independentes dele.
Se conseguirem um dia, seria o fim da opressão dos poderosos, como ocorre tanto nos regimes de esquerda quanto de direita.
Pensar é muito mais importante e produtivo do que combater pensamentos.
Pense nisso!
Aliás, pare e observe para pensar... sempre!
Depois, você perceberá  com o tempo, que suas idéias se tornarão para você, mais importantes do que todas as que já leu e cujo crédito jamais será seu.
Precisamos das suas idéias para reorganizar o mundo.
Porque as idéias dos outros... são as que causaram toda essa bagunça que você vê no mundo hoje.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

A felicidade só é possível às pessoas capazes de se iludir.
Pena que as ilusões nunca durem para sempre!
Em busca da "felicidade eterna", o ser humano se definha em paixões desenfreadas, comete loucuras, se mata... irracionalmente, incapaz de entender que toda paixão é uma ilusão e quanto maior, maior é a decepção quando a ilusão se vai.
E os momentos de felicidade, ah! Os momentos de felicidade... esses ficam eternamente na saudade... mas deixam de ser felicidade e viram tristeza.
Assim, de tristeza em tristeza, as ilusões vão deixando de iludir e forma-se a consciência de que a única realidade, que jamais te deixará de verdade, é a solidão.
Porque ela é incondicional, atemporal, independente de distância, de crenças, de rótulos, de diferenças, de terceiros...
Por mais que desejemos, por mais incompletos que sejamos, a única companheira real que temos em nossas vidas e que nos acompanhará até na morte, é a solidão.


E agora?
"Não é sinal de saúde estar bem ajustado à uma sociedade profundamente doente."


Passei o mês inteiro pensando sobre quê escrever aqui neste blog.
Muitas idéias passaram pela minha mente, todas elas tentando alertar para as coisas que estão para acontecer e que formam um quadro global muito pior do que o que se pode imaginar de como está hoje, especialmente aqui, no Brasil.
Mas já passei os últimos anos escrevendo sobre isso e penso que se eu continuar escrevendo apenas sobre isso, vou cair na mesma besteira dos outros blogueiros em deixar de enfatizar o que realmente importa e que é o grande objetivo da existência de gente como eu, que se propõe voluntariamente a expôr suas idéias e pontos de vista ao mundo.
Verdades, tidas como "absurdas demais" graças à milênios de condicionamento, mas ainda assim, verdades.
A incapacidade da imensa maioria da população mundial em ter uma visão clara de como o mundo funciona, nos incomoda profundamente, porque assim como todo mundo, queremos um mundo melhor, mas não queremos revolucionar nada, não queremos promover nenhuma corrente política em prática atualmente... aliás, condenamos todas elas.
De um lado, temos as políticas de esquerda, cujas conseqüências sempre são invariavelmente o fim da propriedade privada, o fim da justiça e a imposição de um governo ditatorial totalitária que chama todo e qualquer ato (inclusive a remoção de famílias de uma área em nome de sua "propaganda", ou mesmo o genocídio em massa) de "democracia", transformando a população em escravos de produção para comércio exterior enquanto seus ditadores, posam de semideuses intocáveis diante de uma população prostrada, desarmada, temendo entre outras coisas, mais mortes covardes.
Do outro, igualmente ditatorial totalitária, a direita, que apesar de permitir o controle do comércio pelo cidadão, força-o a merece-lo por seu próprio mérito, no entanto, o controle do comércio exterior fica todo na mão do Estado. Esse tipo de regime é particularmente interessante aos bancos por fazer o dinheiro circular, no entanto os regimes de esquerda, por quebrarem países inteiros, geram dívidas enormes, impossíveis de serem pagas, o que também interessa muito aos bancos internacionais, que vivem disso: das custas da escravização dos cidadãos dos dois tipos de regime e por isso, ambos são financiados pelos mesmos bancos internacionais, cujos donos são também donos das maiores multinacionais do planeta que controlam direta ou indiretamente, praticamente tudo, desde o que vemos na TV e cinema, nossa alimentação, nossas comunicações, nossas leis, nossos governos, nossa água, nossas religiões e crenças, nossos órgãos essenciais da sociedade, como o TSE, por exemplo, que não tem mais NENHUM partido declaradamente de direita entre os 32 partidos que reconhece e que permitem que votemos neles além de deter o TOTAL MONOPÓLIO da organização e fiscalização de cada aspecto do nosso sistema eleitoral.
A Nova Ordem Mundial existe, assim como os ditos "Illuminati", um termo hoje "genérico" que se refere à esses caras que controlam o mundo, sejam Skull & Bones, sejam Bohemian Club, sejam Clube de Bilderberg, sejam alguns deles combinados ou mesmo todos eles e/ou outros que de repente posso ter esquecido de mencionar (propositalmente ou não).
Mas não se enganem! Os "Illuminati", apesar de todo o seu poder incalculável, são formados seres humanos, tão frágeis e vítimas do sistema que eles mesmos criaram como nós e seus membros são intimidados entre sí (com direito a cruéis rituais de iniciação com esse propósito) pelos outros "illuminati", por suas fraquezas humanas, assim como nós e como cada membro são conhece todos os outros "Illuminati", o medo permanente de ser pêgo traindo o grupo, os faz frágeis, escravos dos objetivos idealizados inicialmente por Adam Weishaupt, exceto aquele que fala em destruir todas as religiões... na verdade, os "Illuminati" pegaram todas para sí e ditam as regras sobre elas. É uma forma muito eficaz de limitar o pensamento lógico coletivo.
A única coisa que eles temem, assim como os extremistas de esquerda e de direita (como já dito aqui, ambos são financiados pelos mesmos bancos que pertencem a esses "Illuminati"), é uma "utopia teórica", sempre citada como "impossível" nos cursos de Sociologia ou de Geografia Crítica, chamada "Anarquia".
Ao contrário do que ambas as propagandas pregam, a Anarquia, não é sinônimo de "bagunça". A palavra em sí significa "sem governo", pois o objetivo desse regime é o desenvolvimento da consciência social e do pensamento lógico racional da população a tal ponto, que ela não precisa de um governo que a guíe como um pastor de ovelhas e é exatamente por isso que todos aqueles que têm um espírito egoísta e controlador, sempre a combaterão com unhas e dentes.
Imaginem! Uma sociedade consciente de seus direitos e deveres, onde cada indivíduo é totalmente livre para arbitrar sobre todas as suas decisões, livre de lei, de polícia, de estado, de impostos, onde apenas a reputação do indivíduo será seu orgulho ou sua vergonha (e assim, a justiça existiría naturalmente), um mundo em que o mérito de cada um, forma a sua "classe social" ou algo que o valha, já que o respeito e a valorização de cada indivíduo é mantido, pois existiria a plena consciência de que cada indivíduo tem uma função importante para a sociedade; Um mundo em que as empresas, indústrias, comércio, deixam de concorrer, para produzir não mais pelo lucro, pelo capital, pelo dinheiro, mas pelo objetivo primário de fazer com que a sociedade como um todo possa ganhar, ao invés de apenas alguns indivíduos, como acontece tanto no capitalismo como no socialismo/comunismo.
Agora, imaginem quantos interesses de quanta gente influente existe contra um mundo assim e procurem entender por quê fazem tanta propaganda negativa dessa idéia.
Esse mundo existe apenas na ficção, como em séries de ficção científica como "Star Trek", é verdade.
Mas existem lugares no mundo em que o governo não manda mais do que sua população, como por exemplo, a Suíça, um dos países mais armados do mundo, porque o cidadão tem plena consciência de que a população tendo o poder, o Estado jamais o tomará dele, como está acontecendo agora no Brasil.
Você ajudou a pintar esse quadro. E agora? Como pretende conserta-lo?