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sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

2012 foi um ano repleto de momentos simples e valiosos para mim. Tão valiosos que complementaram minha existência, me ensinaram coisas, me fizeram feliz... enfim, foi um ano maravilhoso e cabe aqui um agradecimento especial à minha namorada, por estar sempre comigo, me proporcionando esses momentos todos e por tolerar minhas manias e maluquices nesses 14 meses e 9 dias de cumplicidade, união, surpresas... Te-la comigo é tudo de bom! Um imenso orgulho.
Neste ano, meu blog teve tão poucas postagens que os leitores já devem achar que está abandonado.
Bom... quase.
Eu adoraria compartilhar com os leitores, mais das coisas que andei pesquisando, estudando e descobrindo, mas meu tempo está cada dia mais escasso para escrever e isso pode ser comprovado estatisticamente já que o número de textos que venho postando aqui, está caindo ano após ano e só não parei de escrever por exigência dos próprios leitores.
Só nos últimos 2 anos, este blog já recebeu mais de 14 mil visitas, o que me surpreende bastante para um blog cuja frequência de postagens só diminui.
Até pensei em comemorar os 10 anos deste blog com algo especial, mas... me limitei a sutís mudanças estéticas.
Não vejo motivos para comemorar o estranho sucesso de um blog que tem menos textos publicados a cada ano.

E todos os anos, como já virou tradição nesse blog, eu não poderia deixar de publicar o último texto do ano nos mesmos moldes, ou seja, "sem foco" num tema central, pra ver se sai alguma coisa interessante...


O último texto de 2012
"O mundo é assim, todo arquitetado pra gente achar que só a gente tem razão."


Hoje, com o texto de número 300, este blog completa exatos 10 anos... Quantos blogs não nasceram e morreram nesse tempo?
E esse aqui, sequer saiu do ar esse tempo todo.
Aliás, mal posso acreditar que vem se mantendo a tanto tempo, especialmente com as dificuldades de tempo para refletir e me concentrar em escrever, então tentei fazer uma retrospectiva do Picolo's Blog para tentar entender melhor o que acabei fazendo esse tempo todo nele...
No dia 28 de dezembro de 2002 surgiu a primeira postagem aqui neste blog, ou seja, a exatos 10 anos.
Eram apenas 4 linhas de uma brincadeira testando o serviço, apontando um link para o meu velho site pessoal (hoje desativado mas estranhamente ainda online).
Sempre que vejo aquela primeira postagem, me lembro do meu amigo Bruno Doiche, que me aporrinhou adoidado com a idéia de fazer um blog e graças a isso, até hoje me faço a mesma pergunta: que diabos vou escrever aqui?
Na época, ele me enchia tanto com esse papo de que eu tinha de publicar minhas idéias num blog, que os primeiros textos (ainda para testar a funcionalidade do novo brinquedo) eram mais desabafos pessoais do que qualquer outra coisa... E de certa forma, isso foi uma espécie de terapia para mim, numa época de frustração do meio onde trabalhávamos.
Então, em 7 de janeiro de 2003, o destino deste blog pareceu estar traçado com a definição exata do tipo de assunto para expôr, embora houvesse uma séria mistura de "diário pessoal" com desabafos e textos explorando os assuntos-chave escolhidos.
A idéia de publicar citações de gente famosa surgiu 6 dias depois, fortemente influenciado por um dos melhores livros que já lí, o excelente "Cosmos", de Carl Sagan, que também o autor do texto do melhor vídeo que já ví na Internet. Cada capítulo do livro começa com frases desse tipo.
No início, os textos eram bem curtos, apenas observações básicas sem grandes pretenções, mas com o tempo eles foram ganhando complexidade, cuidados especiais (já que eu falava e ainda falo muita besteira) e reduzindo em quantidade.
De lá para cá, o Blogger que nasceu na Pyra Labs foi comprado pelo Google, redesenhado e a interface que antes tinha de ser feita meio que na unha, em HTML com uns tags especiais, agora é cheio dos templates prontos, com design modular e com funcionalidades que na época não existíam, como os títulos dos textos que eu editava para parecerem assim desde janeiro de 2007, mas que só passou a ser uma funcionalidade do Blogger muito tempo depois.
Mas como meus textos passaram a ter título, me veio a idéia de formata-los em 4 blocos: um bloco pessoal, em tipo itálico pequeno, o título, uma frase de efeito mais ou menos relacionada com a idéia do texto e o texto em sí.
O primeiro texto com esse formato foi escrito em 2007 e o permanece até hoje.
Reparem que até aí, levei 5 anos, 219 textos e uma série de mudanças de cores e design para encontrar o formato mais agradável ao público-alvo do meu blog, que volta-e-meia me davam sugestões.
O design atual, é baseado num dos templates semi-prontos do Blogger, com plano de fundo e cores personalizadas combinando com as cores dos outros serviços de publicação que uso como Twitter e YouTube. É tão funcional que desistí de mudar radicalmente o design de novo.
Nesses 10 anos, revendo minhas publicações eu vejo hoje o quanto mudei com ele, quanta porcaria já pensei e publiquei durante esse tempo, quantas coisas em que eu acreditava e deixei de acreditar e o quanto a humanidade tende a continuar à caminho da própria destruição, completamente inconscientes disso.
O fato é que todos nós, como seres humanos somos incrivelmente, ridiculamente, pateticamente falhos e ainda assim, temos uma tendência irresistível de sermos presunçosos, de acharmos que somos o centro do universo, que sabemos tudo sobre ele, que tudo o que nos ensinaram está certo enquanto todo o resto está errado, que só o nosso ponto de vista é que vale alguma coisa enquanto todo o resto precisa ser abominado mesmo que todas as evidências apontem o contrário. E o que conseguimos com isso? A prisão dentro de nossas próprias alienações, o medo de sacrificarmos nosso "precioso" ego e limitações do alcance do raciocínio relacional de modo que este se torne cada dia menor em função do dinamismo consumista desenfreado dos tempos modernos.
Há quem admire os textos deste blog, mas sinceramente, não os vejo como "revolucionários" ou "influentes" ou tão "importantes", embora eu concorde que está cada dia mais difícil encontrar algum material inteligente na Internet "mainstream".
A única coisa que fiz em cada um desses textos, foi simplesmente parar um tempo da miha vida para refletir e escrever sobre minhas reflexões ou observações. Só isso!
É um exercício simples e a meu ver, tão importante quanto a leitura, já que isso nos força a refletir sobre nosso próprio conhecimento e principalmente, desafia-lo.
Conhecimento é poder. Mas apenas poder potencial.
O grande desafio, consiste em aprender a usa-lo a nosso favor relacionando as coisas que sabemos de modo a formular possibilidades ainda inexploradas de entendimento.
Mas na imensa maioria dos casos, acabamos usando nosso conhecimento apenas para nos aprisionar em nossa própria alienação.
Não importa o quanto de conhecimento acumulemos, sempre nos faltará conhecimento.
Não importa o quanto estudemos, sempre faltará algum estudo.
Se me perguntarem três coisas que faltam à espécie humana, eu responderia: humildade para aceitar sua pequena função perante o universo, paciência para colher os frutos de seus esforços e tolerância para compreender que cada um de nós, por mais insignificantes ou ruins que sejemos, é uma peça única de um único grande organismo.
Falta ainda à humanidade, a consciência da complexidade desse organismo, para que deixemos de gastar nosso tempo de vida discutindo coisas insignificantes, mas que nosso ego ostentado por nossos valores pessoais nos ilude fazendo-nos acreditar que são importantes.
O tempo passa... e nós, a humanidade, continuamos supervalorizando futilidades de um lado e ignorando, zombando e faltando com o respeito para com as coisas realmente importantes da vida...
Para nossa própria vergonha.

domingo, 30 de setembro de 2012

Está cada dia mais difícil arrumar tempo para parar e meditar, até porque meditar exige que a gente pare um pouco para se concentrar nisso e assim, consequentemente fica difícil eu compartilhar um pouco das minhas reflexões aqui no meu blog como tenho feito cada vez menos nos últimos anos.
Eu notei que estava gastando tempo demais com algumas coisas inúteis, no mundo virtual e tomei a iniciativa de reduzir mesmo o uso dessas coisas e recentemente, deixei de compartilhar minhas idéias pelas redes sociais (exceto o Twitter), me limitando apenas a um ou outro comentário.
Preciso priorizar outras coisas mais importantes e estou com um enorme acúmulo e coisas por fazer.
OK... como a "onda" hoje em dia é "compartilhar", compartilho no meu texto de hoje, um pouco do meu lado paranóico, mais uma vez convidando os(as) leiores(as) a paraem um pouco para refletirem.


Privacidade
"Todo Homem nasce livre e, por toda parte, encontra-se acorrentado."


Em plena euforia dos gadgets eletrônicos como tablets, smartphones, etc. vocês notaram como quase todos eles de um jeito ou de outro querem que você cada vez mais "compartilhe" tudo o que puder da sua vida com as redes sociais e serviços de mecanismos de busca?
Qualquer bom investigdor se tive acesso aos sistemas de qualquer um desses serviços online de repente terá acesso a dados importantes sobre a sua vida como lista de contatos, lugares que você fequenta, pessoas com quem você se relaciona e agora a parte mais delicada e menos observada: o modo como você pensa.
Essa coleta de dados em nível mundial já está acontecendo gradualmente já há muitos anos.
Vamos fazer um pequeno exercício de observação começando por exemplo com o que chamo de "primeira onda" desse tipo de "coleta discreta de informações" (embora essa coleta já tenha começado certamente muitos anos antes)... vamos chamar essa "primeia onda" de "boom dos mensageiros instantâneos", que começou com o sucesso do ICQ, mensageiro instanâneo quase "monopólio" em sua época, cuja idéia foi seguida quase que imediatamente (e simultaneamente) por todas as grandes potências da indústria da Internet, se destacando em pouco tempo, a até então mais poderosa empresa de software do mundo, que já embutiu seu "mensageiro instantâneo" dentro do sistema operacional então mais utilizado do mundo, poupando os usuários comuns do "árduo e complicado" trabalho de baixar, instalar e configurar seu mensageiro instantâneo, no entanto, o usuário tinha de atrelar sua conta à uma senha que poderia servir para acessar outros serviços fornecidos gratuitamente pela empresa. Assim, em pouco tempo, o "MSN" (mesmo ele tendo mudado de nome e aspecto múltiplas vevzes para disfarçar) em pouco tempo tornou-se quase que um monopólio no mundo das comunicações instantâneas e portanto, quase que uma obrigatoriedade para quem quisesse manter uma comunicação moderna, social ou profissional.
Ora, convenhamos... nada no mundo é de graça. Por que você acha que essas empresas disponibilizam tanta coisa de graça? Mera propaganda? Nada! O truque é personalizar a propaganda que você recebe de acordo com o seu perfil.
Exemplo: Um homem ao visitar sua página personalizada de serviços online dessa ou daquela companhia, não receberá por exemplo, banners de anúncio de produtos tipicamente femininos.
No entanto estamos falando aqui de apenas um campo da "personalização".
Campos como escolha religiosa ou preferência de visão política podem interessar muito a um discreto governo totaliário manipulador.
Que dirá então das conversas, imagens, vídeos, etc. compartilhados pública ou reservadamente e que nunca tivemos a plena certeza de que esse material não estivesse sendo gravado, analisado ou investigado como nos moldes dos tempos da ditadura no Brasil, embora em nível mundial através de poderosos sistemas de espionagem eletrônica e reconhecimento de padrões cuja existência é tão "abafada" como a "Área 51" o foi durante muitos anos?
Okay... eis que surge o que chamo de "segunda onda": uma nova potência na Internet que surge misteriosamente "do nada" e quase que instantaneamente se torna quase um monopólio no mundo dos mecanismos de busca, "atropelando" todos os já existentes que funcionavam tão bem quanto o dele e eles criam vários serviços online melhores que os do primeiro "monopólio" de modo que quase todo mundo migrou para os serviços deles, entre eles um serviço "eternamente" em fase "beta", ou seja, (um "laboratório de testes" sempre em mutação) e que tornou-se "a" referência do que hoje chamamos de "rede social": notem que agora, cada um de nós passou a ter uma ficha completa com tudo o que somos e até uma versão "virtual" de como nos relacionamos socialmente nas diversas comunidades que frequentávamos.
Mas havia um problema com o Orkut... havia muita informação e os dados eram transparentes demais para os usuários de modo que ele precisava ser substituído por uma outra rede social mais ágil, cujos dados jamais fiquem totalmente sob o controle do usuário.
Isso foi percebido com o surgimento do Twitter, que era ágil, simples, mas os dados compartilhados (apenas pequenas notas de 140 caracteres por vez cada), íam se acumulando e se integrando a outros serviços interligáveis (com o nome de "aplicativos") a ponto de saírem do controle do usuário (que não vai perder seu tempo se preocupando com o que já postou).
Então, veio a "terceira onda" e novamente uma poderosíssima empresa surge "milagrosamente" do nada oferecendo uma rede social "nos moldes" do Twitter, onde a ordem é "curtir", "comentar" e "compartilhar" e junto com a tal rede, o estranho preconceito repentino contra as ondas anteriores e mais: incluindo um mensageiro instantâneo cujos históricos de mensagens são bem chatos de apagar e qualquer coisa, mesmo que o usuário tente apagar, a tal empresa ainda mantém arquivado em seus servidores sabe-se lá pra quê. (Isso lhe parece boa coisa?)
Hoje é praticamente impossível você deixar de usar a a tal rede sem que seja pelo menos para ter os contatos do pessoal do trabalho de imediato em caso de alguma "emergência", quase impossível de se evitar usar seu mensageiro instantâneo porque há pessoas que praticamente abandonaram o velho e-mail, existe um filme "infomercial" garantindo a imagem de marketing da tal rede e uma estranha "convergência" de quase todas as atividades online da imensa maioria dos usuários cada vez mais dependentes do tal do Facebook e o que é pior: inconscientemente.
Toda dependência é perigosa e durante meu período de uso de cada um desses sistemas, observei que a mera reflexão sobre o "porquê" de a maioria das pessoas adotarem um sistema em detrimento instantâneo de outros algumas vezes até melhores, sempre foi desestimulada, como se pensar sobre isso logicamente fosse algum "pecado" digno de "inquisição".
Agora, estamos entrando na "quarta onda", em que todos os sistemas operacionais de todas as máquinas e gadgets que usamos no dia-a-dia estão (quase que desesperadamente) tentando coletar dados automaticamente de seus usuários, sua localização, seus contatos, etc. e "integra-los" ao Facebook ou à "núvem".
Falando francamente, tenho medo da próxima "onda", que poderia muito bem ser por exemplo, a revelação de que todas essas três empresas gigantes citadas por seus produtos aqui (bem como muitas outras de vários outros setores), na verdade pertencem aos mesmos donos, que sabem muito bem o que estão fazendo, nos monitorando, nos controlando, nos usando sem que percebamos esse tempo todo. E estamos entregando nossas histórias, nossos sonhos, nossos segredos, nossas vidas a quem? Com que propósito?
A pergunta que deixo para vocês leitores refletirem agora é... Por quê?


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domingo, 29 de julho de 2012

Olá, leitores e leitoras!

Depois de mais um longo período de ostracismo (pra variar), aqui está finalmente mais um texto (ou conjunto de reflexões) ao invés de um mero comentário no Twitter...
Pois é... Tempo hoje é um luxo precioso!
E por falar em tempo... Já notaram o quanto sem perceber, nos pegamos consumindo tempo precioso de nossas vidas discutindo futilidades como a vida dos artistas, ou picuinhas dos vizinhos e pessoas à nossa volta?
Esses assuntos aos poucos nos faz ter raiva da humanidade ao invés de aprender a tolera-la como ela é: imperfeita por natureza e cheia de joguinhos dissimulados com tentativas desesperadas de causar alguma reação emocional que com isso frequentemente pode desencadear alguma decisão emotiva que possa ferir sua imagem social ou sua reputação.
Penso que já cheguei num grau de estabilidade emocional que não ligo a mínima se fulano ou ciclano tenta mexer com meu lado emocional (que eu prefiro guardar apenas para mim e para minha namorada, excluindo o resto do mundo na medida do possível... é o que o mundo merece e ainda acho que estou sendo generoso).
Tudo bem que às vezes queremos mesmo expôr o que sentimos em determinadas situações e isso sim, é claro, muito válido no sentido de entender melhor como outro ser humano enxerga e percebe as coisas.
Apenas me conformei com a idéia de que a humanidade está caminhando para a auto-destruição em ritmo acelerado, então o que que quero agora é viver o que sobrou da minha vida da melhor forma possível.
Já estudei muita coisa na vida e é verdade que muito disso hoje é obsoleto. Isso, muitas vezes talvez, até pode virar motivo de tiração de sarro, desprezo ou julgamento superficial por parte de quem sem saber está usando diariamente tecnologias que eu ví nascerem e em alguns casos, até ajudei a desenvolver, ou mesmo estudando coisas que já comprovei na prática há muitos anos que não passam de teorias mofadas que só funcionam bem em salas fechadas. Por outro lado, muito desse conhecimento "obsoleto", torna-se silenciosamente cada dia mais raro (e valioso).
Pontos de vista comuns à parte, o mundo é uma praça de guerra e ela é sempre muito maior do que se consegue enxergar.
Estou velho demais para brigar por coisinhas miúdas e repito: que eu quero é viver. Mas como sei que minha vida é limitada, tenho em mente que é chegada a hora de lutar apenas por coisas que realmente valham a pena... Coisas "grandes". Mas para coisas "grandes", é necessário poupar muita energia e mirar bem no alvo certo (que é a perte mais complicada), seguido de medidas drásticas, mudanças radicais, dedicação incomum... e o medo normal de arriscar tudo num projeto.

Falando em coisas "grandes", o texto de hoje, são só algumas reflexões sobre empreendorismo... Coisa "grande" mesmo.
Nada do tipo "como sobreviver até o final do mês sem estourar o limite do cartão", ou como pagar financiamento.
Quem sabe isso traga inspiração para arriscar mais e melhor?



Empreendorismo de grande porte: O quê eles têm que nós não temos?

"Quando várias pessoas da mesma categoria competem entre si, a desunião dá a vitória ao adversário."


Enquanto o mundo ocidental continua com os olhos concentrados no imediatismo egocêntrico do lucro a todo custo (e se quebrando economicamente), os chineses estão à caminho de monopolizar a produção industrial mundial e os dinamarqueses já perceberam que podem faturar muito com isso, transportando produção e portanto, encomendaram à coreana Daewoo, a fabricação de 20 navios cargueiros gigantes capazes de transportar 18 mil contêineres cada por viagem.
Um projeto avaliado em 3,8 bilhões de dólares para os 20 navios (2 lotes de 10 navios a 1,9 bilhão cada lote). Serão os maiores navios cargueiros do mundo.
É um investimento grande, de fato.
Muito grande.
Aliás, para nós, brasileiros, absolutamente inimaginável.
Tão inimaginável que nem existe uma página em português no Wikipedia falando sobre esses navios monstruosos. (Cansei de tentar achar páginas em português decentes no Wikipedia, motivo pelo qual vários links aqui nesse blog para referências apontam para páginas do Wikipedia em inglês.)
Por mais nacionalistas ou patriotas que sejemos, somos obrigados a dar o braço à torcer e aceitar que sequer temos portos capazes de atender a navios desse porte porque o dinheiro que investiríamos em nossos portos está sendo investido nos portos de Cuba, (e porque é mais fácil "desviar"* dinheiro em obras estrangeiras, especialmente quando o volume é grande - Note que a maioria das notícias sobre isso sempre termina de modo estranho... como proibição de filmagens ou omissão de dados, disfarçada de menções à fatos históricos).
E enquanto os coreanos e suecos fabricam navios inacreditavelmente grandes, somos incapazes de realizar a eterna promessa de campanha eleitoral referente à "linha férrea moderna" entre Campinas e Rio de Janeiro, primeiro porque não se sabe se o retorno "compensa" (além de ser um projeto absurdamente caro, os valores estimados das passagens tendem a ser mais caros do que os da tradicional ponte aérea Rio-São Paulo), segundo, porque tem muito político safado tentando arranjar um jeito de espetar seu tradicional "canudinho de chupar dinheiro" de mais essa artérea infra-estrutural da sociedade e de modo vitalício, preferencialmente e terceiro, porque apesar de fabricarmos aviões de altíssima qualidade (apesar de a presidência do Brasil preferir por motivos "diversos" importar avião francês para uso próprio), somos incapazes de ter uma fábrica de trens genuinamente nacional capaz de desenvolver e fabricar trens de alta velocidade ou (ainda sonhando mais alto), de fabricar um trem-bala de verdade como os TGV franceses, ou o recém-inaugurado trem mais rápido do mundo ligando Guangzhou a Wuhan, na China.
Esses caras lá fora constróem esse tipo de coisa assim, rapidinho, enquanto mal conseguimos preparar estádios para Copa do Mundo (a meu ver, desnecessária a um país com tantas necessidades primárias que deveriam ser prioridade), simplesmente porque não há como ter orgulho de obras que estão pra lá de atrasadas e cujo orçamento já estourou em N vezes valor estimado originalmente graças à burocracia sem limite dos "vogons" que administram essas coisas por aqui e à pressa de fazer tudo "nas coxas" de última hora e sem planejamento algum, bem ao estilo "jeitinho brasileiro" (pra não chamar de picaretagem).
Agora aqui vem a pergunta: Como é que esses caras lá fora conseguem?
A resposta pode estar na visão estratégica de retorno a longo prazo para todos os envolvidos.
Nesse modelo de visão, os investimentos não são vistos como "gasto" e sim como "investimento".
Ao contrário, na visão de curto prazo à qual estamos presos por causa dos absurdos juros bancários, impostos que surgem "do nada" e regras do jogo que mudam à toda hora de modo que qualquer tipo de investimento é imediatamente visto como necessidade de pechincha, de negociação, de "choro"... (Pois é. Quem pode mais, chora menos!) ...e é claro, de desconfiança, já que tudo hoje tem cheiro de golpe.
E como o capital está está mudando de mão de modo cada dia mais dinâmico, tornando o jogo consequentemente dada dia mais instável, infelizmente isso é uma tendência.
Resumindo: Não sabemos pensar grande, porque estamos ocupados demais tentando sobreviver solitários no caos e pior: somos incapazes de estimular pensamento em projetos grandes porque é praticamente impossível acreditar na viabilidade séria neles.
Consequência disso é que no dia-a-dia, somos sempre, invariavelmente estimulados apenas a pensar em coisas miúdas, como continuar fazendo "serviço de macacos", ou "robozinhos".
Planejar coisa grande? Ha! "É perda de tempo!", "Pare de sonhar e continue trabalhando aí no seu canto!"
Muito já foi dito e escrito sobre a impossibilidade de empresas como Apple, Sony ou Microsoft surgirem no Brasil, dadas as circunstâncias do "sistema local", apesar de termos a Embraer e Petrobrás (ambas nascidas graças ao investimento estratégico do hoje tão mal-falado governo militar), e não é à toa.
Hoje, o Brasil ostenta um dos piores desempenhos do mundo em relação custo/benefício quando se trata de impostos pagos e o que se obtém em retorno.
Se você fosse um empreendedor estrangeiro, como os dinamarqueses por exemplo, onde você preferiria arriscar seu dinheiro?
Pois é... É por isso que temos tantas multinacionais no Brasil, apenas instalando bases de operações e produção, ou para comercializar seus produtos no fantástico mercado consumidor brasileiro (que compra qualquer coisa "da moda", paga caro e sem pensar duas vezes). Vai ver quantas dessas investem em laboratórios de pesquisa e desenvolvimento por aqui!
Enquanto continuarmos pensando "pequeno", seremos sempre "pequenos".
Enquanto continuarmos com mentalidade de colônia, é o que continuaremos sendo.
Impossível mudar as coisas fazendo sempre as mesmas coisas do mesmo jeito: do jeito que nossos colonizadores querem que façamos.




Update: vídeo da construção de um dos navios citados nesse texto.

* Segundo Lilian Witte Fibe, deveríamos trocar a expressão "desvio de dinheiro público" para "roubo de dinheiro público".

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Dois meses de ostracismo neste blog.
Peço desculpas pelo silêncio de tanto tempo, mas... Muita correria, muitos afazeres e pouco tempo para escrever.
(Tão pouco tempo, que uns 80% deste texto, escreví aos poucos, através de um iPhone.)
Bom, o fato é que estou cansado deste blog mesmo e pretendo me concentrar mais nas reflexões da minha vida pessoal ao invés das do mundo à minha volta, que aparentemente, sofre de um mal de mediocridade crônica sem cura, onde tudo o que é grave, é considerado normal e se deixa de lado enquanto tudo o que é bobo e inútil... é supervalorizado e comentado à exaustão.
Esse não é o mundo que quero para meus filhos.



Já fomos mais inteligentes
"Para ser popular, é necessário ser uma mediocridade."


As idéias mudam o mundo.
Acho que todo mundo em algum instante de sua vida já deve de alguma maneira ter esbarrado com essa afirmação.
Mas de que tipo de idéias estamos falando?
É mais do que óbvio que governo algum tem interesse em investir em qualidade educacional.
Isso por sí só já rendeu um sem-número de livros com idéias com altíssimo grau de complexidade e por isso mesmo, inviáveis.
Ou seja, a divulgação de idéias úteis, práticas e eficientes, têm tudo para ficarem encarceradas no ostracismo dos nichos acadêmicos, como sempre. Lamentavelmente.
Por outro lado, mediocridade e futilidade têm incalculáveis terabytes diários de espaço garantido nas redes sociais, mídias de comunicação de massa e pasmem - nos principais portais de conteúdo.
Aliás, na maior parte do tempo, as tão badaladas e comentadas redes sociais parecem ser sinônimo de pura perda de tempo.
Alguma vez você já viu algum vídeo ou imagem boba na Internet e que até pensou em compartilhar com os amigos através do Twitter ou FaceBook ou outra rede social, mas no último instante, parou e se perguntou "Por quê devo compartilhar isso?" ou "O quê as pessoas vão pensar de mim se eu compartilhar essa coisa"?
Parece que nós, seres humanos estamos sem perceber, (eu, inclusive) nos condicionando aos poucos a sermos medíocres com relação à qualidade das idéias que compartilhamos e isso colabora com a atual baixa qualidade da cultura pop das quais reclamamos tanto, mas que estamos mergulhados até o pescoço.
Que tipo de valor filosófico ou inteligente podemos obter em memes como "a Luíza que voltou do Canadá", "para a nossa alegria" ou na "tia tarada do ônibus" ou da panicat que teve seu cabelo raspado ao vivo, ou das já incalculáveis "reportagens" sobre as celulites dessa ou daquela atriz famosa que foi flagrada por papparazzi na praia ou em algum evento com algum suposto novo namorado?
Na prática, esse tipo de coisa nos agrega algum valor? Ou apenas serve para mostrar para as pessoas à nossa volta, que estamos "antenados" na futilidade inútil da moda?
Que estamos "vivos", acompanhando a absurda dinâmica do mundo digital moderno, cheio de vídeos, imagens, textos e idéias digamos... nem sempre produtivos?
Isso nos torna populares? De que maneira?
Nada contra compartilhar coisas legais, divertidas, ou criativas pela web. Eu mesmo compartilho muito material online, mas convenhamos, apenas penso que todos nós (eu, inclusive), deveríamos pensar melhor sobre o que compartilhamos.
Isso talvez nos torne menos populares, mas aposto que ajudará as pessoas à nossa volta a ter uma impressão melhor a nosso respeito.
Algo que nos agregue valores de melhor qualidade e com isso, talvez vários de nossos contatos nas redes sociais das quais participamos, passem a seguir as mesmas idéias e assim, talvez passemos aos poucos, a sentir alguma melhora cultural nos timelines das redes sociais e talvez até no mundo à nossa volta. (OK, sei que estou sendo exageradamente otimista, mas não custa nada tentar.)
Afinal de contas, o que muitas fontes "geradoras de conteúdo" publicam para ganhar atenção do público, é o que o público busca.
Se o público busca qualidade ao invés de mediocridade... mas rir de coisas bobas é muito mais fácil.
É por isso que fazemos papel de bobos diante de bebês recém-nascidos.
Em suma, rir de coisas bobas não exige que se pense.
E o mundo dinâmico e prático dos meios de mídia digitais de hoje, nos tornou preguiçosos mentais.
E quando um elemento gerador de mídia como um renomado âncora de telejornal como o Carlos Nascimento tenta nos mostrar esse óbvio, é duramente criticado. Por quê?
Porque vende-se muito através da mediocridade.
Vende-se revistas de fofocas, vende-se uma infinidade de canais de TV por assinatura cheios de conteúdo de qualidade questionável e através destes, vende-se incontáveis idéias, produtos e novos costumes, para a perpetuação da Sociedade do Consumo.
Notei que nos últimos anos, tenho usado muito a frase "assim caminha a humanidade", geralmente seguida de alguma constatação triste e lamentável sobre alguma pérola da incalculável ignorância humana.
Já passou do tempo em que a humanidade precisa parar um pouco, "puxar o freio de mão" e refletir sobre que caminho está seguindo.
Penso que precisamos parar de lutar por nossos egos e entender que há muito mais em jogo.
Precisamos, como humanos, entender de uma vez por todas, que não temos alternativa além de coexistir no mesmo espaço; que estamos confinados no mesmo planeta, que compartilhamos dos mesmos recursos do mesmo e que todas as nossas vidas estão de um modo ou de outro, inter-relacionadas.
Visão de mundo limitada, preguiça mental e ego supervalorizado, caminham juntos.
Mas felizmente ainda existe um pouco de bom-senso no mundo.
Basta cultiva-lo ao invés da mediocridade, da futilidade, do "lugar comum".
Vale a pena.

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Para começar o Picolo's Blog 2012 (um pouco tarde, já que em janeiro não postei nada).
Ontem, fiz uma coisa muito boa, que há anos eu queria fazer e só agora conseguí: achar um lugar seguro para queimar meus diários e todas as lembranças associadas a ele, inclusive mais de 1000 origami que fiz, inclusive os dois menores "tsuro" do mundo (para a época, feitos com papel de 4x4mm).
Os motivos pelos quais eu queria destruir todo aquele material, eram muitos, mas o principal, foi uma promessa que eu fiz a mim mesmo, que  inclusive incluía a destruição desses diários se eu vencesse uma guerra pessoal contra mim mesmo.
Levou muitos anos para que eu conseguisse mudar meu modo de pensar e agir, da emotividade para a razão pura e agora, para o equilíbrio sereno e consciente (ou pelo menos tentando).
Esses diários, escritos entre 1992 e 1996, eram um registro de uma das piores fases da minha vida, uma fase completamente emocional, em que,  num lapso... quase perdí completamente a razão. Quase.
Se eu não tivesse recobrado a razão durante aquele lapso após a última página dos diários, eu não estaria escrevendo este texto aqui agora, 16  anos depois.
O conteúdo, era extremamente deprimente, praticamente só de lamentações. Tão desesperadoramente ruim que a mera tentativa de lembrança do conteúdo daqueles diários eram como uma visão direta do inferno para mim.
Queima-los, foi como uma vingança, um alívio e um fardo a menos para carregar.
Foi como finalmente cremar um cadáver. No caso, de um outro "eu" que já morreu há 16 anos.
Como é tradição, quem ganha uma guerra, queima os registros de quem perdeu a guerra... e foi o que fiz comigo mesmo: vencí a guerra contra mim mesmo e queimei os registros históricos da versão derrotada do meu "eu".
 


Os Illuminati desta vez tomaram SOPA
"Não podemos resolver os problemas usando o mesmo tipo de pensamento que usamos ao cria-os."


Esse ano a Nova Ordem Mundial começou "legal" hein?
Em apenas pouco mais de UM MÊS, a liberdade de expressão mundial tomou de uma só vez TRÊS ameaças sérias: SOPA, PIPA e ACTA, forçando o rompimento do silêncio do mundo dos cyberativistas, que de uma hora para outra, de marginais excluídos passaram a heróis, embora a mídia tradicional, ou seja... jornais, revistas, rádio e televisão, (que naturalmente estão sob o controle justamente dos que estão por trás do  SOPA, PIPA e ACTA) ainda insistam em "pinta-los" para a grande massa com o termo "hacker", que muitos associam aos criminosos virtuais conhecidos como "crackers", mas que para a "grande massa", é tudo a mesma coisa.
Apesar da má fama imposta pela mídia tradicional, os hackers até ajudam os administradores de sistemas a encontrarem brechas e falhas de  segurança em seus sistemas para se protegerem melhor contra ataques cibernéticos, o outro (o cracker) procura as mesmas brechas para causar estragos ou roubar informações.
O fato de esses eventos virem à tona de uma única vez, SOPA, PIPA e ACTA, três propostas de mudanças de legislação com o falso pretexto de  "proteger patentes, propriedade intelectual e direitos autorais" (o que já existe até em excesso nos tempos modernos, diga-se de passagem), foi um golpe tão baixo e grave contra as liberdades de expressão que não só hackers e crackers se uníram, como também os phreakers, os geeks,  os otaku, os tweakers, os wizards e todo tipo de tribo nerd existente no planeta numa legião conhecida com o nome genérico de "Anonymous", numa mobilização única na história humana, em que esse povo pacífico e aparentemente neutro, normalmente limitado a "curtir e compartilhar" ou twittar suas indignações (um pouco mais saudável), começaram a reagir, tomando ações de verdade, que embora de formas um tanto questionáveis, foram suficientes para esclarecer que os "grupos de acionistas anônimos", as sociedades secretas (ou ambos os grupos, que penso, podemos chamar genericamente de "Illuminati"... pelo menos aqui neste blog, até eu achar uma palavra melhor para descrever os "donos do mundo"), apesar de estarem  desenvolvendo seu poder desde os tempos da babilônia em cima da ciência "travestida" de "poderes divinos" até o atual poder sobre a economia, energia, mídia, alimentação, água e... (Preciso ler "Os Protocolos dos Sábios de Sião" para entender melhor isso... antes que a má-fama simplista de livro "anti-semita" o faça desaparecer de vez da história.) enfim, apesar de todo esse poder, eles têm um obstáculo: tudo isso só funciona porque os nerds fazem funcionar.
Se todos os nerds do mundo se unírem por uma causa (e eu já disse isso aqui neste blog mais de uma vez), representarão o maior poder que já existiu sobre a Terra.
Sem os nerds, computadores deixam de funcionar, redes deixam de funcionar (a Internet é uma delas), a mídia deixa de funcionar (depende de  nerds que saibam operar os meios de transmissão, impressão, edição, etc.), datacenters (onde dados como os das suas contas bancárias assim como as dos Illuminati, por exemplo, ficam guardados), enfim...
Embora a "grande massa" nem faça idéia das implicações REAIS de propostas como SOPA, PIPA e ACTA (que se disfarçam de "novos acordos proteger  marcas, patentes e direitos autorais ou de propriedade intelectual", mas que podem tirar do ar e proibir para sempre, blogs como este que você está lendo agora), qualquer um com um pouco mais de córtex cerebral inafetado por má programação de TV, propaganda ou excesso de cerveja certamente já percebeu e se indignou.
Não se sabe quantos fazem parte do "Anonymous", mas devem ser milhares, que eventualmente poderiam se tornar milhões, espalhados por toda  parte, inclusive áreas altamente restritas pelo mundo todo, como departamentos de defesa, centros de Inteligência, etc. - E ninguém sabe quem ou quantos eles são.
E embora possam parecer (e serão "pintados" pela mídia como) meros cybercriminosos, o grupo já fez coisas bastante louváveis como por exemplo, derrubar mais de 40 sites de pornografia infantil e convidar o FBI e a Interpol a investigar cerca de 1500 pessoas envolvidas com os mesmos.
A meu ver, os únicos problemas para os Anonymous serão os verdadeiros cybercriminosos resolverem se fazer passar por eles, ou se os Illuminati forjarem uma sutuação para mover a opinião pública contra eles (o que é muito fácil quando se é dono da mídia global).
Agora, convenhamos... Já existem leis de sobra para proteger marcas, patentes e direitos autorais ou de propriedade intelectual.
São tantas, que por exemplo, os inventores que trabalhem para alguma grande corporação, deixam de ter direitos sobre seus inventos, sendo na  melhor das hipóteses, forçados contratualmente a vender os direitos sobre seus inventos para as empresas contratantes (assim, ninguém nessas empresas se sente motivado a desenvolver nada); são tantos, que muitos músicos preferem compartilhar suas músicas de graça em MP3 na Internet  e ganhar dinheiro com show, do que depender de gravadora que só vai divulgar o que dá mais lucro para a gravadora (ou seja, o que é mais  barato e rápido de produzir, o povo consumir e descartar... e dane-se o artista de verdade, né?); são tantos que muitos videoclips já estão sendo censurados* geograficamente (contrariando todo o discurso comercial da tal de globalização), bem como trailers de certos filmes (de modo  que alguém de um país se sinta frustrado em não poder conhecer ao menos um pouco mais da cultura do povo de outro país).
O fato é que existe excesso de proteção para as tais "patentes, propriedade intelectual e direitos autorais", que só favorece no final das contas, os tais Illuminati.
Porém, o dia em que toda a produção do mundo já estiver na China, todas as fábricas do resto do mundo já tiverem mandado seus funcionários para a rua e estes consequentemente perdendo totalmente seu poder de compra em função do desemprego, certamente com o know-how adquirido, a China dominará o comércio no mundo, com produtos que só eles produzirão e comercializarão a preços que só eles poderão fazer, porque não dependerão de  proteção alguma sobre marcas, patentes, copyright, propriedade intelectual, etc. e com isso, o mundo descobrirá tarde demais a diferença entre custo e investimento.
Nesse dia, os países estarão todos quebrados e pouco tempo depois, nem a China terá para quem vender sua produção.
Assim será o fim do Capitalismo.
A pergunta que fica agora é... De quê adiantará o poder dos Illuminati sem ele?


* Vocês sabiam que não existe mais um único videoclip do Ozzy Osbourne cantando sua clássica música "Changes", que não seja a versão com sua filha (que sinceramente, canta mal à beça pro meu gosto) e que não existe mais na Internet um vídeo de um comercial da Polyvox dos anos 80, em que os presidentes Ronald Reagan e Mikhail Gorbachev se divertíam videogame (Atari) em plena Guerra Fria? O quê de mal há em vídeos como esses?
Agora... vídeos do BBB pode ter aos montes no YouTube aqui do Brasil, né?