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terça-feira, 7 de novembro de 2006

Já faz um bom tempo que quero falar aqui neste blog sobre uma das maiores maravilhas da humanidade: as mulheres.
Esses seres muitas vezes parecem feitos de puro carinho, desde o momento em que nos dão um simples sorriso até onde os limites da imaginação permitirem.
No entanto, existem aquelas que não são bem assim. Estão mais para sanguessugas disfarçadas de atraentes fêmeas fáceis de serem identificadas pelo comportamento soberbo e fútil.
Até o vocabulário que usam e a forma como o usam as denuncia facilmente, mas muitos de nós homens, fascinados pela própria imaginação caem nessas armadilhas e muitos já se esvaíram em vão.
Mas não estamos aqui para falarmos desse lado sombrio do sexo feminino. Estamos aqui para falar das verdadeiras mulheres, das que realmente merecem ser valorizadas.
Estamos falando dessas hoje cada dia mais raras criaturas, quase extintas, postas no mundo para serem companheiras fiéis, dedicadas e capazes de dar ao mundo o que ele mais precisa: vida. Não no sentido de dar à luz como a natureza sabiamente escolheu para tal dádiva, mas para nos fazer sentirmos vivos, no dia-a-dia, ser a nossa razão de ser, nossa motivação, nossos sonhos, nossos desejos, ou mesmo nossa saudade.
Não é de se admirar que a mulher era tão relacionada ao sentido de "divino" pelas diversas religiões pagãs européias de antes do Primeiro Concílio de Nicéia, ou mesmo de várias religiões do mundo, pouco conhecidas aqui no ocidente.
Uma espada sem a bainha, machuca e é causa de dor e sofrimento. Da mesma forma, a bainha sem a espada é frágil, vazia e triste. Juntos, impõem respeito, se completam e encantam.
No entanto, muitas espadas e bainhas já se separaram nas batalhas ao longo da história assim como muitas espadas e bainhas já se perderam. É uma união fácil de se partir nos conflitos.
Se existe uma verdade no mundo, a maior de todas é essa: O convexo e o côncavo se completam e assim o elo se forma.
Quem não tiver o discernimento para compreender isso, passará a vida perseguindo ilusões e quem como eu, tiver um dia quebrado esse elo, talvez um dia chegue a essas mesmas conclusões que eu cheguei e se identificará como a espada, ou como a bainha.
E como todo final de guerra, as lágrimas se tornam inevitáveis.

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