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domingo, 30 de julho de 2006

Cara... eu realmente não sei sobre o que eu escrevo hoje.
Não sei se escrevo sobre a eterna mania que os centro-orientais têm de fazer guerra o tempo todo, e o fato de "hez-boh-alah" significar algo como "partido de Deus" (embora seja absolutamente impossível escrever uma palavra em árabe com alfabetos latinos); não sei se escrevo sobre as minhas observações diárias sobre a sociedade em que vivo, sobre as eternas crises que fazem do Brasil o eterno "país do futuro", até porque continua sendo uma colônia e tendo um povo que continua condicionado a agir como tal, sempre aceitando a primeira das únicas leis realmente vigentes por essas bandas: "Aos amigos do rei, tudo. Aos inimigos, a fôrca." (A outra lei é a "Lei de Murphy", mas essa é vigente em nível mundial).
Vejamos... já escrevi neste blog sobre religiões, sexo, governos secretos que controlam os governos que temos tendência a achar que são governos de verdade, sobre sociedades secretas, comportamento humano (cada dia mais parecido com o dos outros macacos), sobre ódio, amor (inclusive os perdidos... aliás escrevi muito mais do que devia sobre esse assunto, mas não resisto e vivo desabafando... especialmente quando me sinto saudade ou carência); já escrevi sobre história antiga, simbologia religiosa (talvez eu devesse escrever um pouco mais sobre isso... funcionou tão bem com o Dan Brown...); já devo ter escrito alguma coisa sobre OVNIs, ETs, bruxaria... sobre sexualidade, mentira...
Francamente, estou ficando sem assuntos que não sejam pessoais (no meu último texto até falei sobre as pedrinhas nos meus rins (ou rim, porque até agora o outro se recusou a aparecer nas radiografias, mesmo as feitas após efeito de laxante.)
Ao menos tem uma certa pessoa que pode ter notícias minhas através deste blog, embora eu já não tenha notícias dela há anos... e puxa! Como eu queria saber se esta pessoa está bem! Mas como promessa é dívida, ainda estou pagando.
Se querem saber como me sinto com relação a isso, bem... uma parte de mim custa a acreditar que nosso relacionamento acabou há anos, como se ainda houvesse alguma ligação que não foi quebrada e que poderia ser responsável por um verdadeiro milagre algum dia. Mas de fundacionista acabei me tornando ateu. E ateus não acreditam em milagres.
Alguém aí acredita em destino, karma, esse tipo de coisa? Nunca me dei bem com o significado dessas palavras.
Mas essa pessoa... Pois bem... quantas vezes eu disse a ela que ela pode muito mais do que imagina?

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