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sábado, 15 de abril de 2006

Por acaso eu disse que sou azarado?
Eu tinha uma caixa arquivadora num armário aqui em casa, cheio de documentos... alguns inúteis (porém arquivados, pois nas repartições públicas têm-se o péssimo hábito de se exigir uns documentos absurdamente idiotas) e outros importantíssimos... pois bem. Deu cupim neles.
O mais impressionante é que ao invés de corroerem coisas inúteis como extratos bancários, os cupins preferiram alguns dos meus certificados.
Eles estão legíveis, não se perderam por completo, mas ficam inúteis se eu quiser pendura-los em alguma parede.
Não bastasse a bagunça e o cheiro ruim do cupincida, ainda tive uma semana inacreditavelmente movimentada... e sem carro boa parte dela, pois estava em revisão, faltando apenas a parte elétrica... que eu ainda pretendo mandar fazer essa semana.
E ontem, dia 14 foi Páscoa... e com ela, lembranças de um outro dia 14.
Prefiro não falar sobre isso. É pura perda de tempo, assim como outras lembranças que me vêm doces, seguidas da amargura da lembrança de que não passam de lembranças. E isso me deixa irritado.
Simplesmente não consigo me acostumar com isso.
Esse blog tá um saco, né? Tá parecendo alguma música estilo "dor de corno" do tipo que embala as noitadas dos bêbados e seus copos de bebida amarga. Tão amarga quanto as mágoas que tentam inutilmente afogar.
Eu poderia falar sobre outra coisa, como por exemplo o quanto acho primitivos certos rituais religiosos muito comuns nessa época. Mas sinceramente, Também é perda de tempo.
Aliás, o que não é perda de tempo hoje em dia?
Quer saber? Esse blog é perda de tempo. Não dá pra mudar o mundo com ele.

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