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terça-feira, 4 de outubro de 2005

Mais uma vez pego um assunto atual para dar a minha opinião aqui no Picolo's Blog...
Fala-se muito no referendo em que se pretende decidir (?) se o comércio de armas e munições será ou não proibido no Brasil e eu me pergunto se esse tal referendo é realmente necessário, uma vez que praticamente inexistem argumentos lógicos à favor da proibição.
Ao invés disso, apenas apelos emocionais do tipo "preserve a vida", "o mundo é lindo", "a vida é bela"... como se você não precisasse se preocupar em se defender no meio do campo de batalha em que o "país" em que vivemos se tornou.
Por outro lado, são muitos os argumentos em favor de se continuar a se comercializar armas de fogo e munições são muitos.
Há inúmeras estatísticas provando cientificamente que os índices de violência subiram desastrosamente nos lugares onde se aplicaram a política do desarmamento.
O número de acidentes com armas de fogo também é menor onde o porte legal de armas de fogo é acompanhado de treinamento.
E é aqui que eu quero chegar: o que deveria estar se discutindo não é se se deve ou não comercializar armas e munições e sim, COMO efetuar esse comércio.
Não adianta vender a arma e não treinar o comprador quanto ao seu uso correto, cuidados no manuseio/manutenção, atitudes com relação à segurança, etc.
Além disso também tem a questão psicológica: tem muito babaca por aí que com arma na mão vira valentão querendo atirar em todo mundo.
É preciso avaliação psicológica seríssima além de avaliação de histórico do candidato a comprador.
Nas forças armadas, os soldados não ganham armas sem treinamento adequado, ou podem acabar morrendo pelas suas próprias armas. (Geralmente quem mais morre dessa forma ou são os "valentões", ou são desleixados que não deram importância às instruções de uso.)
E por falar em forças armadas, os criminosos estão muitíssimo bem armados... e pode-se contar nos dedos das mãos quantas têm algum registro "quente" em algum lugar.
Creio que o argumento mais forte contra essas políticas de desarmamento seja justamente esse: se você fosse um bandido e tivesse alguma dúvida quanto à capacidade de reação de sua vítima, você o atacaria? Teria alguma dúvida ainda que não tivesse "nada" a perder?
E se tivesse certeza absoluta de que sua vítima não teria condições de reagir? Como você agiria se fosse bandido?
A essa altura do campeonato, o leitor já deve ter percebido que eu quero ter o direito de estar preparado... Quero o ter o direito de comprar minha Walther PPK, minha Uzi 9mm com mira à laser, meu lança-mísseis portátil e principalmente, meu treinamento israelense de combate militar, porque se for depender da segurança pública "garantida" pelo Governo, eu estou roubado... aliás, quem é mesmo que tem me roubado desde que nasci???
Na minha opinião, política de desarmamento só é interessante para quem não precisa se defender de bandido, porque tem toda a "máquina" de guerra do Estado o protegendo legalmente por leis que ele mesmo faz.
Povo fácil de controlar é aquele que não tem como reagir, né?
Quem será que quer nos roubar afinal?

(?) Ah... eu ía me esquecendo... eu já escrevi aqui no meu blog a muito tempo atrás sobre como resultados de eleições podem ser manipulados, né?

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