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sábado, 25 de junho de 2005

Aí... Se você espera que eu perca o meu tempo escrevendo sobre Mensalão, CPI, corrupção no Governo, etc. só porque tá na mídia a ponta do iceberg que TODO BRASILEIRO sabe que existe e caga nas calças admitir principalmente porque TODO BRASILEIRO sabe que essas coisas sempre "acabam em pizza" até porque os responsáveis pela corrupção são os responsáveis diretos ou indiretos por TODO o sistema legislativo dessa colônia de exploração internacional que se finge de país e até assume com o pomposo slogan "Um País de Todos", vai tirando o seu cavalinho da chuva.
Prefiro falar de outras coisas hoje, até porque a mídia já está se ocupando desse assunto... Se você quiser ler sobre isso, vai visitar o site dos Terráqueos, do Universo Offline (a menos que você pague) ou do Bobo.com.
Hoje, eu resolvi mudar um pouco o "esquema" e falar decoisas absolutamente sem explicação na vida cotidiana... Pequenas coisas que a gente nunca pára para pensar a respeito, até porque não tem a mínima lógica perder tempo com isso, afinal... pra que gastar fosfato à toa? (Pra arrumar assunto para um blog, claro! Só um blogueiro nerd até a última hemácia para perder seu tempo escrevendo sobre isso.)
Alguém aí já reparou por exemplo que meninas bonitas só aparecem na rua quando você está dirigindo atrasado para o serviço? E a estranha propriedade desse tipo demomento de elas desaparecerem de seu campo de visão quase que instantaneamente? Já notou?
E quando tem duas meninas passeando na rua... uma delas linda de morrer que imediatamente chama a sua atenção e outra que mais parece o Godzilla, a bonita sempre acaba saindo do seu campo de visão misteriosamente?
Cara! É incrível como sempre aparece um poste, um orelhão, uma árvore, um arbusto, um ônibus, ou o que é pior: o Godzilla... sempre na frente, tampando a visão.
Eu não sei se as garotas têm esse tipo de sensação de vez em quando com relação aos rapazes, nem sei se é encanação minha, mas... Gente! É impressão minha ou o Universo parece conspirar para que eu não olhe para essas beldades na rua?
Olha... não me entendam mal... Não sou de mexer com as meninas na rua, nem de ficar reparando... aliás, tenho fama de discreto e gosto de ser assim. Mas é impossível negar que gosto de olhar para elas... É gostoso, alegra o momento... mas caramba! Lei de Murphy nisso também não, né?
E o pior é que estou tendo a péssima impressão de que os "Godzillas" estão se multiplicando nessa droga de metrópole de comportamento provinciano metido a besta... aliás, falando exotericamente, essa cidade é puro desequilíbrio harmônico e é esse o assunto do qual pretendo falar hoje.
Qualquer bom especialista sério em algumas daquelas medicinas tradicionais asiáticas, diria algo desse tipo, assim como povos que para nós, podem parecer primitivos, embora carreguem consigo um conhecimento ancestral muito além da nossa compreenção "urbanóide".
Certa vez, levaram uns pagés a São Paulo que ao se depararem com o rio Tietê, choraram, apontando para o rio e dizendo: "isso é morte".
Conversando com um amigo meu esses dias, ele me contou de um livro japonês de acabamento gráfico absolutamente impecável sobre água.
Disse-me ele, que viu fotos feitas com microscópio eletrônico, da água de várias amostras diferentes de água obtidas em vários lugares e em condições adversas e que uma comparação chamou muito a atenção dele: a mesma água, mas distribuída em recipientes separados... um deles submetido a música clássica tranqüila e outro a gravações de sons agressivos, como gente gritando, palavras chulas, acidentes, explosões, sons de armas, etc.
A amostra do primeiro recipiente apresentou as moléculas da água distribuídas harmonicamente, enquanto a amostra do segundo recipiente, uma ordem completamente desconexa.
Como a maior parte do nosso organismo é formada de água, é de se imaginar os efeitos disso.
Efeitos aliás, que têm sido estudados pelos povos asiáticos a milênios, mas que aqui no ocidente ainda é novidade... ou o que é pior: apresentados como mais uma "bandeira capitalista" para vender algum "aparelho polarizador" de algum tipo ou serviços e tratamentos de saúde "baseados no reequilíbrio energético"... blá-blá-blá...
Aos capitalistas: eu não brincaria com esse tipo de coisa assim. E mesmo que hajam provas científicas quanto a eficácia de certos aparelhos, desconhece-se os efeitos posteriores ou colaterais dos mesmos...
Tenho observado que os japoneses, são muito preocupados com a saúde. Tenho impressão de que bem mais do que a maioria dos outros povos asiáticos... talvez pelas altas taxas de mortalidade por câncer... sei lá. Mas são os que mais oferecem esse tipo de produto.
Um perfeito contraste com Índia e China central, que apelam muito mais para práticas medicinais extremamente antigas...
Sabe... penso que se às vezes você sente crises emocionais aparentemente sem motivo, talvez possa ser um dos efeitos do mundo desequilibrado à nossa volta.
Afinal de contas, a maior parte do cérebro é água. A que tipo de equilíbrio você tem submetido a sua água?

sábado, 18 de junho de 2005

Hoje vamos falar de mídia e sociedade.

Caso 1 - Camisinha:
A cada ano que passa, aumenta o número de meninas que engravidam antes dos 18 anos, bem como o número de homens que se infectam com alguma doença venérea (embora só se fale sobre a AIDS na mídia).
Falta de informação? Não. A mídia está aí, divulgando o uso da camisinha para quem quiser ver. Aí surge a grande pergunta: Por quê essas campanhas não funcionam como se espera?
Bom... A resposta pode ser mais simples do que se imagina. (Por que será que as pessoas têm tendência de ter medo de falar a verdade sobre as coisas?)
O fato é que camisinha é broxante. E ninguém fala isso em campanha publicitária
O clássico papo de comparar o ato com camisinha a chupar bala com papel é só a ponta do iceberg.
Na hora do "wholla lotta shakin' goin' on", pouca gente lembra da camisinha e se lembra, surge a pausa para pensar e aí, o sangue volta para o cérebro para oxigena-lo... enfim. Não inventaram nada mais broxante.
Camisinha é que nem guarda-chuva: não funciona tão bem quanto se espera, mas não inventaram nada mais eficiente. (Exatamente como o funcionamento das campanhas para promove-las.)

Caso 2 - Campanhas publicitárias do governo:
Alguém acredita no governo? Sim. Mais por esperanças do que por lógica, é verdade. É como religião... ou você acredita e morre por ela, ou a observa friamente e pode até aprender alguma coisa.
E uma coisa que se aprende observando as religiões, é que elas são como drogas... se as pessoas recebem doses maciças, ficam dependentes e facilmente controláveis.
Pessoas com boa oxigenação cerebral de repente podem fazer observações e relaciona-las a fatos antigos, distantes.
Sabe... nunca vi tanta campanha publicitária do governo como nos últimos anos... e a dose está aumentando a cada dia.
Já está se assemelhando muito a um outro governo muito antigo... o governo nazista. Famoso pelas inflamadas campanhas de marketing... muitas técnicas modernas de persuasão publicitária nasceram durante o período nazista.

Caso 3 - Democracia:
É engraçado como algumas palavras se tornam chavões não correspondendo exatamente à realidade dos fatos.
Palavras como "democracia" e "liberdade" são as mais empregadas no marketing de governos autoritários e imperialistas.
Fica mais fácil vender a idéia de usar um par de algemas quando se diz que isso irá liberta-lo(a).
É só ter fé e deixar as coisas rolarem... sem camisinha mesmo.

Caso 4 - Ignorância e omissão:
Ser ignorante é fácil... a única exigência é: não pensar.
Basta passar a vida discutindo futebol (se for homem) ou novela (se for mulher), e encher a cara em todas as baladas que puder ir.
No entanto, isso é uma opção. Existem outras.
A minha é ficar aqui, escrevendo este blog. E hoje eu não sei o que escrever.

sexta-feira, 10 de junho de 2005

E o "Dia dos Namorados" vem aí... mais uma data inventada pelo comércio pra vender por apelo emocional... e pra variar... Alguns amigos tendem a me dizer que preciso arrumar uma namorada, etc. e tals...
Não sei se preciso. Tenho minhas dúvidas.
Cobranças sociais à parte, estou satisfeito com as minhas experiências relacionadas a amor, sexo, companheirismo, etc.
Já tive três namoradas incríveis, entre elas a melhor namorada que um homem poderia ter tido.
Já arranjei encrencas... Bom, na verdade, as encrencas é que vêm na minha direção e eu, como tenho coração mole já sofri muito com isso e concluí que é hora de dar um basta.
Já me arrependi de muita coisa e quebrei muitos dos meus próprios princípios... alguns de forma irremediável.
Já tomei prejuízos muito além do material, do psicológico, do espiritual...
Não posso dizer que não vivi experiências nesse sentido. Experimentei bem... da alegria, do prazer, da tristeza e da solidão.
Dia dos Namorados? Não... muito obrigado. Não sei se nasci para essas coisas.
As conseqüências dos relacionamentos na minha vida sempre foram as mais desastrosas possíveis.
Recentemente, em meio à saudade de alguns bons momentos do que considero o melhor dos meus relacionamentos (pelo menos o que funcionou melhor por mais tempo), reabilitei uma velha conta de e-mail que a minha namorada usava para se comunicar comigo... assim, do nada, ainda que ninguém use a tal conta... com o mesmo username, a mesma senha... Francamente, não espero receber nenhuma mensagem proveniente dessa conta de e-mail e sei que pode parecer bobagem da minha parte, mas essa bobagem inexplicavelmente me ajudou a me sentir melhor.
Aliás, nessas coisas... acho que só existe o inexplicável mesmo. E inexplicavelmente, tudo deu errado.
Incrível, não? Mas é a mais pura verdade.
E é por isso que não espero que de uma hora para outra as coisas comecem inexplicavelmente a dar certo.
Para que esperar se nada dá certo mesmo?
Esperança e vida são duas palavras sem sentido para mim... e parecem se fundir numa mesma coisa.
Infelizmente, eu não sei como fazer para essas coisas funcionarem e invejo os que conseguem.
Aliás, não invejo não.
Torço para que consigam que sempre funcionem e que saibam aproveitar bem, pois raramente, muito raramente, dois pontos no universo se encontram em perfeito equilíbrio e harmonia.
Não estou falando se sexo, de paixão, de carinho, de atenção.
Estou falando de milagres aqui.
De momentos em que nada mais importa, nem mesmo o tempo ou o espaço.
Aceitem um conselho por experiência própria: aproveitem esses momentos. Serão a única coisa de real valor em suas vidas... mesmo que não as viva mais.
Quanto à história do comércio e os presentes... ora... que se dane!

segunda-feira, 6 de junho de 2005

Ao contrário do que diz qualquer dicionário, o termo "democracia" para qualquer governo significa "eu mando e você obedece".
O governo dos EUA adora rechear seus discursos com esse termo. E muito provavelmente eles venham a dominar o mundo com isso.
Como se não bastasse pisar sobre o cadáver da ONU pra bombardear o Iraque e roubar o controle sobre o petróleo além de encher de dinheiro o rabo da família Bin Laden que indiretamente é o maior fornecedor de armas do governo dos EUA, que agora quer "monitorar" os países da América Central e América do Sul com o apoio da OEA.
Olha... francamente, eu não tenho nada a ver com isso, mas falar um pouco de verdade é bom:
Não vai demorar muito para que gente com o mínimo de intelecto seja perseguida e executada como nos tempos das inquisições.
Depois de tudo o que já escrevi nesse blog, periga até eu mesmo acabar sendo perseguido sem ter nada a ver com a história... basta algum "figurão" metido a "Senador Palpatine" lá, seja na Casa Branca, na Suíça ou no Vaticano cismar que gente como eu pode ser uma ameaça por perceber os movimentos desse jogo de xadrez e simplesmente registrar suas opiniões e observações pessoais (como faço aqui no meu blog), que posso me declarar morto... feito algum Cavaleiro Jedi depois da "ordem 66". (Se você não entendeu nada, você não viu Star Wars-Episódio 3.)
Cara... a única coisa que eu faço na vida é tentar sobreviver em meio a esse regime corrupto, cínico e cara-de-pau.
Eu tenho evitado ler jornais e ver telejornais por causa disso: fico muito "puto" da vida! Certas notícias me fazem lembrar sempre de que apesar dos meus esforços para ser alguém navida, eu não passo de mais uma gota de óleo na "máquina do Estado".
Aí eu fico pensando... se acabarem com os nerds... o que seria desses governos tão "brilhantes"?
Pra começo de conversa, sem os nerds, nenhum computador no mundo funcionaria por muito tempo. Assim sendo, os milhões da corrupção ficariam sem controle e aí, ao invés de certos políticos encherem o rabo de dinheiro da "comissão" por venda de armas, por exemplo, encheriam o rabo com... bom, deixa pra lá!
Talvez uma parte da população gradativamente já esteja tendo suas mentes "lavadas" para terem uma certa aversão aos nerds, se comportando irritadas com sua mera presença.
Quer saber? Eu tenho coisas mais interessantes para pensar do que estudar os mecanismos que geram esse comportamento.
Coisas como... algum jeito de conseguir sobreviver com tanto imposto para pagar (torcendo para que não inventem mais impostos ou aumentem de novo as tarifas dos já existentes), ou como conseguir mais dinheiro para pagar as minhas contas.
Pena eu não ter como me exilar em outro planeta!
Talvez fosse legal ensinar os ETs sobre como são os pensamentos humanos... difícil vai ser explicar por que tem tanta gente se comportando tão "igualzinho".