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terça-feira, 22 de junho de 2004

A cada dia que passa mais eu chego à conclusão de que o ser humano deve ter algum parentesco evolutivo com as ostras, tamanhas as ignorâncias que testemunho todo santo dia, principalmente na indústria de pré-impressão gráfica, onde os "cérebros de ostra", vulgos "ostralopitecos" (ou outro tipo de primata com cérebro de ostra), são os que imperam imponentes com toda a sua pomposa ignorância, arrogância e principalmente, total e absoluta falta de respeito para com aqueles que os fazem ganhar dinheiro aos montes.
Digo falta de respeito para não dizer coisa muito pior. (Acho que estou sendo muito "suave" neste post... Mesmo porque, a minha educação me impede de ser mais impetuoso, embora esse assunto mereça.)
Certos indivíduos, que certamente se julgam os "senhores absolutos da verdade universal" continuam esperando que se refaçam todos os seus "garranchos" milagrosamente, transformando-os em obras de arte de impecável perfeição e no mesmo tempo de preparo de um lanche num bom fast food...
Esse tipo de arrogância, de achar que o universo gira ao redor deles somada ao péssimo hábito de mostrar a eles onde erraram, faz com que estes sempre acabem por atrapalhar o bom andamento de bons serviços feitos por gente competente e que por isso mesmo, merecem ser tratados com o devido respeito.
Nem precisa dizer que por causa dos "ostralopitecos", bons profissionais desistem do mercado e excelentes profissionais são sempre prejudicados, uma vez que a "bomba" sempre estoura na mão desses "milagreiros", heróis anônimos capazes de missões impossíveis, de limpar todo o excremento das "crias" dos "ostralopitecos" e transforma-los em trabalhos "apresentáveis", na maioria das vezes com qualidade visual discutível... enfim, gosto não se discute.
A esses heróis anônimos, fica aqui o meu profundo respeito e que um dia possam ter o seu trabalho reconhecido, pois estes sim, são os verdadeiros artistas que tornam as "crias" dos "ostralopitecos" realmente possíveis.
Aos "ostralopitecos", especialmente a um, em especial que me fez perder o último sábado (que aliás, era aniversário da minha mãe) e que agora me faz ficar trabalhando até agora (e ainda nem tenho previsão de que horas vou sair daqui), fica a minha maldição: que seu orgulho se volte contra você e que o destino mostre o tipo de ser que você é.

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