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domingo, 30 de maio de 2004

Eu invejo as pessoas que podem falar com certeza absoluta que estão amando.
Já perdi a conta de quantas vezes eu me senti apaixonado na vida e é bem verdade que todos nós sempre passamos por alguma experiência do tipo "paixão destrutiva", que faz com que pensemos estar amando profundamente e um dia, ao cair na real, temos raiva de tudo... Já aconteceu comigo (bem mais do que só uma vez)... E creio, já aconteceu com todo mundo que conheço...
O problema, é que depois de uma experiência dessas, a gente começa a se questionar se não está embarcando em outra armadilha do destino desse tipo...
Garotas que diziam que me amavam, também já passaram pela minha vida. E não adiantou nada eu me apaixonar, me dedicar... amar mesmo!
Hoje elas tratam essas fases como "ilusão"... palavra simplista demais para justificar o que não se pode explcar.
Não há palavras capazes de se explicar o que se sente.
Eu poderia escrever durante décadas sem conseguir definir o que é o amor, o que é amar...
Em algumas antigas artes marciais, costumavam dizer que "o caminho não pode ser explicado ou definido e sim, experimentado".
Pois bem... Eu amei sim. Muito... Loucamente... E sempre que eu vivi essa experiência, tive de provar a mim mesmo que eu realmente estava amando. E amar, muitas vezes é dar a quem se ama a chance de ser feliz.
Infelizmente esse tipo de prova, para mim, sempre termina do mesmo jeito.
Geralmente as pessoas que eu penso que me amam terminam me deixando. E é assim que funciona.
Por isso tenho medo de amar de novo... de me deixar levar pelos sentimentos...
Tenho dificuldade em acreditar quando alguém diz que me ama. Como se todo amor fosse ilusão.
Quero crer que estou enganado, mas para mim, o amor é isso: ilusão deliciosa que um dia termina...
Eu queria que ao menos uma vez, esse sentimento, essa experiência não terminasse nunca.
Creio que todos nós buscamos isso a vida toda. Por isso tantos relacionamentos começam e terminam ao longo da vida.
Como se a vida fosse feita apenas para errar.
Sabe? Se a vida foi feita apenas para errar, só a própria vida poderá responder... Se ainda me sobrar vida para viver até lá.

sábado, 29 de maio de 2004

Eu tenho tentado manter uma certa regularidade no meu blog, postando ao menos uma vez por semana, mas acredite, é difícil postar idéias sem ser ofensivo a outras linhas de pensamento, sem ser direto demais, nem desabafar os meus problemas pessoais online.
Estou sem inspiração hoje. E não é por falta de idéia...
Idéias eu até tenho várias, mas são tantas e tão complexas e delicadas que eu nem sei por onde começar.
O problema de escrever sem inspiração, é que acabo "davagando" demais e começo a fazer um monte de frases desencontradas e mudando de assunto com muita facilidade.
Eu podia falar de política... mas o assunto é muito chato e eu não estou a fim de perder o meu tempo mostrando os podres do poder... não resolve nada mesmo!
Eu podia falar de como surgiram os poderes paralelos que controlam o mundo, mas eu trombaria de frente com as crenças religiosas das pessoas e elas geralmente não gostam de saber de certas verdades... preferem acreditar na versão da história ditada pelos conspiradores do que nos fatos históricos comprovados cientificamente pela arqueologia...
Eu poderia falar sobre o amor, mas a distancia entre o amor e o ódio é a mesma entre uma face e outra de uma lâmina afiada... e as feridas dessa navalha, são tão fundas, dolorosas e difíceis de cicatrizar que me doeria muito falar sobre isso hoje... as minhas feridas doem e muito.
Eu poderia falar da ignorância... afinal esse blog é feito para apontar exatamente isso: a ignorância das pessoas incluindo a minha.
Acho que hoje, eu prefiro ignorar tudo isso... Afinal, de que adianta me concentrar em apontar a ignorância do mundo e das pessoas se tenho certeza absoluta de que serei ignorado pela grande maioria? (Fora "meia-dúzia de seres conscientes...)
O fato é que graças a essa ignorância, a humanidade caminha para o seu fim... Fim merecido, aliás.
Desde criança ouço falar que "as coisas vão melhorar", que "o país vai crescer", que "o mundo vai ser melhor"... francamente, acho tudo uma grande mentira.
As coisas só pioraram, o Brasil nem é um país (já expliquei isso em outros posts...), o mundo está cada dia mais perigoso e nunca se viveu tão pouco quanto agora, embora hoje, haja muito mais tecnologia e informação disponíveis do que a uns dez ou vinte anos atrás, por exemplo. (Leia-se "viver" como "aproveitar a vida" ao invés de "mofar no trabalho" ou "isolar-se atrás das portas de casa" ou "esconder-se atrás de um monitor"...)
Francamente, o mundo hoje está cada dia mais parecido com uma enorme lixeira e nós somos o lixo.
Somos todos ignorantes e ignorados... Já que o mundo é isso, então... De que adianta eu perder o meu tempo escrevendo esse blog?
As guerras do mundo não vão cessar por causa de um post no meu blog, nem a criminalidade, nem a fome...
De que adianta eu fazer qualquer coisa se nada do que eu fizer mudará alguma coisa?
Dói muito ser ignorado. Mas não dói ser ignorante.

domingo, 23 de maio de 2004

Eu já escrevi sobre isso no meu blog. Mais precisamente no meu post do dia 16 de Maio. (Lá pelo finalzinho do post...)
E hoje, o assunto aparece na capa de uma das revistas mais respeitadas do país.
No mundo de hoje, a aparência é tudo. Não importa o que seja, tem de parecer bonito, ou está fadado a ser um fracasso.
Já vi muitos produtos excelentes que se tornaram um fracasso e produtos péssimos se tornarem padrão de mercado (tanto que disso nasceu o famoso "Primeiro Postulado de Picolo").
Não precisa muito para observar esse fenômeno, decorrente de um condicionamento que já vem de muito tempo na história humana...
Todos querem ser "amigos do rei", ou no mínimo, se parecer como tal. E o motivo é simples.
Se você for a alguma loja bem trajado (preferencialmente com roupas caras), será muito bem tratado.
Por outro lado, se você se apresentar com roupas velhas e sujas, dependendo do caso poderá até "convidado" a se retirar da loja.
Esse exemplo não se aplica apenas às compras, mas também nas empresas, nos bancos, nos locais de trabalho...
Mas o que é "parecer bonito" afinal? É parecer chique? Parecer rico? Sim, com certeza. Afinal, é o dinheiro que move o mundo! O poder capaz de destruir vidas de muitos pelo conforto de poucos... A religião dos mentirosos... enfim.
Meu pai me dizia: "Quem tem dinheiro, faz dinheiro." e não é apenas porque tem dinheiro para aplicar.
Quem tem dinheiro, tem vantagens, brindes, prêmios, "agrados"... viram "imortais" em instituições fundadas para fins diferentes de agradar o ego dos "amigos do rei", podem comprar os melhores serviços (incluindo os dos melhores advogados, se não a própria lei) e podem pensar em coisas realmente importantes como... como desfrutar melhor da vida ao invés de como sobreviver até o final do mês.
Acredito que parecer rico não é difícil. O difícil deve ser enfrentar as conseqüências disso, afinal, parecer rico pode ter desvantagens.
Como o rico tem uma coisa muito desejada (dinheiro), é também um alvo muito visado pelos criminosos. Daí, parecer rico é um risco grande por si só, principalmente num país pobre.
Mas como depender das aparências pode representar o sucesso ou o fracasso do indivíduo, corre-se o risco.
Eu nunca me preocupei muito com as roupas que eu uso. Geralmente são trajes simples... sou eu mesmo, não uma "máscara".
Talvez por isso mesmo a maior parte dos meus projetos de vida foram um fracasso... e eu já não tenha mais tanto entusiasmo de continuar remando contra a maré.
Meu carro é velho, mas é meu mesmo, não de alguma financiadora.
O lugar onde moro também é meu, embora a localização não seja lá grande coisa.
As roupas que eu uso também e foram todas pagas à vista. Aliás, antes da reforma do apartamento (que parou no meio), eu tinha um projeto de reformular e mudar o meu guarda-roupa justamente para tentar me promover melhor no nosso mundo "de aparências"...
Quem sabe numa dessa eu não conseguisse alguma oportunidade de emprego melhor e bem mais rentável? (Alguma empresa de consultoria em informática por exemplo...??? Quem sabe?)

quinta-feira, 20 de maio de 2004

O mundo dá muitas voltas... tantas quanto um io-iô. Aliás, desde que voltei a jogar io-iô em novembro, tenho notado uma certa "fuga".
Eu nem me lembrava mais o quanto o io-iô era importante para mim... uma distração que tem me ajudado bastante a melhorar a minha concentração ao mesmo tempo que tem desviado a minha mente dos meus problemas e despertando em mim pontos de vista que a muito tempo eu tinha esquecido...
Enfim, voltando ao assunto, é estranho como certas coisas acontecem...
Estranhas coincidências acontecendo nos dias mais improváveis têm me trazido notícias boas e ruins.
Ainda não sei se isso é bom ou ruim para mim, mas no momento pouco posso fazer além de ficar aqui, cuidando da minha vida, tentando sobreviver.
Sinto que é o momento de investir em mim. (Difícil dizer isso quando se está falido, mas...)
Estou passando por uma fase muito estranha da minha vida. Acho que posso definir como uma espécie de "isolamento".
É uma fase em que nós jogadores de io-iô chamamos de "manutenção" (sabe como é... troca de cordinha, secagem e lubrificação de rolamento...)
Meu círculo de amizades diminuiu (a maior parte dos meus amigos foi tentar a vida em outros estados e até países e muito poucos se mantêm por perto), não tenho uma companheira por perto no momento (e nem procuro ter... tenho meus motivos que prefiro não revelar aqui), de modo que de companhia mesmo, só estou eu, meus eletrônicos e meus io-iôs... a maior parte do tempo em que eu não estou trabalhando.
Eu poderia sair, buscar gente para conversar, ou mesmo aventuras... mas nunca foi o meu estilo. Não nasci para isso.
Para mim, procurar essas coisas sempre significou "procurar encrenca". (Isso inclui namoros e relações similares.)
Algumas pessoas não se conformam de me ver assim. Poucos conseguem entender os meus motivos (mesmo porque, não posso revelar todos).
De qualquer forma, eu não teria mesmo como manter uma relação agora, falido, desmotivado, sem idéias, sem objetivos.
Para mim, é o momento de buscar exatamente isso: objetivos.
Vivemos uma época em que não se pode mais correr riscos e as escolhas precisam ser muito bem feitas, pois não há como voltar a trás.
A humanidade é cíclica, cheia de altos e baixos, coisas que vão e vêm... O mundo gira... e quando a vida pára, precisamos pô-la para girar de novo... exatamente como um io-iô... imprevisível, às vezes perigoso... sempre cheio de truques.
Minha vida hoje, se assemelha a um io-iô parando de rodar... Precisa de um novo arremesso. De preferência, com rolamento seco e com lubrificante newtoniano novo e bem fino.

domingo, 16 de maio de 2004

Muita gente já me disse que o que eu preciso é me olhar num espelho.
Enquanto alguns me julgam um gênio, eu só consigo me ver como um imenso fracassado.
Apesar de esta semana mesmo um rapaz ter me dito que perguntou para umas dez pessoas sobre uma determinada tecnologia e todos terem me indicado, o fato é que eu não me sinto nada especial.
Fora a minha mãe, me pergunto se há pessoas que se importam realmente comigo.
O meu próprio nome (Claudio Henrique Picolo) já diz tudo: Claudio=coxo manco, que manca; Henrique=príncipe; Picolo (O correto em italiano seria Piccolo) = pequeno. Logo, o conjunto seria "pequeno príncipe que dá mancada".
E mancada é o termo que descreve bem a minha vida toda: Só dei mancada na vida.
Dei mancada atrás de mancada, desde a escolha da minha profissão (que me consumiu mais da metade da minha vida até agora para que eu não conseguisse construir absolutamente nada significativo na minha vida) e até no tempo em que me dediquei a uma grande esperança... 4 anos em que acreditei ter finalmente encontrado alguém que se importava comigo.
Hoje, passado cerca de um ano, estranhos "recados" do Universo me fazem concluir que além de ter de me esquecer de momentos ruins, terei de me esquecer de momentos bons também, para que eu possa "arriscar" viver alguma coisa... Nisso, lá se vai mais uma parte de mim, como se já não tivesse "enterrado" o suficiente.
Nesse campo, minhas esperanças ficam depositadas num futuro incerto, cuja condição é simples: ou acredito nisso, ou não fará sentido algum acreditar em mais nada.
O pior, é que temo novamente dar mancada... como sempre, aliás. O pior é que eu tenho uma certeza tão grande disso que isso me assusta.
Às vezes acho que eu deveria dar mancadas de propósito algumas vezes, só para que eu possa me sentir punido pelas circunstancias ao menos com um pouco de justiça, para variar...
Justiça aliás, é o que menos observo ao longo da minha vida. Me questiono se Deus é tão justo quanto pregam ardorosamente nos textos canônicos...
Eu olho à minha volta e nada parece fazer sentido... A ignorância e o caos dominam completamente a consciência das pessoas e o que eu vejo hoje é um mundo completamente "vazio", sem nada que possa realmente parecer interessante para mim.
Sinto-me um ser completamente "deslocado" desse mundo, como se eu não passasse de um observador invisível, capaz de ver através dos olhares, ou das "verdades" que nos são apresentadas todos os dias, mas que nada pudesse fazer para mudar essas coisas.
Caminho por lugares cheios de gente e observo de longe olhares maldosos das jovens fofoqueiras, casais interesseiros, "tribos" alienadas e crianças sem inocência no olhar, entre outras coisas.
Todos alheios, passando uns pelos outros sem sequer se olharem, ou se se olham, com olhares desconfiados ou maledicentes... todos parecendo (ou se passando por) seguros de si, como se fossem os "donos do mundo".
Abomino o ato de parecer-se com o que não se é, mas observo que as pessoas freqüentemente se utilizam desses artifícios, seja através das atitudes, das conversas, ou das roupas que usam.
Aliás, aparência parece funcionar como uma linha divisória entre as pessoas que terão sucesso ou fracasso na vida. Pena o mundo em que vivemos ser feito de tanta mentira. Mas foi condicionado assim.
Não sou eu quem falo uma coisa e faço outra. Não sou eu quem julga os livros pelas capas.
Se faço papel de idiota, talvez é porque eu seja um. Se alguém se importa com o que um idiota escreve num blog talvez seja tão idiota quanto eu.
Quer saber? Dane-se!
Nado contra a maré, sou um fracassado, mas ao menos sou eu mesmo.
Gênio? Louco? Quem se importa afinal?
Em tempo: quando eu morrer, por favor, joguem as minhas cinzas no oceano, onde muitos grandes pioneiros terminaram. Não quero ficar abandonado num canto, como o fui durante toda a vida.

sexta-feira, 14 de maio de 2004

14 de maio... Impossível esquecer essa data, embora eu não tenha o que comemorar. Mas há uma pessoa que tem. Uma pessoa que hoje, em minha vida, só existe sob a forma de lembranças... deliciosas, aliás.
É bem verdade que essa mesma pessoa responsável por essas lembranças, de tempos em tempos me fazia sentir completamente idiota (um dos motivos que me fará jamais esquecer essa data).
Trata-se de uma mulher que eu amei muito, embora ela mal conseguisse sentir a minha presença, talvez ofuscada pela própria luz enquanto eu nunca tenha passado de uma mera sombra.
Eu queria saber dela, como está, se está bem, se encontrou a felicidade que procurava... eu poderia enviar um e-mail, ou dar um telefonema... mas creio que nem a minha mera lembrança hoje, seria bem-vinda. Devo mais parecer um "fantasma" em suas lembranças do que algo desejável. (Por isso, me limito a esse desabafo... Como se resolvesse alguma coisa.)
Ter terminado o meu relacionamento com ela ainda me deixa perplexo, apesar de fazer quase um ano, ainda não aprendi a conviver com isso.
Me "abrir" de novo como me eu abria com ela tornou-se um desafio, mas sei que é necessário, pois não vejo outra saída... Como diria a minha vó, "acabou-se o que era doce".
Aprendi a duras penas que felicidade, é um estado de espírito. Não dá para "ser" feliz e sim "estar" feliz. E estive feliz com ela em muitos momentos. Vários deles, inesquecíveis como o 14 de maio...
Se foi um erro terminarmos o nosso relacionamento, eu ainda não sei. Mas mante-lo certamente teria sido muito difícil diante das circunstâncias e eu não podia mais aceitar ser um "lastro" em sua vida, um "obstáculo" ao seu desenvolvimento pessoal e profissional. Embora ela não me visse dessa forma, eu sentia isso e a única coisa que eu podia fazer, eu fiz.
Mal que vem pra bem? Quem sabe? O destino não nos avisa de suas surpresas, sejam elas boas ou ruins.
Mas certamente o mundo em que vivemos hoje, torna os relacionamentos cada dia mais difíceis, a ponto de termos de abrir mão de nossas felicidades para que possamos sobreviver... para pagar as contas de um mundo arrogantemente falso e ignorantemente ganancioso. Graças a isso, acredito que muita gente teve de terminar como eu.
Ainda não sei se conseguirei sentir momentos felizes semelhantes aos que ela me proporcionou de novo. Estou pagando para ver, com esperanças que talvez existam muito mais em minha imaginação do que em realidades práticas que eu possa viver agora, nesse instante.
No momento, a única coisa que posso fazer por ela é desejar silenciosamente no meu canto, que ela tenha um feliz aniversário e que seja muito feliz, pois ela merece e muito.

terça-feira, 4 de maio de 2004

Estou plenamente convencido de que o mundo é regido por pequenos grupos de pessoas que controlam as economias do mundo, a mídia, os governos de diversos países e que possuem em seu poder, arquivados, conhecimentos muito antigos que poderiam tornar obsoletos todos os nossos conceitos sobre religião, história ou física.
Entre esses conhecimentos, poderia por exemplo, haver explicação para a existência de uma espécie de bateria elétrica a cerca de 2200 anos atrás, encontrada numa escavação arqueológica em Bagdad, ou como podem ter sido construídas as cerca de 50 fortalezas de pedra vitrificada da Escócia, ou ainda que tipo de técnica teria sido empregada na escultura da famosa "caveira da morte", feita em puro quartzo e sem nenhum vestígio de cinzel...
Tento imaginar o que essas "sociedades" escondem da humanidade, seja lá por quais motivos... Apesar de eu ter algumas teorias a respeito.
A humanidade geralmente é inconsciente, sujeita a mensagens subliminares, influência de marketing, propaganda... É composta por pessoas comuns, que assimilam facilmente certas (pseudo) necessidades de consumo (embora hajam pessoas que até buscam ser consumistas para não se sentirem "atrasados" diante da sociedade de certa forma). Seja como for, essa parte da sociedade é a grande imensa e esmagadora maioria. São gente comum, como já falei, que vive feliz com suas ilusões e convicções sobre política, economia, religião, história...
Mas há aqueles pouquíssimos indivíduos (não sei ainda se são privilegiados pelo ponto de vista, ou são amaldiçoados com a consciência das coisas...) que "garimpam" as peças do "quebra-cabeças" no meio do caos, buscando respostas para as suas perguntas e em alguns casos até se tornando grandes "pedras no sapato" do "sistema".
A história é sempre contada do jeito que interessa ao invés de como realmente aconteceu ou acontece.
Na Idade Média, as investigações lógicas e científicas eram proibidas pelas autoridades, que condenavam com a fogueira, classificando de "bruxarias malignas" e ponto final. (Simples, não?)
Antes disso, as inovações tecnológicas do Império Romano vieram de algum lugar, como Grécia, Egito, Alexandria (de onde dizem há ainda vários manuscritos guardados na Biblioteca do Vaticano por soldados armados)...
E antes, dos países árabes (para não citar todos eles, como persas, fenícios, etc.) e ainda antes, Índia, China (onde aliás, se encontram as pirâmides mais antigas da Terra, embora pouca gente saiba disso, mas basta pesquisar).
Talvez esses povos antigos até já tivessem conhecimento da existência das Américas (ou que de outra forma explicar folhas de coca entre os dentes de múmias egípcias uma vez que a coca é nativa das Américas?)
Quem garante que o "sistema" não nos esconde coisas como um território quase do tamanho da Espanha que na antiguidade pode ter servido de centro de comércio entre os povos das Américas e do velho mundo? Ou que tipo de conhecimentos teriam provindo de lá ou de outros lugares? Coisas como o "computador" de 2000 anos encontrado certa vez no mar de Creta, capaz de engenhosos cálculos diferenciais com engrenagens de bronze...(???)
Na minha opinião, muita coisa já se perdeu de conhecimento na história da humanidade graças à natureza egoísta do ser humano. E com isso, a consciência das pessoas e em conseqüência, a própria evolução da raça humana, que agora, seguindo um caminho de caos, caminha inconsciente em direção à própria destruição.