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segunda-feira, 7 de julho de 2003

E o Brasil pode se orgulhar de ter sido apontado pela UNESCO como um dos países de pior ensino do mundo!
As crianças não aprendem a Língua Portuguesa naturalmente. Ao invés disso, aprendem "carioquês" e "baianês"... impostos pelos que "governam" esta colônia de "exploração internacional", através dos meios de comunicação de massa, que "empurram" idéias, conceitos e valores a uma população cada dia mais dependente desses meios e que justamente por isso, têm a cada dia, menos condições de argumentar, questionar... formar opinião.
Negar verdades não é exclusividade da mídia brasileira.
Isso já aconteceu no Egito antigo, na Alemanha nazista e acontece nos EUA, atualmente. E como sempre, as idéias que os "interessados" (leia-se: "quem tem o poder") sempre pregam idéias bonitinhas, mas falsas.
Exemplo: Por que os EUA podem ter armas nucleares enquanto o resto do mundo não pode? Eles são mais "bonzinhos" que os chineses (ou por que não citar também os coreanos), por exemplo?
Quer dizer então que os EUA são os "bonzinhos" enquanto o resto do mundo formam o "eixo do mal"? Ora, conta outra!
No Brasil a coisa funciona de forma semelhante, embora as idéias de valores sejam outras.
Exemplos: É mais interessante saber do futebol do que do aumento do preço das tarifas telefônicas; É mais importante saber quem vai ficar com quem na novela das oito do que se a inflação está realmente controlada... e por aí vai.
Agora a parte ruim: nós, os profissionais de mídia, fazemos parte disso. Se você também é um profissional de mídia, pense duas vezes sobre que tipo de idéia você está "vendendo". Um dia, essa "idéia" poderá ser usada contra você, sem você perceber.

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