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domingo, 4 de novembro de 2018

Já fazem uns 5 anos que infelizmente não sinto mais emoções ligadas a nada que envolva qualquer tipo de decisão e troquei TODA a fé, pela desconfiança.
É o preço que tive de pagar para conseguir voltar do inferno sem que um suicídio pusesse fim na minha existência física aqui neste mundo.
Nunca mais conseguí acreditar nas palavras das pessoas, em nenhuma narrativa, em nenhuma imagem sem tentar entender os motivos por trás delas muito antes.
O que antes era uma prática por curiosidade para mim, há 5 anos é uma questão de sobrevivência, porque não tenho mais condição nenhuma de aceitar erros por questões emocionais.
(E juntando gente em busca de respostas à respeito desses motivos, sem querer, acabei formando uma uma verdadeira rede de "agentes secretos" de Inteligência, que coletam informações dos bastidores de quase tudo referente a Geopolítica e Geoestratégia, o que nos permite análises bastante precisas de certos acontecimentos futuros.)
Quem acha que quaisquer escolhas que eu faça sejam emocionais, está absolutamente enganado(a), talvez por ter se afastado demais, ou ingenuamente, ter se deixado influenciar por pessoas contaminadas justamente por narrativas de carga emocional, aliás, bem típicas dos subversores já amplamente explanados aqui neste blog por vários anos, motivo pelos quais pretendo à partir do ano que vem, voltar à "programação normal" aqui deste blog, se as circunstâncias permitirem.
Neste meio-tempo, perdí alguns amigos, mas ganhei outros.
É um ciclo como a vida. É a ordem natural das coisas.
Se eu ou essas pessoas estamos enganados, só o tempo julgará. E o arrependimento, é sempre um prêmio nobre e muito bem-vindo de humildade, sabedoria para todos.
Não seria a primeira vez, nem será a última que verei disso.
O momento agora para todos nós, é de observação, de vigília, pois o mesmo tipo de perdedores que formaram guerrilhas no passado, as cultivam novamente hoje especialmente entre jovens cheios de hormônios na cabeça, só acrescentando a ideologia nelas pela imensa porta de idealismos típicos dos jovens.
Isso sim é que é preocupante. E quero estar bem longe de quem cultiva esse tipo de bomba.



Guerras silenciosas infelizmente são infinitas
"O preço da liberdade, é a eterna vigilância."


Ah! Enfim, a liberdade!
Finalmente acabou-se o pesadelo da campanha eleitoral e finalmente nos livramos de uma DITADURA disfarçada de democracia de 16 anos, que por muito pouco, muito pouco mesmo, não se tornou permanente e agora posso finalmente dizer que não vai ser desta vez que vou para o paredão de fuzilamento, nem morrer com uma bala na nuca para cair numa vala comum, como historicamente aconteceu em todos os países onde o marxismo assumiu o poder do Governo e o fez mais poderoso que o poder do Povo, inicialmente desarmando-o, cooptando suas forças de segurança e sistematicamente corrompendo todos os valores da sociedade através dos meios midiáticos e jornalísticos previamente cooptados, assim como as universidades e escolas, para dividir a população e torna-los idiotas para serem assim, muito mais facilmente dominados.

O método desses bandidos é exatamente esse. Tão simples que conseguí resumir em apenas um único parágrafo (caso ninguém tenha notado aí acima).

Mas é claro, que para cada ítem supra-citado, há toda uma complexa metodologia cheia de sub-ítens que eles obviamente tentam esconder para que jamais seja desmascarada e a forma mais eficiente de fazerem isso é distorcendo o significado das coisas, repetindo este significado distorcido à exaustão para então relativizarem, atribuírem à algum valor humanitário. Assim, o ítem ganha apoio, defesa e progride conforme a agenda.

Muitos desses sub-ítens, graças às investigações da Polícia Federal, foram desmascarados com sucesso, razão pelo qual conseguimos salvar nossa liberdade... ao menos por enquanto, porque as narrativas continuam apesar de a campanha eleitoral ter acabado oficialmente e vão continuar.
Por isso, jamais devemos "baixar a guarda" ou deixar de estarmos sempre atentos ao andamento dos planos dos bandidos, entender como eles pensam, estudar as estratégias deles e continuar jogando, porque ELES NÃO VÃO PARAR, pois nada, nem mesmo o dinheiro, é mais sedutor do que o poder.

Não é difícil de imaginar como eles pensam neste momento:
"Deixem os fascistas cultivarem a terra para nós! Depois voltamos e apenas aproveitamos os frutos que eles plantaram para nós, sem que precisemos fazer esforço. Até lá, vamos estudando nossos erros e aperfeiçoando nossos planos, para que da próxima vez, não cometamos os mesmos erros."

Aliás, é curioso como eles usam o termo "fascista" para se referir a democracia e "democracia" para se referir à fascismo.
São os dois termos que eles mais gostam de confundir a definição, à ponto de escreverem livros inteiros sobre eles propositalmente recheados de "devaneios intelectualóides*" sem concluírem absolutamente nada, como aquela porcaria do "Liberalismo e Democracia" do Norberto Bobbio que considero sem sombra de dúvida, o livro mais inútil que já li em toda a minha vida, incapaz por exemplo, de dizer o óbvio à partir das meras raízes etimológicas da palavra "democracia" (do grego antigo, "δῆμος", "demos" ou "povo" e "κράτος", "kratos" ou "poder", logo, "poder do povo). E o pior é que o "socialista-liberal" (um dos muitos nomes de correntes ideológicas que o marxismo usa para confundir) do Bobbio, é literalmente "endeusado" nos cursos de Humanas de todas as universidades do Brasil, como aliás, não é de se estranhar.

Claro que com o termo "fascismo", eles usam o mesmo tipo de sofisma, recorrendo sempre à clássica "carteirada intelectualóide*" quase sempre enaltecendo alguma suposta "autoridade no assunto que diz isso ou aquilo" seguindo rigorosamente o estratagema número 30 de Dialética Erística de Arthur Schoppenhauer ao invés de simplesmente dizer que "Fascismo, na prática, é um governo totalitário e quaisquer outras coisas que se disserem além disso para defini-lo será sofisma ou relativismo barato".
Aliás, para não perder o costume, a raiz etimológica da palavra "fascismo" vem do latim "fasces", que era um machado envolto com varas. Era uma arma carregada pelos guarda-costas dos magistrados do antigo Império Romano e símbolo do "Poder Judiciário" conferido a eles.
Esse símbolo foi utilizado pelo socialista Benito Mussolini após ser expulso do Partido Socialista Italiano, quando fundou o próprio partido com os mesmos objetivos porém utilizando um discurso ultra-nacionalista e o famoso slogan "Tudo para o Estado, nada contra o Estado, nada fora do Estado".
Morreu linxado pela população no melhor estilo "A Revolução dos Bichos**" de George Orwell pelo simples fato de ter roubado a liberdade dos italianos.
As condições que criaram o fascismo pouco antes da Segunda Guerra Mundial são absolutamente impossíveis de serem reproduzidas nos tempos atuais, dada uma infinidade de fatores tanto de esquerda quanto de direita que seria impossível resumir aqui nessa postagem, entre elas, que os marxistas não fazem mais as revoluções armadas como naquela época (o que causou pânico na população italiana) e sim, o gramscismo e o "frankfurtismo" (se é que existe esse termo para se referir aos métodos de persuasão psico-ideológicos desenvolvidos pelos membros da chamada "Escola de Frankfurt").

Atualmente, muita gente mal intencionada tenta "pintar" um cenário "semelhante" para associar o atual momento à ascensão do fascismo (o que não é novidade) e o preocupante é que essa narrativa ganhou uma certa adesão (obviamente e especialmente nas universidades brasileiras) mesmo estando absolutamente aquém da realidade, principalmente porque o fascismo de Mussolini, usou e abusou de incoerências de discurso para dizer o que a população queria ouvir para assim alcançar o Poder. (E já sabemos bem qual lado tem discurso incoerente).
Mas a população está bastante alerta sobre isso agora, graças ao fenômeno da Inteligência Coletiva (motivo pelo qual os marxistas são doidos para "regulamentar" as redes sociais, o acesso à Internet, enfim, todos os meios de comunicação interativa permitindo apenas a comunicação de via única, ou seja... o Governo diz e você aceita sem direito de questionar).
A população já cometeu esse erro em 1994 sem perceber, preparando o cenário para o populismo que elegeu Lula em 2003 e que desde então, seu partido foi ocupando espaços com o objetivo de não mais deixar o Poder.
Se os planos deles não tivessem sido expostos, não conseguiríamos mais nos livrar deles e terminaríamos como a Coréia do Norte, ou Cuba.

Agora a minha dica para o futuro é: CUIDADO! O PT é apenas uma sigla, uma marca, um símbolo.
Ainda temos 33 partidos, TODOS de "esquerda" no Brasil, tentando se passar por "centro" e todos potencialmente com os mesmos objetivos, quando não diretamente ligados ao PT.
Estudem os INDIVÍDUOS, suas intenções e os interesses secretos de quem está por trás deles, especialmente quem os financia, independente dos discursos ou narrativas e garanto que vocês vão ficar bastante surpresos inclusive com sigo mesmos.


* Intelectualóide = "Intelectual" de vitrine, aquele acadêmico cheio de títulos que só servem para conferir-lhe "autoridade" para falar um monte de bobagens com o intuito de legitimar narrativas ideológicas e assim, fazer sua parte para promover um projeto de tomada do Poder.

** "A Revolução dos Bichos" é um livro, mas postei aqui um link para um desenho animado porque fica mais "palatável" e rápido de entender, caso você não queira ler o livro.

terça-feira, 23 de outubro de 2018

Todos os textos deste blog são manifestações de opiniões PESSOAIS e sem compromisso nenhum com nenhum grupo social, político, religioso, filosófico, ideológico, esportivo, científico, econômico, industrial, empresarial, enfim, sem compromisso com p* nenhuma exceto com a sinceridade.
Se você se sentir ofendido(a) com o texto de hoje, pode me excluir de seus amigos do Facebook, deixar de me seguir no Twitter, me excluir de seus contatos no LinkedIn que não tô nem aí.
Vá em paz! Nem precisa falar nada!

Aliás, é um favor que você faz a nós dois e me sentirei até grato por isso.
Embora eu tenha nutrido uma política de diversidade de pensamento a vida toda, algumas linhas de pensamento merecem ser ignoradas pelo bem de nosso futuro e pela defesa de nossa saúde mental.
À tempo... minha máxima: "Politicamente correto fede. E fede muito." Por isso este blog tradicionalmente vai na contramão do mimimi vitimista e quer saber de mais uma coisa?
Vai chorar pra outro lado, porque o texto de hoje pra vocês mimimimistas, com certeza vai doer.
Depois não digam que eu não avisei!


Política não é futebol
"Nada mais cretino e mais cretinizante do que a paixão política. É a única paixão sem grandeza, a única que é capaz de imbecilizar o homem."
(Nelson Rodrigues)


Nos últimos 4 anos, posso dizer com muita satisfação que o brasileiro médio finalmente deixou de falar de futebol para falar de Política, o que é sem sombra de dúvida, um grande avanço ainda que com uns 30 ou 40 anos de atraso (para dizer o mínimo), porém infelizmente ainda precisa deixar de pensar em Política como se fosse futebol, ou seja, deixar de escolher um ou outro lado da política pela emoção, pelas narrativas, pela propaganda (o que em Tecnologia de Informação chamamos de "front end") e passar a entender as entranhas do sistema, os reais interesses por trás de cada narrativa (ainda numa analogia com a Tecnologia de Informação, o que chamamos de "back end").
Os argumentos que se vê na quase totalidade dos discursos, memes, narrativas, campanhas, artigos de jornais, revistas, reportagens... enfim... praticamente todos os meios ainda são ridiculamente superficiais, para não dizer infantís. "Fulano disse isso"... "Ciclano disse aquilo"... "Ooooooh!!! Que ofensivo!" Como se palavras e ações físicas palpáveis, fossem a mesma coisa!
Através das palavras, enaltece-se um monte de desinformação como argumento, distorce-se o significado das coisas, foca-se sensacionalisticamente uma ou outra cena omitindo-se o contexto todo dos fatos, tenta-se re-escrever a História (quando além disso não destroem-se as provas), apela-se para palavras de ordem ao invés do raciocínio crítico e ainda querem validar esse tipo de argumentação "na carteirada", no autoritarismo muitas vezes enaltecido por certificados de "nível superior" emitidos por universidades que são muito mais centros de doutrinação do que centros de excelência científica pragmática.
Porém, intelectuais de verdade não precisam (e teriam vergonha de) apelar para títulos para defender suas teses.
Contra fatos verdadeiros, não existe antítese.
E enquanto os charlatões se desesperam com a ruína das aparências sem conseguirem entender que acabou o monopólio da "verdade" (ideológica) em que a mente doentia deles acredita que uma narrativa para ser "verdade" tem de "aparecer mais" ao invés de ser comprovada pela lógica e pela experiência prática.
Verdade não é propaganda. Aliás, costuma ser exatamente o oposto dela.
O fim deste monopólio, se deve ao fenômeno da Inteligência Coletiva teorizado por Émile Durkheim em 1912, mas observado e relatado como realidade por Henry Jenkins em "A Cultura da Convergência".
É o que enterrou de vez há anos o "monopólio da verdade" imposto por esses "semideuses" de vitrine e é por isso que os bandidos por trás deles querem censurar os meios de trocas de informações virtuais (redes sociais).
E agora que vivemos um período claramente importantíssimo para a História do Brasil, na "reta final" da mais conturbada eleição que já tivemos, não há mais desculpa para não se tomar partido de um dos dois lados da "brincadeira de polícia de bandido" mais séria de todos os tempos, esse tipo de argumentação superficial forma uma perigosa polarização que certamente desencadeará em conflitos sociais bastante graves num futuro próximo.
Primeiro, vejamos os dois "times", o "juiz" e o "estádio":

De um lado, temos um Capitão do Exército hospitalizado após um atentado e que tem a nítida aclamação da esmagadora maioria da população que sente na pele há décadas os efeitos de subversão cultural promovida por um monte de teorias acadêmicas que sempre saem pela culatra e narrativas cheias de promessas populistas para enganar trouxa.
Verdadeiras "obras-de-arte" dos tais "intelectuais" que não passam de embusteiros, atores, charlatões que dominam sim a Dialética Erística*... mas nada além disso.
E qualquer coisa, apela-se para a "carteirada", como se títulos de validade questionável fossem "coringas" num jogo de cartas.
O Capitão obviamente não é perfeito. Longe disso, não passa de apenas um ser humano e como tal, naturalmente tem defeitos, mas como não há nada que se consiga provar contra a idoneidade dele, tenta-se atribuir à ele de todas as formas possíveis, valores completamente fora da realidade!
(Ou você acredita mesmo que alguém "racista", "machista" ou mesmo "homofóbico" conseguiria se tornar Capitão do Exército Brasileiro?
Ora... Se voc6e acredita, me desculpe, mas para isso é preciso estar muito, mas muito desinformado mesmo sobre como funcionam as coisas na caserna.)

Do outro lado, temos um "fantoche" de um presidiário líder da maior organização criminosa que se pode imaginar, cuja cúpula do partido (curiosamente quase todos terroristas anistiados) se não foi presa, está sob investigação ou sob processo criminal. (Só o "fantoche" tem mais de 100 processos em andamento, embora a imprensa "arredonde" para 32 processos) com caminhões de provas obtidas pela Polícia, mas que obviamente só não são aceitas pelos simpatizantes, doutrinados e doutrinadores, todos cúmplices, que temem perder alguma "boquinha" como uma captaçãozinha da Lei Rouanet aqui, um emprestimozinho do BNDES (na prática, sem compromisso de pagamento) ali, uma propinazinha acolá... e ainda tem aqueles que têm medo de perder o fornecedor de maconha, que certamente será procurado pela Polícia se "o time da Polícia" ganhar o jogo.

Como "juiz", temos um sistema eleitoral nitidamente fraudulento que julga a si mesmo (e assim, obviamente nunca vai achar nenhum problema em si próprio) cuja Presidência atual foi indicada por um fantoche anterior do tal presidiário e que só agora, que o brasileiro médio deixou de falar de futebol, começou a perceber que está sendo engrupido desde 1996 com isso, exceto, claro, os "idiotas úteis" que repetem palavras de ordem sem terem a menor noção do que estão repetindo, com o intuito único de "desconstruir" inutilmente o "outro lado"...
Inutilmente, porque como eu já disse no texto anterior, o mundo mudou e as regras também, mas essa gente continua presa em 1917 imaginando o mundo dividido entre burgueses e proletariados e bla-bla-bla...
Haja paciência!

O "estádio" onde esse jogo se trava, por enquanto está nas redes sociais, nos bate-papos de bares, cafés, lanchonetes, entre amigos (que muitas vezes infelizmente deixam de ser amigos porque eles não conseguem enxergar "o outro lado da moeda")...
Ora... Ninguém convence ninguém!
As pessoas só se convencem a si próprias, através de experiências próprias que obtém dos meios em que frequentam.
Até os macacos sabem aprender por experiência prática enquanto o ser humano ainda tem muito para evoluir nesse sentido.

Agora vamos fazer uma curta análise do que vem por aí...

Se as eleições não forem fraudadas, esperem o colapso do sistema midiático à partir do ano que vem, pois esse está devendo até as calças e esses dois meses até lá será puro "jus esperniandi" nesse meio, que obviamente arrastará junto todos os contatos internacionais ligados ao mesmo, produzindo narrativas de fake news como nunca (que é o que esse meio mais produz e ainda tem a cara de pau de dizer "combater") e posteriormente, começará um lento processo de reversão dos meios que causam subversão cultural, econômica e infra-estrutural pelos quais o Brasil já está passando sistematicamente desde 1974 e naturalmente quem ganhava com isso, vai tentar criar conflitos. Inclusive armados, como já aconteceu no passado e portanto, não é novidade.

Se as eleições forem fraudadas (o que é bem mais provável, embora as tradicionais agências de propaganda travestidas de institutos de pesquisas estejam sugerindo o óbvio: não dá para esconder a imensa diferença de número de intenções de voto), haverá revolta popular (já que o TSE obviamente jamais admitirá que houve qualquer fraude, uma vez que ele julga a si próprio), mas ainda é uma incógnita sobre como o Povo reagirá na prática.
A reação mais correta nesse caso, seria cercar os 3 poderes (e suas instâncias) não deixando ninguém trabalhar enquanto não se instituir um Governo Provisório para começar tudo do zero, de acordo com o Princípio de Autodeterminação dos Povos, como já foi explicado aqui neste blog.
Porém, se o Povo não reagir, a primeira providência do candidato da esquerda será tentar impôr controle sobre todos os meios de comunicação. Medida que pode encontrar alguma resistência do Congresso, que apesar da renovação significativa, a maioria ainda é de partidos de esquerda. E na sequência, tentar a eliminação sistemática dos inimigos políticos e aí, quem poderá oferecer resistência são as Forças Armadas. ("Ordens absurdas, não serão cumpridas." Especialmente se vierem por tabela de um presidiário.)

Como saber se as eleições foram fraudadas?
Simples. Basta observar o seguinte comportamento:
O candidato da "direita" começará ganhando e quando chegar lá por volta dos 75% da apuração, começará um estranho processo de inversão, terminando a eleição com o candidato da "esquerda" ganhando por até uns 3% de diferença**.
É exatamente assim que aconteceu nas últimas eleições eletrônicas quando o candidato que se apresenta como "direita" está ganhando nas pesquisas sérias (e enquetes "piratas" proibidas autoritariamente pelo TSE desde 20 de julho, como em toda ditadura que se preze).

De qualquer forma, sabe aquele papo que eu falei em 2014 (e repetida no meu blog em 2015) para não esperarem mais paz no Brasil por pelo menos uns 10 anos?
Pois bem... A primeira vítima de toda guerra, é a razão. E apesar de até agora só termos pequenos conflitos, parece que infelizmente teremos mesmo de encarar uma guerra mais dia, menos dia. Repito: infelizmente.
Si vis pacem, para bellum.



* Schoppenhauer só esqueceu de avisar que quando os argumentos são confrontados com a experiência prática, se estraçalham como ovos atirados contra um muro de concreto.

** Alguns dias após a publicação deste texto, encontrei um vídeo em que um matemático prova cientificamente uma teoria parecida (e mais válida) do que essa que eu expliquei.

terça-feira, 25 de setembro de 2018

Com o mundo como está hoje, doente, ou você fica louco(a) ou fica deprimido(a), ou fica entediado(a).
Se fica louco(a), vira militante de algum movimento qualquer.
Se fica deprimido(a), se mata.
Se fica entediado(a), se isola do mundo, procura observar tudo de fora e para se sentir produzindo alguma coisa, escreve num blog.
Piadas à parte, é realmente lamentável como o mundo se encontra hoje: Todo mundo perdido, mas todo mundo tem todas as respostas para tudo à moda "Dialética Erística" em que a verdade deixa de ter valor em relação ao ego, as "causas" defendidas apaixonadamente incondicionalmente tratando quaisquer discordâncias como "inimigos de guerra".
Aliás, como não perceber que já estamos em guerra, se todos os dias tem carro forte ou caixas eletrônicos sendo explodidos, policiais assassinados, cidadãos mortos em supostos assaltos, "black propaganda" em todos os meios, subversão cultural há pelo menos 44 anos, 65 mil assassinatos por ano, projetos de destruição do sistema de saúde, da intra-estrutura e de burocratização estatal para ficarmos todos na dependência de um governo completamente aparelhado por eles, "controle de pensamento", censura disfarçada de "politicamente correto", divisão da sociedade por "classes", etnias, gênero, religião ou o que quer que puderem arranjar para separar a nação pregando o caos, impostos à perder de vista e a hipocrisia nos canais de TV (todos têm concessão do governo) tentando impôr idéias absurdas como "normal", destruição dos valores familiares, do respeito ao próximo, instauração de uma "guarda pretoriana" (Guarda Nacional) à moda cubana/venezuelana e que todos os "inimigos do sistema" quando não morrem de forma estranhamente "conveniente" sofrem atentados ou intimidações enquanto a gente aqui fica fingindo que guerra é só quando tem batalha com tanques nas ruas?
Ah, mas o problema todo se resume a "machismo", "homofobia", "racismo", mimimi...
Caiam na real!
Não há como mudar tudo isso "soltando pombinhas" ou jogando flores!



O Teatro Eleitoral mudou e os atores principais não sacaram
"Peço licença à população brasileira que me ouve para dizer que, mais uma vez, de maneira tenebrosa, aviltante, repugnante, sórdida, torpe, vil, ignominiosa, ela está sendo enganada - e isso é uma torpeza sem limites."


Este é o último texto antes do Primeiro Turno das eleições presidenciais brasileiras de 2018.
Certamente as eleições mais conturbadas da História do país, em que um monte de coisas que vieram à tona nos últimos anos (e que adiantei aqui no meu blog, mas ninguém notou), finalmente parece estar fazendo com que a população comece a tomar consciência para escolher direito. No entanto, falta muito ainda de idéia sobre como funciona de fato, a estrutura do governo.
As discussões parecem dar idéia de que Presidente é uma espécie de "mágico" que faz tudo acontecer, como se ele não estivesse "preso" às decisões do Poder Legislativo (o Congresso, ou seja, Câmara dos Deputados e Senado, que infelizmente funcionam como um balcão de negócios movido à propina e trocas de "favores" de modo que quaisquer tentativas de trabalho honesto ficam estagnados enquanto os desonestos proliferam) nem dependesse da competência dos Ministros sobre as decisões de gestão da "máquina pública" conforme as leis vigentes monitoradas pelo Poder Judiciário (STF, que infelizmente está aparelhado pelos mesmos grupos que tocam os projetos desonestos do Poder legislativo).
Para piorar as coisas, as chances de renovação do Congresso são mínimas para não dizer nulas, com o "quociente eleitoral" (que da última vez, elegeu 513 deputados, mas só 35 tinham votos suficientes para serem eleitos) e com as tais "listas fechadas" (em que os partidos é que escolhem quem será eleito ao invés do eleitor, pelo número de votos que este ou aquele partido recebe).
Esta também é a primeira eleição em que podemos ver finalmente questionadas a honestidade das tais "pesquisas eleitorais" que além de serem organizadas por "estatísticos responsáveis" que não passam de militantes políticos, o TSE valida "pesquisas" de supostos mais de 8000 "entrevistados" através de apenas 50 gravações telefônicas. Ou seja... 50 pessoas são efetivamente entrevistadas mas os números que as tais "pesquisas" mostram falam de mais de 8000 pessoas de modo que esses números podem ser dispostos "à la carte" conforme melhor convier aos "estatísticos responsáveis".
Obviamente as tais "pesquisas" servem mesmo é para formar a opinião pública, preparando-a para aceitar os resultados de um sistema eleitoral nitidamente fraudável (para não dizer fraudulento) como "legítimo".
Um sistema eleitoral através do qual um único órgão (o TSE, que "por acaso" é um "puxadinho" do STF), é o responsável por organizar, implementar, executar todas as fases do processo eleitoral e quaisquer questionamentos, ou processos contra este órgão, serão julgados por ele mesmo.
Um sistema eletrônico de votação absolutamente inauditável cujas urnas emitem apenas um relatório de votação que pode perfeitamente ser pré-programado para, à partir de um determinado horário, contabilizar votos para candidatos pré-determinados apagando automaticamente as partes do código que fazem isso ao gerar o tal relatório, para não deixar vestígios.
Embora hajam boatos sobre a tal "intervenção branca" através da qual as FFAA estariam por trás de várias movimentações secretas no governo desde janeiro, entre elas a fiscalização das eleições (o que foi desmentido publicamente numa suposta nota oficial do Exército que apesar de espalhadas por vários sites, não encontrei em nenhum site do próprio Exército), uma fraude eleitoral hoje, ficaria bastante evidente e certamente causaria uma revolta bastante significativa na população, hoje bem mais consciente dessas coisas do que nas últimas eleições.
Tarde demais, eu diria. Uma vez que as desconfianças sobre tudo isso, hoje descaradamente evidentes por N relatos espalhados aos montes pela Internet, mas obviamente ignorados pela grande mídia, que por sua vez vive da concessão do governo, de "incentivos" (com várias histórias mal contadas como a Lei Rouanet) e de verba publicitária do mesmo).
Para pôr mais lenha na fogueira, os tais boatos de "intervenção branca" ganham força com coisas bastante incomuns acontecendo de janeiro para cá, como a Intervenção Federal no Rio de Janeiro (que "matou" a prioridade de Michel Temer de fazer a tão polêmica "reforma da Previdência"), o estranho silêncio do Presidente da Câmara bem como dos Ministros do STF que no ano passado viviam dando entrevistas à imprensa, a visita de 3 "figurões" do governo dos EUA no Brasil (o Vice-Presidente Mike Pence, o Secretário de Defesa James "Mad Dog" Mattis e o Comandante do Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos, o General Robert Blake Neller) que certamente não estavam passeando por aqui à turismo, deixando bem claro que os EUA não têm o menor interesse em ver o país mais poderoso do Hemisfério Sul se transformar numa "Cuba", "Bolívia" ou "Venezuela".
Especialmente agora, que com a tentativa de assassinato do presidenciável líder em intenções de voto, o que configuraria algo muito mais sério do que um mero homicídio qualquer, ou seja, quebra do Regime Democrático de Direito. O que poderia sim causar a evocação da Lei de Segurança Nacional.
Boa hora para lembrar que a Revolução de 1930 teve início com o assassinato de João Pessoa antes de ele assumir a Presidência, fazendo com que uma junta militar prendesse Washington Luís em sua conturbadíssima sucessão, entregando-a a Getúlio Vargas.
Nesse cenário todo, é natural que os ânimos estejam exaltados, que as pessoas estejam apaixonadas por suas visões confusas parciais do mesmo e que nessa confusão, o "sistema" tente aplicar golpes de desinformação como a tal entrevista do homicida que (segundo dizem), ocorrerá nesta sexta-feira 28, de modo que toda a imprensa (que tem todos os interesses possíveis em tentar se defender para não perder a "mamata") certamente repetirá um monte de mentiras para posteriormente justificar uma suposta "virada" nas eleições perante a opinião pública.
Só uma dica para os desinformantes: Suas velhas fórmulas, hoje não funcionam mais.
Não brinquem com isso se não quiserem sentir a ira de uma população enfurecida.
Não é uma ameaça. É só um aviso de quem (infelizmente) tem acertado quase todas as previsões sobre Política desde 2010 e não está a fim de ver coisas piores do que já previu antes... embora pareça inevitável.