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quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Este texto já estava praticamente pronto quando me apareceu uma possível proposta interessante de trabalho, apesar de ela reunir tudo em que sempre fui uma negação na minha vida profissional: bancos de dados, programação, cálculos e burocracias em geral (coisa que eu sempre abominei e combati a minha vida toda).
Mas como todas as vezes em que eu achava que não tinha condição nenhuma de me adequar a um novo perfil profissional e acabei surpreendendo até a mim mesmo, topei o desafio de encarar essa fase inicial para pelo menos ver se consigo pegar o jeito. Se não der... Paciência! Pelo menos aprendo um monte de coisa nova e como sempre digo, "dinheiro não é tudo". Mas se der certo... Tudo o que fiz até agora vai parecer brincadeira. (E confesso... estou me c****** todo de medo do tamanho da responsabilidade.)
Me sinto jogando Roleta Russa enquanto estudo feito um doido coisas que antes eu queria distância.
Mas... O quê eu tenho a perder?
Há anos que nada na minha vida faz mais sentido mesmo!


Burocracia
"Nascemos pelados e com fome. Logo levamos um tapa para aprender o que a vida nos reserva."


Outro dia "criei vergonha na cara" e fui renovar meu RG, que apesar de ter "validade em todo o território nacional" conforme a Lei 7116/1983, na prática, se você perder seu RG emitido num Estado e morar em outro, tem de emitir um segundo RG (facilitando a vida dos fraudadores de documentos).
Felizmente não foi o meu caso, mas é claro que para renovar meu velho RG, a quantidade de documentos e dados exigidos, pra variar foi grande, mas já era esperado.
Mas o irritante, é que exige-se exatamente a mesma coisa (salvo um ou outro documento extra) para outros documentos como Carteira de Habilitação, Carteira de Trabalho, CPF, Registro de Alistamento, PIS/PASEP, "Cartão Cidadão" (que na prática não serve para absolutamente nada além de redundância do PIS/PASEP) e por aí vai. E não bastasse isso, alguns desses documentos exigem atualização e re-emissão periódica, repetindo a burocracia para emiti-lo.
Ora... se todos esses documentos exigem os mesmos dados, por quê não consolidar tudo em um só, simplificando a vida do cidadão?
A resposta é muito simples: Burocracia é lucrativa.
Quando eu era criança, lembro de uma propaganda do governo na TV falando do "Programa Nacional de Desburocratização" (ainda no final dos anos 70, mas que só virou a Lei 7116 em 1983), que vários governos desde então vêm dizendo que vão implementar, mas o fato é que só vi fazerem o oposto do que o Art. 3B fala e que é exatamente o que eu defendo desde 1987.
O fato é que para cada documento que é emitido, existe um batalhão de gente ganhando com isso, desde os funcionários das instituições que emitem esses documentos (que dependem disso para garantirem seus empregos) até as próprias instituições governamentais (que naturalmente desviam boa parte do dinheiro arrecadado com cada serviço desses).
Mas a burocracia não fica apenas aqui.
No mundo empresarial, a burocracia é ainda maior, chegando até a inviabilizar o empreendedorismo.
Embora exista um mercado que lucra com a automação de processos de cálculo e emissão de notas, com a auditoria de contas, ou com análise financeira para desembaraços em geral entre outras coisas... (tentando fazer com que essas complicações todas que deveriam ser simples, pareçam simples) e que não dá sinais de que não continuará faturando exponencialmente, o fato é que dentro das instituições governamentais, quanto mais as coisas forem confusas e complicadas, mais pode-se desviar (leia-se "roubar") de inimagináveis formas e "esquemas" diferentes.
A menos até que todos os mercados (dos quais este mercado depende), estejam extintos por excesso de burocracia.
O que aliás, não é difícil de acontecer em países como o Brasil, que já tem características burocráticas muito parecidas com a de países em regime ditatorial totalitário, onde o governo manda em tudo e todos porque seus governantes se tornaram "donos" de tudo e de todos... inclusive de suas propriedades, suas famílias e suas vidas.
Para mim, está bem claro que a burocracia é um "termômetro", um forte indicador do grau de totalitarismo ao qual uma Nação é submetida e o excesso de burocracia deveria ser interpretado como um alerta de que as liberdades de um povo estão sob forte ameaça.
Mas infelizmente na prática, o povo vai gradualmente achando "normal" que as instituições continuem exigindo pouco a pouco, cada vez mais e mais de seus esforços, até que o limite crítico se rompa e o povo se veja num caminho sem volta para a própria destruição como Nação livre e se torne escravo de um governo ditatorial.
De um modo geral, mesmo dando lucro para alguns mercados e garantindo empregos, burocracia é coisa MUITO ruim e tem de ser combatida à todo custo.
O mundo precisa ser simplificado! A vida é curta demais para gastarmos nosso tempo com coisas que no fim das contas, só atrapalham!
De um modo geral, creio que infelizmente, a burocracia nunca será de fato, combatida, pelo simples fato de que por todos os ângulos pelos quais vemos, ela de alguma forma, dá lucro para alguém, enquanto prejudica a vida de muitos.
Agora, se você ganha a vida com a burocracia (seja lá como for), procure faze-lo sem complicar as vidas dos outros. Assim, todos saímos ganhando. Não apenas os gananciosos.
A vida merece muito mais do que isso.

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

E lá vamos nós para mais um texto de encerramento de ano... e eu francamente, não vejo 2018 com bons olhos, a menos que algo muito grande e surpreendente aconteça à ponto de mudar radicalmente todo o cenário geral, o que acho bastante difícil de acontecer.
Pessoalmente, estou terminando o ano muitíssimo frustrado comigo mesmo, após ter tido tempo de sobra para meditar sobre tudo o que já fiz na vida, tudo o que já estudei, tudo o que já aprendí, todos os trabalhos que já tive, todas as experiências de vida boas e más pelas quais já passei, sobre as minhas lembranças da infância, da adolescência, sobre o quanto já fui babaca, sobre o quanto já fiz pelas pessoas, sobre os amigos e amigas que tive, os(as) colegas de escola, de curso, de trabalho, as namoradas que tive, as coisas que acumulei... e para quê?
Para terminar aqui, incrédulo sobre tudo à minha volta, porque concluo que nada disso no final das contas me deixou satisfeito com o que eu me tornei ao chegar até aqui e por isso mesmo, não consigo mais encontrar motivação alguma para "me reinventar", "começar tudo de novo do zero" como eu deveria fazer, mas... como passei a vida toda batalhando para ser o melhor em tudo o que faço para terminar aqui, no limbo pessoal e profissional, já com quase meio século de história pesando nas costas?
E puxa! Quanta coisa já fui!
Quanta coisa já fiz!
Quantas responsabilidades já tive!
Sair de uma edícula de fundos com goteiras em uma cidade pequena do interior para ter toda a experiência que já tive com 42 das maiores multinacionais do mundo certamente não é pouco, mas... e agora que essa fase boa se foi e cansei de ser técnico como já fui a vida toda?
Para quê valeu tudo isso afinal? Nada?
Eu realmente quero muito resgatar quem eu já fui, mas me sinto sem energias, sem motivação, sem perspectivas visíveis, sem nenhum incentivo significativo para isso e cansado das mentiras e injustiças deste mundo.



O último texto de 2017
"Tudo tende ao caos."
(Benoit Mandelbrot)


E cá vamos à pior época do ano. A mais falsa, a mais hipócrita, a mais deprimente, a mais irritante (com toda aquela pressão psicológica de musiquinhas de Natal porcamente interpretadas nas lojas e shopping centers), a mais triste (porque é a época do ano com o maior número de suicídios), a mais idiota (porque todo mundo tende a fazer exatamente as mesmas coisas e viajarem exatamente para os mesmo lugares) e a época das retrospectivas e especiais de final de ano na TV... E seguindo a tradição, este blog mantém o texto de "balanço geral" de final de ano e... bom... O que falar de 2017 além de "nada mudou" em relação ao ano passado?
Praticamente tudo o que tenho descrito nos últimos anos permanece do mesmo jeito de modo que praticamente tudo o que observei no meu último texto do ano passado permanece válido.

Na política, os bandidos todos continuam no Poder, ditando todas as regras nos 3 Poderes exatamente como na ano passado e no ano retrasado e... e o povo que se dane, né?
E estamos falando do mesmo povo que é o legítimo DONO do país, e que é o CHEFE SUPREMO das Forças Armadas (que por acaso hoje é "só" a 17a. potência militar do planeta e a mais poderosa do Hemisfério Sul e que é povo também assim como os civís, também têm família para sustentar e também se indignam com política exatamente como nós) e que mesmo sendo um "Poder Proto-Constituinte", prefere acreditar que é escravo de um texto elaborado justamente pelos bandidos que estão no Poder.
Para a sorte dos bandidos, esse povo é completamente sem noção dessas e de outras coisas e vive muito mais de fé e esperança do que censo crítico. E por isso, acredita piamente que "tudo vai mudar" com as eleições de 2018. Aham...
Eleições que terão o mesmo "quociente eleitoral" de sempre (que garantiu vaga para mais de 500 deputados na Câmara quando menos de 40 deles foram realmente eleitos por voto direto), que agora terá "listas fechadas" e tende a manter o mesmo sistema de voto eletrônico claramente fraudável NA CONTAGEM (enquanto todo mundo fica de de olho nas urnas).
Sob essas circunstâncias, eu ficaria bastante surpreso se conseguirmos mudar mais de 10% do Congresso.

Na mídia mainstream, a subversão cultural está mais descarada do que nunca, chegando ao cúmulo de a programação inteira de certos canais de TV terem temas ligados à "causas sociais" típicas da "agenda de esquerda" toda travestida de "politicamente correto" que graças ao fenômeno da Inteligência Coletiva* (que o Antonio Gramsci felizmente não conseguiu prever), está mais manjada que nota de 1 Real.
Assim sendo, apesar de o efeito da lavagem cerebral causada pela repetição constante ainda afete as pessoas que não têm acesso às redes sociais, uma boa parte influente da população aprendeu a não cair mais nessa e começa a "sair do armário".
Por outro lado, a doutrinação marxista nas escolas e universidades desde 1974 sortiu efeito, de modo que representam o único lugar onde certos bandidos que se pintam de "santos heróis salvadores do mundo" ainda têm algum poder de discurso e isso implica numa legião de "intelectuais orgânicos" fazendo militância pelas redes, tendendo a serem mais escorraçados do que foram nas últimas eleições.
O fato é que as velhas fórmulas "não colam" mais e os responsáveis por elas estão entrando em desespero.

Enquanto isso, a sociedade está cada dia num caos pior com 27 milhões de desempregados e um governo que na prática, proíbe trabalhar ou gerar empregos, uma vez que empreender está cada dia mais impossível porque "desafiador" definitivamente não é a palavra que melhor descreve o cenário econômico, embora a arrecadação de mais de 2 trilhões de Reais este ano tenha sido um récorde absoluto (como todo ano)... que representa o quanto o povo está sendo lesado por um governo que não definitivamente nunca entrega o equivalente em serviços de volta à população como deveria (o que nunca foi novidade).

No cenário internacional... As coisas começam a tomar um rumo diferente já que as sociedades globalistas "donas do mundo" começam a ser confrontadas por um conservador que está (apesar dos pesares) defendendo os interesses de seu país, por ter percebido o óbvio que vivo repetindo aqui neste blog: O politicamente correto fede.
Do outro lado do mundo, seu principal parceiro comercial está num dilema: defender um aliado ideológico cujas rédeas estão nas mãos de um ditador gordinho megalomaníaco, ou pisar nele se ele se atrever a atrapalhar suas rotas de comércio... O que pode acontecer à qualquer momento se o gordinho der xilique.
E no meio, a briga pelo "pedágio" do oleogasoduto para "descarregar" o petróleo e gás pelo Mediterrâneo ao invés do Golfo Pérsico continua.
Enquanto isso, o "politicamente correto" continua corroendo a Europa, exceto uns poucos países que não aceitaram o "Cavalo de Tróia" da União Européia".
O bom hoje é que o mundo não está mais polarizado como estava há uns 20 ou 30 anos, embora as pessoas ainda tenham tendência a raciocinar como se estivesse. Porém, o cenário geral que se revelará no final de 2018 certamente tende a ser surpreendente. Inclusive na Economia, em que as criptomoedas se tornam super-valorizadas e sob uma poderosíssima aura de otimismo até o dia em que algum maluco engenhoso consiga quebrar a chave cifrada que as compõem e aí, a bolha explode de forma... interessante. E o tal do blockchain pode ir "no vácuo" numa dessas.
É... O futuro pode não ser lá muito divertido para alguns.

Mas enfim, é assim que terminamos 2017: com um mundo cada dia mais caótico, com um monte de mentiras na TV, alienados nas escolas e universidades, interesses comerciais disfarçados de briguinhas infantís envolvendo líderes mundiais, investidores alucinados como crianças diante de brinquedos novos, os mesmos bandidos de sempre ensaiando um "teatro eleitoral" com cartas marcadas para o fim do jogo e a manada, pra variar, seguindo para o matadouro.

É de dar vergonha de se autodeclarar um ser humano.
Mas ainda assim, desejo a todos, bom natal e bom ano novo.

* Literatura recomendada: "A Cultura da Convergência", de Henry Jenkins.

domingo, 26 de novembro de 2017

Sabe o que é nojento mesmo nesse mundo?
É mentir, trair, fingir ser o que não é, invadir a privacidade ou intimidade de alguém sob o falso pretexto de "proteger" ao invés de assumir a verdadeira intenção de satisfazer a própria vontade às custas das vontades, liberdades de vida de outras pessoas.
Nojento, é fazer barraco, agredir, roubar, matar, destruir o futuro das pessoas, arrancar delas suas almas, sua fé, seus sonhos, seus objetivos de vida.
Isso sim é nojento, asqueroso, desprezível, intolerável.
Pessoas que praticam essas coisas, merecem ser desmascaradas, desprezadas, humilhadas, pagarem pelo que fizeram.
Nunca terei dó nem piedade ,nem me calarei cada vez que tiver de contar quem fez o quê, nem que isso leve o resto desta vida ou a eternidade, se for o caso.
Não é justo sob nenhuma hipótese, perdoar sem que haja arrependimento profundo por parte de quem pratica ou praticou esse tipo de ato, ou o perdão não terá nenhuma função educativa e ainda se torna um incentivo à repetição dessas coisas.
Pessoas muito ruins surgem do perdão gratuito.
A impunidade multiplica pessoas ruins.
Fica a dica.



O que é arte?
"O apreço exterior pela arte é a sobrecasaca da inteligência. Quem se quererá apresentar diante dos seus amigos com uma inteligência nua?"
Eça de Queirós


Cá estou eu, numa outra madrugada, ouvindo mais um álbum em LP da minha coleção... O raro (e caro, muito caro) "The Girl In The Other Room", da artista canadense Diana Krall. Esse álbum em LP é tão difícil de se obter no Brasil, que teve gente que até apostou que eu não conseguiria e na época, eu tinha certeza de que a tal pessoa não teria como cumprir a aposta mesmo que eu conseguisse o tal álbum.
Há anos eu buscava este LP, que embora seja fácil e barato obter em CD, ou mesmo MP3 (para não dizer "de graça"), eu queria mesmo é em LP, porque um trabalho refinado desse naipe, não poderia faltar no meu acervo e seria injusto não pagar a artista, os produtores e todos os responsáveis para ter este belo trabalho numa mídia comprovadamente a mais durável (se conservada corretamente) do que todas as outras mídias de áudio mais populares.
Como audiófilo, posso dizer sem medo de errar, que é um dever nos policiar quanto à qualidade da música que ouvimos.
Ela tem a ver com nossos gostos pessoais, mas também os forma, e os desenvolve... para o bem ou para o mal.
Quando eu ainda era um garoto, em Mogi-Guaçu, tive uma professora de Educação Artística, que no primeiro dia de aula, logo após se apresentar, soltou a pergunta "O que é arte?" e durante o período de 1 ano, ela nos orientou de modo a nos fazer experimentar um pouco das 7 artes, de modo a tentarmos produzi-la por nós mesmos, para entendermos o quanto pode ser difícil.
Apanhamos para cantar acompanhando-a em seu piano, nos sujamos todos tentando pintar, nos ralamos tentando dançar, fizemos maquetes... Só não fizemos filmes, mas tivemos de ter uma noção de teatro (e a parte de Poesia e Literatura, ela deixou para que nossos currículos escolares futuros nos ensinasse nas aulas de Língua Portuguesa).
Então, no último dia de aula, repetir a pergunta.*
Embora ninguém tivesse uma definição exata, entre dezenas de depoimentos recheados de notas completamente subjetivas e absolutamente pessoais, onde ficou muito claro que tanto a expressão artística, assim como sua interpretação é pessoal, de modo que dependendo dos valores e grau de exigência crítica que cada um desenvolve ao longo da vida, vai determinar se a pessoa gosta ou não dessa ou daquela obra. Assim, aprendemos sobre o valor da arte, quanto ao trabalho e dedicação para se fazer arte de qualidade e a regra é simples: "Se não impressiona pelo trabalho de execução técnica, não emociona pelo tema, nem atrai pela beleza, não tem valor como arte."
Desde então, tenho observado uma degradação progressiva da qualidade do que foi apresentado como "arte" pelas grandes mídias, especialmente do começo dos anos 1990 para cá, especialmente notável na música. Mas eu só comecei a entender por quê, à partir de 2005, quando comecei a "ligar os pontos" entre essa "arte" midiática, que antes eu atribuía apenas ao mercado, agora também com as ideologias, especialmente as por trás daqueles "donos das mídias".
Assim sendo, um dos motivos pelos quais abandonei o mercado de produção de mídia... com vergonha não dos meus trabalhos ou dos amigos que fiz em 21 anos de tecnologias de imagem, mas de ter me sentido usado por esse "sistema", para produzir parte dessa degradação, enquanto tentava apenas sobreviver sem entender por quê tanta gente incompetente era "endeusada" e grandes profissionais com quem trabalhei, continuavam apanhando para sobreviver. Alguns que hoje, conseguiram dar a volta por cima e mostrarem o quanto são inegavelmente competentes em suas áreas.
Ora... Se a qualidade da arte se mostra pelo esmero técnico, pelo poder de emocionar e atrair, por outro lado, se não há minúcia técnica nenhuma, irrita ao invés de emocionar ou causa repulsa ao invés de atrair, no mínimo, ela é tudo menos construtiva e as pessoas que defendem esse tipo de arte, precisariam urgentemente rever seus conceitos sobre se elas são pessoas construtivas ou destrutivas.
Ou apenas idiotas sendo usados por um "sistema" como eu já fui.
Arte é uma coisa que deveria ser tratado como uma coisa muito séria.
Qualquer um que tenha visto os 5 documentários da série "Como a Arte Moldou o Mundo", do Dr. Nigel Spivey, vai entender como ela pode ser poderosa, no sentido de desenvolver ou de destruir uma cultura e com ela, nações e impérios.
Felizmente, não é preciso ser nenhum intelectual, nem ter certificado nenhum para se gostar ou se detestar alguma obra. E dane-se o que aqueles que se dizem "especialistas" nisso falam na base da "carteirada" para tentar calar quem contrariar suas intenções, sejam elas conscientes ou não.
É preciso reagir ao invés de simplesmente aceitar as coisas como gado, no pior estilo "efeito manada", ou o fim, será o matadouro, como toda manada domesticada.

*Não bastasse 1 ano experimentando todo tipo de arte, a professora repetiu a dose no ano seguinte, com mais exigência... e o resultado no final do ano foi o mesmo.