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quinta-feira, 23 de maio de 2019

Tem tanta coisa errada neste mundo, que é muito difícil ser um idealista como eu, que adoraria viver num mundo em que todas as pessoas fossem esclarecidas sobre como não serem ludibriadas por narrativas, como respeitar as opiniões dos próximos sem tentar "desconstruir" as reputações das pessoas quando faltam-lhes argumentos, que a humildade e a educação especialmente no sentido de respeito ao próximo já tivesse superado a agressividade em todas as suas instâncias, que os interesses fossem pelo bem comum independente das diferenças ao invés de pelo Poder, pelo bando, ou pela superioridade ao próximo seja ela qual for.
Quando é que a espécie humana vai entender que ninguém é superior a ninguém e que precisamos unir nossos talentos individuais se quisermos que nossa espécie sobreviva no futuro, já que em breve, este planeta estará saturado e faltarão recursos para que sobrevivamos.
Francamente, não tenho tido mais paciência com discussões fúteis, ou com gente ideologicamente agressivas e ultimamente deixo lá... "falando com a mão".
Que falta faz uma mente realmente inteligente para conversar, gente cuja mente não tenha sido afetada pelas histerias coletivas induzidas dos tempos modernos, nem que esteja perdida no oceano de desinformação massiva por todos os lados 24h/dia.
Gente de princípios, de integridade, de reputação, de honra, de honestidade...
Solidão dói, mas parece ser o único jeito atual de preservar esses valores.


Tentáculos da Subversão Cultural Globalista/Marxista - Parte 3:
"Fake News", "Discurso de Ódio" e Censura de Opinião

"Muito da História Social nas últimas décadas, envolveu trocar o que funcionava pelo que soava bem."
(Thomas Sowell)


Todos os temores sobre a Terceira Guerra Mundial, são mais do que justificados.
Porém, o mundo todo hoje, já se encontra em guerra. Guerra de opiniões, de ideologias, de crenças, de grupos extremistas e grupos que fingem ser "bonzinhos" quando na verdade não passam de "lobos em pele de cordeiro", tão nocivos quanto os piores grupos extremistas.
Muito cuidado com aqueles que usam narrativas humanitárias para cercear liberdades.
Quem leu "1984" de George Orwell, certamente deve se lembrar de que o governo totalitário do "Grande Irmão", tinha uma instituição chamada "Ministério da Verdade", que filtrava todo tipo de notícias antes de elas serem publicadas e as re-escrevia conforme a "verdade" que interessava ao "partido" ser divulgada e da forma que lhe interessava. Assim, a população só tinha uma fonte de "informação", toda ela controlada e distorcida para que as mentes das pessoas pudessem ser controladas.
Estamos falando de um livro escrito em 1948. Antes disso, os nazistas queimavam livros para re-escrever a História à seu modo. E engana-se quem pensa que enviesamento das notícias é coisa originária do século 20 em que Goebbels falava em "controle do pensamento" entre outras técnicas de subversão de idéias.
Sun Tzu já falava que "A guerra se baseia no engano, se faz pelo ganho e se adapta pela divisão e combinação", deixando bem claro que enganar os povos para que a percepção dos mesmos em relação aos fatos possa ser usado como arma de guerra.
A percepção dos fatos, uma vez distorcida na mente das pessoas, podem transforma-las num exército capaz de matar e morrer por qualquer "causa" lhes apresentada como "verdade" de modo que estas acreditem nisso.
E o primeiro passo para esse objetivo é calar todas as opiniões que questionam as "verdades" que são apresentadas.
É o que chamamos de censura de opinião.
Se você tem o monopólio dos meios de comunicação de massa, fica muito fácil escolher o que é "verdade" e o que não é conforme bem lhe convier, de modo que quaisquer questionamentos se tornam bastante inconvenientes. Então você precisa de uma "verdade" para calar as opiniões que podem estar apresentando verdades (que de fato, sejamos honestos, nem sempre o são graças aos fanáticos de plantão) e assim, garantir a hegemonia do seu monopólio da "verdade".
Então o que você faz?
Simples!
Se aproveita das "falsas verdades" originárias dos fanáticos de plantão, põe nelas o rótulo de "fake news"* e procura incluir todo mundo que tem linha ideológica oposta à sua no mesmo rolo.
É o que faz hoje a imprensa mundial (98% dela operando com capital vindo de globalistas) tenta fazer com as tais "agências de fact checking", para dar um "ar de autoridade" à mesma, uma vez que sua credibilidade está em praticamente zero. (Se 98% da mídia mundial é controlada pelos globalistas, era de se esperar que a credibilidade esteja em algo em torno de 2%.)
Mas se até o começo dos anos 1990 a credibilidade da imprensa era muito maior, por quê hoje ela é tão baixa?
A resposta: Internet, o vetor não planejado pelos intelectuais da subversão cultural dos tempos modernos como Herbert Marcuse, György Lukács, Antonio Gramsci, porque era inimaginável que as notícias se tornassem interativas, que as pessoas passassem TODAS a se tornarem potenciais questionadoras E AFERIDORAS do que é ou não divulgado como "verdade" bem como os interesses por trás disso.
Assim sendo, os globalistas encontraram um novo inimigo para calar: as redes sociais.
Primeiro, cogitaram de limitar sua atuação tentando fazer com que as operadoras reduzissem a velocidade de acesso dos serviços ligados às redes sociais. (Felizmente isso falhou.)
Depois, o aplicativo do Facebook passou a se tornar cada dia mais "estranhamente" lento em todas as plataformas.
Aí, sob o pretexto de evitar que se espalhem as chamadas "fake news", o WhatsApp por exemplo, passou a limitar o compartilhamento de mensagens para apenas 5 destinatários de cada vez.
E agora, inventaram o pretexto para lá de subjetivo do tal "discurso de ódio" para simplesmente proibir no Facebook, o compartilhamento de quaisquer links externos que "não interessam" aos globalistas MESMO QUE NÃO OFENDAM NENHUMA DAS CLÁUSULAS DE USO DO SERVIÇO (que eles chamam de "comunidade"). (Inclusive, este blog aqui que você está lendo, é um dos que você não consegue compartilhar link dentro do Facebook.)
Agora... Imaginem os efeitos disso nas próximas eleições, em que só os militantes de esquerda poderão divulgar links enquanto todos os articulistas conservadores ou de direita estarão sendo censurados.
Que raios de democracia é essa em que só um lado pode ter voz ativa? (Já posso "profetizar" uma migração em massa do Facebook para o Mewe nas próximas eleições presidenciais.)
A desculpa esfarrapada de classificar os links para esses sites como "extremistas" não cola, uma vez que sites ligados à extrema esquerda estão todos liberados, assim como de grupos terroristas como Hezbollah e Hamas.
Ora, seria muito mais democrático (e menos prejudicial à imagem do Facebook à ponto de chamar atenção do Presidente dos EUA) dar apenas um aviso de que o link em questão pode levar à "conteúdo assim ou assado" e perguntar ao usuário se ele deseja mesmo prosseguir.
Livre arbítrio ao invés de censura descarada. Simples assim.
Aliás, é uma boa hora para lembrar que as três "redes sociais" mais populares da atualidade (Facebook, Instagram e o WhatsApp) pertencem à mesma empresa e fatalmente seguirão as mesmas políticas.
E o mais grave disso, é que uma delas, o instant messenger WhatsApp, que acabou se tornando um substituto do telefone como ferramenta de comunicação "padrão comercial de mercado" (mesmo com as quedas, hoje menos frequentes e as graves falhas de segurança recentemente descobertas como essa ou essa - e podem escrever, existem outras ainda por serem descobertas), de modo que é praticamente impossível você não ter uma conta no WhatsApp hoje sem ficar meio que "numa bolha".
É fundamental que as pessoas se toquem de que existem outros instant messengers similares (alguns MUITO mais seguros e eficientes em alguns aspectos técnicos) como o Telegram, Viber, Kik, Imo, ICQ (ele mesmo, que todo mundo via o maldito "efeito manada" que eu já criticava na época, abandonou para abraçarem o barco furado do MSN - E olha que eu avisei muita gente disso na época... claro que pra variar, não adiantou p* nenhuma.), uma vez que opções existem e o "efeito manada" é sempre muito nocivo para a noção de individualidade e respeito à mesma.
Em tempos, não pensem que viés ideológico é exclusividade do Facebook.
O Twitter também costuma divulgar os trend topics conforme a ordem que lhes interessa ao invés de por número de tweets, e há usuários já acusando-o de estarem modificando os números dos mesmos artificialmente.
E o Google, filtra os resultados das pesquisas conforme a região de onde você se conecta no mundo, mesmo que você esteja logado(a) com sua conta.
Aos fãs deste blog, sugiro que comecem a copiar todos os textos do mesmo, façam backup, porque um dia, podem apostar, tirarão este blog do ar sem aviso prévio.
E guardem essa definição em suas mentes: Democracia de verdade só existe com liberdade plena. O resto é só narrativa ideológica hipócrita.


* Ironicamente a expressão "Fake News" se popularizou quando o Presidente dos EUA Donald Trump, ainda em campanha, irritado ao tentar inutilmente fazer com um repórter agressivo fosse menos rude, acusou o canal de TV para o qual ele trabalhava, a CNN, de serem "fake news". Ele só falou a verdade e eu teria feito a mesma coisa.

quinta-feira, 25 de abril de 2019

O último texto deste blog foi suficiente para que qualquer link no que aponte meu blog, seja censurado pelo Facebook, o que me faz entrar para o seleto grupo dos "inimigos do globalismo mundial", que incluem (obviamente em níveis de influência muito maiores), Donald Trump, Jair Bolsonaro, Olavo de Carvalho, Alex Jones, Danilo Gentili, etc.
Como eu já dizia no final dos anos 90, qualquer coisa neste mundo que ESTIMULE O QUESTIONAMENTO, que faça PENSAR sobre a PERCEPÇÃO que temos do mundo, ganha instantaneamente todo tipo de censura, de desestímulo, ridicularização, ou ameaça.
E este blog certamente está nesta lista.
Ou seja... Nunca questione nada ou você será censurado(a) ou calado(a) à força. (E agora nem te avisam ou falam por quê.)



Tentáculos da Subversão Cultural Globalista/Marxista - Parte 2:
Vegetarianismo, Vegetarismo, Veganismo e o Codex Alimentarius
"Um pedaço de pão comido em paz é melhor do que um banquete comido com ansiedade."


Antes de qualquer coisa, não tenho nada contra o que você come ou deixa de comer.
Só você tem o direito de escolher os alimentos que você come, seja por quais motivos forem e agradeça às forças do Universo por ter essa escolha num mundo em que tanta gente não a tem.
Essa escolha que você tem, é responsabilidade única e exclusivamente sua.
Eu não sou nutricionista, portanto não estou aqui para ensinar ninguém sobre como se alimentar. Aliás, se você tiver qualquer dúvida sobre isso, antes ou depois de ler este texto, sugiro consultar um(a) profissional especializado(a) em nutrição.
O objetivo aqui é outro.
Antes de continuar, pode ser bastante interessante ver dois vídeos.

O primeiro, é o já amplamente sugerido aqui neste blog, à respeito de uma palestra de 1983, de um ex-agente da KGB, Yuri Bezmenov, que considero a mais elucidativa de todas as palestras sobre subversão cultural que já ví.
E aqui, a parte que nos interessa desde vídeo para o tema do texto de hoje começa em 15:19, quando ele fala sobre Educação e menciona "comida natural" e algumas pessoas na platéia riem achando que se trata de uma piada, enquanto ele permanece sério.

O segundo, é um famoso curta-metragem de Carey Burtt "Controle da Mente Fácil: Como Se Tornar Líder De Um Culto", que pode ser qualquer tipo de culto, desde obviamente, religião, até partidos políticos, grupos de trabalhos sociais, times de futebol, fã-clubes e grupos com quaisquer coisas em comum (e aposto que se você ver este vídeo cuidadosamente algumas vezes, poderá apontar esses grupos e reconhecer cada ítem sugerido no vídeo para não cair nas armadilhas que esses grupos podem representar.
Neste vídeo a parte que se destaca para o tema de hoje é sobre as "regras" para manter sua "seita fictícia" exemplificada no filme (à partir de 3:34) à respeito de restringir os hábitos alimentares de seus membros a alimentos com pouca proteína.

OK... Agora que o(a) leitor(a) já viu os vídeos e refletiu sobre eles, vamos levantar as premissas...

1 - As orígens do vegetarianismo/vegetarismo (ao menos pelo que se diz) vêm de certos movimentos religiosos indianos cujas crenças incluem o respeito à vida dos animais. Atitude louvável, embora os próprios animais não respeitem a vida de outros animais quando a fome aperta. (E o ser humano, bom... também é um animal.)
Essa idéia de respeito à vida dos animais, naturalmente já deve ser polêmica na História da humanidade, desde seu surgimento, imagino. Porém, os movimentos em favor dos "direitos dos animais" ganharam sua maior força coincidentemente após o término da Segunda Guerra Mundial, especialmente após a publicação da Teoria Crítica da chamada "Escola de Frankfurt".
Francamente, não sei se existe algum estudo científico sério (além de alguns artigos como esse pela Internet) à respeito dos efeitos no cérebro à respeito de dietas sem proteínas animais (E se existe, podem apostar que certos interesses, farão com que este certamente fique o mais longe possível do alcance do grande público).
No entanto, o que se sabe é que os vegetarianos, vegetaristas e veganos podem precisar de reposição das vitaminas A, B12, D, K2, ácido docosa-hexaenóico (DHA) e ácido eicosapentaenoico (EPA). Esse último, sabe-se que sua deficiência pode causar depressão.
Talvez, estudar individualmente o que a deficiência de cada um desses componentes pode causar no cérebro, pode ser um caminho interessante que deixo aqui como sugestão aos interessados.

2 - O ser humano é por natureza, onívoro.
Não temos um "segundo estômago" (ou rúmen) como os ruminantes e nossos ancestrais similares "menos carnívoros" foram extintos durante a Era Glacial.
A Natureza nos fez assim. Paciência!

3 - E por falar em Natureza, os animais ruminantes têm uma coisa em comum conosco: são mamíferos, logo, quando recém-nascidos, não sobrevivem sem os nutrientes do leite materno por muito tempo.
Mas tem gente que insiste em desafiar a Mãe-Natureza, com consequências infelizmente bastante trágicas.
E isso é mais comum do que se imagina além de acontecer no mundo todo como podemos conferir neste exemplo, neste e neste.

O fato é que ao contrário das narrativas dos vegetarianos, vegetaristas e veganistas, essa opção de dieta, se muito radical, oferece sim, riscos à saúde e para piorar o cenário, toda aquela narrativa de preservar a vida dos animais comendo só vegetais... bom... na prática, não funciona.

Mas não pensem que só os vegetarianos, vegetaristas e veganistas são vítimas das narrativas de "comida saudável".
Há o tal movimento dos "alimentos orgânicos" (cuja orígem nem sempre é garantida, mas o preço é sempre mais alto), ganhando força.
E o motivo são os alimentos transgênicos, cujos efeitos na Natureza (e mesmo na saúde humana) talvez só venham a ser conhecidos daqui dezenas de anos.
O problema é que não há como produzir alimentos "orgânicos" nos volumes necessários para alimentar todo o mercado consumidor já existente e os transgênicos além de permitirem uma capacidade de produção muito maior, podem significar uma redução no uso de agrotóxicos.
Porém, sementes desenvolvidas em laboratório que dão frutos e grãos estéreis (pois os laboratórios que as criaram querem com isso, proteger seu produto), nos fazem pensar que se comemos isso, também não teremos no futuro, alguma geração de humanos estéreis, já que segundo a sebedoria de nossos avós, "nós somos o que comemos".
É para se pensar.
Especialmente se considerarmos que PRATICAMENTE TODA a produção e distribuição de comida do mundo está na mão de uns poucos grandes conglomerados, que são donas de praticamente todas as maiores marcas de alimentos do planeta, que seguem padrões estabelecidos pela ONU* através de um conjunto de padrões conhecido como Codex Alimentarius.
O perigo aí é muito simples e parece que ninguém está percebendo: Quem controla a alimentação no mundo, controla o mundo.
Boa hora para lembrar de um "experimento social" bastante conhecido. Ele chamou-se "Holodomor".
É, meus amigos... O futuro do que pôr ou não em nossos pratos, pode ser muito mais assustador do que conseguimos imaginar.

* Quem de fato, está por trás da ONU?
Vou deixar essa para você investigar por conta própria.

segunda-feira, 25 de março de 2019

Este blog nunca foi "politicamente correto", nem "morno", nem nunca foi aquela coisa "inerte" que não provoca nada.
Quase sempre que me ponho a escrever uma nova postagem, fico aqui pensando... como vou fazer para agitar as mentes dos(as) leitores(as) para ficarem curiosas, refletirem, abrirem suas mentes, pesquisarem, reverem conceitos e saírem do "lugar comum" descobrindo por si mesmas, coisas que nem imaginavam que ignoravam?
Na maioria das vezes, a melhor solução que encontro é discreto como um tapa na cara, especialmente quando envolve assuntos polêmicos.
Desta vez, após pensar muito sobre isso, resolví começar uma pequena série (digo pequena, porque não tenho a menor intenção de me estender demais nos assuntos dessa série, até porque não sou especialista neles, nem quero me aprofundar demais neles por simplesmente não me dizerem respeito, nem quero deixar a série muito extensa citando todos os "tentáculos" do marxismo Cultural, até porque eles são muitos e só quero citar alguns exemplos e dar uma idéia do grau de complexidade que eles podem atingir bem como o quanto de penetração na nossa cultura e sociedade sem que percebamos).
Fica aqui o aviso de que vou tocar em alguns assuntos "politicamente proibidos", culturalmente dolorosos (para não dizer "agressivos" ou mesmo "ofensivos" para certos grupos, embora a intenção aqui seja expôr as coisas como elas são, sem proteger lado nenhum).
Será como "jogar álcool na fogueira e sair correndo". (Se bem que o assunto de hoje vai ser mais como "jogar nitroglicerina na fogueira e sair correndo".)
O primeiro assunto dessa série é justamente o mais polêmico dos que eu penso em publicar aqui.
Espero ser direto, sem papas na língua, porém metódico, didático e simples para que os(as) próprios(as) leitores(as) procurem por si mesmos(as) tirar suas conclusões.
Há pessoas que à princípio, podem até me odiar por isso, mas se simplesmente questionarem-se a si mesmos(as), então estes textos terão obtido êxito.
A todos, paz e boa leitura.


Tentáculos da Subversão Cultural Globalista/Marxista - Parte 1:
O Feminismo (e afins)
"O feminismo é o machismo de saias."
(Papa Bento XVI)


Quando nos vemos "pisando em ovos" para falar de algum assunto, ou mesmo de pensar sobre ele, deveríamos nos envergonhar de estarmos nos limitando porque o assunto em si "é feio", ou "o mundo à nossa volta" nos diz que "é errado falar isso ou aquilo", ou que quem fala ou pensa essas coisas "é ridículo" (ou qualquer outro atributo pejorativo imaginável).
Mas se quisermos ter uma visão realmente ampla do mundo à nossa volta, esse tipo de limitação precisa ser obrigatoriamente quebrada, ou seremos meros "idiotas úteis", ou "massa de manobra", como queira.
Liberdade, antes de qualquer coisa, precisa começar no poder de pensar livremente. Poder esse que nos tem sido suprimido sistematicamente há muitas décadas.
Bom... O assunto de hoje (como muitos aqui deste blog) certamente vai despertar a ira de muita gente estúpida e causar polêmica entre as pessoas mais racionais, porém, infelizmente é preciso apontar os fatos ou pelo menos estimular a busca INDIVIDUAL pelos mesmos, independente do que "o mundo à sua volta" te diz o tempo todo.

Primeiro, é preciso definir corretamente as diferenças dos termos (doa a quem doer) antes de ficarmos por aí, divagando naquelas discussões intermináveis na Internet que não agregam absolutamente nada nem levam a lugar nenhum. (Até porque as pessoas têm o péssimo hábito de entrar nessas discussões sem sequer entrar num acordo prévio de definição do que é "isso" ou "aquilo" e principalmente, entender as diferenças dos termos.)
Então aqui vai...

Femistas: Pregam a supremacia das mulheres e a total submissão dos homens vendo-os como meros instrumentos de reprodução e só, ou a sua extinção.

Feministas: Repetem a narrativa dos "direitos iguais" (mas sem responsabilidades nem obrigações iguais), com o objetivo de obter privilégios sem se responsabilizar por eles e chamam isso de "empoderamento". (Que aliás, é praticamente uma palavra-chave para identificar quaisquer movimentos feministas, já que essa palavra está presente em praticamente todas as ações desse grupo.)

Feminazistas (as "feministas radicais"): Usam as mesmas narrativas das feministas e pregam o ódio a quem discordar delas chamando quem discorde de "machistas", "fascistas", etc. enquanto se fazem de "vítimas" 24h/dia repetindo palavras de ordem irracionalmente feito papagaios.

Femininas: Mulheres (geralmente) conservadoras que não se fazem de vítimas e impõem respeito por seus próprios méritos, sem perder tempo se aliando a nenhum dos três "movimentos" supra-citados.
E ao contrário do que estes pregam, elas não são submissas (vide próxima definição). Costumam ser companheiras que complementam seus parceiros em suas dificuldades e entendem que seus parceiros também preenchem suas lacunas existenciais, de modo que ambos mantêm uma relação simbiótica através de ajuda ou concessões mútuas.

Submissas: Mulheres que infelizmente costumam aceitar homens estúpidos em suas vidas e assim, acabam se tornando exemplos comumente usados pelas femistas, feministas e feminazistas para justificar suas narrativas, alimentando assim esses 3 grupos que já têm bastante apoio dos grupos globalistas que entre outras coisas, são donos de mais de 90% da mídia mainstream mundial (e é exatamente por isso que todos os telejornais ficam todos os dias repetindo essas narrativas no melhor estilo Lavagem Cerebral).

Com essas definições em mente, agora podemos estimular o questionamento e o pensamento livre (e INDIVIDUAL, não "maria-vai-com-as-outras").

1 - Segundo o relatório "Atlas da Violência", em 2016 houveram no Brasil, 62517 homicídios mas apenas 4645 foram mulheres assassinadas.
Notem que dessas, nem todas foram casos de "feminicídio" como as grandes mídias nos fazem crer (por saturar o tempo dos noticiários com isso) e que por definição resumida, é "homicídio contra a mulher meramente por ela ser mulher".
Aliás, esse termo é "novilíngua" idealizada e formalizada por Dilma Rousseff e aprovada no Senado por Renan Calheiros, sob a forma da Lei 8305 de 2014, de onde a definição supra-citada pode ser verificada.
Notem aqui que não existe nenhum termo para designar "homicídio contra homem por ele meramente ser homem".

2 - Como já foi dito, mas é bom repetir, os grupos globalistas são (entre outras coisas) donos de mais de 90% da mídia mainstream mundial e assim sendo, é natural esperar que essa mídia toda procure incansavelmente promover os ítens da chamada "agenda globalista", seja através da omissão de certos fatos, enfatização de outros fatos de tal modo que estes pareçam praticamente os únicos dados que existem, distorcendo outros fatos para induzir ao erro de interpretação da opinião pública ou no desespero, criar mentiras e notícias falsas (atualmente chamadas de "fake news", a expressão da moda) enquanto dizem combate-las como se fossem "donos absolutos da verdade".
E claro, entre esses ítens da tal "agenda globalista", o feminismo, o femismo e o feminazismo são prioridade, pois provocam conflitos entre homens e mulheres ao invés de harmonia entre os gêneros, o que para os globalistas, é perfeito pois isso dificulta a valorização dos conceitos de família enquanto causam desunião, desmotivação (quem não tem condições de fazer parte de uma família, que motivos para viver, essa pessoa terá?) além de preconceitos de gênero e consequentemente agressividade entre as pessoas.

3 - Estranhamente, os grupos "feministas" (que incluem femistas e feminazistas) não costumam protestar contra regimes notoriamente machistas como os árabes ou dominados pelo islamismo, onde mulheres são frequentemente mutiladas, torturadas, ou mesmo apedrejadas (não raramente até a morte) como "castigo" por não seguirem os ditames locais.

4 - Segundo dados deste vídeo aqui que não sei de onde essa mulher obteve, mas obviamente esses números foram arredondados e eu gostaria muito de ter acesso às fontes, mas nem sei quem é ela. Porém, me parecem dados bastante óbvios e fáceis de serem verificados com alguma pesquisa. (Ora... A função deste blog sempre foi provocar a reflexão e a pesquisa por parte dos leitores, não de entregar tudo de mão beijada)...
    - 90% das brigas por guardas e pensão são ganhas por mulheres.
    - A cada 11 mortes por violência, 10 são homens.
    - Homens representam apenas 40% das universidades.
    - Homens não têm "dia internacional", hospitais especializados, nem leis que os beneficiem apenas por serem homens.
    - O câncer de próstata mata proporcionalmente o mesmo que câncer de mama mas se investe mais em campanha e prevenção ao câncer de mama do que o de próstata (nesse ítem, tenho minhas dúvidas, porque à partir de 2017, começou a aparecer na TV a campanha "Novembro Azul").
    - 80% dos moradores de rua são homens e cometem 90% dos suicídios.
    - O Exército é obrigatório apenas para os homens.
    - Licença maternidade é de 180 dias, mas os pais só pegam 5 dias trabalhando 5 anos a mais para se aposentarem (pela legislação atual, já que a reforma da Previdência tende a mudar esses números, mas não muito).
    - Estatisticamente, os homens morrem 8 anos antes das mulheres.
    - Quando o Titanic afundou, 80% dos homens morreram e 80% das mulheres sobreviveram.
    - Mulheres ocupam 5% dos cargos nas empresas, mas 95% dos cargos são ocupados por lixeiros, pedreiros e mineradores de carvão.
   
5 - Existem pesquisadoras que estudam esse assunto e começam a "descasca-lo" de forma mais metódica do que no vídeo acima, como a Professora Thais Azevedo. (Essa cita suas fontes.)
    No entanto, a quantidade de material é tamanha que não vale a pena listar neste texto. Melhor visitarem o canal dela no YouTube, ou o perfil dela no Facebook para consulta-la.

6 - Não pensem que esse padrão de narrativas é exclusivo do Brasil. Isso é em todo o mundo ocidental.
Nos EUA, a filósofa e pesquisadora do assunto Christina Hoff Sommers nos apresenta exatamente as mesmas narrativas e desmascara todas elas.

Resumindo: Falam tanto em "direitos iguais", mas o que se vê são apenas privilégios e vitimismo, só de um dos gêneros, em proporções no mínimo, assustadoras e com consequências muito mais do que assustadoras.
No entanto, o "politicamente correto" nos põe medo de abordar esse assunto como deveríamos, nos proibindo disso pela intimidação ao invés da racionalidade.