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sexta-feira, 25 de agosto de 2017

A Humanidade está absolutamente doente.
Para todo lado que se olha, sempre tem grupos extremistas de algum tipo... todos agressivos, formados por pessoas incapazes de formar opinião própria e no entanto, absolutamente crentes de que têm todo o conhecimento de causa do mundo para simplesmente atacar quem discorde deles, seja psicologicamente de forma verbal, seja através de agressividade física.
Nas últimas décadas, tenho observado esse fenômeno crescer de forma assustadoramente exponencial... e o que é pior: no mundo todo.
Não bastasse o fato de que nunca se teve tanta gente falsa e egoísta por metro quadrado no mundo. Tantas que além da maior epidemia mundial de depressão da História, já tem gente apelando para as companhias robóticas (sexuais, inclusive) com Inteligência Artificial (porque está faltando inteligência natural no mundo) e eu aposto que esse mercado vai crescer pra caraca com tanto mimimi pra tudo à ponto de o contato humano começar a se tornar insuportável enquanto soluções de "assistentes pessoais" como Siri (Apple), Cortana (Microsoft) ou Jarvis (Linux), ou ainda, o poderosíssimo e revolucionário Watson (IBM), tornam-se cada vez mais inteligentes e (meio que plageando o lema da Tyrell Corp. em "Blade Runner"), se tornando "mais humanos que os humanos" (e bem mais educados, diga-se de passagem).
Parece inevitável dizer que mais uma vez, a realidade imita a ficção. Mas se essa ficção tender mais para "1984" do que "Star Trek", me sinto inclinado a dar razão a quem idealizou e mandou fazer as "Pedras-Guia da Geórgia", especialmente em relação à reduzir a população mundial para 500 milhões de pessoas, contanto que não sejam idiotas do tipo que tentam calar quem tem neurônios ativos o suficiente para expôr idéias próprias (sejam elas boas ou ruins).
Como ser humano, eu tenho vergonha da minha espécie, por sermos esse desastre como forma de vida que se auto-intitula como "inteligente", mas que se auto-destrói por crendices irracionais, ilógicas, infantís e extremistas.
É lamentável que hajam pessoas crescidas, porém com mentalidade infantil à ponto de achar que os diálogos são movidos à ego, ao invés de troca de exposição de idéias racionais.
Gente assim definitivamente não merece minha atenção por se comportarem feito bebês mimados e como não sou pai desses bebezões para dar-lhes uns bons tapas na bunda que certamente faltaram quando eram crianças, o melhor que posso fazer é deixa-los lá, falando sozinhos se achando.


Radio
"Não é verdade que eu não tinha nada. Eu tinha o rádio ligado."
(Marilyn Monroe)


Esses dias encontrei um velho rádio que era do meu pai desde que eu me lembro por gente e que estava no fundo de um guarda-roupas há décadas, porque um belo dia ele parou de funcionar.
Troquei o suporte das pilhas e todos os capacitores eletrolíticos e após alguns dias tentando entender como "calibrar" corretamente todos os seus ajustes internos (do jeito que dá no improviso, porque um bom gerador de RF custa uma graninha que não estou disposto a gastar), ele voltou à vida e agora toda a faixa de AM (que nele figura como MW, ou "Micro Waves") está perfeita. Porém, a faixa de ondas curtas (SW, ou "Short Waves") permanecia muda e eu achava que estava com problema até que "quebrando a cabeça" enquanto ajustava cuidadosamente os trimmers e bobinas de frequência intermediária, captei "A Voz do Brasil" em alto e bom som bem no meio do dial, indicando algo em torno de 60 a 70 Mega Ciclos (MHz, mas que nesse rádio figura como MC, à moda antiga). porém, após finalizar cuidadosamente para captar esse sinal (que era a minha única referência disponível) em seu ponto ótimo, notei que todo o resto do dial, de 40 a 120 MHz só pegava estática, mas havíam alguns poucos pontos "vazios" onde era perceptível alguma portadora, mas o sinal era fraco demais para ser inteligível.
Só então me toquei que várias faixas de transmissão de rádio estão caindo em desuso e algumas estão sendo reservadas para transmissão de dados, razão pela qual muitas rádios tradicionalmente AM estão migrando para a "apertada" faixa de FM, que além de oferecer qualidade de som melhor, dispositivos móveis como tablets e smartphones não sintonizam AM.
Há muitos anos eu não ouvía rádio.
Acho irritante o som de estática ou de interferência quando se está ouvindo alguma música, mesmo que com qualidade de som ruim da velha tecnologia da modulação de amplitude (AM) e ainda me lembro de que quando eu era criança, lá pelo começo dos anos 70, o advento da modulação de frequência (FM) era uma "revolução" que trouxe "qualidade de som às transmissões de rádio" e havíam pouquíssimas emissoras que operavam nessa faixa apesar de a tecnologia existir desde os anos 40.
Mas apesar disso, eu ouví muito rádio desde beeeem criança em que minha mãe punha um pequeno radinho Evadin vermelho embaixo do meu travesseiro para eu dormir (e que deve ter feito de mim o audiófilo chato que sou hoje) e FM do final dos anos 80 até começo dos anos 2000 quando troquei meu velho receiver por uma solução mais modular de pré-amplificador e amplificador de potência... sem tuner, porque os programas de rádio deixaram de ser interessantes e passaram a ser tomados por transmissões de música sertaneja (que sinceramente não tenho saco para tanta "dor de corno"), futebol (que não faz a menor diferença na minha vida se esse ou aquele time ganha ou perde) e religião (Meu! Oração é algo PESSOAL! Pra quê ficar transmitindo repedidamente rezas, orações e pregações estelionatárias? Deus tá vendo, viu?), sobrando praticamente nenhum espaço para música de qualidade (o meu interesse quase que exclusivo nas rádios) e quase nada de notícias, que sinceramente, sinto falta das ondas curtas para isso, por poder captar notícias diretamente do mundo todo, que embora sem tradução, a curiosidade ajuda a entender até que bem, além do Inglês e Português, idiomas que não domino, como Espanhol ou Italiano.
No entanto BONS rádios de ondas curtas (capazes de operar em faixas diferentes dessa de 40 a 120MHz), custam caro e temo que logo deixem de ser úteis... Uma pena.
Me pergunto se as gerações futuras vão entender a importância do rádio, não apenas como tecnologia muito além do moderno Wi-Fi, mas como cultura.
Como elas vão entender o significado por trás das dezenas de músicas falando do rádio ou de álbuns inteiros como (bizarro) "Radio Aktivity" do Kraftwerk, ou a canção "Radio Gaga" do Queen (que de certa forma já soa como um lamento por as pessoas passarem a se importar mais com os videoclips do que com a música em si)?
Pioneiro da Música Eletrônica, o grupo Kraftwerk já mudou levemente a abordagem original da música principal do álbum, da Eletrônica para ativismo ambiental contra radiação nas novas apresentações da mesma, mas músicas como "Antenna" ou "Airwaves" perdem completamente o significado, à menos que o ouvinte seja um aficcionado por Física ou Eletrônica analógica. (Bom... Eu até entendo que é preciso ser mesmo MUITO nerd para gostar de certas músicas desse álbum... Mais até do que eu, acho.)
Aliás, os cursos de Eletrônica analógica eram promovidos como de "Rádio e Eletrônica", antes de "Eletrônica, Rádio e TV" e os radio-amadores precisam ter conhecimento em Eletrônica para poderem operar com o máximo de eficiência, seus sofisticados transmissores e receptores e assim, manter a mais eficiente e confiável rede de serviços de Inteligência seja para a Defesa Civil, seja para serviço militar.
Aliás, entre os radio-amadores, existe uma máxima "apocalíptica" que diz que "se algum dia todos os sistemas de comunicação da Terra entrarem em colapso, ainda existirá o código Morse". Aliás, há lugares onde isso já aconteceu por causa de desastres naturais e os radio-amadores ajudaram no socorro.
E falando em Apocalipse, os mórmons costumam recomendar entre si, terem em casa, sempre um rádio à pilha ou bateria, prevendo exatamente esse tipo de colapso... (E eu é que sou paranóico, né?)
Pensando bem... Quem sabe no futuro, a Internet inteira entre em colapso com algum vírus ou com algum governo totalitário mundial, acesse todas as "portas dos fundos" secretas de todos os dispositivos conectados à grande rede para espionar (como já acontece), derrubar todos os dispositivos ou escravizar todo mundo ao estilo "Grande Irmão" de "1984"?

terça-feira, 18 de julho de 2017

Já chegamos naquele período do mês em que tenho de postar algum conteúdo no meu blog... o veeeelho blog.
E ninguém parece perceber que esse monte de denúncias e julgamentos na Política que certamente terminarão em pizza, que essas brigas sem sentido por direitos trabalhistas que não serão perdidos ou pela Previdência Social que um dia certamente deixará de existir, não passam de pura distração para que ninguém faça pressão sobre ítens de real prioridade de importância para a população como o Fim do Foro Privilegiado, o voto impresso (que apesar da lei aprovada, está sob ameaça), as "10 Medidas Contra A Corrupção" e o fim do Estatuto do Desarmamento.
É muito mais fácil brigar por narrativas de pura propaganda do que raciocinar sobre as estratégias por trás disso, afinal de contas, a prioridade dessa gente toda é e sempre será festa, futebol e cerveja ao invés do futuro dos filhos ou dos netos no melhor estilo "eu sou esperto, vou passar a perna em todo mundo e viver o presente no meu mundinho enquanto a próxima geração que se foda!"
Bem assim mesmo... Sem honra, dignidade baseada em imagem publicitária própria (vulgo "status social") e conceitos de "felicidade" todos baseados nisso.

É um mundo muito triste o que vivemos hoje.



A Resposta para o Enigma de Publius: Se existe um Deus de verdade, Ele sussurra música
"Se você quer descobrir os segredos do Universo, pense em termos de energia, freqüência e vibração."


Quem já me acompanha nesses quase 15 anos de textos, certamente já sacou que eu mudei muito nesse tempo todo, especialmente após o período menos produtivo de conteúdo aqui nesse velho periódico pessoal, em que eu estava muito mais ocupado em aproveitar a melhor época da minha vida e deve estar se perguntando até se eu ainda sou o mesmo cara depois que tudo foi destruído.
Acreditem... estou tentando e muito nesse tempo todo.
De 1 ano para cá, com o fim da minha equipe na AT&T, pude me dedicar mais a mim mesmo (e só a mim mesmo) em busca de algo que resgatasse pelo menos uma essência do que eu era.
Somente hoje, após quase 5 anos sem vontade de ouvir música como estou ouvindo agora, ouvindo o CD "The Division Bell", totalmente "flat"* direto do CD-Player, sem nenhum outro equipamento no meio com bons fones AKG-K121 Studio (projetado para vocal e mixagem, baseado em certos modelos de referência de estúdio há quase 40 anos)...
É estranho eu sentir vontade de ouvir logo esse trabalho do Pink Floyd como o primeiro em "flat" após anos sem praticar esse exercício... Logo ele, envolto no famoso mistério do Enigma de Publius, que pelo menos pela minha interpretação, não é mistério algum.
Sendo otimista, quem sabe volto a ser o audiófilo que eu era e voltar a sentir algo com a música? (Embora eu tenha postado o #ClipDoDia como uma missão diária de divulgar um pouco de música nesse mundo vazio de hoje.)
Mistério mesmo é o que me trouxe de volta essa vontade após tantos anos.
E foi muito difícil eu voltar a sentir vontade de fazer esse exercício, embora seja uma necessidade natural, quando se passa quase 2 anos estudando canto como um hobby, assim... quando dava inspiração, sem fazer os exercícios como deveria, nem a menor disciplina (até porque não tenho a menor intenção de ganhar a vida com essas coisas), mas... as aulas de canto me ajudaram a achar alguma coisa perdida no tempo: Ao tentar cantar como (mais um exercício prático), a primeira música que me lembro de ter cantarolado na vida ainda quando criança e para a minha surpresa, sentí um fragmento de emoção. Coisa que eu não já sentía mais há anos e que eu achava que tinham se esgotado para sempre. E cantar sem sentir emoção nenhuma, é desesperadoramente horrível, resultando em gravações de péssima qualidade final.
Foi pouco, mas o suficiente para trazer de volta, lágrimas aos olhos deste "defunto" aqui.
Acho que encontrei uma pequena peça sobrevivente que talvez possa me ajudar a construir de novo pelo menos uma parte do que já fui.
Mas definitivamente, nunca mais serei o mesmo e não sei o quê isso vai fazer de mim de agora em diante.
Se essa experiência de ouvir em "flat" se mostrar promissora, passo de novo para o próximo nível e... bom... tenho "Division Bell" em LP aqui no meu acervo pessoal, embora seja o único LP do Pink Floyd com master digital antes do álbum "The Endless River", em que a banda já não se encontra mais completa devido à morte do tecladista, Richard Wright de modo que o álbum foi feito de sobras de estúdio em sua homenagem.
Após alguns dias dessa experiência aí, semana passada, tive uma longa conversa com um grande amigo (que já conheço há quase 30 anos) e que para a minha surpresa, por muito pouco não acabou com a própria vida.
Sinto que essa conversa o ajudou (bem mais que o tratamento psiquiátrico e medicamentos ao qual ele se submeteu) e de certa forma, acho que essa conversa talvez tenha me dado alguma pista do por quê de eu ter voltado do Reino dos Mortos.
Só espero que esse não seja o único motivo, porque esse mundo não tem mais salvação. Pelo menos não vejo nenhuma para a Espécie Humana, que segue a cada dia mais inconsciente para a própria destruição, como gado na fila do matadouro... e igualmente conformada, de modo que tudo o que já escreví aqui, seja como aviso, seja como exposição de realidades inconvenientes aos olhos já totalmente hipnotizados pelas ilusões do Reino dos Vivos.
Sei que esse texto aqui certamente deve soar estranho, mas... logo eu, que sempre fui apaixonado por ouvir boa música e de repetir incontáveis vezes que foi a única paixão que tive em vida que nunca me decepcionou... Bom... parece que ela me retribuiu com esse presente: um mísero fragmento de memória sensorial da minha infância como um precioso ponto de partida, como um fragmento de DNA inerte aterrissando num planeta estéril dentro de um meteorito.
Não se enche um planeta com vida assim da noite para o dia, mas ao longo de bilhões de anos, de tentativas e erros que formam novas formas de vida e múltiplas extinções em massa.
Alma, coração... Mesma coisa.
É certamente por isso que também chamam essas coisas de "vida".


*"Flat" é como audiófilos e engenheiros de som chamam o sinal "puro" à partir da fonte do sinal, sem nenhuma equalização e com o mínimo de interferência, de modo que ele fique absolutamente intocado, conforme produzido inicialmente. A audição desse tipo de sinal é geralmente "colorida" pelos próprios fones ou sistemas comuns de alto-falantes e para ouvi-los realmente em "flat", apenas com equipamento profissional de referência, do tipo que tem resposta "plana" ou "linear" ao longo do espectro.
É um exercício de referência tonal com o objetivo de re-educar o ouvido, na verdade, o cérebro, para perceber nuances escondidas.

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Este mês estou sem a menor idéia do que escrever neste blog.
Geralmente escrevo sobre coisas que me perturbam, indignações, observações que sei que são ignoradas propositalmente ou não, um pouco da minha visão "fora da caixa" do mundo (que alguns vêm como um "superpoder" e outros como uma "doença", mas no fundo é ao mesmo tempo uma dádiva e uma maldição), em suma, inquietações da minha mente.
Desta vez, eu estava sem a menor idéia nem vontade de escrever aqui, ser repetitivo, então resolví publicar uma versão revisada de um dos meus textos de rascunho que guardo há muitos anos, porque sei que poderia causar muita polêmica, ou parecer muita "viagem", mas como tudo nesse blog visa atiçar a curiosidade dos leitores para que façam suas próprias pesquisas à respeito, achei que talvez fosse o momento certo de postar isso, embora não como um artigo rico como eu pretendia inicialmente.
É um daqueles textos que é bom para se ter em mente que é muito mais importante se questionar sobre suas próprias convicções do que acreditar nas respostas que você já tem.
Chamem como quiser... conspiração, creepy pasta, "viagem", "brisada"... Francamente, isso pra mim não importa.
O texto de hoje contém material observado durante décadas. E até hoje, muitas perguntas permanecem sem resposta.
Teorias da conspiração é o que não faltam no mundo de hoje... e se apenas uma delas for real, certamente existe muito mais sujeira embaixo do tapete.


O Caso Michael Jackson
"Há enganos tão bem elaborados que seria estupidez não ser enganado por eles."
Charles Colton


Minhas suspeitas sobre esse caso nasceram ainda no começo dos anos 80, em que eu era fã do Michael Jackson (e nem tinha como ser diferente. Quem não era fã do Michael Jackson naquela época?)...
Bom... as suspeitas começaram com a notícia (mais precisamente de 27 de janeiro de 1984) de que ele teria sofrido um acidente e a estranhíssima primeira imagem dele após o tal acidente, divulgada um dia depois num dos telejornais da Globo*, que mostrava um cara de óculos espelhados bem grandes, uma faixa na cabeça embaixo de um chapéu tipo Fedora que nem de longe combinava com a roupa que ele estava usando e com a famosa luva acenando para o público.
Naquele instante pensei comigo mesmo: "Aquele cara não é o Michael Jackson!"
A forma de caminhar, de acenar para o público era absurdamente diferente, mas deixei quieto. Imaginei que talvez fosse alguma medicação forte ou algo assim. Mas foi o dia em que minha "pulga" começou a coçar atrás da orelha.
Note que esse vídeo "sumiu"... hoje, o máximo que conseguí achar foram umas fotos de dentro do hospital supostamente logo após o acidente (que sumiram do YouTube, supostamente por infração de "direitos autorais").
E a cena do mesmo dia dele, seguindo para o hospital de maca.

No entanto, deixei de lado até que no meio dos anos 90, topei com um texto de humor na Internet, que apesar de obviamente nem um pouco sério (e com sérios erros diga-se de passagem), especulava sobre o assunto com alguns argumentos bastante plausíveis e isso aguçou a minha curiosidade.
A página foi refeita, mas o texto continua lá... recomendo dar uma lida, apesar das palhaçadas.
Note que no texto desse site, diz que "durante a gravação de um comercial de TV Jackson sofreu um acidente, acreditou-se, na época, que um dos refletores de luz teria caído em sua cabeça. Foi divulgado um comunicado à imprensa afirmando que Michael teria sofrido apenas leves escoriações, que arruinaram seu cabelo afro para sempre. Mas segundo testemunhas o acidente foi bem mais grave do que se divulgou na imprensa". O que confere com o que eu me lembrava. E se levarmos em consideração que é muito comum as celebridades mudarem de visual durante a carreira e geralmente serem vistas apenas de muito longe ou maquiadas na TV, é plausível a idéia de se trocar uma pessoa por um sósia impostor. inclusive, é comum certos ditadores usarem desse artifício para se protegerem de possíveis snipers.
Sob essa ótica, o tal texto de humor pode não parecer assim tão absurdo. Especialmente se levarmos também em consideração que não é a primeira vez que um artista é substituído por outro a citar o famoso caso do Paul McCartney em que até o Ringo Starr admitiu a história. (Coincidentemente, Michael e Paul eram conhecidos como amigos e até gravaram juntos algumas vezes.)

Somente um bom tempo após sua morte oficial, mostraram a "cena inédita" em que uma explosão dos efeitos especiais, ocorre muito cedo queimando seu cabelo, no sexto take da gravação de um comercial da Pepsi cujo contrato fôra de 5 MILHÕES DE DÓLARES... Eu diria que era bastante dinheiro para a época, dada a desvalorização do Dólar e não é à toa... O último álbum lançado até o tal acidente foi "Thriller", indiscutivelmente um dos álbuns mais vendidos de todos os tempos.
Logo, a franquia "Michael Jackson" vendia feito água e certamente lucrou muito.
Só para se ter uma idéia, em Março de 1984, o making of do clip de "Thriller" lançado foi lançado em VHS e o número de vendas só foi superado por "Titanic" em 1997 (13 anos depois).

Curiosamente, após o tal acidente, uma série de fatos estranhos começou a acontecer dos quais, destaquei apenas alguns aqui:

1 - Após o acidente e terminada a turnê de shows pré-agendada da Pepsi (durante esse período, Michael Jackson não tirava o estranho óculos preto do rosto de jeito nenhum e em público, sempre apresentava uma expressão um tanto "tensa"), Jackson praticamente "sumiu" até 1988 quando surgiu o filme "MoonWalker, que começa legal, mas tem uma estranhíssima quebra de roteiro e de repente vira praticamente uma coleção de clips antigos sem ligação alguma.
Repara na expressão do rosto dele na entrega do Grammy em 1984... (Seria um primeiro impostor?)

2 - Ele virar completamente recluso por anos enquanto surgiram uma porção de boatos sobre sua vida pessoal (vide Wikipédia entre 1987 e 1990) e de repente ele aparece... branco!? (Seria um segundo impostor?)

3 - O modo de cantar "You Are Not Alone", definitivamente não me convenceu como audiófilo, apesar de eu achar a canção maravilhosa, a expressão da voz dele me pareceu estranha além de bem mais aguda do que eu estava acostumado da voz dele além de "marcadinha demais" para um artista do naipe de Jackson, mesmo assumindo "uma nova fase".
É um tipo de marcação quase primário em cursos de canto. (Estou no meio do meu curso de canto e ainda não consegui me livrar desse "vício de expressão".)
Quando chegou nesse ponto, resolvi tirar à limpo comparando o áudio do famoso "gritinho" de "Don't Stop Til Get Enough" e "Bad"... e pasmem! Segundo a análise no computador (o que pode ser feito tranquilamente através da comparação espectral em qualquer software que disponha desse recurso, como Steinberg Wavelab), definitivamente não há como dizer que se trata do mesmo aparelho vocal**.

4 - Estatisticamente, todos os álbuns após "Thriller" nem de longe se comparavam à riqueza artística do mesmo ou antes dele (embora tenham vendido muito bem no Brasil). Nem mesmo os "carros-chefe" dos álbuns soavam naturais. Seqüências de samples de voz deixavam as músicas sintéticas demais. (OK... Convenhamos... aqui é um ítem subjetivo e questão de gosto.)

5 - Tenho um outro amigo também pesquisando e coletando dados. E ele já também está chegando às mesmas conclusões. No caso dele, o que disparou sua curiosidade foi a diferença de performance de dança.
Exemplo: Era muito comum Michael Jackson puxar a calça próximo à virilha enquanto dançava, para não atrapalhar na performance.
Nas performances mais modernas, é mais comum ve-lo simplesmente pondo a mão na virilha.

6 - Em 2000, "Michael" e a gravadora Sony começaram a se desentender de forma muito estranha até pouco antes de sua morte, através de seus pronunciamentos e atitudes, ele ameaçava "abrir o jogo" e "derrubar" a gravadora.

7 - Após a morte oficial em 25 de junho de 2009, notaram que o corpo imediatamente "sumiu"? E logo depois era um tal de ninguém saber o que fazer com ele, onde seria enterrado, ou se seria autopsiado... enfim acabou sendo enterrado em 7 de julho de 2009, ou seja... 12 dias depois. (12 dias!!! Quem conserva um corpo com tanta dúvida por 12 dias???)

8 - O filme "This Is It", supostamente feito como "Making Of" dos preparos do novo show, que foi praticamente inteiro baseado em re-edições (remixes) dos trabalhos antigos... TODOS com playback.

9 - O recente lançamento do álbum póstumo "Michael" já gera polêmica: seus filhos mais velhos dizem que a voz que se ouve em algumas das canções não corresponde a de seu pai.
A Sony Music naturalmente rejeita as acusações e vai continuar ganhando dinheiro com a marca "Michael Jackson".

10 - Em 2010, os próprios filhos de Michael Jackson classificaram o lançamento do álbum póstumo "Michael" de "fraude".

Conclusões:
Todos sabemos que todas as grandes potências mundiais de mídia pertencem (assim como incontáveis corporações dos mais diferente setores) a um grupo de pessoas muito poderosas cujos propósitos levantam muitos questionamentos.
Mesmo que o verdadeiro Michael Jackson tenha de fato morrido em 2009, sempre onde rola muito dinheiro, o terreno pode se tornar demasiadamente perigoso. Especialmente quando certos projetos estiverem para ser desmascarados.

E aí? Consegue dormir com tanta dúvida sobre até que ponto tudo isso é ou não verdade ou mera imaginação, com tantos fatos apontados com seus respectivos links?
Até que ponto o mundo em que eu e você vivemos, não passa de uma imensa fraude?


* Continuo revirando o YouTube atrás dessa cena.
Não encontrei ainda, o que acho muito estranho para uma imagem supostamente divulgada mundialmente.
Mais estranho ainda, essa cena não ter sido exibida após a morte "oficial" dele e estranhamente, pouco depois o assunto daquele mesmo acidente ter voltado à tona com "cenas inéditas".
Será que todas as agências de notícias do mundo perderam aquela cena, substituindo apenas pelas cenas "inéditas" divulgadas recentemente?

** Qualquer dia, pretendo fazer a experiência novamente, de forma muito mais sistemática (e desta vez, devidamente documentada), tendo por base um mesmo formato de mídia capaz de uma resolução muito maior (LP analógico) para "matar" todas as dúvidas sobre essa questão da alteração de voz, muito além da diferença de idade.