Translate

sábado, 19 de outubro de 2019

Vivemos uma época histórica perigosa, em que dois dos 3 Poderes não representam o Povo e o Presidente acha que não pode fazer nada quanto a isso tomando uma medida drástica que ele pode sim tomar, por ser o Comandante Supremo das FFAA e tem todo o apoio da maioria da população para isso, como aconteceu no Peru, onde fecharam o Congresso.
Ir para as ruas, protestar por "migalhas", para "fazer pressão" para que esta ou aquela instituição simplesmente faça o que é muito bem paga para fazer: representar os interesses do Povo ao invés dos próprios interesses, não dá mais.
Os bandidos que são imensa maioria nessas instituições já têm tudo decidido entre eles.
Engana-se quem pensa que "pressão popular" faz alguma diferença para eles.
O Povo é o Instituinte Originário (inclusive seu braço armado - diga-se de passagem, muito mais consciente disso), não pode em hipótese alguma se submeter a nenhuma instituição constituída se esta não o representar.
Até quando vai tolerar meras palavras ou pura demagogia sem agir, sem exercer seu poder diretamente conforme o Princípio de Autodeterminação dos Povos?
Esqueçam as vias institucionais! Elas já não funcionam mais há muito tempo!
Se funcionassem, não fariam todo o contrário do que é do interesse do Povo!
Mas o texto de hoje não é sobre isso.
É sobre coisas que preciso pôr para fora e sinto que não tenho para quem expôr de modo que seja compreensível. Na verdade, nem espero que seja e certamente para a imensa maioria das pessoas (para não dizer todas), é absolutamente irrelevante.
Mas é preciso que alguém, em algum lugar, algum dia, consiga entender como o mundo é ilusório para quem pensa "fora da caixa".
Quem convive comigo e me vê sempre inventando piadas (ainda que horríveis)  sobre tudo, certamente não imagina o que se esconde por trás delas, nem a carga que elas escondem de modo que o texto de hoje é um desabafo pessoal. Nada além disso.


Minhas frustrações pessoais

"Você existe mesmo!"

(Só consigo pensar nessa frase para pôr aqui hoje, tamanha a significância que teve há exatos 8 anos.)


Não sei se é a idade, ou se é o acúmulo de frustrações recentes somadas a todas as outras ao longo das minhas experiências de vida, mas o fato é que eu não estou bem.
Não consigo mais me sentir confortável para tentar aprender alguma coisa nova que tenho certeza mais do que absoluta que se tornará absolutamente obsoleta no momento em que eu tiver dominado esse conteúdo, como já aconteceu por exemplo, com todas as plataformas de microcomputadores da minha coleção e cada software que roda em cada uma delas.
Estou plenamente cansado de sempre voltar à estaca zero em meus projetos de vida.
Cansado de fazer trabalhos que de tão especiais, se tornam até difíceis de acreditar, como o meu último, em que participei do nascimento de uma operadora de telecomunicações com uma pequena equipe de pessoas altamente honradas e comprometidas, talvez a melhor com a qual já trabalhei nesse sentido. Mas apesar disso, pedí para sair.
Penso que existem 3 tipos de saúde: a física, a emotiva e a mental.
A minha saúde emotiva, como todos os meus amigos sabem, quase morreu na virada de 2012 para 2013 e permaneceu em coma profundo até sua morte 6 meses depois com o fim do último suspiro de fé que minha alma ainda tinha.
Minha saúde física, começa a dar sinais da idade, de modo que meu corpo já não tem mais a energia que tinha quando eu atravessava dias e noites sem dormir por um projeto, achando que aquilo poderia garantir estabilidade de vida no futuro... o que até acabou funcionando em partes, mas que graças ao "efeito Dilma", infelizmente foi mais um projeto que se foi e novamente, voltei à estaca zero, profissionalmente e economicamente.
E claro, isso tudo afeta minha auto-estima, minha saúde mental, uma vez que me sinto completamente incapaz de quebrar essas barreiras do karma de carregar o mundo nas costas, sendo filho único de uma mãe idosa sofrendo de esclerose múltipla e recém diagnosticada também com Mal de Parkinson (na minha opinião, efeito colateral da esclerose múltipla, mas como não sou neurologista, "fico na minha") e um pai que vive me pedindo dinheiro na cara dura.
Embora tudo o que conseguí possa causar inveja ou "olho gordo" em algumas pessoas, elas nunca imaginam o quanto foi sacrificante conseguir tudo isso ao longo de uma história que muitas vezes paro para refletir sobre como cada momento foi incrível, como cada vitória foi importante e como cada derrota apagou completamente o gosto de cada vitória.
Meu último trabalho, me fez perceber uma coisa muito linda: permitiu que um pai (antes sobrecarregado) pudesse finalmente passar mais tempo com o filho porque sua empresa finalmente começou a funcionar à contento.
Não há dinheiro no mundo que pague a gratidão que sinto por ter conseguido esse feito.
Mas é um tipo de momento que eu nunca vou viver, ou pelo menos, não me vejo vivendo.
Há muito já me conformei com a idéia de que não quero ter filhos e já há alguns anos, me conformo com a idéia de que não sirvo para constituir nenhuma família, embora seja um sonho de um garoto que se criou numa casa em que os pais brigavam quase todo dia, o que fez com que eu não fosse exatamente um exemplo de pessoa "socializável" com minha Síndrome de Asperger (Transtorno Obsessivo-Compulsivo), um pouquinho de agorafobia e uma raríssima alergia à cerveja ou mesmo seus gases de cheiro insuportavelmente pútrido (ao menos para a sensibilidade do meu organismo que imediatamente tampa minhas vias respiratórias como uma espécie de "mecanismo de autodefesa").
Sei que num mundo altamente agressivo e competitivo como o de hoje, sempre sai ganhando quem se mostra sempre "ganhador" e que expôr minhas falhas, meus defeitos e minha fraquezas aqui é altamente perigoso, mas posso me orgulhar de uma coisa que nenhuma dessas pessoas tem: A honestidade de assumir os próprios defeitos e limitações e que mesmo assim, conseguí fazer uma porção de coisas, construir um currículo cheio de experiências profissionais incríveis fora uma porção de talentos e competências que não são mencionados lá e que até já inspirou algumas pessoas, como um amigo que faz aniversário hoje e que há 20 anos escolheu trabalhar com computadores segundo ele, por minha causa.
Não sei quanta gente já aprendeu alguma coisa comigo, ou já baixou algum conhecimento ou material técnico ou gráfico que compartilhei publicamente em alguns lugares na Internet sem nunca cobrar nada por isso, nem como mensurar o quanto posso ter ajudado essas pessoas de alguma forma. Mas não ligo para isso, uma vez que penso que não estou aqui para mim mesmo, mas para deixar alguma contribuição para o futuro, o que sinceramente, não sei até que ponto eu conseguí.
Não sou nenhum gênio como alguns imaginam ou pensam.
Sou até um tanto atrapalhado, altamente distraído e muito perdido para me localizar, mas sou observador, metódico, focado e altamente reflexivo, razão pela qual este blog surgiu.
E por ser metódico, duas perguntas têm me perturbado profundamente nos últimos anos: O quê eu espero da vida e o quê eu quero da vida agora e para o futuro.
O "agora" simplesmente acontece.
E o "futuro"... Será que ainda existe algum que seja justo para mim? Ou continuará como sempre foi, injusto, cheio de finais tristes, frustrantes, dramáticos?
O fato é que estou de saco tão cheio disso tudo que não tenho encontrado nenhuma força de vontade para continuar tentando coisas novas sem um mínimo de certeza de que o investimento vale a pena.
Para todos os lados que olho, me faltam motivos, inspiração, fé.
É muito triste como o mundo atual, com tanta tanta coisa, se tornou um lugar tão vazio de sentidos.
Tudo hoje se resume a vender, comprar, divulgar, monetizar, virtualizar, aparecer, mas praticamente nada de viver.
É... Viver no meu mundo, não é para qualquer um.
Qualquer um com essa percepção de vida, certamente já teria se matado há muito tempo.
É preciso ser muito forte para viver assim, com todo o preparo do mundo, mas sem a sorte que o karma (para não dizer Deus ou Diabo) me roubou.
Ego é coisa de gente muito fraca para se conformar com o fato de que sorte, é para quem tem.

segunda-feira, 23 de setembro de 2019

Há pouco mais de um mês, topei o desafio de ajudar um empresário numa situação injusta e desesperadora.
Conseguí ajuda-lo com sucesso, mas minha saúde física e mental deu o "alerta" (literalmente "apaguei" por cansaço mental numa sexta-feira à noite enquanto eu e uma amiga testávamos o wi-fi do X-Box 360 dela).
Então, no dia seguinte, resolví avisar que estou saindo do projeto, prestando ainda alguma assistência básica até que ele consiga encontrar alguém que se adeque ao perfil que o cargo exige, muito mais "multi-propósito" do que minha Síndrome de Asperger permitiria (porém, se não fosse essa síndrome, eu certamente não conseguiria focar no que precisava da forma que a empresa precisava para concluir a tarefa combinada com sucesso).
É triste, mas não foi desta vez.
A idade já não me dá mais a mesma disposição para certos tipos de aventuras de outros tempos.
Mas por um mês, fui Diretor de Operações, Suporte de Servidores Linux, Suporte Cloud OpenStack e "dei meus pulos" para viabilizar VoIP e IP-PBX em ambientes que houve quem dissesse que era "impossível".
Não posso reclamar não. Foi uma baita experiência e a parte que eu combinei de fazer foi um sucesso, apesar de uma série de imprevistos oriundos de já pegar "o bonde andando" feito de medidas emergenciais sem planejamento nenhum de baseline.
Resta saber agora, quais serão os novos desafios que virão, com uma idéia que me veio à mente como "plano B" para me manter e que começo hoje em "modo experimental".


O Caos dos Mercados

"Eu entenderei se você perder dinheiro por que tomou uma decisão errada. Mas se prejudicar a reputação da minha empresa, você será demitido (a)."


A imensa recessão gradativa em que o Brasil se enterrou até ano passado, causou um fenômeno mercadológico pavoroso: faz-se tudo em função de preços baixos (ou não há como vender os produtos e serviços por causa da concorrência) e orçamentos extremamente apertados (do contrário, não existe lucro).
Em meio à essa crise, os empresários estão desesperados tentando sobreviver com zero de margem de orçamento (quando não tomando prejuízo), cada vez menos empregados acumulando cada vez mais funções, o que obviamente implica em perda de qualidade bastante significativa em cada uma dessas funções graças à dispersão de foco e consequente perda de controle de processos que aliás, nunca foi tradição no Brasil, viciado em fazer tudo na base da conversa informal (sem registro), nem se basear num gabarito de planejamento quando ele existe.

Trabalhar 10 anos atendendo algumas das maiores multinacionais do mundo, me fez esquecer que no Brasil, as coisas infelizmente ainda são assim, representando um atraso gigantesco em qualidade de produtos ou serviços em qualquer área em relação aos países desenvolvidos.
Para o empresariado brasileiro, controle de processos (quando existe ao invés de ser entendido como "custo desnecessário"), carece de critérios, de definições claras e principalmente de transparência quanto aos motivos por trás de cada ítem sob controle.

Ora... As gigantes multinacionais não são gigantes à toa e o segredo do sucesso delas está justamente aí: Controle de processos, procedimentos bem definidos, consistência de nomes para as coisas (um mesmo ítem qualquer não pode ter múltiplos nomes diferentes) e segmentação de escopos muito claros e restritos para garantir a qualidade e eficiência de cada escopo, fazendo com que cada tarefa seja executada com qualidade, eficiência e uma única vez, barateando toda a cadeia produtiva, que desta forma, não "patina" em retrabalho e assim, não existe a necessidade de ter de "fazer uma média" com clientes insatisfeitos ou desconfiados.

É preciso "fazer a coisa certa do jeito certo". Não se pode fazer "a coisa certa do jeito errado" nem "a coisa errada do jeito certo" como Guy Kawasaki repete à exaustão em seu livro "O Jeito Macintosh" que a meu ver, deveria ser de leitura obrigatória para empresários, diretores, gerentes e coordenadores.
Não se pode começar alguma coisa sem um mínimo de estrutura tendo em mente "ir consertando depois".
Consertando???
Quer dizer que já começou com a estrutura (que vai sustentar todo o crescimento em cima dela) já quebrada e isso é "normal"?
Sem uma base sólida, tudo o que se construir em cima dela, tende a desmoronar e eu é que não quero estar por perto quando isso acontecer.

Outro erro grave do empresariado brasileiro é querer "abraçar o mundo" ao invés de delegar funções específicas e complicar o próprio negócio oferecendo uma enxurrada de produtos ou serviços fora do foco do negócio.
Já notaram que a imensa maioria das lojas no comércio muitas vezes apesar de se anunciarem como lojas especializadas nisso ou naquilo, na prática vendem de tudo?
É um tal de papelaria que vende chocolate, loja de material elétrico que vende cosméticos... Outro dia fui numa quitanda comprar umas frutas e descobrí que lá, vendiam também (pasmem) sapatos femininos.

Essa mania do empresariado brasileiro de querer fazer de tudo e pôr todo mundo para fazer tudo causa os classificados de empregos mais ridículos do mundo.
É muito comum você ver empresa procurando os escopos das equipes de Suporte de Servidores, DBA, SAP, Redes, Deskside, Firewall, helpdesk, técnico de campo, controle financeiro e tia do cafezinho tudo num funcionário só (e ainda exigir certificação acadêmica para tudo isso porque sem o tal de "curso de nível superior" o RH nem olha currículo).
Em suma, os empresários brasileiros estão tão loucos tentando sobreviver, que se tornaram incapazes de avaliar a própria loucura no meio do caos que eles mesmos criaram para si mesmos.

Felizmente existem exceções, mas são tão raras que nem merecem citação aqui neste blog.

domingo, 25 de agosto de 2019

Esta semana, estou prestando um serviço inusitado.
De início, não estou ganhando nada com isso, mas tenho impressão de que posso ser "o cara certo no lugar certo" para fazer o que precisa ser feito e como tenho o estranho hábito de pensar que é nas grandes batalhas que surgem os heróis, cá estou eu no meio do fogo cruzado dessa guerra pela mera glória do combate, mas por alguma razão, sinto que isso poderá ajudar muita gente no futuro, além de um cara que claramente merece uma ajuda.
Ser empreendedor no Brasil, é ato de heroísmo.
É preciso reconhecer isso e se possível, ajudar quem o faz honestamente.
Pois é essa gente que garante os empregos e fazem a Economia funcionar.
Não os que só "falam bonito".


O Efeito Manada
"Aonde a vaca vai, o boi vai atrás"
(João da Praia.)


Já notaram que as pessoas tendem a agir conforme a maioria?
Isso não seria uma questão filosófica exposta aqui neste blog se não houvesse um detalhe: a maioria dessas pessoas o faz, sem se questionarem sobre "por quê" o fazem.
O grande Friedrich Nietzsche já observou isso e chamou em suas obras de "comportamento de manada" e infelizmente é um fenômeno mundial milenar.

No Brasil de hoje, por exemplo, a imensa maioria das pessoas têm exatamente os mesmos horários de trabalho, almoço, jantar e sono; escolhem a noite de sexta-feira para encontrar os amigos, quase que na totalidade das vezes num bar e "entope" as estradas para o litoral em véspera de Reveillon, saturando totalmente a infraestrutura das cidades litorâneas, tornando a experiência, a mais estressante possível com todos os estabelecimentos lotados, caros e cheios de filas quando poderiam se reunir em suas próprias cidades de orígem, ou mesmo em outros lugares sem precisarem se preocupar com falta de água ou com filas de restaurantes.

Aliás, sempre achei muito pouco inteligente "todo mundo" trabalhar exatamente nos mesmos horários, ou no chamado "horário comercial", porque... se você precisar resolver alguma coisa que só pode ser resolvida durante o horário comercial, você obrigatoriamente terá de faze-lo no seu horário de trabalho, ou seja, se ausentar dele.
O pior é que nesse caso, nem tem o que fazer. É uma tradição que vem do trabalho no campo, em que a luz do Sol ditava os horários e que permanece hoje, mesmo com a luz artificial já sendo uma realidade desde o começo do sóculo passado. (OK, até entendo que é uma fração muito pequena de tempo na História humana, mas não precisamos mais ser escravos dos horários do Sol.)

O fato é que pensar por si próprio é um exercício cansativo e a maioria das pessoas prefere ter aversão à essa prática e simplesmente seguir a maioria, ou melhor dizendo, "seguir a boiada", razão pela qual preferem (por exemplo) restaurantes lotados simplesmente adotando a idéia de que "se tem bastante gente deve ser bom" ao invés de um restaurante tranquilo que certamente poderia oferecer um atendimento muito mais pessoal e consequentemente de melhor qualidade.

O problema de sempre só "seguir a boiada" é você pode acabar sendo tratado como gado (e de uma forma ou de outra), até parar num matadouro.

Esse comportamento praticamente inconsciente da maioria das pessoas, é obviamente bastante explorado pelos meios midiáticos, que praticamente só trabalham no sentido de criar uma "percepção moldada" do mundo para essas pessoas, conforme os interesses de quem pague melhor, como certos grupos muito influentes em governos, instituições, empresas e mercados, com o intuito de obter lucro, poder, controle ou algumas outras vantagens.

E esses grupos têm um interesse bastante grande na intimidade das pessoas, de modo que quem nasceu até meados dos anos 80 foi certamente a última geração a conhecer na prática o real significado da palavra "privacidade".

A maioria das pessoas compartilha seus dados sem perceber, entregando "de presente" nas redes sociais e serviços "gratuitos" de buscadores, portais e sites na Internet, todos os seus dados, informações sobre seus comportamentos, o que gostam, o que não gostam, suas visões políticas ou religiosas, seus valores pessoais e inclusive tudo isso, dos amigos com os quais se relacionam.

Aí, entram os algoritmos automáticos que passam a reconhecer essas pessoas pelo rosto, pela voz, montar estatísticas comportamentais e sabe-se lá onde mais isso pode parar.
Mas talvez, o mais preocupante é que esses dados provenientes desses "serviços "gratuitos", no final das contas, podem muito bem ser utilizados para, além do mero interesse financeiro, tentar mudar a opinião pública, política ou ideologicamente no melhor estilo "Big Brother" (ou "o Grande Irmão").
E no futuro, ai de quem se opuser à maioria!

Hoje, estamos vivendo uma época em que as opiniões são demasiadamente polarizadas sobre tudo, adotando um grau de paixão exacerbada sobre suas próprias convicções, como se houvesse uma espécie de "fascismo" para tudo.
O pior, é que aproveitando-se disso, criam-se todo tipo de "teoria da conspiração" e percebendo que esse nicho é bastante eficiente para confundir as pessoas, desacreditar grandes feitos históricos ou instituições sérias enquanto dissolve amizades, há meios que recebem discretamente bastante investimento globalista para espalhar esse tipo de coisa enquanto calam todos os que se atrevem a questiona-los.

Muito cuidado com pessoas que falam "com propriedade" em tom debochado em vídeos polêmicos na Internet acusando "tudo e todos" de "mentirosos".
Essa gente é muito mais perigosa e desonesta do que parecem.
Minha dica aqui é... Não sigam essa gente sem questionar os motivos dessa gente ou se o que eles dizem é realmente tudo verdade, se não quiserem terminar como lemingos.
É sério.