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sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

Bom... mais um ano está no final e como já é tradição neste blog, o último texto de cada ano é sempre uma retrospectiva com comentários de perspectivas.
No "último texto" do ano passado, eu disse no "mini-editorial" que não vía 2018 com bons olhos a menos que algo muito grande e surpreendente acontecesse à ponto de mudar radicalmente todo o cenário geral, o que achava bastante difícil de acontecer.
Bom. Aconteceu uma coisa sim, que mudou completamente as perspectivas para 2019 em que as regras do jogo que antes favoreciam os desonestos em detrimento dos honestos, passam novamente a favorecer os honestos para o azar dos desonestos que naturalmente estão espumando de raiva, agora com narrativas ainda mais furadas do que já tenho ouvido deles desde final dos anos 70.
Mas tanto pessoalmente quanto profissionalmente, me sinto completamente perdido e sem idéia de qual caminho seguir.
Depois de tanta experiência, por maiores que sejam meus esforços, ou por mais perfeitas que sejam as coisas que eu faça, uma hora tudo culmina num novo fracasso e eu tenho de recomeçar tudo de novo da "estaca zero". (Inclusive estudar um monte de coisa nova do zero porque tudo o que eu tinha estudado antes se torna obsoleto e inútil na nova realidade.)
Estou cansado disso.
Muito cansado.
Sério.

Não há Carma mais cansativo e desestimulante do que esse, em que mesmo sempre tendo feito as coisas (segundo sempre me disseram), muito bem feitas, quaisquer que fossem as coisas que eu me propusesse a fazer, as coisas não duram, não avançam além de um limite em que tudo fatalmente desmorona de novo feito um castelo de cartas.
Isso tudo me deixa desmotivado demais para tentar me "reinventar" de novo pela "enésima" vez e incrédulo demais para tentar começar um novo fracasso certo, que com certeza começaria enganando como fosse "sucesso".

É essa previsibilidade que acaba com toda e qualquer espécie de motivação e... o que me deixa absolutamente confuso é que de vez em quando, alguém "do nada" vem me agradecer por ter sido "inspirador", por "mudar sua vida"...
Não consigo entender como alguém que acaba se tornando "um nada" pela "enésima" vez como eu, consegue servir de inspiração para a vida de alguém.
E embora isso tenha seu lado reconfortante por essas pessoas estarem bem com isso (algumas delas até exemplos de sucesso), para mim, a ficha simplesmente não cai.
Nunca vou entender esse meu Carma... que aliás, para mim, está muito mais para uma maldição.
De qualquer forma,
o Claudio Henrique Picolo que vocês conheceram, morreu em meados de 2013 e ao que parece, nem tudo o que ele fez ao longo de sua sua vida foi em vão no fim das contas.
Já eu, o "fantasma" do que ele foi... Bom...
Eu quero fazer coisas para durar, aprender coisas que não se tornarão obsoletas no futuro, encontrar metas seguras ao invés de dar tiros n'água.
A pergunta que falta responder agora é "Por quê?" se nem motivos eu tenho para isso.



O último texto de 2018
"O mal prega a tolerância até que seja dominante. Então tenta silenciar o bem."
(Arcebispo Charles J. Chaput)


O ano de 2018 confirmou minhas previsões como um péssimo ano para empreendedorismo, surpreendeu pelo volume de revelações de "lobos em pele de cordeiro" e com isso, muitos de nós, tristemente perdemos alguns amigos por questões ideológicas, políticas ou puramente emotivas. Porém também ganhamos amigos novos graças a coincidências de observações lógicas. (O que já era de se imaginar, diga-se de passagem.)
E como nada dura para sempre, 2018 foi um ano histórico, em que as narrativas finalmente passaram a dar espaço para os fatos.
Um ano em que finalmente começou-se a questionar a legitimidade dos títulos, autoridades e "certificados", pois a imensa maioria dos "academicismos" se mostraram absurdamente aquém da realidade e assim, acabou-se o "monopólio da verdade" que incluíam as mídias de via unidirecional como TV, rádio e jornais impressos que agora disputam espaços nas mídias multidirecionais em que tudo pode e será questionado. (O que é certamente bastante saudável, ainda que hajam muitas narrativas desonestas ou fúteis para não dizer idiotas nesses meios.
De um modo geral, penso em 2018 como um ano que "já vai tarde", mas preparou mudanças de rumo em praticamente tudo.
No entanto, os rumos que estamos tomando, requerem mudanças profundas na "nave", que ainda encontra-se em frangalhos e tem muito tripulante que não quer que ela siga em frente.
As perspectivas de mudanças para 2019 são tantas e tamanhas, que as surpresas poderão ser das mais diversas, desde o começo da volta das multinacionais que deixaram o país (o que deve começar a acontecer lá pelo segundo semestre) até mudanças completas de acordos comerciais entre vários países, fazendo "o mundo virar de cabeça para baixo".
Em alguns casos, podem haver perdas, como se perdem peões num jogo de xadrez, mas as possibilidades de ganhos são grandes.
A volta do patriotismo, é também um forte sinal de que o brasileiro começa a tomar consciência do valor de seu país bem como suas riquezas e competências, o que ajuda a combater o odioso "Complexo de Vira-Lata" já fortemente criticado aqui neste blog.
Se conseguirmos extinguir o "Complexo de Vira-Lata", a "Lei de Gerson" e o "Jeitinho Brasileiro" (no sentido de "malandragem" ou de fazer gambiarras), aí sim, nossas perspectivas serão realmente promissoras.
No entanto, ainda sofremos com as mazelas deixadas pela subversão cultural, pela doutrinação nas salas de aula e pela ocupação de cargos públicos e privados por essa gente doutrinada (num ciclo que se realimenta e que precisa ser quebrado), fazendo com que certos serviços não fluam como deveriam e fiquem "emperrados" em nome dos idealismos de vitrine.
Bom... Todo caminho tem obstáculos e ninguém disse que eles seriam fáceis de trilhar.
O quê prever para 2019?
Boa pergunta.
Nunca vi um cenário mundial tão cheio de variáveis e tão instáveis quanto agora.
A impressão que se tem é que para todos os lados que se olha, vê-se potencial gigantesco para enormes guinadas de rumo.
Países que seguem o caminho se tornarem ditaduras totalitárias podem virar o jogo de repente, assim como outros que já são ditaduras, podem entrar em guerra (levando países que não têm nada a ver com o "peixe" no "vácuo") e outros ainda, que até uns 3 anos atrás eram exemplo de países desenvolvidos, agora sofrem exatamente dos mesmos tipos de mazelas do Terceiro Mundo.
Simplesmente não há como traçar planos ou fazer previsões num cenário desse.
É melhor fechar o foco num conjunto menor e mais local e ainda assim, as possibilidades são muitas.
De um modo geral, falando agora só de Brasil, as probabilidades parecem muito boas apesar de algumas dificuldades e onde talvez, o STF seja a maior causa dos problemas que teremos num futuro próximo. Problemas esses que talvez até forcem alguma atitude mais radical (o que não seria bacana pra ninguém).
Uma "pedra no sapato" certamente será nosso vizinho, a Venezuela, que aliás, já o é. Especulando um pouco sobre nossas promissoras novas parcerias com os EUA, pode acontecer que os EUA queiram tirar uma "pedra do sapato" e isso certamente exigirá algum esforço não planejado da nossa parte, o que poderia nos causar atrasos complicados de desenvolvimento à curto prazo. E sei não se isso não é um mal necessário para o nosso desenvolvimento futuro, digamos para talvez, daqui uns 20 anos.
O que dá pra prever: Grandes corporações midiáticas serão extintas ou mudarão de dono e de cara, uns 100 mil funcionários públicos poderão ser demitidos, mas cortes na carga tributária pode aumentar a quantidade de vagas de emprego talvez na faixa dos milhões.
Cara... 2019 vai ser com certeza um ano "cabuloso" que vai deixar todo mundo maluco, vai deixar todo mundo perdidinho da silva.
Mas no final das coisas, acho que (pelo menos para os honestos) tende a ser bom.
Só acho, tá?
Já os desonestos... tendem a voltar às orígens, "expropriando" bancos, explodindo bombas, sequestrando embaixadores e aviões, matando gente à toa como em "surtos" de loucura enquanto os "do mesmo time" que se apresentam como "moderados", (os chamados "isentões") soltam aquelas narrativas furadas "politicamente corretas" de sempre com o intuito de "formar opinião pública".
Só que desta vez, essas narrativas não colam mais porque não passam de "papo de vendedor" e eles AINDA não sacaram isso.

Encerro 2018 triste, mas de consciência tranquila. Solitário, mas em paz. Confuso, mas calmo.
Deixo aqui, meu muito obrigado aos(às) leitores(as) deste blog por me acompanharem mais este ano, boas festas a todos, bom 2019 a todos e...
Xô 2018!

domingo, 4 de novembro de 2018

Já fazem uns 5 anos que infelizmente não sinto mais emoções ligadas a nada que envolva qualquer tipo de decisão e troquei TODA a fé, pela desconfiança.
É o preço que tive de pagar para conseguir voltar do inferno sem que um suicídio pusesse fim na minha existência física aqui neste mundo.
Nunca mais conseguí acreditar nas palavras das pessoas, em nenhuma narrativa, em nenhuma imagem sem tentar entender os motivos por trás delas muito antes.
O que antes era uma prática por curiosidade para mim, há 5 anos é uma questão de sobrevivência, porque não tenho mais condição nenhuma de aceitar erros por questões emocionais.
(E juntando gente em busca de respostas à respeito desses motivos, sem querer, acabei formando uma uma verdadeira rede de "agentes secretos" de Inteligência, que coletam informações dos bastidores de quase tudo referente a Geopolítica e Geoestratégia, o que nos permite análises bastante precisas de certos acontecimentos futuros.)
Quem acha que quaisquer escolhas que eu faça sejam emocionais, está absolutamente enganado(a), talvez por ter se afastado demais, ou ingenuamente, ter se deixado influenciar por pessoas contaminadas justamente por narrativas de carga emocional, aliás, bem típicas dos subversores já amplamente explanados aqui neste blog por vários anos, motivo pelos quais pretendo à partir do ano que vem, voltar à "programação normal" aqui deste blog, se as circunstâncias permitirem.
Neste meio-tempo, perdí alguns amigos, mas ganhei outros.
É um ciclo como a vida. É a ordem natural das coisas.
Se eu ou essas pessoas estamos enganados, só o tempo julgará. E o arrependimento, é sempre um prêmio nobre e muito bem-vindo de humildade, sabedoria para todos.
Não seria a primeira vez, nem será a última que verei disso.
O momento agora para todos nós, é de observação, de vigília, pois o mesmo tipo de perdedores que formaram guerrilhas no passado, as cultivam novamente hoje especialmente entre jovens cheios de hormônios na cabeça, só acrescentando a ideologia nelas pela imensa porta de idealismos típicos dos jovens.
Isso sim é que é preocupante. E quero estar bem longe de quem cultiva esse tipo de bomba.



Guerras silenciosas infelizmente são infinitas
"O preço da liberdade, é a eterna vigilância."


Ah! Enfim, a liberdade!
Finalmente acabou-se o pesadelo da campanha eleitoral e finalmente nos livramos de uma DITADURA disfarçada de democracia de 16 anos, que por muito pouco, muito pouco mesmo, não se tornou permanente e agora posso finalmente dizer que não vai ser desta vez que vou para o paredão de fuzilamento, nem morrer com uma bala na nuca para cair numa vala comum, como historicamente aconteceu em todos os países onde o marxismo assumiu o poder do Governo e o fez mais poderoso que o poder do Povo, inicialmente desarmando-o, cooptando suas forças de segurança e sistematicamente corrompendo todos os valores da sociedade através dos meios midiáticos e jornalísticos previamente cooptados, assim como as universidades e escolas, para dividir a população e torna-los idiotas para serem assim, muito mais facilmente dominados.

O método desses bandidos é exatamente esse. Tão simples que conseguí resumir em apenas um único parágrafo (caso ninguém tenha notado aí acima).

Mas é claro, que para cada ítem supra-citado, há toda uma complexa metodologia cheia de sub-ítens que eles obviamente tentam esconder para que jamais seja desmascarada e a forma mais eficiente de fazerem isso é distorcendo o significado das coisas, repetindo este significado distorcido à exaustão para então relativizarem, atribuírem à algum valor humanitário. Assim, o ítem ganha apoio, defesa e progride conforme a agenda.

Muitos desses sub-ítens, graças às investigações da Polícia Federal, foram desmascarados com sucesso, razão pelo qual conseguimos salvar nossa liberdade... ao menos por enquanto, porque as narrativas continuam apesar de a campanha eleitoral ter acabado oficialmente e vão continuar.
Por isso, jamais devemos "baixar a guarda" ou deixar de estarmos sempre atentos ao andamento dos planos dos bandidos, entender como eles pensam, estudar as estratégias deles e continuar jogando, porque ELES NÃO VÃO PARAR, pois nada, nem mesmo o dinheiro, é mais sedutor do que o poder.

Não é difícil de imaginar como eles pensam neste momento:
"Deixem os fascistas cultivarem a terra para nós! Depois voltamos e apenas aproveitamos os frutos que eles plantaram para nós, sem que precisemos fazer esforço. Até lá, vamos estudando nossos erros e aperfeiçoando nossos planos, para que da próxima vez, não cometamos os mesmos erros."

Aliás, é curioso como eles usam o termo "fascista" para se referir a democracia e "democracia" para se referir à fascismo.
São os dois termos que eles mais gostam de confundir a definição, à ponto de escreverem livros inteiros sobre eles propositalmente recheados de "devaneios intelectualóides*" sem concluírem absolutamente nada, como aquela porcaria do "Liberalismo e Democracia" do Norberto Bobbio que considero sem sombra de dúvida, o livro mais inútil que já li em toda a minha vida, incapaz por exemplo, de dizer o óbvio à partir das meras raízes etimológicas da palavra "democracia" (do grego antigo, "δῆμος", "demos" ou "povo" e "κράτος", "kratos" ou "poder", logo, "poder do povo). E o pior é que o "socialista-liberal" (um dos muitos nomes de correntes ideológicas que o marxismo usa para confundir) do Bobbio, é literalmente "endeusado" nos cursos de Humanas de todas as universidades do Brasil, como aliás, não é de se estranhar.

Claro que com o termo "fascismo", eles usam o mesmo tipo de sofisma, recorrendo sempre à clássica "carteirada intelectualóide*" quase sempre enaltecendo alguma suposta "autoridade no assunto que diz isso ou aquilo" seguindo rigorosamente o estratagema número 30 de Dialética Erística de Arthur Schoppenhauer ao invés de simplesmente dizer que "Fascismo, na prática, é um governo totalitário e quaisquer outras coisas que se disserem além disso para defini-lo será sofisma ou relativismo barato".
Aliás, para não perder o costume, a raiz etimológica da palavra "fascismo" vem do latim "fasces", que era um machado envolto com varas. Era uma arma carregada pelos guarda-costas dos magistrados do antigo Império Romano e símbolo do "Poder Judiciário" conferido a eles.
Esse símbolo foi utilizado pelo socialista Benito Mussolini após ser expulso do Partido Socialista Italiano, quando fundou o próprio partido com os mesmos objetivos porém utilizando um discurso ultra-nacionalista e o famoso slogan "Tudo para o Estado, nada contra o Estado, nada fora do Estado".
Morreu linxado pela população no melhor estilo "A Revolução dos Bichos**" de George Orwell pelo simples fato de ter roubado a liberdade dos italianos.
As condições que criaram o fascismo pouco antes da Segunda Guerra Mundial são absolutamente impossíveis de serem reproduzidas nos tempos atuais, dada uma infinidade de fatores tanto de esquerda quanto de direita que seria impossível resumir aqui nessa postagem, entre elas, que os marxistas não fazem mais as revoluções armadas como naquela época (o que causou pânico na população italiana) e sim, o gramscismo e o "frankfurtismo" (se é que existe esse termo para se referir aos métodos de persuasão psico-ideológicos desenvolvidos pelos membros da chamada "Escola de Frankfurt").

Atualmente, muita gente mal intencionada tenta "pintar" um cenário "semelhante" para associar o atual momento à ascensão do fascismo (o que não é novidade) e o preocupante é que essa narrativa ganhou uma certa adesão (obviamente e especialmente nas universidades brasileiras) mesmo estando absolutamente aquém da realidade, principalmente porque o fascismo de Mussolini, usou e abusou de incoerências de discurso para dizer o que a população queria ouvir para assim alcançar o Poder. (E já sabemos bem qual lado tem discurso incoerente).
Mas a população está bastante alerta sobre isso agora, graças ao fenômeno da Inteligência Coletiva (motivo pelo qual os marxistas são doidos para "regulamentar" as redes sociais, o acesso à Internet, enfim, todos os meios de comunicação interativa permitindo apenas a comunicação de via única, ou seja... o Governo diz e você aceita sem direito de questionar).
A população já cometeu esse erro em 1994 sem perceber, preparando o cenário para o populismo que elegeu Lula em 2003 e que desde então, seu partido foi ocupando espaços com o objetivo de não mais deixar o Poder.
Se os planos deles não tivessem sido expostos, não conseguiríamos mais nos livrar deles e terminaríamos como a Coréia do Norte, ou Cuba.

Agora a minha dica para o futuro é: CUIDADO! O PT é apenas uma sigla, uma marca, um símbolo.
Ainda temos 33 partidos, TODOS de "esquerda" no Brasil, tentando se passar por "centro" e todos potencialmente com os mesmos objetivos, quando não diretamente ligados ao PT.
Estudem os INDIVÍDUOS, suas intenções e os interesses secretos de quem está por trás deles, especialmente quem os financia, independente dos discursos ou narrativas e garanto que vocês vão ficar bastante surpresos inclusive com sigo mesmos.


* Intelectualóide = "Intelectual" de vitrine, aquele acadêmico cheio de títulos que só servem para conferir-lhe "autoridade" para falar um monte de bobagens com o intuito de legitimar narrativas ideológicas e assim, fazer sua parte para promover um projeto de tomada do Poder.

** "A Revolução dos Bichos" é um livro, mas postei aqui um link para um desenho animado porque fica mais "palatável" e rápido de entender, caso você não queira ler o livro.

terça-feira, 23 de outubro de 2018

Todos os textos deste blog são manifestações de opiniões PESSOAIS e sem compromisso nenhum com nenhum grupo social, político, religioso, filosófico, ideológico, esportivo, científico, econômico, industrial, empresarial, enfim, sem compromisso com p* nenhuma exceto com a sinceridade.
Se você se sentir ofendido(a) com o texto de hoje, pode me excluir de seus amigos do Facebook, deixar de me seguir no Twitter, me excluir de seus contatos no LinkedIn que não tô nem aí.
Vá em paz! Nem precisa falar nada!

Aliás, é um favor que você faz a nós dois e me sentirei até grato por isso.
Embora eu tenha nutrido uma política de diversidade de pensamento a vida toda, algumas linhas de pensamento merecem ser ignoradas pelo bem de nosso futuro e pela defesa de nossa saúde mental.
À tempo... minha máxima: "Politicamente correto fede. E fede muito." Por isso este blog tradicionalmente vai na contramão do mimimi vitimista e quer saber de mais uma coisa?
Vai chorar pra outro lado, porque o texto de hoje pra vocês mimimimistas, com certeza vai doer.
Depois não digam que eu não avisei!


Política não é futebol
"Nada mais cretino e mais cretinizante do que a paixão política. É a única paixão sem grandeza, a única que é capaz de imbecilizar o homem."
(Nelson Rodrigues)


Nos últimos 4 anos, posso dizer com muita satisfação que o brasileiro médio finalmente deixou de falar de futebol para falar de Política, o que é sem sombra de dúvida, um grande avanço ainda que com uns 30 ou 40 anos de atraso (para dizer o mínimo), porém infelizmente ainda precisa deixar de pensar em Política como se fosse futebol, ou seja, deixar de escolher um ou outro lado da política pela emoção, pelas narrativas, pela propaganda (o que em Tecnologia de Informação chamamos de "front end") e passar a entender as entranhas do sistema, os reais interesses por trás de cada narrativa (ainda numa analogia com a Tecnologia de Informação, o que chamamos de "back end").
Os argumentos que se vê na quase totalidade dos discursos, memes, narrativas, campanhas, artigos de jornais, revistas, reportagens... enfim... praticamente todos os meios ainda são ridiculamente superficiais, para não dizer infantís. "Fulano disse isso"... "Ciclano disse aquilo"... "Ooooooh!!! Que ofensivo!" Como se palavras e ações físicas palpáveis, fossem a mesma coisa!
Através das palavras, enaltece-se um monte de desinformação como argumento, distorce-se o significado das coisas, foca-se sensacionalisticamente uma ou outra cena omitindo-se o contexto todo dos fatos, tenta-se re-escrever a História (quando além disso não destroem-se as provas), apela-se para palavras de ordem ao invés do raciocínio crítico e ainda querem validar esse tipo de argumentação "na carteirada", no autoritarismo muitas vezes enaltecido por certificados de "nível superior" emitidos por universidades que são muito mais centros de doutrinação do que centros de excelência científica pragmática.
Porém, intelectuais de verdade não precisam (e teriam vergonha de) apelar para títulos para defender suas teses.
Contra fatos verdadeiros, não existe antítese.
E enquanto os charlatões se desesperam com a ruína das aparências sem conseguirem entender que acabou o monopólio da "verdade" (ideológica) em que a mente doentia deles acredita que uma narrativa para ser "verdade" tem de "aparecer mais" ao invés de ser comprovada pela lógica e pela experiência prática.
Verdade não é propaganda. Aliás, costuma ser exatamente o oposto dela.
O fim deste monopólio, se deve ao fenômeno da Inteligência Coletiva teorizado por Émile Durkheim em 1912, mas observado e relatado como realidade por Henry Jenkins em "A Cultura da Convergência".
É o que enterrou de vez há anos o "monopólio da verdade" imposto por esses "semideuses" de vitrine e é por isso que os bandidos por trás deles querem censurar os meios de trocas de informações virtuais (redes sociais).
E agora que vivemos um período claramente importantíssimo para a História do Brasil, na "reta final" da mais conturbada eleição que já tivemos, não há mais desculpa para não se tomar partido de um dos dois lados da "brincadeira de polícia de bandido" mais séria de todos os tempos, esse tipo de argumentação superficial forma uma perigosa polarização que certamente desencadeará em conflitos sociais bastante graves num futuro próximo.
Primeiro, vejamos os dois "times", o "juiz" e o "estádio":

De um lado, temos um Capitão do Exército hospitalizado após um atentado e que tem a nítida aclamação da esmagadora maioria da população que sente na pele há décadas os efeitos de subversão cultural promovida por um monte de teorias acadêmicas que sempre saem pela culatra e narrativas cheias de promessas populistas para enganar trouxa.
Verdadeiras "obras-de-arte" dos tais "intelectuais" que não passam de embusteiros, atores, charlatões que dominam sim a Dialética Erística*... mas nada além disso.
E qualquer coisa, apela-se para a "carteirada", como se títulos de validade questionável fossem "coringas" num jogo de cartas.
O Capitão obviamente não é perfeito. Longe disso, não passa de apenas um ser humano e como tal, naturalmente tem defeitos, mas como não há nada que se consiga provar contra a idoneidade dele, tenta-se atribuir à ele de todas as formas possíveis, valores completamente fora da realidade!
(Ou você acredita mesmo que alguém "racista", "machista" ou mesmo "homofóbico" conseguiria se tornar Capitão do Exército Brasileiro?
Ora... Se voc6e acredita, me desculpe, mas para isso é preciso estar muito, mas muito desinformado mesmo sobre como funcionam as coisas na caserna.)

Do outro lado, temos um "fantoche" de um presidiário líder da maior organização criminosa que se pode imaginar, cuja cúpula do partido (curiosamente quase todos terroristas anistiados) se não foi presa, está sob investigação ou sob processo criminal. (Só o "fantoche" tem mais de 100 processos em andamento, embora a imprensa "arredonde" para 32 processos) com caminhões de provas obtidas pela Polícia, mas que obviamente só não são aceitas pelos simpatizantes, doutrinados e doutrinadores, todos cúmplices, que temem perder alguma "boquinha" como uma captaçãozinha da Lei Rouanet aqui, um emprestimozinho do BNDES (na prática, sem compromisso de pagamento) ali, uma propinazinha acolá... e ainda tem aqueles que têm medo de perder o fornecedor de maconha, que certamente será procurado pela Polícia se "o time da Polícia" ganhar o jogo.

Como "juiz", temos um sistema eleitoral nitidamente fraudulento que julga a si mesmo (e assim, obviamente nunca vai achar nenhum problema em si próprio) cuja Presidência atual foi indicada por um fantoche anterior do tal presidiário e que só agora, que o brasileiro médio deixou de falar de futebol, começou a perceber que está sendo engrupido desde 1996 com isso, exceto, claro, os "idiotas úteis" que repetem palavras de ordem sem terem a menor noção do que estão repetindo, com o intuito único de "desconstruir" inutilmente o "outro lado"...
Inutilmente, porque como eu já disse no texto anterior, o mundo mudou e as regras também, mas essa gente continua presa em 1917 imaginando o mundo dividido entre burgueses e proletariados e bla-bla-bla...
Haja paciência!

O "estádio" onde esse jogo se trava, por enquanto está nas redes sociais, nos bate-papos de bares, cafés, lanchonetes, entre amigos (que muitas vezes infelizmente deixam de ser amigos porque eles não conseguem enxergar "o outro lado da moeda")...
Ora... Ninguém convence ninguém!
As pessoas só se convencem a si próprias, através de experiências próprias que obtém dos meios em que frequentam.
Até os macacos sabem aprender por experiência prática enquanto o ser humano ainda tem muito para evoluir nesse sentido.

Agora vamos fazer uma curta análise do que vem por aí...

Se as eleições não forem fraudadas, esperem o colapso do sistema midiático à partir do ano que vem, pois esse está devendo até as calças e esses dois meses até lá será puro "jus esperniandi" nesse meio, que obviamente arrastará junto todos os contatos internacionais ligados ao mesmo, produzindo narrativas de fake news como nunca (que é o que esse meio mais produz e ainda tem a cara de pau de dizer "combater") e posteriormente, começará um lento processo de reversão dos meios que causam subversão cultural, econômica e infra-estrutural pelos quais o Brasil já está passando sistematicamente desde 1974 e naturalmente quem ganhava com isso, vai tentar criar conflitos. Inclusive armados, como já aconteceu no passado e portanto, não é novidade.

Se as eleições forem fraudadas (o que é bem mais provável, embora as tradicionais agências de propaganda travestidas de institutos de pesquisas estejam sugerindo o óbvio: não dá para esconder a imensa diferença de número de intenções de voto), haverá revolta popular (já que o TSE obviamente jamais admitirá que houve qualquer fraude, uma vez que ele julga a si próprio), mas ainda é uma incógnita sobre como o Povo reagirá na prática.
A reação mais correta nesse caso, seria cercar os 3 poderes (e suas instâncias) não deixando ninguém trabalhar enquanto não se instituir um Governo Provisório para começar tudo do zero, de acordo com o Princípio de Autodeterminação dos Povos, como já foi explicado aqui neste blog.
Porém, se o Povo não reagir, a primeira providência do candidato da esquerda será tentar impôr controle sobre todos os meios de comunicação. Medida que pode encontrar alguma resistência do Congresso, que apesar da renovação significativa, a maioria ainda é de partidos de esquerda. E na sequência, tentar a eliminação sistemática dos inimigos políticos e aí, quem poderá oferecer resistência são as Forças Armadas. ("Ordens absurdas, não serão cumpridas." Especialmente se vierem por tabela de um presidiário.)

Como saber se as eleições foram fraudadas?
Simples. Basta observar o seguinte comportamento:
O candidato da "direita" começará ganhando e quando chegar lá por volta dos 75% da apuração, começará um estranho processo de inversão, terminando a eleição com o candidato da "esquerda" ganhando por até uns 3% de diferença**.
É exatamente assim que aconteceu nas últimas eleições eletrônicas quando o candidato que se apresenta como "direita" está ganhando nas pesquisas sérias (e enquetes "piratas" proibidas autoritariamente pelo TSE desde 20 de julho, como em toda ditadura que se preze).

De qualquer forma, sabe aquele papo que eu falei em 2014 (e repetida no meu blog em 2015) para não esperarem mais paz no Brasil por pelo menos uns 10 anos?
Pois bem... A primeira vítima de toda guerra, é a razão. E apesar de até agora só termos pequenos conflitos, parece que infelizmente teremos mesmo de encarar uma guerra mais dia, menos dia. Repito: infelizmente.
Si vis pacem, para bellum.



* Schoppenhauer só esqueceu de avisar que quando os argumentos são confrontados com a experiência prática, se estraçalham como ovos atirados contra um muro de concreto.

** Alguns dias após a publicação deste texto, encontrei um vídeo em que um matemático prova cientificamente uma teoria parecida (e mais válida) do que essa que eu expliquei.